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Portal independente de Telecomunicações e Cidadania      Coordenador Geral: Helio Rosa (rosahelio@gmail.com)    
Portal criado em 12/10/03 -  Sobre -  Atualização: 20/08/14
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Páginas especiais registram a atuação de alguns participantes e colecionam temas em debate ao longo do tempo.

BLOCO TECNOLOGIA

Websites,  Páginas e "Posts" (Tecnologia) do WirelessBRASIL


Colunas da jornalista Mariana Mazza no Portal da Band

A jornalista Mariana Mazza, especialista em telecomunicações, traduz, explica e comenta um dos setores que mais cresce no Brasil, mas que ainda se mantém tão distante dos consumidores.  Há 10 anos acompanhando o setor de infraestrutura, Mariana Mazza, iniciou carreira na Anatel. Ler mais

19/08/2014
Telecomunicações não é futebol

"A Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) está contestando na Justiça a validade do novo Regulamento Geral dos Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC). O documento redigido pela Anatel cria regras para proteger o consumidor. A mais famosa é a possibilidade de cancelamento automático dos contratos, sem que o cliente tenha que passar pelo crivo de um atendente da operadora de telecomunicações.
Há muitos aspectos importantes no RGC e, por isso, a tentativa de suspensão do regulamento é péssima para os consumidores. Mas, em sua lista de insatisfações com as novas medidas, a ABTA encontrou um item que vale a pena se discutido, seja pelo seu conteúdo, seja pela sua entrada no regulamento. Trata-se do artigo 46 do RGC, que determina que todas as ofertas, inclusive as promocionais, estejam disponíveis a todos os interessados, até mesmo os que já são clientes das companhias." (...)
"É verdade que a boa prática de uma agência reguladora pressupõe que ela dê ouvidos aos comentários, críticas e sugestões coletadas por meio de uma consulta pública ao invés de usar esse mecanismo apenas para convalidar suas decisões. Mas ai vem a maior pegadinha com relação ao artigo 46 do RGC - e em tantos outros casos anteriores: segundo o juiz substituto Tiago Borré, nenhuma das mais de 700 contribuições feitas à consulta do novo regulamento induz à criação do polêmico item. Nenhuma!" (...)

12/08/14
A Lei do Bem e o mercado de computadores
05/08/2014
Se não pode vencê-los, compre-os

25/07/2014
Mais cinco anos sem modelo de custos


Veja "todas" as Colunas anteriores
aqui ou no Portal da Band


MVNO (Mobile Virtual Network Operator)

Este website é constituído de uma Página Inicial que contém um Resumo e um Acompanhamento através do registro dos principais eventos ligados ao tema.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições

MVNOs são operadoras que não possuem espectro próprio e também não contam com infra-estrutura de rede, mas que por meio de acordos com operadoras móveis tradicionais adquirem pacotes de minutos de uso (MOU - Minutes of Use) no atacado para vender aos seus clientes.

Outras siglas sobre o tema:
- Uma MVNE - Mobile Virtual Network Enabler -(em tradução livre, "viabilizador de operadoras móveis virtuais") é uma empresa que desenvolve sistemas que permitem a qualquer outra empresa se tornar uma operadora móvel virtual (MVNO).
Sua solução inclui as funções de CRM, relacionamento com a operadora real, billing, mediação, cobrança etc.
A operadora virtual preocupa-se apenas com o marketing e com as vendas de aparelhos e simcards.
Toda a parte técnica e integração com a operadora real pode ser feita  e gerenciada pela MVNE.
Na prática, os sistemas da MVNE servem como uma ponte entre a MVNO e os sistemas da operadora real de quem a rede é alugada.

- Uma MVNE pode ou não evoluir para uma MVNA - Mobile Virtual Network Aggregator (em tradução livre, "agregador de operadoras moveis virtuais").
- Uma MVNA posiciona-se no mercado com um objetivo mais amplo, para evitar, por exemplo, que uma operadora móvel virtual concorra com a operadora que lhe proporciona as facilidades de operação, facilitando as negociações entre as empresas principais e outros parceiros envolvidos no negócio.

O que está acontecendo:
Em 28 de abril de 2014 foi aberta consulta pública (ler na Anatel) para alteração do regulamento de MVNO. "O foco é a padronização e de requisitos mínimos para a apresentação das Ofertas de Referência, no sítio da operadora, dos termos e condições gerais da oferta: contemplar o objeto da oferta, os dados do ofertante, inclusive os dados do responsável técnico, os serviços prestados e a área de atuação. Além de aspectos técnicos da oferta, que deve conter a forma de compartilhamento da rede, a previsão de um manual operacional entre as partes, eventuais equipamentos necessários, cronograma para a implementação da solução técnica, proposta de acordo de nível de serviço (SLA), dentre outros."

Em 20 de fevereiro de 2014 foi noticiado que "O projeto dos Correios de criar uma operadora de telefonia móvel virtual (MVNO) é uma iniciativa que vai além da prestação de serviços de telecomunicações. Uma parte importante do plano de negócios da estatal é integrar os serviços da MVNO aos do Banco Postal, hoje operado pelo Banco do Brasil. Conforme já foi anunciado, a MVNO será operada por uma subsidiária a ser constituída em sociedade com a Poste Mobile, a MVNO dos correios da Itália. A Poste Mobile terá 51% da sociedade, apesar de a estrutura de governança ser partilhada. A razão para o controle ser dos italianos é descaracterizar a empresa como uma estatal e assim dar mais agilidade em termos de contratação de pessoal e equipamentos.

Em 08 de maio de 2014 o Minicom, através de
Portaria, resolveu que  a "Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT poderá firmar parceria comercial visando à exploração do Serviço Móvel Pessoal por meio de Rede Virtual (RRV-SMP), nos termos da regulamentação específica expedida pela Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel."

Relação parcial de matérias recentes (2014):
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[13/08/14]  Lançamento comercial do serviço MVNO dos Correios só em 2015 - por Fatima Fonseca

"A aprovação pelos acionistas do Grupo Poste Italiane para firmar a joint venture com a ECT para operar o serviço móvel de rede virtual (MVNO) no Brasil deve ocorrer em setembro, o que vai gerar um atraso no cronograma de constituição da empresa. Com isso, a previsão inicial, de lançar o serviço comercialmente no final deste ano não deve acontecer. “A expectativa é que esse lançamento aconteça no primeiro semestre de 2015. Estamos no fechamento de dois documentos, o acordo de acionistas e o acordo de investimentos e, como nesta época na Europa é um período de férias, devemos fechar esses acordos só em setembro. A partir daí é que vamos constituir a operadora”, informou hoje (13) Antônio Luiz Fuschino, vice-presidente de Tecnologia e Infraestrutura da ECT. “Não há mais nada de relevante sendo discutido. Após a assinatura, a joint venture (ainda sem uma marca) entrará com o pedido de licença na Anatel e a expectativa é que obtenha a autorização em seis meses”, acrescentou." (...) Ler mais

Leia na Fonte: Mobiletime
[13/08/14]  Correios aguardam italianos para formar empresa que constituirá MVNO - por Bruno do Amaral

Leia na Fonte: Teletime
[16/06/14]  Tuenti, MVNO da Telefónica, lança beta teste no México
Leia na Fonte: Convergência Digital
[28/05/14]  Virgin Mobile terá MVNO no começo de 2015 no Brasil
Leia na Fonte: Sintect Santos
[28/05/14]  Goiás terá projeto piloto dos Correios em celular - por Marcio Anselmo Farina
Leia na Fonte: Teletime
[14/05/14]  Virgin espera receber aprovações regulatórias para atuar no Brasil nas próximas semanasLeia na Fonte: Tele.Síntese
[08/05/14]  MiniCom autoriza Correios a operarem rede virtual móvel - por Lúcia Berbert (Íntegra da Portaria)
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[28/04/14]  Em consultas, a alteração das regras do MVNO e a destinação de faixas para o SeAC - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Teletime
[25/04/14]  Alterações no Regulamento de MVNO vão a consulta pública
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[24/04/14]  Anatel propõe alterações no regulamento de MVNO - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Convergência Digital
[24/04/14]  Anatel reduz restrições ao MVNO e obriga divulgação de ofertas na Internet - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Teletime
[20/02/14]  Operadora virtual dos Correios terá ênfase em serviços financeiros - por Samuel Possebon
Leia na Fonte: Convergência Digital
[18/02/14]  Porto Seguro Conecta: MVNO já decolou no Brasil - por Ana Paula LoboLeia na Fonte: G1
[14/02/14]  Correios querem faturar R$ 1,5 bilhão com negócio de telefonia celular

Ler mais em
Índice de artigos e notícias


Crimes Digitais, Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém uma explicação da junção destes temas, face sua origem comum e um Acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.

Marco Civil - O que está acontecendo:
Em 25 de março de 2014 o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Marco Civil da Internet (PL 2126/11, do Executivo). A matéria foi aprovada em votação simbólica e foi encaminhada para o Senado.

Em 22 de abril de 2014 foi divulgado que "o plenário do Senado aprovou a proposta do Marco Civil da Internet em alteração ao texto aprovado na Câmara, após a acalorada discussão, que quase culminou em troca de tapas entre senadores da situação e oposição. Com isso, o texto do que é considerado a “constituição da internet”, poderá ser apresentada na conferência sobre governança da web, a NETmundial, que se realiza a partir do dia 23 em São Paulo.

Em 23 de abril de 2014 o texto do Marco Civil foi sancionado pela presidenta Dilma Rousseff  na abertura do encontro global sobre a governança da rede, o NetMundial, em São Paulo. Não houve vetos, apesar dos apelos de organizações sociais no ponto sobre guarda de dados.

Em 24 de abril de 2014 o texto da nova lei foi publicado no Diário Oficial da União. Clique aqui e veja a íntegra da Lei 12.965, de 23 de abril de 2014 (PDF - 70 KB)

Os debates agora se concentram na Regulamentação da nova Lei!

Enquanto isso...
"Nos Estados Unidos, a responsável pela neutralidade é a Comissão Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês), histórica defensora do princípio. O enorme provedor americano Verizon contestou com sucesso as regras da FCC sobre neutralidade. O tribunal decidiu que a comissão não tinha o direito de impedir que a Verizon cobrasse uma taxa pelo tráfego realizado em sua rede, e desde então a Verizon vem cobrando da Netflix para fornecer uma pista rápida para seu conteúdo aos assinantes da Verizon."

Empresas como Amazon, Facebook, Google, Microsoft, Twitter e Yahoo se uniram em defesa da neutralidade de rede nos Estados Unidos.

A FCC fez uma consulta pública sobre o assunto "neutralidade", encerrada em 15 de julho.
A consulta teve mais de um milhão de contribuições e a FCC deverá dar uma resposta até 15 de setembro de 2014.

Abaixo estão as últimas matérias anotadas sobre Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede:
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[18/08/14]  Com um milhão de manifetações, FCC adia resposta sobre neutralidade da rede

Leia na Fonte: SEGS
[17/08/14]  Dados confidenciais de segurados são o alvo preferido de cibercriminosos - por Márcia Alves
Leia na Fonte: Exame
[14/08/14]  Com Marco Civil, projetos buscam cobrir lacunas da Internet

Leia na Fonte: IDGNow!
[14/08/14]  Entrelinhas técnicas e jurídicas do aplicativo Secret

Leia na Fonte: Jornal Dia a Dia
[12/08/14]  Caso Wikipédia: os novos desafios do direito cibernético - por Dane Avanzi
Leia na Fonte: Convergência Digita
[12/08/14]  Privacidade: Bancos revisam termos de uso para evitar conflitos

Leia na Fonte: Convergência Digita
[12/08/14]  Marco Civil: Saúde decide que o dado pertence ao cidadão

Leia na Fonte: Convergência Digital
[11/08/14]  Big data: quem vai vigiar as ações do governo? - por Ana Paula Lobo e Luiz Queiroz
Leia na Fonte: Exame
[07/08/14]  Detalhes são o maior desafio para regulamentar Marco Civil

Leia na Fonte: Carta Capital
[05/08/14]  A neutralidade da internet morreu - por John Naughton
Leia na Fonte: Consultor Jurídico
[02/08/14]  Marco Civil da Internet abre oportunidades de trabalho para a advocacia - por Reinaldo Chaves
Leia na Fonte: Teletime
[30/07/14]  Virgin Mobile cria planos de dados com pacotes adicionais para serviços
Leia na Fonte: Diário da Manhã
[28/07/14]  Fecha-se o cerco à internet livre - por Bernardo Santoro
Leia na Fonte: SEGS
[28/07/14]  Obrigação de notificar violação de dados é essencial à regulamentação da Internet - por Márcia Alves
Leia na Fonte: Administradores
[26/07/14]  Uma análise do primeiro mês de vigência do Marco Civil na Internet - por Andreia de Andrade Gomes e Alberto Esteves Ferreira Filho
Leia na Fonte: Teletime
[23/07/14]  Ministério da Justiça multa Oi em R$ 3,5 mi por coletar dados de navegação de usuários - por Bruno do Amaral
Leia na Fonte: Administradores
[23/07/14]  O seu e-commerce está juridicamente legal? – (Parte II) - por Felipe Martins
Leia na Fonte: A Tarde
[23/07/14]  Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) multa Oi por violação de norma do Marco Civil - por Nivaldo Souza
Leia na Fonte: CIO
[21/07/14]  O Marco Civil e o Big Data - por Elisa Mombelli

Fonte: WirelessBRASIL
[26/04/14]  Marco Civil da Internet: Íntegra da Lei 12.965 de 23 de abril de 2014 (com comentários críticos inseridos no texto)

Consulte o Índice de artigos e notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "Crimes Digitais, Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede"


Blog START de Lígia Aguilhar

Lígia Aguilhar é jornalista do Link. Acompanha a onda das startups desde 2010, enquanto alimenta seu vocabulário com palavras como pitch, break-even, capital semente, MVP e anjos. Contato: ligia.aguilhar@estadao.com

Seleção de "posts" do Blog START de Lígia Aguilhar:

18/08/14
Competição quer levar startups brasileiras para Portugal
"O jornal Expresso, de Portugal, organiza todos os anos uma competição de empreendedorismo chamada Energia Portugal, que seleciona empreendedores com projetos promissores de negócios que ainda estão no campo das ideias para passarem por um treinamento e desenvolverem sua startup. Ao final, eles participam de um pitch (apresentação curta do negócio) para investidores e disputam um prêmio em dinheiro. Este ano, pela primeira vez, a publicação abriu o projeto para fora de Portugal, mais especificamente para o Brasil e China. O jornalista Tiago Oliveira, do Expresso, me procurou e disse estar bastante interessado na participação de brasileiros na competição. Ele afirmou considerar Brasil e China como mercados de importância estratégica para Portugal e que o projeto pode ser uma forma de estreitar relações entre empreendedores dos três países." (...)

13/08/14
Investidor anjo brasileiro gasta, em média, R$ 687 mil em startups
11/08/14
Startups brasileiras se unem para popularizar o Bitcoin
08/08/11
Silvio Meira deixa de ser cientista chefe do C.E.S.A.R
"Um dos nomes mais importantes do País quando o assunto é inovação e empreendedorismo, o professor Silvio Meira anunciou hoje que após 12 anos vai deixar o cargo de cientista chefe do C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), que ajudou a criar. A instituição é uma das mais importantes dentro do polo tecnológico Porto Digital, referência em todo o Brasil no desenvolvimento de novos talentos e startups inovadoras. Segundo o comunicado divulgado pelo C.E.S.A.R, o desligamento faz parte da estratégia pessoal de Silvio, que se aposentou como professor titular do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em abril. A transição do cargo será feita gradualmente, em um período de um ano, durante o qual Silvio exercerá a função de assessor especial da presidência do centro de inovação." (...)

07/08/14
Nova aceleradora de SP, Gema vai lançar programa inédito no Brasil
06/08/14
Transparência Brasil abre sua base de dados para desenvolvimento de apps
05/08/14
Bradesco busca ajuda de startups para inovar
04/08/14
Nos EUA, empreendedor cria app para vender maconha medicinal
02/08/14
Mercado Livre financia startups brasileiras
31/07/14
Startup oferece a contratação de homens como serviçais
29/07/14
Fundacity lança clubes de investimento em startups
28/07/14
Easy Taxi recebe aporte de R$ 90 milhões

Ler mais "posts" no Blog START de Lígia Aguilhar


Blog "Dia a Dia" de Silvio Meira
Sobre Silvio Meira:
"Um dos nomes mais importantes do País quando o assunto é inovação e empreendedorismo, o professor Silvio Meira anunciou hoje que após 12 anos vai deixar o cargo de cientista chefe do C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), que ajudou a criar. A instituição é uma das mais importantes dentro do polo tecnológico Porto Digital, referência em todo o Brasil no desenvolvimento de novos talentos e startups inovadoras."
A mudança vai gerar uma nova forma de Silvio colaborar com o C.E.S.A.R, pois, como assessor, ajudará de forma mais efetiva no detalhamento e implementação dos planos estratégicos da organização." [Fonte]

Últimos "posts" no Blog "Dia a Dia" de Silvio Meira (que não utiliza letras maiúsculas em seus textos...):
18/08/14
smartX: as oportunidades e os riscos [1]

"o que é smartX, aqui? é qualquer coisa que tenha computação, comunicação e controle associada a ela. um tênis com sensores que medem a distribuição de peso ao andar é uma instância de smartX, assim como uma lata de lixo que “sabe” onde o lixo que você jogou vai cair e “se move” pra lá [e “pega” o que você jogou…]. e sobre o que é este texto? é sobre o futuro destas coisas espertas, os smartX, ao nosso redor; o texto é sobre, principalmente, as oportunidades, mas também sobre os riscos. não há porque, primeiro, a gente se preocupar prioritariamente com os riscos, muito ao contrário. se fosse assim, ninguém teria considerado viajar de avião, ainda mais há algumas décadas, quando tudo era muito mais loteria do que agora. mas não é possível descartar os riscos inerentes à informatização de tudo. porque há riscos, e porque eles podem ser mitigados." (...)

07/08/14
sinais dos tempos [no direito, e mais]
31/07/14
futuro: o imaginado e o real
28/07/14
por mais transparência nas eleições
23/07/14
ariano suassuna, 1927 – 2014
22/07/14
como nascem os livros?…
17/07/14
pra onde vai a internet? [1]
03/06/14
a tradução universal e os call centers
27/05/14
o brasil é do tamanho da…
22/05/14
cadê os jogos educacionais móveis?
12/05/14
era copa do mundo, era de futebol… e o IRÃ decidiu com os EUA!…

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Espectro de 700 MHz

Este website é constituído de uma Página Inicial, contendo a legislação sobre o tema, um resumo e um acompanhamento dos principais eventos. Contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

O que está acontecendo:
No final de junho de 2012 foi realizado o leilão da faixa de frequência 2,5 GHz para que ela seja usada pelas empresas vencedoras para oferta da internet 4G no Brasil, e depois disso, o governo brasileiro anunciou que realizará outro leilão em 2013, pela faixa de frequência de 700 MHz para o mesmo fim: Oferecer os serviços do 4G.
Mas qual a diferença entre as duas faixas?  Que diferença a frequência faz na hora de ofertar a internet 4G?

Uma das principais diferenças é o dinheiro gasto para implementação: O serviço na faixa de 700 MHz necessita de 5 vezes menos investimentos do que os necessários para ofertar a internet 4G na frequência 2,5 GHz, já que o número de antenas necessárias é bem menor.
Além disso, o alcance da de 700 MHz é muito maior: A faixa 2,5 GHz é ótima para regiões urbanas, mas o sinal da de 700 MHz chega a locais mais distantes, como a zona rural por exemplo. Resumindo:
- A frequência de 2,5 GHz é alta, mas sua cobertura é menor.
- A faixa de 700 MHz é um espectro baixo, mas tem a área de cobertura 5 vezes maior.
Pelo Brasil ser um país grande, quanto maior a cobertura de sinal para ofertar o 4G, melhor.

São claros os benefícios da troca da faixa 2,5 GHz para a frequência de 700 MHz na hora de distribuir o sinal do 4G. Mas, para que o cenário seja perfeito, é preciso saber o que fazer com as TVs analógicas do país, que utilizam a mesma frequência de 700 MHz que as operadoras querem utilizar para a internet 4G no Brasil. As teles não querem esperar até 2016, data limite para que todas as TVs analógicas sejam extintas no país e o Brasil só possua TVs digitais, então nos resta saber como o governo vai resolver este impasse entre a telefonia e a televisão.(...) Fonte: Internet 4G

Em 02 de maio de 2014 foram abertas duas consultas públicas, por 30 dias:
- proposta de edital de licitação para autorização de uso de radiofrequências na faixa de 700 MHz, associada à autorização para prestação do Serviço Móvel Pessoal, e
- proposta do Regulamento sobre condições de convivência entre o serviço de radiodifusão de sons e imagens do Sistema Brasileiro de Televisão Digital e os serviços telecomunicações na faixa de 698 MHz a 806 MHz.

"A Anatel aprovou em 10/07, o regulamento sobre mitigações de interferências entre o 4G e a TV Digital. Sem surpresas, a agência manteve a fé nos filtros – a serem instalados preferencialmente na saída de Estações Radio Base, mas também nas antenas receptoras dos sinais de televisão. O regulador não descarta, porém, que os celulares precisem ficar longe dos aparelhos de TV.
“Temos as bases para dar garantias aos dois setores. A interferência é uma possibilidade e diante dessa possibilidade, vemos qual o cardápio de soluções que a Anatel tem para manter a convivência dos serviços”, resumiu o relator, Marcelo Bechara. Eis o menu:
1) utilização de filtro na saída da ERB;
2) filtro na entrada do receptor de TV ou do amplificador de sinal da antena;
3) troca de posição da antena de TV;
4) troca de posição da ERB;
5) redução da potência na ERB; e
6) aumento na distância entre o terminal e o receptor de TV.
Trata-se basicamente da proposta que foi enviada à Consulta Pública e já voltou. A Anatel não aceitou, por exemplo, que a comunicação, orientação e disponibilização de filtros aos usuários fosse incluída no rol, sob o argumento de que essa será uma missão da Entidade Administradora da Digitalização da TV." [Convergência Digital]

Em 04 de agosto de 2014 o TCU determinou a suspensão do edital do leilão de 700 MHz.

Em 06 de agosto de 2014 a mídia divulgou: "Relator da análise e edital da faixa de 700 MHz, o ministro do Tribunal de Contas da União, Benjamn Zymler, tem sérias dúvidas sobre a proposta como desenhada pela Anatel. Ao levar o caso ao Plenário do Tribunal, indicou divergências sobre o preço, compensação às TVs e a própria isonomia na disputa. Para Zymler, os estudos são insuficientes, permanecem incertezas sobre a Entidade Administradora da Digitalização e particularmente nos cálculos sobre a indenização às emissoras de TV. Nem no preço mínimo há consenso. O mais grave, no entanto, seria o aparente privilégio às empresas que venceram o leilão de 2,5 GHz. "Ainda não estou convencido de que existe paridade entre 'novos' e 'antigos' e se há vantagem em ser detentor de uma concessão pretérita", afirma." [Convergência Digital]

Aqui estão as últimas matérias registradas:
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[19/08/14]  Faixa de 700 MHz: Anatel condiciona a publicação do edital à conclusão do julgamento do processo pelo TCU - por Lúcia Berbert

"O conselho diretor aprovou as alterações no edital do leilão da faixa de 700 MHz solicitadas pelo Tribunal de Contas da União e decidiu aguardar o fim do julgamento do processo pelo TCU para publicação do documento, mesmo que não haja previsão de quando isso acontecerá. Antes disso, a agência considerava a possibilidade de tornar público o texto após a aprovação apenas do preço mínimo pelo tribunal. No novo texto, que ganhou o aval de todos os conselheiros por meio de circuito deliberativo, as operadoras que optarem por usar outras faixas para cumprir metas da licitação da frequência de 2,5 GHz, terão que pagar um adicional, que será calculado pela agência. Além disso, esclarece que não há complementaridade nas frequências que usem a canalização TDD (Time Division Duplexing), já que a faixa de 700 MHz é canalizada em FDD (Frequency Division Duplexing)." (...)

Leia na Fonte: Tele.Síntese
[15/08/14]  Anatel mexe em edital de 700 MHz para atender TCU - por Miriam Aquino
"Agora a fase é de muita conversa, negociação e convencimento para que o Tribunal de Contas da União (TCU) libere o edital ainda este ano, o que é a expectativa da agência. A Anatel decidiu modificar algumas cláusulas do edital da faixa de 700 MHz, para atender aos principais questionamentos do tribunal. As mudanças só ocorrerão, porém, para contemplar este órgão fiscalizador. As demais modificações pedidas pelo mercado, como a antecipação da ocupação da banda, não deverão ter eco.

As modificações sugeridas, se aprovadas pelo tribunal (agora, é a fase de convencimento), terão que ser novamente referendadas pelo Conselho Diretor da agência, mas, na avaliação de diferentes interlocutores, não demandará a abertura de novo prazo de consulta pública do edital.

Haverá algumas mudanças de redação e pontuais em relação ao que é conhecido, mas duas modificações terão impactos importantes na modelagem proposta. A primeira delas refere-se ao controle da entidade privada formada pelas operadoras de telecomunicações para pagar pelo switch off da radiodifusão. Esta é a questão mais delicada.

Em sua análise, o TCU apresentou uma série de questionamentos sobre a legalidade da criação desta entidade. Não apenas devido ao fato de um órgão do Estado criar uma entidade privada, mas também questionava a própria dubiedade do relacionamento entre esta entidade e o Poder Público, já que haveria um ente formado por Anatel e Minicom, também previsto no edital, para fiscalizar e controlar as ações desta entidade.

Em seus questionamentos, o tribunal chegou a indagar:
a) A Anatel, um ente público, pode, por meio de edital, determinar a criação de uma entidade privada (EAD) sem a devida previsão legal?
b) Está prevista a intervenção do poder público sobre a forma de atuação e gestão de recursos de uma entidade privada. Tal interferência fere o princípio constitucional da Livre Iniciativa?
c) O TCU terá competência para fiscalizar diretamente a EAD ou deverá ser realizada uma fiscalização de segunda ordem?" (...) Ler mais

Leia na Fonte: Teletime
[15/08/14]  Anatel muda edital de 700 MHz para dar mais independência à EAD - por Samuel Possebon
(...) "Segundo fontes ouvidas por este noticiário, há mudanças em relação à forma de pagamento e às garantias. Mas as principais mudanças dizem respeito à forma como o custo de ressarcimento pela limpeza do espectro e mitigação da interferência nas transmissões de TV digital serão descontados do valor pago pelas outorgas e, sobretudo, ao processo de funcionamento do Grupo de Implantação do Processo de Redistribuição e Digitalização dos Canais de TV e RTV (GIRED) e da entidade Administradora do Processo de Redistribuição e Digitalização dos Canais de TV e RTV (EAD)." (...)

Leia na Fonte: Teletime
[08/08/14]  Argumento da Anatel junto ao Tribunal de Contas é que EAD terá dinheiro privado - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Estadão
[07/08/14]  Emergência no Tesouro - Editorial
Leia na Fonte: Convergência Digital
[07/08/14]  Anatel volta a se reunir com TCU e sustenta isonomia no leilão de 700 MHz - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[06/08/14]  700 MHz: TCU discorda do preço, indenização e condições e confirma suspensão do edital - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[04/08/14]  Leilão de 700 MHz vai atrasar e encostar nas eleições - por Luís Osvaldo Grossmann e Ana Paula Lobo
Leia na Fonte: Estadão / Link / Blogs
[03/08/14]  Leilão polêmico - por Renato Cruz

Leia mais matérias no Índice de artigos e notícias


Artigos e "posts" do jornalista Renato Cruz

Renato Cruz é jornalista, escreve uma coluna sobre tecnologia no jornal O Estado de S. Paulo.
É graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) desde 1995; na mesma instituição obteve os diplomas de Mestrado (2000) e de Doutorado (2006) em Ciências da Comunicação. Ler mais

Textos recentes:
17/08/14
Para acreditar no ‘hype’

"A expressão “internet das coisas” foi colocada pela consultoria Gartner como o ponto mais alto do “pico das expectativas exageradas” em seu relatório Ciclo de Hype para Tecnologias Emergentes 2014, divulgado na semana passada. “Hype” significa promoção excessiva e teve origem, provavelmente, na contração da palavra “hyperbole” (hipérbole). O setor de tecnologia é cheio de “hype”. Produtos e conceitos surgem e passam a ser discutidos como se fossem resposta para todos os problemas. Esse hype acaba por direcionar a indústria, a atuação de empreendedores e a decisão de investidores. A web já foi alvo desse tipo de atenção a partir de meados dos anos 1990, o que acabou gerando a bolha de tecnologia que estourou em 2000. A internet das coisas é a tendência de que todos os produtos e equipamentos passem a ser conectados. A comunicação entre máquinas, sem intervenção humana, deve ultrapassar em muito a comunicação interpessoal ou o acesso à informação por pessoas. (...)

10/08/14
GVT, Vivo e TIM

"Em dezembro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu que a Telefónica deveria vender sua participação na TIM ou procurar um sócio para a Vivo, empresa que controla. A participação da operadora espanhola na TIM é indireta. Atualmente, a Telefónica é a maior acionista da Telecom Italia, dona da TIM, com cerca de 14% da empresa.

O problema de a Telefónica ficar no controle da Vivo e da TIM é que elas estão, respectivamente, no primeiro e no segundo lugar na lista das maiores operadoras celulares do País. Os espanhóis têm até maio para fazer a mudança societária.

Em julho, a Telefónica anunciou a venda de 750 milhões de euros em bônus conversíveis em ações da Telecom Italia, como primeiro passo para acabar com essa participação cruzada nas empresas brasileiras. Os bônus têm prazo de três anos, mas podem ser convertidos em ações a qualquer momento, caso certas condições sejam alcançadas. Com a operação, o grupo espanhol vai reduzir em mais de 5 pontos porcentuais sua participação na operadora italiana.

O segundo passo foi o anúncio, na semana passada, da oferta de R$ 20 bilhões que a Telefónica fez pela GVT, operadora brasileira de telefonia fixa que pertence à francesa Vivendi. A oferta consiste em R$ 11,96 bilhões em dinheiro e cerca de 12% da Telefônica Brasil. A proposta também dá ao grupo francês a opção de ficar com 8,3% da Telecom Italia. Com isso, os espanhóis estariam fora da operadora italiana.

Depois disso, a Vivendi afirmou que, apesar de nenhum de seus ativos estar à venda, vai considerar a oferta dos espanhóis em sua próxima reunião de conselho, prevista para o fim deste mês. Segundo a agência Bloomberg, a Telefónica apresentou sua proposta hostil (não solicitada) no momento em que acontece uma negociação de aliança entre a Telecom Italia e a Vivendi.

Os grupos italiano e francês discutem, segundo fontes, unir a GVT e a TIM no Brasil, formando uma empresa integrada fixa e móvel, como as concorrentes Vivo, Oi e Claro/Net/Embratel. Apesar de não existir nenhum acordo fechado, a Vivendi poderia assumir, em troca da GVT, uma parcela “significativa” de participação na Telecom Italia, possivelmente desbancando a Telefónica como maior acionista da operadora italiana.

A GVT tem 12,4% do mercado brasileiro de banda larga, 9,4% dos telefones fixos e 4,2% da TV paga. Em 2012, a Vivendi tentou vender a operadora brasileira, mas não conseguiu uma oferta que considerasse satisfatória. Entre os interessados, estavam a DirecTV, dona da Sky, e fundos de investimento.

Do ponto de vista da concorrência, seria mais simples a união entre TIM e GVT, uma operadora móvel e outra fixa. Com a Vivo, existe o problema de a GVT já atuar em vários dos principais mercados de São Paulo." (...)


03/08/14
Leilão polêmico
27/07/14
Como virar ‘memis’

Veja os Textos  anteriores de Renato Cruz
aqui, no Blog, no website ou nas Colunas do Estadão


Textos da jornalista Cristina de Luca, editora do IDGNow!

Cristina de Luca é jornalista e Editor at large do Grupo Now!Digital; é formada em Comunicação com Master em Marketing pela PUC do Rio de Janeiro e ganhadora do Prêmio Comunique-se na categoria Tecnologia em 2005 e 2010.

"Posts" recentes no Blog Circuito de Luca:

Nota de Helio Rosa:
Sobre o IAB - Interactive Advertising Bureau (IAB) (citado no texto mais abaixo)
"Fundada em 1998, com a principal missão de desenvolver o mercado de mídia interativa no Brasil. A partir de 2006, a Associação de Mídia Interativa (AMI) passou a fazer parte da mais importante rede de associações do mundo – O Interactive Advertising Bureau, mudando sua denominação para IAB Brasil. Desde então, a associação integra uma rede internacional de associações, que conta com representações em mais de 45 países, entre eles EUA, Austrália, Cingapura, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Chile e México. O IAB Brasil conta atualmente com mais de 220 filiados, entre sites, portais, empresas de tecnologia, agências e desenvolvedoras Web, líderes em seu segmento no país." HR

13/08/2014
Publicidade digital ganha manual de boas práticas de privacidade de dados

"Quais são os limites? Até onde a publicidade digital pode ir, sem ferir os direitos dos consumidores? Como assegurar a transparência e a privacidade desejadas por todos nós, impactados cada vez mais por publicidade segmentada? Para garantir que o mercado publicitário brasileiro possa se beneficiar cada vez mais do Big Data e das tecnologias digitais para coleta, tratamento e uso de dados dos consumidores, especialmente após a entrada em vigor do Marco Civil da Internet, o IAB Brasil finaliza a edição de um manual de boas práticas de privacidade de dados. A elaboração do manual teve início há seis meses e a previsão é a de que esteja disponível em 30 dias, segundo Cristiano Nóbrega, da Tail Target, relator do trabalho." (...) Ler mais

09/08/2014
O Planalto, a Wikipédia e a impossibilidade de identificação de um criminoso
08/08/2014
Uso diário de internet móvel entre os mais jovens já supera 2 horas
01/08/2014
Alô acadêmicos e empresários brasileiros, a ICANN quer ouvir vocês
25/07/2014
Brasil precisa fazer o dever de casa em segurança cibernética

Veja os títulos anteriores aqui ou no Blog Circuito de Luca no Portal IDGNow!


Governança da Internet

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém uma explicação sobre o tema, entidades, "atores" e um Acompanhamento dos principais eventos ("em construção"). Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.

Para entender o noticiário:
"Multilateralismo" x "multissetorialismo"
(...) A discussão sobre a rede tem muito mais nuances do que um confronto entre o ‘multilateralismo’, identificado com o sistema de decisões no modelo ONU, onde cada país tem seu voto, e o ‘multissetorialismo’, que defende a participação de outros interessados, notadamente o setor privado e a sociedade civil em igualdade de condições com os Estados-nação.(...) [Fonte: Convergência Digital]

Leia na Fonte: Significados
[10/06/14]  Significado de Stakeholder

Leia na Fonte: CGI.br
[27/05/14]  Documento final do NETmundial


O texto a seguir é uma adaptação do original em EXAME:

"Terminou o evento NETmundial (Conferência Multissetorial Global Sobre o Futuro da Governança da Internet), que aconteceu em 23 e 24 de Abril em São Paulo, reunindo representantes de mais de 80 países para discutir o futuro da internet.
O congresso pretende estabelecer princípios básicos para que a internet permita a livre comunicação em escala global. Também pretende rediscutir a governança da rede, reduzindo o poder dos Estados Unidos nela.

A internet, como se sabe, é uma rede distribuída, sem comando centralizado. Mas o governo dos Estados Unidos “supervisiona” as entidades que cuidam da distribuição global dos endereços IP (os números que identificam os equipamentos conectados) e dos nomes de domínio (aqueles que aparecem na barra de endereço do browser).
Além disso, organizações nos Estados Unidos, como a Internet Engineering Task Force (IETF), determinam outros aspectos técnicos da rede. Outros países querem internacionalizar mais a governança, reduzindo o poder dos americanos.
Há duas entidades – IANA e ICANN – que administram endereços IP e nomes de domínio globais (os nomes e endereços locais são administrados por entidades nacionais de cada país, como a NIC.br no Brasil).
A IANA e a ICANN são supervisionadas pelo governo dos Estados Unidos. Há várias propostas para fazer com que o controle se torne mais global. Uma delas é desvincular essas entidades do governo americano e torná-las mais abertas e transparentes.
Outra proposta é dar mais poder ao Fórum de Governança da Internet (IGF) para participar da gestão da rede. Esse grupo foi criado pela ONU em 2006, mas não tem poder deliberativo.
O Departamento do Comércio americano já declarou que não pretende renovar seu contrato de “supervisão” com a IANA, que termina em 2015. Historicamente, o controle dos endereços ficou nos Estados Unidos porque a internet nasceu lá.

O evento é organizado em conjunto pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e a /1Net, fórum que reúne entidades internacionais relacionadas com a governança da internet. O congresso principal do NETmundial aconteceu no hotel Grand Hyatt, na zona Sul de São Paulo.

A ArenaNETmundial é um evento paralelo ao NETmundial realizado no Centro Cultural São Paulo. Traz palestras, debates e shows. Participaram dele personalidades como o sociólogo espanhol Manuel Castells, o músico Gilberto Gil e Tim Bernes-Lee, considerado o pai da web."


Aqui está uma seleção de matérias recentes sobre a NetMundial
:

Leia na Fonte: Teletime
[15/08/14]  Entidades reclamam ausência de brasileiros na próxima etapa do NetMundial - por Helton Posseti

"Circulam na Internet documentos de um encontro que acontecerá na sede do Fórum Econômico Mundial na Suíça batizado de NetMundial Initiative, que seria a continuação dos debates que ocorreram em São Paulo de modo a basicamente buscar uma cooperação global para implementar os princípios que foram definidos durante o encontro de abril. A divulgação dos documentos (a lista de convidados, a agenda do evento e um briefing de atividades e objetivos) irritou alguns representantes da academia brasileira que participaram da primeira parte da discussão do Net Mundial. Pelo que foi tornado público, estes mesmos representantes não teriam sido convidados para o encontro. "É uma iniciativa da ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) junto com o Fórum Econômico Mundial que pega o que foi construído aqui, inclusive o nome, para debater; mas ao fazer isso fica uma impressão muito ruim porque, como você vê na lista, há uma exclusão de participantes brasileiros", afirma Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro." (...)


Leia na Fonte: Band / Colunas
[11/06/14]  Se é ruim pra eles... - por Mariana Mazza
(Sobre a matéria Regulação de neutralidade na América Latina é nociva, diz Cisco)
Leia na Fonte: Observatorio da Imprensa
[10/06/14]  Para globalizar o marco da internet - por Thorsten Benner e Oliver Stuenke
Leia na Fonte: Teletime
[10/06/14]  Regulação de neutralidade na América Latina é nociva, diz Cisco - por Bruno do Amaral
Leia na Fonte: Significados
[10/06/14]  Significado de Stakeholder

Leia na Fonte: CGI.br
[27/05/14]  Documento final do NETmundial

Leia na Fonte: Convergência Digital
[26/05/14]  Painel da ICANN sustenta NetMundial e "globalização" até setembro de 2015 - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[23/05/14]  Impactos econômicos da vigilância em massa na Internet - por Por Ronaldo Ferraz
Leia na Fonte: JB
[20/05/14]  Forbes: Como o Brasil e a União Europeia estão quebrando a internet

Leia na Fonte: Observatório da Imprensa
[20/05/14]  Inconstitucionalidade do Marco da Internet - por Guilherme Magalhães Martins
Leia na Fonte: Convergência Digital
[12/05/14]  Governança da Internet: EUA se opõem ao modelo multilateral e conflitam com o Brasil - por Roberta Prescott
Leia na Fonte: Observatório da Imprensa
[06/05/14]  Cuidados com a regulamentação - Editorial Valor Econômico

Leia mais matérias no
Índice de Artigos e Notícias


Website de José Smolka

José de Ribamar Smolka Ramos (smolka@terra.com.br) é engenheiro eletricista (UFBa 1982), com especialização em gestão da qualidade (CETEAD/UFBa 1994) e MBA executivo (FGV RJ/Grupo Telefonica 2001). Trabalha na área de Informática desde 1980, tendo atuado em empresas das áreas financeira, industrial e serviços, estando desde 1989 na área de telecomunicações. Área principal de interesse: projeto, implantação e gestão operacional da infra-estrutura e serviços de comunicação baseados na arquitetura TCP/IP.

Últimos "posts":
06/08/14
Comentário sobre a notícia que informa a "oferta da Telefónica para compra da GVT"
"Como um dos profetas menores do cenário de telecom no Brasil, acho que posso me orgulhar de acertar de vez em quando. Vou lembrar dois casos, um deles justamente ligado à notícia que você pediu para comentar.

No passado, e quem quiser pode pesquisar nos arquivos do site Wireless Brasil (alô Hélio, tá faltando ali uma ferramenta de busca!) eu disse que achava a antiga redação do artigo 86 da LGT, que restringia as concessionárias a prestar um único serviço de telecom, uma besteira, e que isto devia ser mudado. Bom, ele foi mudado na direção que eu propunha (embora pelos motivos errados) pela Lei 12.485 de 12/09/2011.

Por conta desta mesma discussão em torno da versão antiga do artigo 86 da LGT eu me lembro de ter dito que eu achava que, no futuro, o Brasil teria somente três ou quatro grandes grupos na área de telecom, todos operando nacionalmente e oferecendo todos os serviços fixos e móveis aos seus assinantes.

Este movimento anunciado agora, para mim, é apenas mais um passo na consolidação deste cenário que previ. Até agora despontam como candidatos a ocupar aquelas posições a Oi/PT, o grupo America Movil, e, mais claramente ainda caso a aquisição da GVT se concretize, a Telefônica Vivo. Destes três, quem tem a infraestrutura mais equilibrada, em função da herança do antigo sistema Telebrás que incorporou, é a Oi. A América Móvil, principalmente por causa do legado de presença nacional da Embratel, e pela aquisição da Net, também tem uma certa vantagem neste cenário. A Telefônica Vivo tem um dilema: presença forte de serviços fixos em São Paulo, mas pouca presença, e nenhuma rede de acesso (exceto celular), fora de lá. A aquisição da GVT cobre exatamente esta lacuna, e posiciona a Telefônica Vivo como competidor nacional sério da Oi/PT em serviços fixos, coisa que a GVT, por falta de fôlego/disposição do seu controlador (Vivendi) ameaçou mas ficou no meio do caminho. Eu não me surpreenderia se a Telefônica Vivo também fosse às compras na área de TV a cabo, com alvo principalmente naquelas operadoras que já tenham começado a colocar PON na last mile. (...)

26/06/14
Mensagem de José Smolka: "Vale a pena continuar brigando por TUPs?"
13/02/14
Resposta de José Smolka à uma pergunta sobre "femtocell"
07/02/14
Comentário sobre o artigo "Telecom: qualidade do serviço sob a ótica do executivo da empresa"
03/02/14
Sobre uma "contribuição" da Proteste à Consulta Pública 53/2013 - Mensagem de José Smolka
03/02/14
Sugestão de leitura: "Migração para serviços all-IP"
23/01/14
"O mesmo mal-entendido de sempre com relação a roteamento de pacotes na Internet" (2) - Smolka responde a um debatedor
21/01/14
"O mesmo mal-entendido de sempre com relação a roteamento de pacotes na Internet" (1) - por José Smolka

Ler "posts" anteriores em  Website de José Smolka


Wi-Fi para desafogar tráfego de dados

Nota de Helio Rosa:
Estou reunindo material para organizar este novo website.
O conteúdo preliminar está disponível nestes locais: Página Inicial e Índice de artigos e notícias.
HR
Algumas matérias recentes já relacionadas:

Leia na Fonte: Teletime
[04/08/14]  Rede Wi-Fi da Oi alcança 800 mil pontos de acesso

(...) "A operadora conta com uma parceria com a rede FON, composta por 13 milhões de hotspots em 14 países, além de Boing, iPass e Meo Wifi, que somam 4 milhões de pontos de acesso. A Oi oferece acesso gratuito para assinantes de determinados planos de banda larga fixa e móvel, disponibilizando para eles um aplicativo para conexão automática à rede Wi-Fi, sem necessidade de login e senha a cada sessão."

Leia na Fonte: Convergência Digital
[15/07/14]  Escolas adotam o WiFi, mas compartilham velocidade baixa

Leia na Fonte: Convergência Digital
[24/06/14]  Copa 2014 registra tráfego de 32 terabyates de dados e é a mais conectada da história - Com informações da Oi
Leia na Fonte: Convergência Digital
[24/06/14]  Linktel fecha com Cablevisión e abre 700 hotspots na Argentina

Leia na Fonte: Convergência Digital
[04/06/14]  Copa 2014: Oi e Accor fecham parceria por rede WiFi

Leia na Fonte: Portal da Band / Colunas
[03/06/14]  Copa: somente metade dos estádios terá WiFi - por Mariana Mazza
Leia na Fonte: Convergência Digital
[30/05/14]  Oi bate 1 milhão de downloads de app para acesso à rede WiFi

Leia na Fonte: Convergência Digital
[12/05/14]  Em Madrid, Wi-Fi acompanha passageiros dos ônibus municipais - por Luís Osvaldo Grossmann e Luiz Queiroz
Leia na Fonte: Convergência Digital
[09/05/14]  Compartilhamento incrementa 4G e TIM planeja negociar para 2G,3G e 450Mhz

Leia na Fonte: Convergência Digital
[09/05/14]  Corporações: TIM busca fatia maior em mercado estimado em R$ 24,5 bilhões - por Ana Paula Lobo
Leia na Fonte: Convergência Digital
[07/05/14]  Copa 2014: Indústria descarta acordo para uso do Wi-Fi nos estádios - por Ana Paula Lobo
Leia na Fonte: Convergência Digital
[06/05/14]  O novo padrão 802.11ac e as redes corporativas - por Fernando Lobo
Leia na Fonte: Portal IDGNow! / Blog Circuito de Luca
[01/05/14]  Internet vai falhar em metade dos estádios da Copa. Por quê? - por Cristina de Luca

Consulte o
Índice de artigos e notícias para acessar o arquivo das matérias


Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas

Este website é constituído de uma Página Inicial que contém um Resumo e um Acompanhamento através do registro dos principais eventos ligados ao tema.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições.
Estão relacionados textos desde o ano 2000.

Aqui estão as últimas matérias relacionadas e algumas, em negrito, como sugestão de prioridade de leitura:

Leia na Fonte: G1 / Coluna "Segurança Digital"
[29/07/14]  Aplicativo para fiscalizar eleição arrecada R$ 30 mil em doações - por Altieres Rohr

"
O aplicativo "Você Fiscal" conseguiu nesta segunda-feira (28), em seis dias, alcançar a meta de R$ 30 mil de financiamento coletivo pelo site "Catarse". O aplicativo faz parte de uma iniciativa liderada pelo professor Diego Aranha, da Unicamp, cujo objetivo é permitir a fiscalização da totalização de votos durante a eleição.
O app será desenvolvido inicialmente para a plataforma Android. A ideia é que pessoas instalem o software no celular para tirar fotos dos Boletins de Urna (BUs) que são impressos ao final da eleição e expostos publicamente por cada seção eleitoral e contêm o total de votos computados para cada candidato. O próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao fim da eleição, divulga os BUs eletronicamente em um site chamado BU na Web (BUWEB) com os quais os números obtidos pelo Você Fiscal poderão ser comparados, permitindo identificar diferenças nos números.
O professor Diego Aranha, responsável pelo aplicativo, liderou uma equipe que identificou um erro na urna eletrônica durante um teste de segurança público promovido pelo próprio TSE em 2012. O erro permitia reordenar os votos cadastrados pela urna a partir do Registro Digital do Voto (RDV), um arquivo que é disponibilizado aos partidos. Com essa informação mais a ordem de votação em uma seção eleitoral, seria possível descobrir quem votou em quem." (...)

Leia na Fonte: Blog Dia a Dia
[28/07/14]  Por mais transparência nas eleições - por Silvio Meira

(...)
o professor diego aranha, da unicamp, demonstrou, no teste das urnas do TSE antes das eleições de 2012, que a nossa urna eletrônica não é tão boa como querem nos convencer. este ano, o TSE resolveu que ninguém vai testar urna nenhuma e aí a gente não vai saber se corrigiram o que diego descobriu antes da última eleição e nem, como é mais do que o caso no desenvolvimento de software [e você, leitor, vê isso nos apps que usa...], se alguma nova falha foi introduzida [na urna ou em outra parte do sistema]. diego e o time dele resolveram não ficar parados e lançaram um projeto de financiamento e uso coletivo de um sistema para fiscalizar a eleição, o #vocêFISCAL. abaixo, diego aranha fala sobre o atual estado das eleições eletrônicas no país e sobre seu esforço para aumentar a transparência do processo. a entrevista foi feita por emeio e os negritos são do blog. (...)

Leia na Fonte: Alerta Total
[05/06/14]  TSE não fará testes nas urnas, apesar do MPF em SP comprovar que votação eletrônica é vulnerável - por Jorge Serrão
Leia na Fonte: G1
[02/05/14]  A biometria nas eleições vai falhar. A dúvida é como - por por Altieres Rohr
Leia na Fonte: G1
[02/05/14]  Voto com biometria em 15 capitais será teste para Rio e SP, avalia TSE - por Mariana Oliveira
Leia na Fonte: G1
[02/05/14]  TSE gastará cerca de R$ 77 milhões para comparar digitais dos eleitores - por Mariana Oliveira
Leia na Fonte: Convergência Digital
[14/04/14]  Depois de quebra do sigilo da urna, TSE evita novos testes - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Estadão
[13/04/14]  De perguntas e respostas - Editorial Estadão (sobre entrevista concedida por Dias Toffoli)
Leia na Fonte: O Globo
[08/04/14]  Toffoli é eleito presidente do TSE e comandará o tribunal nas eleições - por Mariana Oliveira
[13/12/12]  não é a urna, é o sistema: hacker mostra como mudar resultado da eleição, e diz que mudou em 2012 - por Sílvio Meira
Leia na Fonte: Terra / Blog do Silvio Meira / dia a dia, bit a bit
[01/10/12]  a urna eletrônica e a falta de transparência nas eleições - por Silvio Meira
Fonte: Convergência Digital
[22/03/12]  UnB quebra o sigilo do voto da urna eletrônica - por Luís Osvaldo Grossmann

Consulte o Índice de Artigos e Notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas"


Blog da Flávia Lefèvre, advogada da Proteste

Flávia Lefèvre Guimarães
é advogada é Conselheira da PROTESTE - Associação de Consumidores, foi representante das entidades de defesa do consumidor no Conselho Consultivo da ANATEL de fevereiro de 2006 a fevereiro de 2009 e recentemente eleita para representar o 3º Setor no Comitê Gestor da Internet no Brasil (2014 a 2017).

28/07/14
A ANATEL e a tunga reiterada há mais de 8 anos no modelo de custos - por Flávia Lefèvre

"No mês passado li surpresa diversas matérias noticiando de forma festiva que em 2018 o valor das tarifas de interconexão iriam cair para R$ 0,02. E o que mais me deixou pasma foram as afirmações de que as alterações se dariam por conta do modelo de custos.
Isto porque, apesar de a ANATEL depois de mais de 6 anos de atraso ter contratado a consultoria para elaborar o modelo de custos, o certo é que este modelo até agora não foi apresentado à sociedade.
De acordo com o art. 42, da Lei Geral de Telecomunicações, todo ato de caráter normativo editado pela agência deve, obrigatoriamente, ser submetido à consulta pública, sob pena de serem inválidos.
(Art. 42. As minutas de atos normativos serão submetidas à consulta pública formalizada por publicação no Diário Oficial da União, devendo as críticas e sugestões merecer exame e permanecer à disposição do público na Biblioteca).
Como pode, então, o modelo de custos não ter sido submetido à consulta pública e já estar sendo utilizado pela agência?
A regulação econômica é uma das atividades mais importantes das agências, pois é a partir dela que é possível garantir dois princípios básicos dos serviços públicos essenciais: universalização e modicidade tarifária e se garantir o equilíbrio do mercado, evitando-se condições extremamente vantajosas para determinadas empresas em detrimento de outras.
O modelo de custos, neste contexto, é uma das principais ferramentas regulatórias de caráter eminentemente normativo, implicando em confronto de interesses dos diversos agentes do mercado.
Portanto, não há dúvida nenhuma de que o modelo de custos deva passar por consulta pública. E nem se diga que a Consulta Pública 40, de 2013, cumpriu essa função. Isto porque, o que foi submetido à sociedade por meio daquela consulta foi “Estudo e Proposta de Norma para fixação dos valores máximos das tarifas de uso de rede fixa do Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC), dos valores de referência de uso de rede móvel do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e de Exploração Industrial de Linha Dedicada (EILD), com base em Modelos de Custos”, conforme publicado no diário oficial de 30 de setembro de 2013, e não o modelo de custos propriamente dito." (...)
Ler mais

05/06/14
Contribuição da PROTESTE à Consulta Pública do Edital para licitação das frequências dos 700 MHz
30/05/14
Pela garantia da Neutralidade de rede no Marco Civil da Internet - por Flávia Lefèvre Guimarães
26/05/14
Backhaul e a apropriação de recursos das concessões
04/05/14
Marco Civil da Internet: conversamos com Flávia Lefèvre Guimarães, ex-integrante do conselho consultivo da ANATEL
28/04/14
Artigo de Flávia Lefèvre no IDGNow! - "Eleições 2014: Institucionalizada a intimidação"
18/03/14
Marco Civil da Internet – neutralidade, privacidade, censura e a contra-informação

Veja todos os "posts" anteriores no Blog da Flávia Lefevre


Blog TELECO 24 HORAS, de Ricardo Bueno

Perfil de Ricardo F. Bueno (foto) anotado em seu Blog:
"Senior Telecommunications Engineer with over 25 years experience in the Brazilian telecommunications market. Served as an executive in reference technology and telecommunications companies: Banco Itaú, Nextel, BCP / CLARO, BSE / CLARO and Algar Telecom. He is currently head of the Department of Engineering and Project Approach in Telecommunications Service Provider.The posts on this site reflect his personal opinion, based on his experience and knowledge of the Brazilian telecommunications market and Business Administration."

"Posts" do Blog TELECO 24 HORAS

29/07/14
Estão Bisbilhotando nossa Energia Elétrica

"Acompanhando avanços tecnológicos, não me causa estranheza o fato de que nossos medidores de consumo de energia elétrica, popularmente conhecidos como “Relógio de Luz”, estarem seguindo por caminhos evolutivos que lhes garanta inteligência suficiente para bisbilhotar nossos hábitos de consumo, através da simples “observação” de nosso consumo de energia elétrica. Se tais colocações o surpreenderam, não estranhe se começar então a receber panfletos via correio ou mensagens eletrônicas com propagandas de produtos que você visualizou em sua TV durante seus momentos de lazer. Relaxe, futuramente isto será extremamente corriqueiro. Não é de hoje que provedores de acesso à internet (ISP), bisbilhotam preferências de navegação de seus clientes, através dos “cookies”, aplicativos injetados de forma silenciosa e maliciosa em seu computador, tablet ou smartphone durante sua navegação. (...) Ler mais

07/06/14
“A Voz do Brasil”, será que ainda precisamos dela?
30/05/14
O que esperar do Mercado de Trabalho após a Copa 2014
26/04/14
Porque o 4G está tão difícil de decolar por aqui…
08/04/14
Aprendendo com os Gansos Selvagens
25/03/24
Está Aberta a Temporada de Caça ao Celular “Xing Ling”
17/03/14
Os Jovens, os Veteranos e o Mercado de Trabalho
01/03/14
Para onde Caminha nossa Telefonia
14/02/14
Os Jovens e o Efeito Manada
08/02/14
Querem desligar o Telefone da Vovó
18/01/14
Taxímetro na Energia Elétrica
04/01/14
Networking e Relacionamento Estratégico Como mantê-los aquecidos e assertivos
21/11/13
Sentirei Saudades das Emissoras de ondas médias, as “AM’s”
08/11/13
A Cobrança de “roaming” nos celulares e dispositivos móveis está com os dias contados
05/11/13
Por que o Brasil passará a utilizar 9 dígitos no celular se os EUA ainda utilizam 7?

Consulte: Blog TELECO 24 HORAS, de Ricardo Bueno


Portal e-Thesis da jornalista Jana de Paula - Coleção de matérias

Jana de Paula - Foi redatora da Revista Info do Jornal do Brasil, a primeira publicação brasileira produzida e editada por meios eletrônicos. Nesta época ganhou o prêmio de Melhor Matéria Técnica do Sucesu'86, por júri composto por membros da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).  Ler mais

15-Jul-2014
Business Intelligence (BI) pode prevenir queda de receita em negócios onde atendimento ao cliente é chave - por e-Thesis
"Pesquisa realizada pela Ovum a pedido da Amdocs, identificou grande diferença entre o que os prestadores de serviço acreditam que podem conseguir com a utilização de dados coletados e os reais benefícios que essas informações trazem. A pesquisa global destaca os benefícios inexplorados da adoção do Business Intelligence (BI) e das ferramentas de análise inteligentes, no processo de ativação de ordens (Order-to-activation ou O2A). Por exemplo, os dados recolhidos durante a ativação podem ser aproveitados para melhorar os resultados de negócios dos prestadores de serviço nas áreas de atendimento ao cliente (82%), prevenção de perda de receita (82%) e prevenção proativa de cancelamento do pedido (76%)." (...)

01-Jul-2014
O tigre digital pode ser domado pelas corporações, com benefícios - por Orange Business Services
30-Jun-2014
Ataques cibernéticos preocupam cada vez mais as organizações - por Vanson Bourne & British Telecom
16-Jun-2014
A maioria das empresas não se crê apta a evitar roubo de dados - por Instituto Ponemon & Websense
29-Mai-2014
Governos da A.Latina buscam soluções penais para uso de drogas - por Colectivo de Estudios Drogas y Derecho (CEDD) Global
24-Mai-2014
PSafe: antivírus e browser brasileiros e gratuitos - por Jana de Paula

Ver títulos anteriores colecionados
aqui ou no Portal e-Thesis


Para entender o noticiário
O que é SNOA - Sistema de Negociação de Ofertas de Atacado

O Sistema de Negociação de Ofertas de Atacado (SNOA) é uma plataforma de intermediação da negociação de produtos de atacado ofertados pelos Grupos detentores de Poder de Mercado Significativo (PMS).
Por meio do SNOA, os novos agentes poderão adquirir, de forma isonômica e não discriminatória, via internet, produtos de atacado como torres, dutos, linhas dedicadas (EILD), interconexões, acesso local e roaming - infraestruturas essenciais para agentes que estão chegando ao mercado brasileiro.
Previsto no Plano Geral de Metas de Competição da Anatel, o SNOA funcionará como uma bolsa de valores virtual, na qual serão negociados insumos de telecomunicações: os grupos econômicos com PMS ofertarão seus produtos de atacado no sistema e os interessados emitirão ordens de compra de forma livre e isonômica, remotamente pela internet. Todas as negociações de atacado serão centralizadas nessa plataforma, o que trará grande ganho de transparência nas relações comerciais de produtos de atacado do setor de telecomunicações.
Com o SNOA, novos investidores, pequenas e médias empresas, terão acesso aos insumos de atacado de forma fácil, transparente e padronizada, podendo competir mais facilmente nos mercados de varejo. Ao lançar o SNOA, a Anatel propicia melhores condições de competição e viabiliza um novo ambiente regulatório capaz de atender os anseios da sociedade por mais serviços, com preços justos e com qualidade.


Lei Geral das Antenas

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O website contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

O que está acontecendo:

Neste momento a Anatel atua para regulamentar a Lei nº 11.934, de 5 de Maio de 2009 que "dispõe sobre limites à exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos".
Enquanto isso, no Congresso, tramita o PL 5013/2013 (que deverá dar origem à chamada "Lei Geral das Antenas") que "estabelece normas gerais de política urbana e de proteção à saúde e ao meio ambiente associadas à implantação e ao compartilhamento da infraestrutura de telecomunicações".

Em 07/05/14 o PL 5013/2013 passou em caráter terminativo na Câmara dos Deputados, e "deve retornar diretamente ao Senado – a única exceção é se for apresentado recurso para levá-lo ao Plenário da Câmara, o que exige 52 assinaturas. No fundo, o que as teles já esperavam era exatamente a aprovação e a volta ao Senado onde, torcem, será recuperado o texto inicial, aquele aprovado em 2012."
Em 05/06/14 a Comissão de Constituição e Justiça aprovou a redação final. "Apesar da tentativa do PV de apresentar recurso para levar à votação no Plenário da Câmara, a Lei das Antenas volta ao Senado sem essa escala, tendo prevalecido o texto que passou na Comissão Especial sobre o projeto.

Aqui estão as últimas matérias anotadas sobre estes assuntos:
Leia na Fonte: Convergência Digital
[15/07/14]  Novo relator, Walter Pinheiro (PT-BA) quer texto original da Lei das Antenas - por Luís Osvaldo Grossmann

Leia na Fonte: Convergência Digital
[05/06/14]  Lei das Antenas: texto não é votado no plenário e volta ao Senado - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[07/05/14]  Lei das Antenas passa na Câmara, mas principal medida foi anulada - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Circuito de Luca / IDG Now!
[01/05/14]  Internet vai falhar em metade dos estádios da Copa. Por quê?

Leia na Fonte: Convergência Digital
[30/04/14]  Mais de um ano depois, Minicom volta a pedir votação da Lei das Antenas - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[09/04/14]  Sem quórum, Câmara cancela votação da Lei das Antenas - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Band / Colunas
[04/04/14]  A fábula das antenas - por Mariana Mazza

Consulte o
Índice de artigos e notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "Lei Geral das Antenas"


Telebrás e PNBL

Este website tem uma página inicial, um Índice de artigos e notícias (remetendo à uma coleção de transcrições) e um Índice geral de "posts" .

Resumo:
A Telebrás (Telecomunicações Brasileiras S.A.) foi criada pela Lei 5.792 de 1972  como uma sociedade de economia mista vinculada ao Ministério das Comunicações. A Telebrás  se transformou em operadora do Sistema Nacional de Telecomunicações (SNT), definido dez anos antes. À época havia 927 operadoras de telecomunicações no país, quase todas privadas.
De acordo com essa lei, a estatal estava autorizada a prestar serviços de telecomunicações, desde que por empresas subsidiárias, e para tanto a companhia tinha autorização para a criação de tais companhias.
Em 1973, a exploração dos serviços públicos de telecomunicações foi unificada sob o controle de uma única empresa concessionária em cada estado, que adquiriram as demais empresas.
Em 1974, a Telebrás foi designada “concessionária geral” para todo o território nacional. Na primeira década de operação, a Telebrás saiu do patamar de 1,4 milhão de telefones, em 2,2 mil localidades, para 5,8 milhões de telefones, em 6,1 mil localidades.
Em 1988, a Constituição determinou que os serviços públicos de telecomunicações somente poderiam ser explorados pela União, diretamente ou mediante concessões a empresas sob controle acionário estatal. O Sistema Telebrás era composto por uma empresa holding (a Telebrás), uma operadora para chamadas de longa distância, nacionais e internacionais (Embratel) e 27 empresas de âmbito estadual ou local.
Em 1995, o Congresso aprovou a Emenda Constitucional 8, que pôs fim ao monopólio estatal nas telecomunicações.
A Lei no 9.472, de 16 de Julho de 1997, conhecida como LGT - Lei Geral de Telecomunicações, determinou a reestruturação e desestatização das Empresas Federais de Telecomunicações, entre elas a Telebrás. A mesma lei autorizou o governo a criar a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão regulador da prestação de serviços em telecomunicações.
A Portaria de nº 196, de 20 de agosto 1988, assinada pelo então ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, dava 12 meses para que fossem adotadas as providências para a preparação de um Plano de Liquidação da estatal, que deveria ser aprovado pelo Conselho de Administração da empresa. Uma vez aprovado, o plano de liquidação seria executado por meio de uma Assembléia Geral Extraordinária de acionistas para dissolver a estatal. Mas o plano jamais chegou a ser elaborado.
Ler continuação do resumo.

Aqui está uma relação de matérias recentes:

Leia na Fonte: Teletime
[15/07/14]  Telebras quer manter atuação em transmissão de sinais para TVs - por Samuel Possebon

Leia na Fonte: Convergência Digital
[14/07/14]  Minicom: Redes de Telecom funcionaram na Copa 2014 - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[11/07/14]  Telebras negocia legado da Copa com estádios - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[27/06/14]  Telebras relata erro zero na transmissão em alta definição da Copa 2014
Leia na Fonte: Planeta Osasco
[26/06/14]  A grande farsa do avanço em Telecom para a Copa. Vamos todos fingir?

"A Copa do Mundo era uma desculpa para o Brasil resolver as questões de infraestrutura do país. Entre elas, a de telecomunicações, especialmente no que diz respeito à internet. Esse é, pelo menos, o discurso oficial. Analisando os avanços no setor, contudo, o que se percebe é que ficamos com os custos de garantir a transmissão para a FIFA, mas pouco avançamos tanto em ampliação de acesso à conexão quanto em preço e em infraestrutura.

A realidade é que, após uma queda de braço entre o governo brasileiro e a FIFA, a organizadora do evento venceu. Em outubro de 2012, durante a Futurecom, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sustentou: "Eles [FIFA] colocam tudo como infraestrutura, mas temos que negociar. E vamos fazer isso. Não vamos ficar com a conta toda”*. Não foi o que ocorreu. Assim como em diversas outras disputas, o Governo Dilma cedeu e, por Medida Provisória, viabilizou a oferta de serviço pela Telebras. A MP 600, de 28 de dezembro de 2012, definiu que a prestação seria feita por meio da subsidiária Telebras Copa.

A Telebras tornou-se, assim, a empresa responsável pela construção da rede de fibra óptica que está sendo usada na transmissão de imagens de alta definição (HDTV – vídeo e áudio) entre as 12 arenas e o Centro Internacional de Coordenação de Transmissão (IBC), no Rio de Janeiro. De 2012 até maio de 2014, a companhia investiu R$ 89,4 milhões na implantação dessa infraestrutura para atender as demandas da Copa do Mundo de 2014. A rubrica equivale a quase todo um ano de aporte no desenvolvimento de rede para o Plano Nacional de Banda Larga (em 2013, foram investidos R$ 112,8 milhões no PNBL. Em 2012, o valor foi de R$ 104,4 milhões, conforme relatórios apresentados à Comissão de Valores Mobiliários).
(...) Ler mais

Leia na Fonte: Convergência Digital
[16/06/14]  Telebras investiu R$ 89,4 milhões para atender Copa - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Ciência em Pauta
[16/06/14]  Inclusão do Amazonas no PNBL vai reduzir custo com internet em Iranduba

Leia na Fonte: Portal Brasil
[03/06/14]  Telebrás afirma que infraestrutura para transmissão de jogos está pronta

Leia na Fonte: Tribuna na Hoje
[16/05/14]  MP quer relação de consumidores com direito a ações da Telebrás

Leia na Fonte: Teletime
[13/05/14]  Senado vai avaliar o Programa Nacional de Banda Larga

Leia mais no Índice de artigos e notícias


TV Digital: Interatividade e Ginga

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém um resumo explicando o tema, e um Acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias, desde 2008, e uma coleção de transcrições.

Opinião de Helio Rosa:
No processo escandaloso em que a TV Digital foi imposta à população sem o devido planejamento e à revelia dos estudos anteriores feitos pela Academia, a possibilidade de multiprogramação e interatividade foi utilizada intensivamente como  justificativa tendo em vista uma suposta utilidade para a "inclusão digital".
Batido o martelo, a multiprogramação foi proibida e a interatividade deu no que deu: não havia e não há canal de retorno!
Hoje a projetada interatividade está devidamente atropelada pelos
fenômenos da "segunda tela" e da "TV conectada".
Houve um grande esforço no desenvolvimento do Ginga, software que possibilita a interatividade mas, provavelmente, o produto não será utilizado para fins práticos.
HR

Abaixo está uma relação de matérias recentes:
Leia na Fonte: Convergência Digital
[11/07/14]  700 Mhz: Governo e Anatel fazem afagos à radiodifusão - por Luís Osvaldo Grossmann

Leia na Fonte: Teletime
[10/07/14]  Radiodifusão comemora estabelecimento de uma recepção mínima para o desligamento - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Convergência Digital
[10/07/14]  Anatel aprova regulamento sobre interferência entre 4G e TV Digital - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Teletime
[10/07/14]  Switch-off: pelo menos 93% dos domicílios precisam captar o sinal digital - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Convergência Digital
[10/07/14]  Ginga será obrigatório nos conversores de TV Digital para Bolsa Família (Íntegra da Port. 481 de 9 de Julho de 2014) - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Minicom
[10/07/14]  Ministério das Comunicações detalha desligamento da TV analógica
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[24/06/14]  Leilão de 4G: Conversor de TV terá acesso à internet e Ginga nacional - por Miriam Aquino
Leia na Fonte: Convergência Digital
[09/06/14]  TV digital: TOTVS e Oracle pedem Ginga nos conversores distribuídos pela Anatel - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[02/06/14]  Anatel quer Ginga nas especificações do conversor para Bolsa Família - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[24/05/14]  O fim da interatividade no celular. O Ginga tem alguma chance? - Miriam Aquino
Leia na Fonte: Convergência Digital
[22/05/14]  Sob pressão, governo aposta em celular sem Ginga para empurrar TV Digital - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[22/05/14]  Sem obrigação, Ginga terá bônus para voltar aos telefones, diz MDIC - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[19/05/14]  TV digital: Distribuição de conversores dá sobrevida ao Ginga no Brasil - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Teletime
[16/05/14]  Ministério do Desenvolvimento quer retirar exigência do Ginga no PPB dos smartphones
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[15/05/14]  Governo vai tirar exigência do Ginga no PPB dos celulares - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Teletime
[06/05/14]  Tecnologia 4G para M2M no Brasil ainda é um desafio - por Bruno do Amaral
Leia na Fonte: Conv. Midiática
[03/02/14]  Governo não abandonou o Ginga - por Kiko Machado
Leia na Fonte: Blog de Orlando Barrozo
[29/01/14]  TV digital acaba com o Ginga - por Orlando Barrozo
Leia na Fonte: Notícias da TV
[23/01/14]  Governo abandona Ginga, sistema de interatividade para TV digital - por Gustavo Gindre

Consulte o Índice de Artigos e Notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "TV Digital: Interatividade e Ginga".


VU-M (Valor de Uso Móvel) - Tarifa de interconexão da rede de telefonia móvel

Nota de Helio Rosa:
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Destaco da "página inicial":
A título de definição do tema, permito-me transcrever alguns trechos de matérias das jornalista Mariana Mazza e Miriam Aquino:

"A interconexão é o preço pago entre as operadoras para completar as chamadas destinadas às redes concorrentes. Assim, toda vez que um cliente liga para alguém de outra companhia, a operadora está pagando um "pedágio" para completar a chamada no território inimigo. Isso vale para qualquer tipo de ligação, tanto fixa quanto móvel, embora o objeto de apuração da pretendida CPI seja apenas a taxa cobrada nas redes móveis, chamada de Valor de Uso Móvel (VU-M).

Essa tarifa é altíssima em comparação com o pedágio da rede fixa, a tarifa de Uso de Rede Local (TU-RL). Enquanto a VU-M está, em média, R$ 0,35, a TU-RL custa R$ 0,05. Essa disparidade entre as duas tarifas de interconexão tem motivos políticos. Quando a telefonia móvel ainda engatinhava, o governo criou esse desbalanceamento para incentivar as operadoras móveis. Os anos passaram, a telefonia móvel tornou-se o serviço telefônico mais usado no país e, ainda assim, as tarifas não foram equacionadas. Recentemente a Anatel fez uma redução na VU-M, mas o movimento não foi suficiente para gerar impacto real para os consumidores. Boa parte do fato de pagarmos ainda um dos mais caros serviços de telefonia móvel do mundo está no valor da interconexão." (Mariana Mazza).

"Mas, afinal, para que servem essas tarifas? A interconexão distribui os custos de investimento e manutenção de rede entre as operadoras. Este sistema de pagamento é extremamente importante em um cenário onde as companhias são obrigadas a completar as chamadas entre si. Hoje, uma companhia telefônica não pode se negar a completar uma ligação para um telefone pertencente a uma rival. Isto garante ao consumidor a continuidade do serviço, mesmo que ele seja cliente de uma empresa com poucos consumidores.

Por outro lado, operadoras com grande número de clientes acabam sendo obrigadas a fazer investimentos mais fortes em rede para manter a qualidade das chamadas. E, se a maioria dos consumidores estão em sua rede, ela acaba sendo responsável pela qualidade da maior parte das chamadas conectadas, mesmo aquelas feitas pelos consumidores de outras operadoras. Se a chamada é para a rede dela, ela é a responsável.

Assim, a interconexão tem o poder de dividir estes custos. Operadoras com maior número de clientes e, portanto, com mais chamadas recebidas também são pagas pelas rivais por meio das tarifas de rede. Mas a interconexão também tem seus efeitos nocivos.

Apesar de ser proibido por lei, há fortes indícios de que a interconexão pode gerar um subsídio cruzado entre serviços e clientes. A única confissão de que nem todo o caixa da interconexão é usado para cobrir os custos da rede partiu da TIM em 2005. O então presidente da operadora, Mario Cesar Araujo, admitiu em uma coletiva que a TIM usava os recursos da interconexão para subsidiar o custo dos aparelhos vendidos para os clientes. Esta política não é ilegal, por não usar recursos obtidos com a comercialização de outros serviços que não a telefonia móvel. Mas releva como a interconexão tem uma papel importante para o mercado e para os consumidores." (Mariana Mazza)

"Há aqueles que defendem manter a tarifa do jeito que está e mexer na forma de remuneração. Hoje a rede móvel é remunerada pelo full billing (todos pagam integralmente a taxa de terminação). A proposta inicial, de implementação do bill and keep (todos bilhetam a taxa de terminação, mas não repassam para ninguém) pleno perde força devido aos grandes riscos que pode trazer para uma base de mais de 200 milhões de celulares.

Fala-se de bill na keep parcial (nos moldes da até pouco tempo rede fixa, que só remunerava o excedente das ligações) . Estuda-se ainda implementar o bill and keep entre as empresas com PMS (poder de mercado significativo) e não PMS (as pequenas operadoras, do tipo Hoje Telecom, por exemplo?). Ou, em outras palavras, somente as pequenas não pagariam para as grandes as taxas de terminação de chamada.

Há ainda defensores da redução do valor de referência desta taxa de terminação apenas para as ligações entre as celulares. Para isso, seria necessário criar todo um arcabouço regulatório novo, que diferenciasse esta remuneração da remuneração da ligação fixa. Esta proposta, avaliam outros, pode trazer o efeito perverso de esvaziar ainda mais a telefonia fixa (cuja valor da ligação fixo/móvel continuará alta) e colocar em risco a concessão." (Miriam Aquino). HR

O que está acontecendo:
"
Em 18 de junho de 2014 o "Conselho Diretor da Anatel aprovou, em sua reunião, proposta de norma que resultará na redução dos valores máximos das tarifas de uso de rede da telefonia fixa (TU-RL), dos valores de referência de uso de rede móvel da telefonia móvel (VU-M) e de Exploração Industrial de Linha Dedicada (EILD), com reflexos nos preços pagos pelos usuários dos serviços."
"A TU-RL é a tarifa que a operadora de celular paga quando é realizada uma chamada local de um telefone celular para um telefone fixo. Já a VU-M é paga pela operadora fixa à operadora de celular numa chamada local de um fixo para celular, enquanto a EILD é a taxa usada na regulação das negociações de uso de infraestrutura." [Fonte: Web]

"Ao definir o ritmo da transição para o do modelo de custos, a Anatel indicou ao mercado os futuros valores de remuneração pelo uso das redes fixas, móveis e em EILD (Internet). Particularmente, fixou uma meta forte para a queda no serviço celular ao cravar em 1 centavo por minuto o valor da tarifa de interconexão a partir de 2018. Hoje a chamada VU-M está em 25 centavos.

O uso de um modelo de custos é perseguido desde 2003 e implica em mudar o jeito como a Anatel avalia o setor de telecomunicações. Até aqui, prevaleceu o modelo “top down”, jargão para a análise das empresas com base em “preços reais” praticados. A meta é ir para o modelo “bottom up”, que, grosso modo, analisa os custos com base em uma “empresa eficiente ideal”.

Ao fazer essa transição, a agência fez a opção por mirar as ofertas de atacado, ou seja, os custos cobrados entre as empresas pela oferta de infraestrutura. No caso da interconexão de redes móveis – quando uma chamada é para rede de outra operadora – a Anatel já iniciara a redução da VU-M ao definir valores em queda em 2013, 2014 e 2015: R$ 0,33, R$ 0,25 e R$ 0,16, respectivamente."(...)  [Fonte: Portal Convergência Digital]

Aqui estão as últimas matérias (2014) registradas:
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[04/07/14]  Zerbone: decisão sobre VU-M dá credibilidade e previsibilidade para o setor - por Miriam Aquino
Leia na Fonte: Convergência Digital
[18/06/14]  Anatel crava tarifa de interconexão a um centavo em 2018 - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Reuters
[18/06/14]  Conselho da Anatel aprova norma que poderá reduzir preços da telefonia - por Luciana Bruno
Leia na Fonte: Computerworld
[18/06/14]  Anatel aprova medida para reduzir preço dos serviços para consumidor
Leia na Fonte: Teletime
[24/02/14]  Entra em vigor nova redução do valor de referência da VU-M
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[17/02/14]  Zerbone é relator da proposta para fixação de tarifas e valores de referências baseados em custos
Leia na Fonte: Teletime
[30/01/14]  Anatel aprova nova fórmula para calcular preço da faixa de 700 MHz e da VU-M - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Teletime
[28/01/14]  Redução da VU-M é estratégia para tornar leilão de 700 MHz mais atraente - por Samuel Possebon

Consulte o
Índice de Artigos e Notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "VU-M (Valor de Uso Móvel) - Tarifa de interconexão da rede de telefonia móvel"


Bens Reversíveis

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Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições

Últimas matérias registradas:
Leia na Fonte: Blog da Flávia Lefèvre
[26/05/14]  Backhaul e a apropriação de recursos das concessões
Leia na Fonte: Convergência Digital
[22/05/14]  Operadoras devem R$ 1,3 bilhão em metas de universalização - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[23/05/14]  Para a Anatel, Telefônica desviou recursos da concessão - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Teletime
[23/05/14]  Procuradoria fala em possível má-fé da Telefônica ao não explorar o backhaul - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Teletime
[22/05/14]  Com quatro anos de atraso, Anatel calcula saldo da troca de metas: R$ 1,363 bilhão - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Monitor Mercantil
[15/04/14]  O terreno invadido pertence à OI ou é da União?

Leia na Fonte: Band / Colunas
[04/02/14]  No Ministério da Fazenda, a telefonia fixa ainda não morreu - por Mariana Mazza
Leia na Fonte: Teletime
[03/02/14]  Para Seae, Anatel trata de bens reversíveis de forma pouco transparente - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Portal da Band / Colunas
[19/12/13]  Anatel quer o fim da telefonia fixa - por Mariana Mazza
Leia na Fonte: Anatel
[12/12/13]  Consulta Pública nº 53 - Processo de revisão os termos dos Contratos de Concessão do STFC ("telefonia fixa")
Leia na Fonte: Teletime
[04/12/13]  Especialista defende o princípio da proporcionalidade na análise da questão dos bens reversíveis - por Samuel Possebon

Ler mais em Índice de artigos e notícias


Website de José Roberto Souza Pinto

José Roberto de Souza Pinto (josersp@terra.com.br) é Engenheiro de Telecomunicações e de Sistemas Elétricos e Mestre em Economia, com cursos de especialização no Brasil e no Exterior , conferencista e painelista nos principais eventos de Telecomunicações realizados no Brasil , professor em cursos de regulamentação , autor de vários artigos e trabalhos , abordando as tendências de desenvolvimento do setor , as tecnologias , os serviços as redes de Telecomunicações e a regulamentação , e pesquisas sobre as tendências de evolução da regulamentação de Telecomunicações em outros Países. Ler mais

Últimos "posts":
30/05/14
Comentário sobre o artigo "Backhaul e a apropriação de recursos das concessões"
Acredito que quem teve a idéia de fazer esta troca de metas de universalização do STFC, um serviço prestado no regime público, por investimentos em rede backhaul, termo inclusive que não existe na legislação brasileira de telecomunicações, tinha em mente que o STFC não era tão prioritário quanto a geração de capacidade de rede de telecomunicações para acesso à Internet em banda larga.
Como todos sabem o acesso à Internet em banda larga é considerado como Serviço de Comunicação Multimídia ( SCM) e portanto prestado no regime privado.
Só estas observações são suficientes para se verificar que esta troca de meta de universalização por investimentos em rede para o SCM, não tinha suporte regulatório, portanto uma iniciativa, aparentemente do interesse da ANATEL e das Empresas, mas irregular.
O resto está aí, que são as consequências e pode se ver no
blog da Flávia (Lefèvre).
Na minha opinião não poderia dar certo. Acrescento que isto só foi feito em um ano e depois esquecida esta prática ou tentativa de transferir recursos de um serviço no regime público para outro serviço no regime privado.
Corrigir está ainda em tempo e talvez o melhor caminho seria cancelar estas clausulas deste contrato e reestabelecer a legalidade, apurar os valores envolvidos com as devidas correções e estabelecer de novo os compromissos das partes envolvidas.
Jose Roberto de Souza Pinto, engenheiro, mestre em economia e consultor.

15/05/14
Notícia do Teletime e artigo de José Roberto de Souza Pinto sobre a tecnologia de "Vetorização"
23/03/14
Tarifa de Telefonia Fixa - Comentário sobre o "fator de excursão" dos contratos de Concessão - por José Roberto de Souza Pinto
09/02/14
Comentário sobre repercussão do artigo "Telecom: qualidade do serviço sob a ótica do executivo da empresa"
06/02/14
e-Thesis: "Telecom: qualidade do serviço sob a ótica do executivo da empresa" - por José Roberto de Souza Pinto
26/12/13
Mensagem sobre "Bens Reversíveis"

Ler "posts" anteriores em Website de José Roberto Souza Pinto


Bloco Tecnologia do WirelessBRASIL - "Posts"  de Helio Rosa

30/07/14
Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas - Novas matérias
29/07/14
A ANATEL e a tunga reiterada há mais de 8 anos no modelo de custos - Texto de  Flávia Lefèvre
06/07/14
Espectro de 700 MHz - Matérias recentes
27/06/14
Telebras e PNBL: Mais um "Retorno"... + Coleção de matérias
15/06/14
Textos da jornalista Cristina de Luca + "700MHz: alguns brasileiros terão que escolher entre usar a TV ou o celular" + "Interatividade"
14/06/14
Website do José Smolka + "Wi-Fi para desafogar o tráfego de dados" + Mazza: "Wi-Fi na Copa" + "Dados" no jogo Brasil x Croácia
13/06/14
Artigos e "posts" do jornalista Renato Cruz + 03 textos sobre "Inovação"
12/06/14
Governança da Internet + Marco Civil + Cisco + "Mariana Mazza"
11/06/14
Colunas da jornalista Mariana Mazza no Portal da Band + "Calote bilionário" + "Copa: somente metade dos estádios terá WiFi"

Ler mais "posts":
Ano Atual: 2014
Índice dos anos anteriores: 2005 - 2006 - 2007 - 2008 - 2009 - 2010 - 2011 - 2012 - 2013


EILD - Exploração Industrial de Linha Dedicada ("Banda larga por atacado")

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"EILD é a sigla para denominar a "exploração industrial de linhas dedicadas", um serviço que é ofertado no mercado de atacado e não chega como oferta ao usuário final. No entanto, ele é uma ferramenta importantíssima para que o usuário final possa ter alguma opção, embora ainda restrita, no mercado de telecomunicações, seja na área de dados, seja na telefonia fixa, pois permite que o competidor possa ter acesso a uma rede de ampla capilaridade. Nesse sentido, é elemento fundamental para a promoção da competição." [Fonte]
O EILD destina-se a empresas que possuam autorização, permissão ou concessão da Anatel, para a prestação de serviços de telecomunicações a terceiros, detentoras das licenças STFC e/ou SCM. [Fonte]

Aqui estão as últimas matérias registradas:
Leia na Fonte: Teletime
[10/03/14]  TelComp contesta visão da Anatel de que EILD não é um problema do setor - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[10/03/14]  Linha dedicada lidera pedidos de negociação no atacado - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Teletime
[07/03/14]  Sistema de oferta mostra que links, e não EILD, são problema para a competição, diz Baigorri - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Teletime
[01/11/13]  Anatel nega recursos contra regras estabelecidas no PGMC - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Convergência Digital
[13/09/13]  PGMC: 'bolsa virtual' para oferta no atacado será ativada no dia 17
Leia na Fonte: Teletime
[14/06/13]  Anatel e TelComp divergem sobre resultados do regulamento de EILD - por Helton Posseti

Ler mais em
EILD - Exploração Industrial de Linha Dedicada ("Banda larga por atacado")


Websites e Páginas sobre Tecnologia do WirelessBRASIL (continuação)

Termos de Ajustamento de Conduta (TAC)

Desoneração tributária para redes de telecom (REPNBL)

Rádio Digital

PGMC - Plano Geral de Metas de Competição

Small Cells / FemtoCells

Espectro de 2,5 GHZ

Lei do SeAC (Serviço de Acesso Condicionado) ou "Lei da TV Paga"

SCM - Serviço de Comunicação Multimídia

PLC (Power Line Communication): "Banda larga pela rede elétrica"

Unicel: Crônica de um escândalo anunciado

Eletronet

Alguns "posts" estão colecionados em páginas especiais. Abaixo está uma relação parcial dos "posts" mais recentes.


Acima estão os "posts" mais recentes.
Consulte a relação de todos os "posts" no Índice geral do 
Bloco TECNOLOGIA.
 


"Páginas especiais":

Homenagem
Fernando "Fervil" Villela

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Relação de trabalhos e artigos

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BLOCO RESISTÊNCIA
Blog do Coordenador

Nota de Helio Rosa: O BLOCO RESISTÊNCIA (Blog do Coordenador) é um exercício de cidadania contra os desmandos de toda ordem que assolam nosso BRASIL.
Sou Helio Rosa, coordenador da Portal, um engenheiro de telecom aposentado e um cidadão na ativa. Com 73 anos de idade, acompanhei e vivenciei a história recente do país e sou
testemunha ocular e sobrevivente do "atentado do aeroporto dos Guararapes", em 1966, praticado por integrantes da "luta armada" que pretendia implantar no país uma "ditadura do proletariado", de inspiração cubana, chinesa e soviética.
Não sou filiado a nenhum partido político mas não gosto de Dilma, de Lula e do PT, que considero "entidades" perniciosas ao país. Não sei como me livrar delas, a não ser pelo voto. No entanto, enquanto estão no poder, é preciso que governem para o Povo e não para o Partido. RESISTIR é preciso!
HR

BLOCO RESISTÊNCIA - Página inicial (2013)  - Índice dos anos anteriores: 2009 (2º sem) - 2010 (2º sem) - 2011 (2º sem - 1º sem) - 2012 (2º sem - 1º sem) - 2013 (2º sem - 1º sem)

Alguns "posts" estão colecionados em páginas especiais. Abaixo está uma relação parcial dos "posts" mais recentes.


Contra o Voto Nulo

Leia na Fonte: Blog do Noblat
[08/08/14]  Vai encarar o Voto Nulo? - por Maria Helena RR de Souza (Transcrição parcial)
(...) Agora estamos caminhando para novas eleições, minha terceira aqui no Blog, se Deus permitir. Desta vez não vou citar um colunista genialmente espirituoso como Luis Fernando, mas um seu quase xará, o jornalista Fernando Rodrigues.
No dia 2 de agosto, ele publicou, na Folha, um texto de grande utilidade. Onde explica, desenha, o que acontece com o voto branco ou nulo. Começa por explicar que num eleitorado de 100 milhões, ganha quem obtiver 50 milhões mais um de votos. E acrescenta:
“Só que, se 20 milhões forem brancos ou nulos, a soma dos votos válidos cai para 80 milhões – e vencerá no primeiro turno o político que receber, pelo menos, 40 milhões mais um de apoios”.
Pois é. Quanto mais votos nulos, menos votos são necessários para uma vitória no primeiro turno!
As últimas pesquisas mostram dona Dilma na frente, sem larga margem para o segundo colocado. Mas se a campanha do Voto Nulo vingar, ela está eleita. (...)

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Contra o Voto Nulo
Leia na Fonte: Alerta Total
[15/08/14]  Voto nulo aliado do PT - por Helio Duque
(Transcrição parcial)
(...) No Brasil dos dias atuais o voto nulo, branco o abstenção representa um formidável aliado dos governos de plantão. Com a agravante de ser uma plataforma política dos segmentos mais esclarecidos e bem informados. Exatamente aqueles que aos olhos da nação integram a opinião pública independente e crítica. Ao fazer a escolha de anular o voto expressam forte convicção de discordar das políticas públicas executadas pelos governos. Paradoxalmente pela atitude assumida, tornam-se aliados de quem exerce a administração pública em todos os níveis. No caso da República, a administração Dilma Rousseff deveria incluir no seu programa de governo forte apoio aos defensores do voto nulo, branco e abstenção. Em 2010 foi fundamenta para a sua eleição.(...)

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Contra o Voto Nulo
Leia na Fonte: Blog da Ruth de Aquino
[08/08/14]  A força dos nulos, brancos e indecisos - por Ruth de Aquino
(Transcrição parcial)
(...) Se você não quiser ou não puder apagar a luz e se mudar do Brasil, pense bem antes de votar nulo ou branco. Informe-se e decida. É aqui, neste país onde crescem os filhos e os netos, que as mudanças precisam acontecer. Todos os candidatos sabem disso. Tanto que os três prometem mudar. Não dá para conviver com esse noticiário escabroso de roubalheira oficial, escolas depredadas e sem professores, hospitais sem higiene, sem leitos, sem equipamento e sem médicos, barracos sem sistema de esgoto, mares e lagos poluídos, assaltantes e PMs que matam e estupram. É nocivo para a saúde ver como o Brasil maltrata os honestos e enriquece larápios. Vote em Dilma. Vote em Aécio. Vote em Campos. Mas vote mesmo, na hora da verdade."


 Blog do Reinaldo Azevedo

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos "posts" do Blog do Reinaldo Azevedo neste website, onde está listada uma seleção inicial referente à 2014. HR

Abaixo está uma seleção dos últimos "posts":
20/08/14
Graça Foster tem de pedir demissão ou de ser demitida

Graça Foster e Cerveró doaram imóveis em meio a imbróglio de Pasadena

O governo Dilma e a economia: o cachorro corre atrás do próprio rabo

Banco Central muda regras bancárias para injetar até R$ 70 bi na economia

Livro de Guilherme Fiuza: Leitores do Rio, amanhã é dia de “Não é a Mamãe – Para Entender a Era Dilma”, na Livraria da Travessa

O PT esquece o futuro e recicla até as imagens da campanha de 2010. Ou: Dilma Coração Valente suja o avental de ovo… Estamos fritos!;

TSE cassa liminar que punia consultoria por fazer uma avaliação crítica a Dilma. O estado de direito ainda respira!;

19/08/14
TVEJA O DEBATE DESTA SEGUNDA NA VEJA.com;

Joice Hasselmann, Ricardo Setti, Reinaldo Azevedo e Marco Antonio Villa comentam o desempenho da presidente e candidata Dilma Rousseff no Jornal Nacional desta noite. O enterro de Eduardo Campos e a postura de Marina Silva também são assuntos na estreia do "Aqui entre nós".


==>
Ver mais "posts" neste website ou no Blog do Reinaldo Azevedo


Textos de Reinaldo Azevedo na Folha de S. Paulo:

15/08/2014
Chute a santa, mas adore Dilma
08/08/2014
Ladrões de instituições
01/08/2014
Ódio a Israel
25/07/2014
O PT, o eleitor, o Congresso e o capital

==> Ver todas as Colunas de Reinaldo Azevedo na Folha de S. Paulo


Blog de Guilherme Fiuza

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando, neste website, os links para textos de Guilherme Fiuza, do seu Blog e outras fontes:  HR
Guilherme Fiuza (foto) é um jornalista e escritor brasileiro. Iniciou a carreira em 1987, no "Jornal do Brasil".
Entre outras redações, trabalhou também em "O Globo", do qual é hoje articulista. É colunista de política da Revista Época. Ler mais na Wikipédia.

Seleção de textos de Guilherme Fiuza, de seu blog e de outras fontes:

18/08/14
Dunga e o Brasil black bloc

(...) Uma deputada do PSOL deu carona a ativistas foragidos da Justiça, depois que o Uruguai negou-lhes asilo político. O PSOL, para quem não sabe, é o PT de ontem – o novo reduto dos bondosos infernais, que sabotam a realidade para chegar ao poder pelo caminho seguro da pureza etérea. A bondade do PSOL hoje está junta e misturada com a rapaziada da pedrada. É o fascismo do bem.
Após meses de conversa mole sobre “a dificuldade de enfrentar esse novo tipo de manifestação” (não há lugar mais seguro que o populismo), a polícia tomou vergonha e foi fazer o óbvio: investigar, processar e prender os pimpolhos que combinam nas redes sociais os atos de covardia e a montagem de arsenais letais. Os amigos debiloides da Sininho que chegam a ironizar a morte do cinegrafista Santiago Andrade – e são apoiados nessa canalhice por gente da elite culta – brincarão de revolução no xadrez.
O Brasil virou um grande mal-entendido. Analistas discorrem seriamente sobre a bravata do tal banco dos Brics – pretenso contraponto terceiro-mundista ao FMI e ao Bird. Um país como o Brasil, em termos de taxa de investimento público, não tem onde cair morto, mas virará financiador da infraestrutura dos emergentes. Melhor que isso, só acreditar nos “números do Dunga” à frente da Seleção: aproveitamento de 76%! Um time que jogou quase sempre mal e foi eliminado nas quartas de final da Copa – é isso que interessa. Quanto é 76% de 0?
Não responda, que ninguém ouvirá. O Brasil está pensando com “os pé”.


02/08/14
Os abutres do bem
06/07/14
A Copa da elite vermelha
30/06/14
Não vai ter cópula
14/06/14
Lula reencontra o caixa dois


==> Ler mais aqui ou no Blog de Guilherme Fiuza ou nesta Coleção no Blog do Noblat


Jornal "O Estado de S. Paulo"

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando links para acesso direto à algumas matérias do jornal "Estadão" neste website, onde está listada uma seleção inicial referente à 2014. HR

Seleção de matérias das seções "Opinião"  e "Colunistas" (clique nos títulos para ler na fonte):
20/08/14

A presidente no sufoco - Editorial

(...) "Mas logo na resposta ao primeiro disparo de Bonner sobre uma das duvidosas distinções do governo - as denúncias de casos de corrupção em sete ministérios - ficou claro o desamparo da presidente. Faltava-lhe o ponto no ouvido pelo qual o seu marqueteiro João Santana poderia conduzi-la, se não a terra firme, ao menos para longe do vórtice. Pior ainda, faltava-lhe o conforto das gravações irrepreensivelmente produzidas que confeccionam uma imaginária Dilma estadista. Com o misto de irritação e impaciência que denotaria durante toda a entrevista, ela desandou a juntar frases e mais frases que tinham em comum a extensão, a desconexão e a pretensão." (...)
"Quando o assunto passou a ser a economia, diante dos números amargos, de conhecimento público, sobre a inflação e o PIB, saiu-se com um "não sei da onde que estão (sic) seus dados". O tempo do programa estourou depois de quatro perguntas apenas e Dilma precisou ser interrompida quando pedia "o voto dos telespectadores". Terminado o sufoco, a presidente tomou uma decisão prudente, embora apequenadora: cancelou a entrevista que daria em seguida à Globo News."


Uma nova Cracolândia - Editorial

O retrato da educação na AL - Editorial

Os novos desafios da Embrapa - por Zander Navarro e Eliseu Alves

Há esperança de mudança? - por Mario Cesar Flores

==> Links para os registros anteriores (2014) aqui ou diretamente no Estadão


Comentário
Leia na Fonte: Blog do Noblat
[19/08/14]  Um desastre chamado Dilma! - por Ricardo Noblat


"William Bonner empurrou a presidente Dilma Rousseff para o canto do ringue. E ficou batendo nela até cansar. Até resolver lhe dar algum refresco, quando ofereceu um minuto e meio além dos 15 previstos para que ela fizesse suas considerações finais.

Como Dilma, atarantada, não conseguiu respeitar o tempo que lhe coube, Bonner e Patrícia Poeta decretaram o fim da terceira entrevista do Jornal Nacional com candidatos a presidente. As duas primeiras foram com Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).

De longe, a entrevista com Dilma foi um desastre. Para ela. Não chamou Bonner e Patrícia de “meus queridos”, como costuma fazer quando se irrita com jornalistas que a acossam com perguntas incômodas. Mas chegou perto.

Passou arrogância. Exibiu uma de suas características marcantes – a de não juntar coisa com coisa, deixando raciocínios pelo meio. Foi interrompida mais de uma vez porque não conseguia parar de falar, e fugia de respostas diretas a perguntas.

Perguntaram-lhe sobre corrupção. Dilma respondeu o de sempre: nenhum governo combateu mais a corrupção do que o dela. Bonner perguntou o que ela achava de o PT tratar como heróis os condenados pelo mensalão. Foi o pior momento de Dilma (terá sido mesmo o pior?).

Dilma escondeu-se na resposta de que como presidente da República não poderia comentar decisões da Justiça. Ora, a resposta nada teve a ver com a pergunta. E Bonner insistiu com a pergunta. E Dilma, nervosa, valeu-se outra vez da mesma resposta. Pegou mal. Muito mal.

Quando foi provocada a examinar o estado geral da economia, perdeu-se falando de “índices antecedentes”. Provocada a dizer algo sobre o estado geral da saúde, limitou-se a defender o programa “Mais Médicos”.

Seguramente, nem em público, muito menos em particular, Dilma se viu confrontada de modo tão direto, seco e sem cerimônia como foi por Bonner e Patrícia. Jamais. Quem ousaria? Surpreendida, por pouco não se descontrolou."


Renata Campos
Leia na Fonte: Estadão

[16/08/14]  Não há impedimento legal para viúva de Campos se candidatar

BRASÍLIA - Não existem impedimentos legais para que a viúva de Eduardo Campos dispute a eleição presidencial deste ano na chapa que era encabeçada pelo marido morto na quarta-feira em acidente aéreo. O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de Pernambuco, Valdecir Paschoal, afirmou ao Estado que Renata Campos (foto) está licenciada do cargo de auditora. Pelas regras eleitorais, servidores públicos podem ser candidatos desde que se afastem com antecedência mínima de três meses da eleição, que é o caso de Renata.

Enquanto o marido governou Pernambuco, Renata ficou afastada do TCE e atuou como coordenadora do conselho consultivo do programa Mãe Coruja pernambucana. Após a renúncia de Eduardo Campos para disputar o Palácio do Planalto, ela voltou apenas formalmente para o tribunal no dia 7 de abril deste ano. Contudo, já entrou no tribunal em licença maternidade. Em seguida, saiu em férias, período que se encerra no próximo dia 28. Formada em economia, Renata é auditora concursada do TCE há 20 anos.

O presidente do tribunal de contas confirmou ao Estado que Renata não trabalhou nenhum dia nos últimos quatro meses. "Ela não trabalhou nenhum dia. Tirou uma licença gestante e, em ato contínuo, férias", disse. Um dos conselheiros do TCE ouvidos pelo Estado afirmou que Renata nessa condição ela está apta a se candidatar na chapa com Marina caso queira.

A lei complementar 64, de 1990, conhecida como Lei das Inelegibilidades, estabelece que os servidores públicos que disputarão cargos eletivos têm de se licenciar com pelo menos três meses de antecedência. Dois ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmaram que o afastamento de Renata para cuidar do filho recém nascido e as férias garantem a ela os requisitos para disputar a eleição se assim desejar. De acordo com eles, a exigência tem o objetivo de evitar que o servidor use o cargo em benefício da campanha.

Vice - O nome de Renata vem sendo cogitado por aliados de Marina Silva, a provável sucessora de Eduardo Campos, para ser vice na chapa. Com 45 anos de idade, a viúva é filiada ao PSB desde 1991. Pela legislação eleitoral brasileira, uma pessoa pode disputar uma eleição desde que esteja filiada a partido político.

O prazo para registro de candidaturas foi encerrado em julho. Mas a lei prevê exceções. Uma delas é no caso de morte de candidato. Nessa circunstância, a mudança tem de ser feita em até dez dias do fato. Pessoas próximas a Renata, contudo, não consideram que ela aceitaria um convite para assumir a vaga de vice por causa dos cinco filhos. Renata acompanhava Eduardo Campos em reuniões políticas e viagens e sempre opinava sobre as decisões estratégicas da campanha. Após a morte do marido, Renata não deu nenhuma declaração pública.


Reportagem
Leia na Fonte: Veja
[17/08/14]  Bolsa Família, o maior colégio eleitoral do Brasil - por Gabriel Castro e Laryssa
Borges (Íntegra)

Um eleitorado de 40 milhões de pessoas é influenciado pelo programa, que, especialmente no Nordeste, se tornou uma arma eleitoral incomparável

“Quem de vocês aqui gosta do Bolsa Família levanta a mão?”, brada ao microfone, do alto de um palanque improvisado, o senador Lobão Filho, candidato do PMDB ao governo do Maranhão, na pequena cidade de Barra do Corda (85.000 habitantes). A plateia reagiu imediatamente com os braços estendidos. O candidato continuou: “Isso me preocupa, porque os nossos adversários estão unidos a Aécio Neves, que já disse em todos os jornais e todas as emissoras de TV que é contra o Bolsa Família".

Filho do ministro Edison Lobão (Minas e Energia), que orbita o petismo como representante de José Sarney há anos, o candidato peemedebista convive com Aécio Neves no Senado. Os dois são colegas. O peemedebista sabe que o tucano nunca se opôs ao programa – pelo contrário, é de Aécio a proposta para transformar o programa em política permanente de Estado. Mas, nos grotões do Brasil, Lobão Filho utiliza um discurso convenientemente falso. Mesmo um candidato ligado à oligarquia recorre ao discurso de que os seus concorrentes são inimigos do povo por causa de uma oposição fictícia ao programa.

Nas últimas semanas, os candidatos a presidente (especialmente Dilma Rousseff) intensificaram as viagens a São Paulo para tentar conquistar a simpatia do eleitor paulista. A razão é óbvia: o Estado tem 32 milhões de votos, o maior número de eleitores entre as unidades da federação. Mas, na disputa deste ano, também está em jogo um "colégio eleitoral" muito mais poderoso – e leal: o dos beneficiados pelo Bolsa Família. São aproximadamente 40 milhões de eleitores, espalhados pelas 14,2 milhões de famílias que recebem o benefício. Esse grupo tende a votar na candidata petista com uma fidelidade incomparável. E, claro, essa arma é utilizada à exaustão Brasil afora, especialmente longe dos holofotes.

Neste ano, a Bahia foi a que mais recebeu repasses do governo federal no programa Bolsa Família: 1,36 bilhão de reais, segundo o Portal da Transparência do governo federal. As maiores cidades do estado são as principais beneficiárias: Salvador, com 113,8 milhões de reais neste ano, Feira de Santana, com 29,2 milhões de reais, e Vitória da Conquista, com 21,9 milhões de reais.

Há mais beneficiários do programa na Bahia do que em São Paulo, cuja população é três vezes vezes maior. Mais em Pernambuco do que em Minas Gerias. Mais no Maranhão do que no Rio de Janeiro. Isso ajuda a explicar por que o Nordeste se transformou em uma quase intransponível fortaleza eleitoral do petismo. Em 2014, até agora, o governo destinou 10,5 bilhões de reais ao programa.

Jailza Barbosa, 33, desempregada, moradora do bairro Cajazeiras, em Salvador, tem dois filhos, de 10 e 15 anos, e recebe 134 reais por mês. “O candidato em que eu vou votar é o do partido que me ajuda por causa do Bolsa Família. Não sei o nome dele, mas já estava com isso na cabeça. O programa é muito bom porque me ajuda e é a única renda que eu tenho hoje”, diz.

O número de beneficiários só tem aumentado: em 2004, eram 6,6 milhões de famílias atendidas. A elevação desde então foi de 215%, muito acima do crescimento vegetativo na população – e se deu num período em que, segundo o governo, dezenas de milhões de pesoas deixaram a pobreza. Os números ajudam a entender o que é fácil de constatar in loco.

Na cidade Central do Maranhão, onde Dilma teve 96% dos votos em 2010, é difícil encontrar alguém que saiba quais são os adversários da presidente Dilma Rousseff. E a razão principal para o apoio incondicional à petista, seja qual for o oponente, é apresentada pelos próprios eleitores. Como o lavrador Carlos Azevedo: “Para mim, a candidata é a Dilma. A gente tem medo de tirarem o Bolsa Família”, diz ele, ao lado da mulher, a dona-de-casa Marinete Viana. Ela diz ter visto na televisão a informação de que os adversários da presidente colocariam fim ao programa.

"Não me interessa saber quem são os outros candidatos", declara Claudilene Melo, que trabalha como doméstica mas também recebe o Bolsa Família.

O cenário eleitoral deve acentuar a importância do Bolsa Família para a candidatura de Dilma Rousseff. A trágica morte do candidato Eduardo Campos e a possível entrada de Marina Silva na disputa devem acentuar, por um lado, a vantagem de Dilma no Nordeste (onde Campos era mais popular) e, por outro lado, tirar votos da petista nas grandes cidades (onde Marina tem um eleitorado mais forte). Como consequência, a tendência é que o PT se encastele ainda mais no Nordeste, onde estão 52% dos beneficiados pelo Bolsa Família (a região tem apenas 27,7% da população brasileira).

"O governo vai se fiar nesses programas de transferência de renda, porque a gerência macroeconômica é débil, a inflação é crescente, o crescimento econômicio tem sido pífio", diz o professor Carlos Pereira, da Fundação Getúlio Vargas.

O efeito do Bolsa Família nas eleições de 2006 e 2010 foi objeto da análise de pesquisadores do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB). Conclusão: havia uma forte correlação entre o voto no PT e a participação no programa do governo.

Independentemente da postura dos adversários de Dilma Rousseff, a maior parte dos eleitores que recebem o Bolsa Família não arrisca apoiar aquilo que veem como uma aposta duvidosa. Para o jogo democrático, o efeito é desastroso. Se o único critério na escolha do candidato é o Bolsa Família, o eleitor vota sem levar em conta outros temas essenciais, como as políticas para saúde, segurança e o combate à corrupção. “É como se nós tivéssemos voltando para o século XIX, com os currais eleitorais fechados”, diz o professor José Matias-Pereira, da UnB.

Como o número de beneficiários do Bolsa Família cresce continuamente, é cada vez maior o contingente de eleitores que escolhe seu candidato presidencial apenas com base no receio de perder o pagamento mensal. “O coronel local está sendo substituído pelo coronel federal. Mas o padrão é o mesmo: o modelo patrimonialista onde indivíduo usa os bens do estado para se beneficiar politica ou em benefício próprio”, afirma o professor da UnB.


Textos de Dora Kramer

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando textos da jornalista Dora Kramer neste website, transcritos das Colunas do Estadão. HR

Dora Maria Tavares de Lima Kramer (foto) nasceu em 5 de abril de 1955, no Rio de Janeiro (RJ). É jornalista formada pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo (SP), em 1977. Começou a carreira aos 18 anos, quando ainda cursava Jornalismo, escrevendo para o extinto Diário Popular (SP). Após passagem pela Agência Folha (SP), foi repórter de O Estado de São Paulo (SP) na década de 80.
Nos anos 90, foi trabalhar na sucursal brasiliense do jornal, focando ainda mais a carreira em cobertura política. Nesse período, publicou, junto com Pedro Collor de Mello, o livro Passando a limpo – a trajetória de um farsante (Record, 1992), que se tornou um best-seller. A obra relata os bastidores do governo federal, na época em que era comandado por Fernando Collor. Em 1995, passou a escrever a coluna Coisas de Política, no Jornal do Brasil (RJ), substituta da tradicional Coluna do Castello, na época escrita pelo jornalista Marcelo Pontes, onde ficou até meados de 2000. (...) Ler mais

Últimas Colunas de Dora Kramer:
19/08/14
Páreo duro

"A primeira pesquisa do instituto Datafolha com a inclusão do nome de Marina Silva em substituição ao de Eduardo Campos como titular da chapa presidencial do PSB não surpreendeu. Ao contrário: correspondeu perfeitamente à expectativa de que a ex-senadora alcançasse o candidato do PSDB, Aécio Neves, em termos de intenções de votos. A leitura fria dos números não autoriza dizer que o resultado seja reflexo da comoção nacional decorrente da morte trágica do ex-governador de Pernambuco. Quando perdeu a condição legal de se candidatar porque não conseguiu registrar seu partido no prazo permitido por lei, Marina aparecia com 27% nas pesquisas de opinião. Como vice não havia ainda conseguido transferir esse capital para seu companheiro de chapa, cujo índice estava no patamar de 8%. Demonstração clara de que é no mínimo questionável a influência do vice na incorporação de votos. Na realidade, ninguém vota em vice. No momento em que a ex-senadora passa à condição de herdeira da candidatura, nada mais natural que recupere boa parte de seu patrimônio pessoal." (...)

17/08/14
Presença de Marina
15/08/14
A sangue quente

14/08/14
Rasteira do destino

13/08/14
Rito de passagem

==> Ler mais nas Colunas do Estadão ou neste website do WirelessBRASIL.


Textos de Carlos Alberto Di Franco

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Carlos Alberto Di Franco neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Carlos Alberto Di Franco é diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Sociais – IICS e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia. E-mail: difranco@iics.org.br.  HR

Seleção de textos de Carlos Alberto Di Franco:
18/08/14
Democracia depende do jornalismo

Não há um único assunto relevante que não tenha nascido numa pauta do jornalismo de qualidade. Os temas das nossas conversas são, frequentemente, determinados pelo noticiário e pela opinião dos jornais. A imprensa é, de fato, o oxigênio da sociedade. As redes sociais reverberam, multiplicam, agitam. Mas o pontapé inicial é sempre das empresas de conteúdo independentes. Sem elas a democracia não funciona.

Arthur Sulzberger, Jr., chairman e publisher do New York Times, sublinhou a importância de uma marca de credibilidade, independentemente da plataforma informativa: "A tradição é a maior qualidade do nosso jornalismo. É a maneira como as coisas são vistas, é a precisão de investigar, são os core values com que trabalhamos. Queremos continuar fazendo algo em que se pode confiar. Mudar para o mundo digital significa apenas contar com novas ferramentas para fazer exatamente o mesmo. A experiência diária do jornalismo não muda, é essencialmente única".

O jornalismo não é antinada. Mas também não é neutro. É um espaço de contraponto. Seu compromisso não está vinculado aos ventos passageiros da política e dos partidarismos. Sua agenda é, ou deveria ser, determinada por valores perenes: liberdade, dignidade humana, respeito às minorias, promoção da livre-iniciativa, abertura ao contraditório. Por isso os jornais são fustigados pelos que desenham projetos autoritários de poder. O jornalismo sustenta a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima. A reportagem é, sem dúvida, o coração da mídia.

O jornalista Carl Bernstein - famoso no mundo inteiro depois da série de reportagens, escrita com Bob Woodward, que revelou o escândalo Watergate e derrubou o presidente Richard Nixon - não forma com o time dos corporativistas. Sua crítica, aberta e direta, aos eventuais desvios das reportagens representa excelente contribuição ao jornalismo de qualidade: "O importante é saber escutar. As respostas são sempre mais importantes que as perguntas que você faz. A grande surpresa no jornalismo é descobrir que quase nunca uma história corresponde àquilo que imaginávamos".

O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história. A distorção, no entanto, escapa à perspicácia do leitor médio. Daí a gravidade do dolo. Na verdade, a batalha da isenção enfrenta a sabotagem da manipulação deliberada, da preguiça profissional e da incompetência arrogante. Todos os manuais de redação consagram a necessidade de ouvir os dois lados de um mesmo assunto. Mas alguns procedimentos, próprios de opções ideológicas invencíveis, transformam um princípio irretocável num jogo de aparência.

A apuração de mentira representa uma das mais graves agressões à ética e à qualidade informativa. Matérias previamente decididas em ambientes sectários buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é honesta, não se apoia na busca da verdade, mas num artifício que transmite uma máscara de isenção, uma ficção de imparcialidade. O assalto à verdade culmina com uma estratégia exemplar: repercussão seletiva. O pluralismo de fachada convoca pretensos especialistas para declarar o que o repórter quer ouvir. Mata-se a notícia. Cria-se a versão.

Certos setores da imprensa, vez por outra, têm caído nessa tentação antijornalística. Trata-se de uma prática que, certamente, acaba arranhando a credibilidade. O leitor não é tonto. A verdade, cedo ou tarde, acaba se impondo. O brilho da pauta construída com os ingredientes da fraude é fogo de artifício. Não é ético e não vale a pena. Ainda não conseguimos, infelizmente, superar a síndrome dos rótulos. Insistimos, teimosamente, em reduzir a vida à pobreza de quatro clichês: direita, esquerda, conservador, progressista. Tais epítetos, estrategicamente pendurados, têm dupla finalidade: exaltar ou afundar, gerar simpatias exemplares ou antipatias gratuitas.

A precipitação e a falta de rigor são outros vírus que ameaçam a qualidade. A incompetência foge dos bancos de dados. Na falta de pergunta inteligente, a ditadura das aspas ocupa o lugar da informação. O jornalismo de registro, burocrático e insosso, é o resultado acabado de uma perversa patologia: o despreparo de repórteres e o descuido com a edição. Quando editores não formam os seus repórteres, quando a qualidade é negligenciada, quando as pautas não nascem da vida real, mas de pauteiros que não sentem a vibração da vida, é preciso ter a coragem de repensar todos os processos.

A revalorização da reportagem, pautas próprias e o revigoramento do jornalismo analítico devem estar entre as prioridades estratégicas. É preciso atiçar o leitor com matérias que rompam a monotonia do jornalismo de registro. Menos aspas e mais apuração. Menos Brasília e mais País real. O leitor quer menos show político e mais informação de qualidade. O prestígio de uma publicação não é fruto do acaso. É uma conquista diária. A credibilidade não se edifica com descargas de adrenalina.

A crise do jornalismo está intimamente relacionada com a perda de qualidade do conteúdo, com o perigoso abandono de sua vocação pública e com sua equivocada transformação em produto mais próprio para consumo privado. É preciso recuperar o entusiasmo do "velho ofício". É urgente investir fortemente na formação e qualificação dos profissionais. O jornalismo não é máquina, tecnologia, embora se trate de suporte importantíssimo. O valor dele se chama informação de alta qualidade, talento, critério, ética, inovação.

Sem jornalismo público, independente e qualificado, o futuro da democracia é incerto e preocupante.

04/08/14
Ativistas, militantes e criminosos22/07/14
Gol de ficha suja
07/07/14
PT - a estratégia do ataque à mídia

09/06/14
A política e o crime
12/05/14
A democracia de Lula

==> Leia mais na web, neste website, ou no Blog do Noblat, nesta Coleção


Textos de Ruy Fabiano

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Ruy Fabiano neste website, onde está listada uma seleção inicial, "em construção".

Ruy Fabiano é jornalista, com curso de extensão em Ciência Política. Passou por algumas das principais redações do País: TV Tupi, O Globo, Última Hora, Editora Abril, Revista Visão, Gazeta Mercantil, Correio Braziliense e Agência Estado. Há 22 anos cobre a área política em Brasília. Foi, durante oito anos, colunista político diário do Correio Braziliense e da Agência Estado. Atualmente exerce a função de consultor político. [Fonte]

Seleção de textos de Ruy Fabiano:
16/08/14
Enigmas eleitorais

"Eduardo Campos e Marina Silva nunca foram vinhos da mesma pipa. Estavam juntos, mas não misturados. Portanto, a substituição do candidato falecido por sua vice, embora obedeça a um ritual quase sumário, não é tão simples assim.
Campos era um político na acepção da palavra: negociador, flexível, disposto a fazer um governo conciliador, com um viés de esquerda, mas sem assustar o setor produtivo e financeiro.
Marina, nem tanto. Pouco afeita a negociações, cultiva certezas e procura impor um tom quase místico a suas convicções. Não receia (nem esconde) a inflexibilidade. Daí sua biografia conflituosa, que a fez sair ressentida do PT e do governo Lula.
A junção de ambos foi obra de Eduardo Campos, que obviamente não previu a circunstância presente. Provocou controvérsias no partido, cujo agora presidente, Roberto Amaral, ex-ministro de Lula, preferia apoiar a candidatura Dilma a lançar candidato próprio. Cabe-lhe agora presidir o imbróglio partidário.
A agenda de Marina Silva é confusa. De um lado, sustenta os mais ortodoxos princípios do ambientalismo; de outro, admite manter fundamentos da economia de mercado. Só não explica como conciliá-los – o que não é impossível, mas requer esclarecimentos, até hoje não fornecidos.
Por isso, é criticada tanto pela esquerda quanto pelos liberais, não inspirando confiança a nenhum dos dois. Sua atuação quando da votação do Código Florestal causou espanto: queria reduzir a área agrícola do país e causar óbices ao agronegócio." (...)


09/08/14
Cenas da vida política
26/07/14
Militância diplomática
19/07/14
A sinuca do PT (e do país)
12/07/14
O tribunal da História - por Ruy Fabiano

==> Ler mais na web ou no Blog do Noblat, nesta Coleção


Alerta Total - Website de Jorge Serrão

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando links para acesso direto à algumas matérias do website Alerta Total do jornalista Jorge Serrão (foto), a partir desta página do WirelessBrasil. 

Jorge Serrão (foto), 43 anos, é Jornalista, Radialista e Professor de Comunicação e Marketing. HR

Abaixo está uma coleção parcial dos artigos publicados no Alerta Total:
16/08/14
A Tragédia do Voto Obrigatório - por Jorge Serrão

Na rota do desastre - por Luiz Sérgio Silveira Costa

O Cachorro Louco - por Paulo Roberto Gotaç

Mais uma Autocrítica Pós-Socialismo Real - por Carlos I. S. Azambuja

15/08/14
Após luto por Eduardo Campos, PSB pode seguir com Marina, trocá-la por Aécio ou fechar de novo com Dilma - por Jorge Serrão

Voto nulo aliado do PT - por Helio Duque

O papel de um banco - por Arthur Chagas Diniz

==> Ver links para os "posts" anteriores (2014) aqui ou ler diretamente no Alerta Total


Textos de Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa neste website do WirelessBRASIL.

Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa
é professora e tradutora, e escreve semanalmente para o Blog do Noblat desde agosto de 2005. Ela também tem uma fanpage e um blog – Maria Helena RR de Sousa

Anotação em seu blog: "Só adianto que sou colaboradora entusiasmada do Blog do Noblat, onde tento aprender, com o mestre e amigo, duas coisas que julgava impossível aprender na tenra idade em que estou: ser mais paciente e menos rebelde". HR

Seleção de textos de Maria Helena RR de Souza:
15/08/14
'Nós somos feitos do tecido de que são feitos os sonhos'

(...) "Foi na véspera de morrer, nessas entrevistas, que Eduardo começou verdadeiramente sua campanha, com um discurso que há muito esperávamos da oposição: dizer o que precisa ser dito e não tatear o terreno, com medo de desagradar os poderosos. Marina Silva, muito abatida, pouco falou anteontem. Mas o que disse levou-me a rever meu receio quanto a ela e a torcer para que o PSB se una em torno de seu nome: Foram dez meses de intensa convivência em que começamos a fiar juntos a esperança de um mundo melhor e mais justo, destacou a candidata ao se referir a Eduardo.
Fiar juntos.
Para o povo não desistir do Brasil, conforme apelo de Eduardo, é preciso que os sonhos tecidos por Eduardo e Marina para um mundo melhor e mais justo se tornem realidade a partir de outubro."

11/08/14
Montanha Russa


08/08/14
Vai encarar o Voto Nulo?
 
No dia 2 de agosto, ele publicou, na Folha, um texto de grande utilidade. Onde explica, desenha, o que acontece com o voto branco ou nulo. Começa por explicar que num eleitorado de 100 milhões, ganha quem obtiver 50 milhões mais um de votos. E acrescenta:
“Só que, se 20 milhões forem brancos ou nulos, a soma dos votos válidos cai para 80 milhões – e vencerá no primeiro turno o político que receber, pelo menos, 40 milhões mais um de apoios”.
Pois é. Quanto mais votos nulos, menos votos são necessários para uma vitória no primeiro turno!
As últimas pesquisas mostram dona Dilma na frente, sem larga margem para o segundo colocado. Mas se a campanha do Voto Nulo vingar, ela está eleita.

04/08/14
Os bons ares da Granja do Torto

01/08/14
Confiança

==> Leia mais textos na web, neste website ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


Blog do Marco Antônio Villa

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando, neste website, os links para acesso direto aos "posts" do Blog do Marco Antônio Villa.  HR

Marco Antonio Villa (foto) é Bacharel e Licenciado em História, Mestre em Sociologia e Doutor em História. Professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos (1994-2013).

Trecho de um comentário de Marco Antônio Villa:
"“O partido aparelhou o Estado”, adverte Villa. “Não só pelos seus 23 000 cargos de nomeação direta. Transformou as empresas e bancos estatais, e seus poderosos fundos de pensão, em instrumentos para o PT e sua ampla clientela. Estabeleceu uma rede de controle e privilégios nunca vista na nossa história. Em um país invertebrado, o partido desmantelou o que havia de organizado através de cooptação estatal. Foram distribuídos milhões de reais a sindicatos, associações, ONGs, intelectuais, jornalistas chapa-branca, criando assim uma rede de proteção aos desmandos do governo: são os tontons macoutes do lulopetismo, os que estão sempre prontos para a ação.”

Seleção de textos do Blog do Marco Antônio Villa e outras fontes:

Artigo
Leia na Fonte: Noblat / O Globo
[12/08/14]  Os jihadistas tupiniquins - por Marco Antônio Villa
(Íntegra)

O auge do jogo sujo será justamente na breve campanha do segundo turno, onde calúnia tem muito mais efeito eleitoral.

Estamos a menos de dois meses das eleições. Mas não parece. Há um clima de desânimo, de desinteresse, de enfado. Acreditava-se que, após o fim da Copa do Mundo, as atenções estivessem concentradas no processo eleitoral. Ledo engano. A pasmaceira continua a mesma. Agora, o divisor de águas é o horário gratuito que começa dia 19. Para o PT, este é o clima ideal para a eleição presidencial. Quanto menor o interesse popular, maior a chance de permanecer mais um quadriênio no poder. O partido tem, inclusive, estimulado discretamente campanha pelo voto nulo ou branco. Sabe que muitos eleitores estão desanimados com a política, justamente com as mazelas produzidas pelo próprio petismo.

A desmoralização das instituições foi sistematicamente praticada pelo partido. A compra de maioria na Câmara dos Deputados, que deu origem ao processo do mensalão, foi apenas o primeiro passo. Tivemos a transformação do STF em um puxadinho do Palácio do Planalto. O Executivo virou um grande balcão de negócios e passou a ter controle dos outros dois poderes. Tudo isso foi realizado às claras, sem nenhum pudor.

Não há área do governo que nos últimos anos tenha permanecido ilesa frente à sanha petista. Todos os setores da administração pública foram tomados e aparelhados pelo partido. Os bancos, as empresas estatais e até as agências reguladoras se transformaram em correrias de transmissão dos seus interesses partidários.

Imaginava-se que, após a condenação dos mensaleiros, o ímpeto petista de usar a coisa pública ao seu bel-prazer pudesse, ao menos, diminuir. Nada disso. Os episódios envolvendo a Petrobras demonstram justamente o contrário. E mais: neste caso levaram ao descrédito total os trabalhos de uma Comissão Parlamentar de Inquérito e desmoralizaram mais uma vez o Legislativo.

As ações seguem um plano de que o partido é o elemento central da política, nada pode ocorrer sem a sua anuência. Esta estrutura tentacular tem enorme dificuldade de conviver com a democracia, a alternância no governo e com o equilíbrio entre os poderes. A insistência em impor o projeto dos conselhos populares — uma espécie de sovietes dos trópicos — faz parte desta visão de mundo autoritária.

O maior obstáculo para o PT é a existência do Estado Democrático de Direito. O partido tem como objetivo estratégico miná-lo diuturnamente. Suas ações chocam-se com a “institucionalidade burguesa”.

O PT usará de todos os meios para se manter no poder. Manteve até aqui a campanha em banho-maria, como era do seu interesse. Mas com a permanência de Dilma em um patamar que vai levar a eleição para o segundo turno — isto hoje é líquido e certo —, o partido vai abrir a sua caixa de ferramentas, como o fez em 2006 e 2010.

O uso da internet para desqualificar seus opositores é realizado há um bom tempo. O PT tem um verdadeiro exército de jihadistas prontos para o ataque. O recente episódio de mudanças no perfil de jornalistas na Wikipedia é café pequeno frente ao que vem por aí. O auge do jogo sujo será justamente durante a breve campanha do segundo turno, onde uma calúnia tem muito mais efeito eleitoral, principalmente se divulgada às vésperas da eleição.

As modificações ocorridas no Tribunal Superior Eleitoral passaram em branco. É bom que a oposição fique atenta, pois quem vai presidir a eleição é um ex-funcionário do Partido dos Trabalhadores e ex-advogado de um sentenciado no processo do mensalão, José Dirceu. O presidente do TSE é o ministro Dias Toffolli.

Neste processo chama a atenção a ação de Lula, seu líder máximo — e único, na verdade. Tem se mantido — até o momento — discreto na campanha eleitoral. Visitou alguns estados e mesmo em São Paulo tem participado pouco das atividades. Pode ser que tenha sentido um cheiro de derrota no ar e está buscando preservar sua figura. No caso da eleição paulista, isto já é definitivo. Seu candidato já está derrotado. Esperto como é, pode já estar iniciando a campanha de 2018. E com o figurino de salvador da pátria.

Frente a este quadro é que a oposição precisa exercer o seu papel. Nesta eleição tem agido com mais consistência, buscando alianças regionais e um discurso mais simples e compreensível para o eleitor. Tem atuado melhor, mas distante do que se espera de uma oposição no grave momento histórico que vivemos.

Eduardo Campos tenta — mas tem muita dificuldade — de encarnar o figurino oposicionista. Afinal, permaneceu mais de um decênio apoiando o governo, inclusive exercendo função ministerial. Mas teve ousadia em se lançar candidato.

É Aécio Neves que tem de exercer o papel de opositor do petismo. Tem se esforçado, é verdade, porém a campanha ainda não empolgou. Conseguiu habilmente construir bons palanques estaduais. Diversamente de 2010 rachou o apoio petista no trio de ferro da política brasileira. Em Minas Gerais deve ter uma grande vitória. Em São Paulo, se conseguir colar a sua candidatura à de Geraldo Alckmin, pode ter a maior vitória do partido no estado desde o restabelecimento das eleições diretas. Conseguiu um raro feito no Rio de Janeiro, rachando o bloco de apoio à petista que foi importante em 2010. Deve surpreender no Nordeste tendo uma boa votação, rompendo com o domínio petista, como na Bahia. Mas ainda é pouco.

A máquina autoritária petista pode ser derrotada. Os dois próximos meses são decisivos. O PT vai usar todas as suas armas. Sabe que é uma batalha de vida ou morte, pois longe do aparelho de Estado não consegue mais sobreviver."

15/07/14
Montoro, pedagogo da política
08/07/14
Os desiludidos da República

03/06/14
O governo acabou
06/05/12
Adeus, PT
08/04/14
Os gigolôs da memória
28/03/14

==> Ler mais aqui ou no Blog do Marco Antônio Villa


Blog de Ruth de Aquino

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando, neste website, os links para acesso direto aos "posts" do Blog de Ruth de Aquino.  HR

Ruth de Aquino (foto) é jornalista com mestrado em Mídia na London School of Economics e tese sobre Ética. Trabalhou na BBC, foi correspondente em Londres e Paris, editora internacional, diretora de redação e redatora-chefe. Ler mais  Email: raquino@edglobo.com.br. Twitter: @ruthdeaquino

Seleção de textos do Blog de Ruth de Aquino:

08/08/14
A força dos nulos, brancos e indecisos
(Íntegra)
"Eles são 24%, quase um quarto do eleitorado brasileiro. Tenho simpatia por esse exército de deserdados, órfãos, ou qualquer nome que se queira dar aos 34 milhões de brasileiros aptos a votar, mas dispostos a abrir mão de escolher o próximo presidente. Os dados são da última pesquisa do Ibope, divulgada na quinta-feira.

Tenho simpatia, mas, diante da encruzilhada em que se encontra o Brasil, sinto vontade de dizer: escolham um candidato, mesmo que não estejam totalmente convictos, mesmo que tenham de cobrar depois. Sou contra o voto obrigatório, por considerar o voto um direito e não um dever. Mas, se assim é a lei em nosso país, vamos votar em alguém, está combinado?

Não cruzem os braços, não sejam meros espectadores, não se apoiem na falsa comodidade de pensar que nada têm a ver com isso que está aí. Numa democracia, somos todos responsáveis, em algum grau, pelos rumos da cidade, do Estado e do país.

São vários os sentimentos por trás da vontade de anular ou deixar branco o voto, cara a cara com a urna. Desencanto, revolta, indiferença, impotência, desinformação, desconfiança. Vontade de não se misturar à corja de políticos que só sabem aumentar os impostos e roubar a educação, a saúde, a habitação, o transporte, a segurança. Mentem com desfaçatez. E roubam até dos pobres.

Simpatizo com os nulos, brancos e indecisos, mas jamais consegui, na hora de votar, assumir esse “protesto” inútil. Lamento que o eleitor jovem tenha se afastado, diante da sucessão de escândalos e alianças sujas no partido que mais prometeu ética na recente história política brasileira. Entre 2010 e 2014, caiu 31% o número de eleitores entre 16 e 18 anos. Por que, Lula? Por que, Dilma? Por que, oposição? É uma questão de agenda, arrogância, credibilidade ou tudo junto?

Muitos jovens também se desiludiram com a violência e o vandalismo dos protestos de rua. Protestos que começaram vestidos de branco e terminaram de preto. Numa ditadura, o extremismo se entende. Numa democracia, é patético. Foi covarde e nojenta a repressão policial – de uma truculência e omissão inaceitáveis. Mas os autoproclamados líderes dos protestos afastaram o povo, que não quer um país em chamas.

Há quase 142 milhões de eleitores no Brasil. De acordo com a última pesquisa do Ibope, Dilma Rousseff (PT) tem 38%; Aécio Neves (PSDB), 23%; Eduardo Campos (PSB), 9%; outros, 6%. Os nulos, brancos e indecisos somam 24%. Mais que o segundo colocado na disputa para a Presidência.

Trinta e quatro milhões de brasileiros, a dois meses das eleições, não têm em quem votar para presidente, por rejeição ou desinteresse. No mundo, somente 37 países têm mais habitantes – não eleitores – que nosso exército de órfãos da política.

Esse enorme contingente é valioso para todos os candidatos, porque quem já decidiu dificilmente mudará o voto, a não ser que a campanha revele algo catastrófico. Até agora, a disputa anda tão fria nas ruas que lembra a Copa do Mundo. Provavelmente continuará assim, incendiando apenas as redes sociais, que têm estado intragáveis com a invasão dos militantes.

Campos, na ansiedade de subir para dois dígitos e conquistar os indecisos, afiou um discurso de terceira via, pela educação em tempo integral em todas as classes sociais, e afirmou: “Os únicos que não governarão com Renan, Sarney e Collor somos nós, Marina e eu”.

A nova classe média, cortejada pelo PT, anda ressabiada. Segundo uma pesquisa do Data Popular, 32% da classe C acha desesperadora a situação. Para 69%, está difícil pagar as contas de manutenção da casa e de comida. Com malabarismos, a classe C tenta fazer o gasto caber no orçamento. Um exercício que o governo ignora. Os gastos públicos aumentam sem parar. O Planalto sabe que o povão não lê nada sobre economia, e muitos nem recebem conta de luz.

Se você não quiser ou não puder apagar a luz e se mudar do Brasil, pense bem antes de votar nulo ou branco. Informe-se e decida. É aqui, neste país onde crescem os filhos e os netos, que as mudanças precisam acontecer. Todos os candidatos sabem disso. Tanto que os três prometem mudar.

Não dá para conviver com esse noticiário escabroso de roubalheira oficial, escolas depredadas e sem professores, hospitais sem higiene, sem leitos, sem equipamento e sem médicos, barracos sem sistema de esgoto, mares e lagos poluídos, assaltantes e PMs que matam e estupram.

É nocivo para a saúde ver como o Brasil maltrata os honestos e enriquece larápios. Vote em Dilma. Vote em Aécio. Vote em Campos. Mas vote mesmo, na hora da verdade."

05/08/14
Os abutres e a carniça
29/07/14
O eleitor bolado
23/07/14
Nossa guerra particular
14/07/14
Que falta faz um bom líder


==> Leia mais aqui ou no Blog de Ruth de Aquino


Reportagem
Leia na Fonte: Estadão
[11/08/14]  Consultoria diz a clientes que Dilma é manutenção da 'mediocridade' - por Letícia Sorg e Gustavo Porto (Íntegra)

Em relatório sobre cenário eleitoral, economistas avaliam que "poste se transformou em porrete" e que situação atual da presidente deixa adversários em situação "desencorajante"

São Paulo - A consultoria Rosenberg Associados divulgou nesta segunda-feira relatório a seus clientes em que diz que "só muita torcida contra pode impedir uma pessoa racional de perceber como Dilma é favorita" e que a confirmação do cenário mais provável para as eleições mostra "continuidade da mediocridade, do descompromisso com a Lógica, do mau humor prepotente do poste que se transformou em porrete contra o senso comum".

No relatório, assinado pela economista-chefe, Thaís Zara, pelos economistas Rafael Bistafa e Leonardo França Costa e pelo estagiário Eduardo Soares Bueno, a consultoria afirma que a presidente Dilma Rousseff (PT) está "plantada numa sólida diferença para os demais que, se não é confortável, é desencorajante" para os adversários, que terão bem menos tempo no horário eleitoral do que a petista. Para a Rosenberg, Dilma vai usar seu tempo para "alertar a classe baixa de que a elite está tentando anular suas conquistas e trazer de volta um passado de dificuldades".

Ainda no comentário, a consultoria diz que, com o cenário mais provável de reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB), São Paulo "tem tudo para continuar sendo o bastião da resistência ao bolivarismo". Na avaliação da Rosenberg, é "muito profunda a admiração do povo pelo seu governador discreto, muito enraizada a rejeição ao petismo para este quadro se alterar". Já ao Senado, a consultoria vê uma disputa "emocionante", em que a "rejeição visceral a (José) Serra equilibra a luta contra o surpreendente (Eduardo) Suplicy e o politécnico (Gilberto) Kassab".

O relatório ainda cita as denúncias da ex-contadora do doleiro Alberto Youssef na revista Veja para dizer que "mudam os práticos no Poder, mas não suas práticas".

Consultada pelo Broadcast Político, serviço em tempo real da Agência Estado, a economista-chefe, Thaís Zara, afirmou que o posicionamento da consultoria é de independência. "Não temos ligação com nenhum partido político."

No final de julho, um informativo elaborado pelo banco Santander com análise de conjuntura econômica apostava em piora da economia caso Dilma subisse nas pesquisas de intenção de voto. O texto provocou mal-estar entre integrantes do Palácio do Planalto e o PT criticou a conduta da instituição por entender que o informe poderia interferir na decisão do voto.

A direção do banco se retratou publicamente e informou que os responsáveis pelo texto seriam demitidos. Dias depois, ao comentar o episódio, Dilma disse ser "inadmissível" que setores do mercado financeiro interfiram no processo eleitoral.


Comentário
Leia na Fonte: Blog do Noblat
[11/10/14]  Não se meta, Dilma! - por Ricardo Noblat
(Íntegra)

O que essa gente do governo Dilma Rousseff, ela incluída, imagina mesmo que somos? Um bando de idiotas? Ou de ignorantes? Incapazes de distinguir entre o falso e o verdadeiro?
Vai ver parecemos dispostos a ser enganados desde que não nos apertem os bolsos. Nem revoguem direitos e benefícios obtidos a duras penas. Ou que nos foram concedidos em troca de votos.

Pois é...

Os aloprados estão de volta!

Perdão. Os aloprados não estão de volta. Estão de volta aqueles que a cada eleição tentam por meios escusos influenciar seus resultados.

Lula chamou de aloprados os membros de sua campanha à reeleição que montaram um falso dossiê para enlamear a imagem dos candidatos do PSDB a presidente da República (Geraldo Alckmin) e ao governo de São Paulo (José Serra).

Aloprado é um tipo inquieto. Ou amalucado. Sem juízo. Apenas isso.

Na época, ninguém contestou o uso impróprio do inocente adjetivo para identificar, de fato, manipuladores da vontade popular. Sinto muito, mas era disso que se tratava.

Agora será diferente?

Como qualificar os que agiram para transformar a CPI da Petrobras numa despudorada farsa? Uma CPI que poderia afetar o resultado da próxima eleição presidencial.

Ali havia um grave malfeito a ser investigado capaz de alcançar Dilma a poucos meses da sua sucessão. A Petrobras fez um dos piores negócios de sua vida ao comprar a refinaria de Passadena, nos Estados Unidos.

O negócio foi aprovado pelo Conselho de Administração da companhia presidido por Dilma. Respondam com franqueza: o que foi feito da gestora tida por Lula como exemplar?

Dilma alegou que se baseara num parecer técnico “falho” quando avalizou a compra da refinaria. E que o autor do parecer já fora demitido da diretoria da Petrobras.

Descobriu-se, afinal, que o demitido, assim como a atual presidente da companhia, receberam de véspera as perguntas que lhe seriam feitas por senadores do governo escalados para integrar a CPI.

Uma ação entre amigos. Ou melhor: um crime!

Sob pressão do governo, o Tribunal de Contas da União (TCU) retirou o nome de Dilma da lista dos eventuais culpados pelo prejuízo de US 792,3 milhões contabilizados pela Petrobras.

Deixou de fora da lista o nome da presidente da Petrobras, Graça Foster. E por fim adiou o julgamento do caso. Graça não poderia dispor de melhor advogado de defesa – Dilma, que a nomeou para o cargo.

Lembram-se da vez que Lula se referiu a Sarney como “um homem incomum?” Foi a maneira que achou para socorrer o fiel aliado, suspeito de alguma tramoia.

Graça é “uma mulher incomum”, sugeriu Dilma. Que decretou: “Nós não achamos que pese contra ela qualquer processo de irregularidade”. Nem contra o marido de Graça, prestador de serviços à Petrobras.

Seria mais razoável que Dilma correspondesse ao que se espera de quem ocupa o cargo mais importante da República, deixando o TCU livre para decidir se lançará o nome de Graça no rol dos responsáveis pelo negócio de Pasadena.

Ninguém pediu a opinião dela sobre Graça. Ninguém. E não interessa ao tribunal – e não deve interessar - o que pensa Dilma de sua amiga de fé, irmã, camarada.

O poder costuma cegar quem o exerce.

Embora carente de talento para estar onde foi posta por Lula, Dilma entende que merece se reeleger porque fez um governo estupendo, inesquecível.

Por certo, inesquecível, sim...

De resto, é tamanha a fraqueza dos seus adversários que ela tem tudo para se reeleger. Se os fados ajudarem, no primeiro turno.


Textos de Elio Gaspari.

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Elio Gaspari neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Elio Gaspari é um jornalista e escritor ítalo-brasileiro. Nascido na Itália, Gaspari chegou ao Brasil em 1949.  Começou a carreira jornalística num semanário chamado Novos Rumos, e depois foi auxiliar do colunista social Ibrahim Sued, passando a seguir por publicações de destaque, como o Diário de São Paulo, a revista Veja e o Jornal do Brasil. Em seus artigos, trata com ironia as personalidades. Para tanto, lança mão de personagens como Madame Natasha, professora de português que "condena a tortura do idioma" e vive concedendo "bolsas de estudo" àqueles que se expressam de modo empolado. Já Eremildo, o idiota, é uma sátira aos que usam indevidamente o dinheiro público. Ler mais na Wikipédia.  HR

Seleção de textos de Elio Gaspari:
10/08/10
Enfim, o início da campanha

(...) "Grosso modo, um terço do eleitorado não vota em Dilma. Este é o índice de rejeição do PT desde 2002. Aécio Neves e Eduardo Campos continuam fazendo campanhas destinadas a converter os crédulos. O crédulo dobra seu ódio ao PT, mas seu voto continua do mesmo tamanho.Na televisão, Dilma entrará com o dobro do tempo dos seus dois adversários, os efeitos especiais de João Santana e, para o bem ou para o mal, 12 anos de poder. Imaginando-se um casal — Waldemar e Mariluce — com os problemas e projetos de uma família com renda de três salários-mínimos, o que é que Aécio e Campos vão botar na mesa? Quem souber, como diria Ancelmo Gois, mande cartas para a redação."

08/08/14
Dilma Rousseff, mulher de sorte
03/08/14
Os empreiteiros no escurinho do recesso
27/07/14
Parolagem

==> Leia mais na web, neste website ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


Website do Percival Puggina

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando, neste website, os links para acesso direto à uma seleção de artigos do Portal Puggina.org

Percival Puggina (foto), 68 anos, é arquiteto, empresário, escritor e titular do site www.puggina.org.
Escreve, semanalmente, artigos para vários jornais do Rio Grande do Sul, entre eles Zero Hora, além de escrever o seu próprio blog e em outros websites. Sua coluna é reproduzida por mais de uma centena de jornais.
É considerado um dos mais combativos adversários do PT no Rio Grande do Sul.
É autor de "Crônicas contra o totalitarismo"; "Cuba, a tragédia da utopia" e "Pombas e Gaviões". É membro do grupo Pensar+.  HR

Clique aqui  para ver a relação de seus artigos.

Abaixo está uma seleção de matérias recentes:
11/08/14
COMO DAR-SE VIDA A UM FANTASMA

(...) Da mesma forma como o discurso contra as medidas "neoliberais" acabou levando o PT ao governo, aquelas mesmas medidas sustentaram o discurso fanfarrão de Lula durante oito anos. A lua de mel com a fartura, em praia calma, vento suave e céu azul não pode durar sempre. As prodigalidades se juntaram às tormentas internacionais. E o país passou a andar para trás. E se alguém, com um pingo de lucidez, diz ser isso o que está acontecendo, lá vem o governo com seu Risadinha de gente grande a esconjurar, desta feita, "o mercado"."

08/08/14
REVOLUÇÃO LENTA, GRADUAL E SEGURA

05/08/14
O GOVERNO RICO JÁ NÃO VÊ O POVO POBRE
03/08/14
BRIGA COM OS NÚMEROS
01/08/14
LULA E AS ELITES

29/07/14
A REFORMA POLÍTICA DA CNBB, OAB E OUTROS. QUE OUTROS?

23/07/14
ONDE A REALIDADE MELHOR SE ESCONDE
20/07/14
CONSULTEM O PCC
08/06/14
SE CONSELHO FOSSE BOM... (sobre o Decreto 8.243/2014)

==> Ler mais aqui ou no Blog do Percival Puggina


Textos de Carlos Alberto Sardenberg

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Carlos Alberto Sardenberg neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Carlos Alberto Sardenberg, jornalista, é âncora do programa CBN Brasil, veiculado de segunda a sexta, das 12 às 14 hs, pela CBN, rede nacional de radiojornalismo. É comentarista econômico dos programas noticiosos da CBN, do Jornal das Dez (da Globonews) e do Jornal da Globo, da TV Globo. Escreve uma coluna em O Estado de S.Paulo, às segundas-feiras, e outra, às quintas-feiras, no jornal O Globo. (...) Em 43 anos de jornalismo, trabalhou como repórter, redator e editor nos jornais O Estado de S.Paulo, Jornal do Brasil e Folha de S.Paulo. Nas mesmas funções, trabalhou ainda nas revistas Veja e IstoÉ. Ler mais "resumo biográfico". HR

Seleção de textos de Carlos Alberto Sardenberg:

07/08/14
Pode?

(...) "Mas, além de ser uma questão complexa em qualquer democracia, há entre nós um bloqueio político/eleitoral. O pessoal foge de escolhas concretas, fica no princípio geral que não compromete, mas também não resolve as diferentes situações.
Vamos falar francamente: excetuando as minorias que querem subverter a ordem capitalista, somos todos a favor da livre manifestação das ideias e também achamos que a ordem pública deve ser mantida. OK. Mas uma manifestação pode bloquear a entrada de um hospital ou de uma escola ou de uma repartição que atenda o público? O grevista pode tentar convencer o não grevista? E se o não grevista não quiser ouvir? A autoridade pública, democraticamente eleita, pode vetar manifestações em determinadas áreas da cidade ou em determinados horários? É livre o bloqueio do trânsito, como parecer ser por aqui? O grupo político tem que comunicar previamente data e trajeto da manifestação ou pode sair por aí? A polícia pode bloquear um grupo de mascarados que se aproxima de um banco, uma loja ou um prédio público? Pode prender por suspeita de que haverá um saque ou só pode agir depois que o saque começa? Aliás, o que caracteriza uma manifestação? (A reunião de duas ou mais pessoas, diz a Corte americana).
Resumo da ópera: a lei e as cortes, democraticamente, precisam dizer concretamente o que pode e o que não pode."


31/07/14
O dinheiro e a informação
10/07/14
Importar é a solução
26/06/14
Na balada
12/06/14
Só queremos o hexa

==> Leia mais na web, neste website ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


Textos de Mary Zaidan

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Mary Zaidan neste website, onde está listada uma seleção inicial, "em construção".
 
Mary Zaidan é jornalista. Entre 1978 e 1985, foi repórter na emissora de rádio do Governo do Estado de Minas Gerais, a Inconfidência. Migrou para o jornalismo impresso, como subeditora de política no Jornal de Domingo (Belo Horizonte/MG). Também foi repórter de política dos jornais O Globo e O Estado de S.Paulo, em ambos na sucursal de Brasília/DF. Em São Paulo/SP, trabalhou como subeditora de política na Agência Estado, entre 1991 e 1993.
Após um período como assessora de imprensa do Governo do Estado de São Paulo, Mary Zaidan foi diretora da agência Casa do Texto. Desde 2004 assessora a agência Lu Fernandes e desde 2009 escreve artigos dominicais para o Blog do Noblat, blog político do jornalista Ricardo Noblat. Ver mais Perfil. HR

Seleção de textos de Mary Zaidan:
10/08/14
Sobre fraudes e farsas

"Certeza da impunidade, ingenuidade, burrice. Por mais que se tente, não há explicação plausível para o fato de alguém, em um computador do Palácio do Planalto, incluir trechos mentirosos e aviltantes nos perfis dos jornalistas Míriam Leitão e Carlos Alberto Sardenberg na Wikipédia. E será preciso mais do que emitir notas oficiais de repúdio e arranjar aloprados para que a Presidência da República consiga se safar.
As idas e vindas do Planalto, em apenas um dia, são provas disso.
De pronto, afirmaram não ser possível detectar a máquina de origem do crime porque os arquivos tinham sido apagados. Não convenceram nem os leigos. Depois, foram publicamente desmentidos: as impressões de uso de computadores sempre deixam rastros, indicando até mesmo quem as apagou. Mais tarde, vieram os panos quentes. Por ordem da Secretaria-Geral da Presidência, decidiu-se por uma investigação rápida – de até 60 dias – com a promessa de punição severa aos culpados.
Mas o estrago está feito: as mentiras, as ofensas, o desprezo à democracia saíram do Palácio que abriga o gabinete da presidente Dilma Rousseff." (...)

27/07/14
A Saúde em coma

20/07/14
Falta luz nos postes

06/07/14
A Copa não é dela

29/06/14
Os exorcistas

22/06/14
A criatura, por Mary Zaidan

==> Ler mais na web, neste website, ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


• 25 de julho de 1966:  O "atentado de Guararapes"

Nota de Helio Rosa:
Escrevi no topo desta coluna:
(...)
Com 73 anos de idade, acompanhei e vivenciei a história recente do país e sou testemunha ocular e sobrevivente do "atentado do aeroporto dos Guararapes", em 1966 (...)
Para não deixar este "25 de julho" passar em branco, transcrevo um texto de 2013 do jornalista Elio Gaspari.
HR

Leia na Fonte: Blog do Noblat
[15/12/13]  Eduardo Campos e o atentado de Guararapes - por Elio Gaspari

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tinha 1 ano de vida quando aconteceu o primeiro atentado terrorista de vulto da década.

No dia 25 de julho de 1966, explodiu uma bomba no saguão do aeroporto de Guararapes, onde centenas de pessoas esperavam pelo marechal Arthur da Costa e Silva, que sucederia a seu colega Castello Branco na Presidência da República.

A explosão matou um almirante, um jornalista e feriu 14 pessoas, inclusive uma criança.

Durante a cerimônia em que Ricardo Zarattini foi justamente inocentado de qualquer responsabilidade pelo episódio, Campos relembrou uma velha desconfiança: o atentado teria sido “um episódio utilizado para dividir a resistência ao golpe”.

Sem o esclarecimento de que o atentado foi obra de militantes de esquerda, sobra a suspeita de que os militares tiveram algo a ver com a coisa. Lenda desonesta.




Atentado no Aeroporto de Guararapes, Recife, 25 de julho de 1966.

Naqueles dias, explodiram no Recife três bombas. Todas colocadas por um grupo ligado à Ação Popular, a AP. Quem montou e colocou o explosivo no aeroporto foi Raimundo Gonçalves Figueiredo, o “Raimundinho”.

Vindo para o Rio, e militando na VAR-Palmares, detonou mais duas bombas e foi assassinado em 1971.

Eduardo Campos já tinha 25 anos quando Jacob Gorender esclareceu que Zarattini nada tinha a ver com o atentado. Gorender sabia a identidade do autor.

O governador tinha 30 anos quando o “Jornal do Commercio” do Recife publicou uma reportagem definitiva sobre o assunto. Nela, havia uma entrevista do ex-padre Alípio de Freitas, que teria sido o mentor do grupo, ao repórter Gilvandro Filho.

Nas palavras de Alípio: “Morreu gente, nós lamentamos. Mas aquilo era uma guerra, tinha que haver vítimas”.


Textos de Sandro Vaia

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Sandro Vaia neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada”, (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez e "Armênio Guedes, Sereno Guerreito da Liberdade"(editora Barcarolla). E.mail: svaia@uol.com.br. HR

Seleção de textos de Sandro Vaia
:
08/08/14
Os Dialetos

(...) "A presidente, em seu peculiar modo de manejar a linguagem, explicou assim qual era a sua posição sobre o denunciado arranjo entre parlamentares e diretores da Petrobras convocados para depor na CPI que deveria apurar os supostos “malfeitos” que fizeram a empresa descarrilar em negócios nebulosos como a compra da refinaria de Pasadena e a construção da refinaria Abreu e Lima:
“Vou te falar uma coisa. Acho extraordinário. Primeiro porque o Palácio do Planalto não é expert em petróleo e gás. O expert em petróleo e gás é a Petrobras. Eu queria saber se você pode me informar quem elabora perguntas sobre petróleo e gás para a oposição também. Muito obrigada. Não é o Palácio do Planalto nem nenhuma sede de nenhum partido. Quem sabe das perguntas sobre petróleo e gás só tem um lugar. Pergunta só tem um lugar no Brasil. Eu diria vários lugares no Brasil: a Petrobras e todas as empresas de petróleo e gás”.
Nem Saussurre seria capaz de estabelecer relação entre significado e significante nessa frase." (...)


01/08/14
A roda quadrada

25/07/14
Mistérios da mente
18/07/14
É "Tois" no banco
11/07/14
Os vivos e os mortos
04/07/14
Festa de trapos coloridos

==> Leia mais na web, neste website ou no Blog do Noblat, nesta Coleção


 O famigerado Decreto 8.243/2014

Nota de Helio Rosa:
01.
Estou construindo um website sobre o tema, constituído de uma Página Inicial, um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.

02.

Chamado por um editorial do Estadão de “um conjunto de barbaridades jurídicas”,  por Reinaldo Azevedo de “a instalação da ditadura petista por decreto”, pelo jurista Ives Gandra Martins de "decreto ditatorial e que está bem na linha de um governo bolivariano",  o Decreto 8.243/2014 foi editado pela Presidência da República em 23/05/14, tendo sido publicado no Diário Oficial no dia 26 e entrado em vigor na mesma data.

O cientista político Bolívar Lamounier diz que o decreto dos conselhos “tem catinga de fascismo” na sua “flagrante inconstitucionalidade”, pela “indigência intelectual que exala” e por sua “mal disfarçada sonoridade ideológica populo-esquerdoide-fascistoide”, calculada para agradar a um certo público interno do PT e a setores externos que não digerem a democracia “burguesa”.

"A presidente Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo. Desistiu da Assembleia Constituinte para a reforma política - ideia nascida de supetão ante as manifestações de junho passado e que felizmente nem chegou a sair do casulo - e agora tenta por decreto mudar a ordem constitucional. O Decreto 8.243, de 23 de maio de 2014, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), é um conjunto de barbaridades jurídicas, ainda que possa soar, numa leitura desatenta, como uma resposta aos difusos anseios das ruas. Na realidade é o mais puro oportunismo, aproveitando os ventos do momento para impor velhas pretensões do PT, sempre rejeitadas pela Nação, a respeito do que membros desse partido entendem que deva ser uma democracia." (Fonte: Estadão)

"A defesa do decreto pelos ministros Aloizio Mercadante e Gilberto Carvalho, a quem ficariam subordinados os tais conselhos, não resiste a uma simples constatação: se boa fé política os movesse, o Congresso seria incluído na iniciativa com uma proposta em forma de projeto de lei, ainda que isso não corrigisse a inconsistência da iniciativa.
Mas como a ideia é exatamente substituir o Poder Legislativo por conselhos de composição ideológica afinada com o PT, a opção pelo decreto é autoexplicativa. O assembleísmo, do qual são retrato fiel as chamadas conferências nacionais do PT, representaria a "sociedade civil", no ideal petista de governo, onde o Congresso seria melhor se decorativo."
[João Bosco Rabello - jornalista]

Leia a íntegra do Decreto nº 8243 de 23 de maio de 2014
HR

Matérias registradas:

Leia na Fonte: diário do Comércio
[22/07/14]  Um decreto de poder - por José Márcio Mendonça
"Muito já se escreveu sobre o decreto 8.243 da presidente Dilma Rousseff , sobre participação popular na administração pública e sobre seus inúmeros efeitos deletérios – um deles a incomodar a Congresso Nacional, que é redução do papel do legislativo na elaboração das políticas públicas. Esvaziados já, Câmara e Senado mais esvaziados ainda ficariam. No limite, é uma agressão ao sistema representativo, com a instalação de uma espécie de democracia direta tupiniquim – fala-se até em um novo bolivarianismo. Para completar, o homem no governo que coordena todo esse projeto, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, alheio às críticas e à iniciativa do Congresso, por indução da oposição, de anular o decreto presidencial, anuncia um outro decreto para criar as condições financeiras para financiar o funcionamento dos Conselhos Populares. Os passos são largos para tornar o fato consumado em fato consumadíssimo." (...)

Leia na Fonte: JusBrasil
[22/07/14]  Aspectos político-constitucionais do Decreto nº. 8.243 - por Ricardo Nogueira

"Publicou-se, no dia 26 de maio de 2014, o Decreto nº. 8.243, que, a despeito de dispositivos reveladores de autêntico aperfeiçoamento dos mecanismos de participação popular, pode ser nomeado de ato institucional que desvirtua a democracia representativa ao garantir a permanente influência de partidos políticos ligados aos movimentos sociais mesmo quando não tiverem sido eleito pelo povo para tomar decisões na gestão da coisa pública. Em evidente transferência da soberania do povo aos movimentos sociais, o decreto assegura mecanismo à pressão de grupos de interesses, na atuação sobre órgãos governamentais." (...)

Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[22/07/14]  Vocação bolivariana - por Ives Gandra da Silva Martins
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[21/07/14]  Teimosia inconstitucional - Editorial
Leia na Fonte: Diário da Manhã
[18/07/14]  O Congresso é contra o Decreto 8.243 - por Edgard Gobbi
Leia na Fonte: R7
[17/07/14]  Artistas se mobilizam e engrossam coro contra conselhos populares
Leia na Fonte: Blog do Aluízio Amorim
[07/07/14]  Exclusivo! Advocacia Geral da União (AGU) entrou em ação e sites do mega-programa comunista do PT (Decreto 8.243) são "congelados"  - por Aluízio Amorim
Leia na Fonte: Blog do Aluízio Amorim
[02/07/14]  Por trás do decreto 8.243, a diabólica organização golísta do PT nos porões no Palácio do Planalto - por Aluízio Amorim
Leia na Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo / Veja
[02/07/14]  Câmara pode votar hoje Decreto Legislativo que repudia arroto autoritário da dupla Dilma-Gilberto Carvalho: o Decreto 8.243, aquele que abre a porta para o fim da propriedade privada. E não se trata de exagero. Basta ser alfabetizado e saber ler! Que não falte hombridade aos deputados para defender o Parlamento!
Leia na Fonte: Repórter Nacional
[30/06/14]  Brasil: pouco mais de 30 dias na companhia do Decreto nº 8.243 - por Thaiane Firmino
Leia na Fonte: Veja
[23/06/14]  O decreto bolivariano de Dilma e a farsa dos conselhos “populares” - por Daniel Jelin
Leia na fonte: Portal 100 Fronteiras
[21/06/14]  PT quer amordaçar sociedade civil - por Rodrigo Constantino
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[20/06/14]  O decreto e a realidade - Editorial
Leia na Fonte: O Povo Online
[19/06/14]  Dilma não vai recuar em decreto, diz Gilberto Carvalho
Leia na Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo
[16/06/14]  De novo, o Decreto 8.243, de Dilma. É golpista e bolivariano, sim! Ou: O que não me parece bom nas seis perguntas e seis respostas da Folha - por Reinaldo Azevedo
Leia na Fonte: consultor Jurídico
[16/06/14]  Política Nacional de Participação Social é quase impossível - por Carlos Henrique Abrão

==> Leia mais: Consulte o Índice de Artigos e Notícias do tema no WirelessBRASIL


Textos de Murillo de Aragão

Murillo de Aragão é advogado, jornalista, cientista político e presidente da Arko Advice Pesquisas e sócio da LRCA Advogados. É Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Distrito Federal (CEUB), é mestre em Ciência Política pela Universidade de Brasília e doutor em Sociologia (estudos latino-americanos) pelo Ceppac – Universidade de Brasília. [Ler mais "Perfil" em Blog do Murillo de Aragão e Website de Murillo de Aragão]

Seleção de textos de Murilo de Aragão:
17/07/14
Campanha ainda demora um pouco

(...) "Para a oposição, a Copa não foi boa. Não alavancou ninguém nem atrapalhou o governo. Com o final do evento, o cenário se abre para as eleições, mas a transição não será automática. O país ainda vai viver algumas semanas de letargia política, ajudada pelo recesso branco no Legislativo e pelas férias do meio do ano. Em algumas semanas, a decepção das derrotas em campo e o sucesso do evento terão sido assimilados e o front das dificuldades da presidente será mesmo a economia, que não anda bem. Porém, a campanha começará de verdade com o início da propaganda eleitoral em rádio e TV, em 19 de agosto. Até lá, o debate vai seguir em ritmo lento, tropical e relaxado. O que, de certa forma, favorece Dilma, já que quanto menor e menos intensa for a campanha melhor para ela. Sem fato novo, a campanha será decidida pela "sensação térmica" da economia."

10/07/14
O amargo chocolate alemão
04/07/14
Não existe pecado ao sul do equador
26/06/14
Desinteresse e reprovação
19/06/14
Até aqui, tudo bem!
15/05/14
O risco da propaganda destrutiva
12/06/14
Nostalgia e desconfiança ameaçam Dilma
05/06/14
Parem as máquinas
01/05/14
A omelete e os ovos da sucessão
17/04/14
Eleições diferentes
10/03/14
Financiamento e campanhas eleitorais
03/04/14
Dilma com pouco espaço para cometer erros
27/03/14
As raízes da nostalgia
20/03/014
Eleições das traições
06/02/14
O drible
30/01/14
Como sempre, mas diferente
16/01/14
A bola da vez
09/01/14
Meta cumprida
25/12/13
2013: o ano que não vai acabar

==> Leia mais na web ou no Blog do Noblat


Textos de Dorrit Harazim

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Dorrit Harazim neste website, onde está listada uma seleção inicial, "em construção".

Dorrit Harazim começou a carreira jornalística em 1966 como pesquisadora da revista semanal francesa Express. Ainda em Paris, foi convidada por Mino Carta a se juntar à equipe da recém-lançada revista VEJA, em 1968. Foi repórter, editora, redatora-chefe da revista ao longo das décadas seguintes e chefiou o escritório da Editora Abril em Nova York durante cinco anos. Ao longo deste percurso recebeu 11 prêmios Abril de Jornalismo. Também trabalhou no Jornal do Brasil nos anos 1970. 
Ler mais na Wikipédia. HR

Seleção de textos de Dorrit Harazim:
27/07/14
Sem olhos em Gaza

(...) O mundo melhorou pouco de lá para cá. Hoje continua-se a tatear em Gaza, sempre às cegas. Dentro do enclave de 40 quilômetros de extensão e menos de dez quilômetros de largura vivem perto de dois milhões de palestinos ali confinados. Há três semanas eles não conseguem escapar da ratoeira transformada em campo de morte em pleno Ramadã." (...)


20/07/14
Era de incertezas
11/07/14
Seleção selfie: espetaculosa até o fim
06/07/14
O califado de olho em Messi
29/06/14
Aquarela do Brasil
22//06/14
O gol mais patético da história
08/06/14
O resgate do soldado Bergdhal
01/06/14
Um grito de sanidade
25/05/14
Visita ao Museu de História Não Natural
11/05/14
O papelão feminista fiel a Clinton
27/04/14
Pátria e morte
13/04/14
A arte de pedir desculpas à História
06/04/14
Dois diagnósticos
23/03/14
Por trás de uma cadeira

==> Leia mais na web, neste website ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


Operação Porto Seguro
• Rosemary Noronha & Lula da Silva: Uma vergonha!

Nota de Helio Rosa:
Em 23 de março de 2013 iniciei uma série de 11 "posts" no Bloco  Resistência sobre a Operação Porto Seguro. O registro está aqui.
Minha motivação foi esta matéria: "Faz 100 dias que Lula afronta o Brasil decente com o silêncio sobre o caso de polícia em que se meteu ao lado de Rose".
Por falta de agilidade, descontinuei os "posts" mas prossegui anotando as matérias sobre o assunto, que agora estão reunidas neste website sobre a Operação Porto Seguro, com o mesmo título dos "posts": Rosemary Noronha & Lula da Silva: Uma vergonha!

O website é constituído de uma Página Inicial com um Resumo e o Acompanhamento dos principais eventos ao longo do tempo. E um Arquivo de matérias que pode ser acessado através deste link: Índice de artigos e notícias.

Para que o tema não caia no esquecimento, passo a referenciar neste espaço, diariamente, três matérias do Arquivo sobre a Operação Porto Seguro, segundo ordem cronológica de publicação na mídia. Data desta Nota: 04/04/14. HR

Atualização em 14/07/14:

Última matéria registrada na mídia:
Leia na Fonte: R7
[24/06/14]  MPF pede demissão de primo de Rose Noronha do Ministério dos Transportes

Matérias anteriores, do Arquivo do WirelessBRASIL:
Leia na Fonte: Estadão
[27/11/12]  Governo monta estratégia para blindar Planalto de respingos da operação da PF - por Denise Madueño

Leia na Fonte: Noblat - Origem: O Estado de S. Paulo
[27/11/12]  Tolerância continuada - por Dora Kramer

Leia na Fonte: Veja / Blog do Reinaldo Azevedo
[27/11/12]  Lula, o “homem cordial”, não concedeu passaporte diplomático apenas à sua família nuclear, não; Rose também tinha o seu. Assim, sim!- por Reinaldo Azevedo

Leia na Fonte: Noblat / O Globo
[27/11/12]  Para o PT a história sempre se repete - por Marco Antonio Villa

Leia na Fonte: Noblat
[27/11/12]  Situação delicada - por Merval Pereira

Leia na Fonte: Veja
[26/11/12]  Grampo complica situação de Rose

Leia na Fonte: Veja
[26/11/12]  Filha de Rosemary de Noronha deixa cargo na Anac

Ler mais em Rosemary Noronha & Lula da Silva: Uma vergonha!


• Textos de Demétrio Magnoli

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Demétrio Magnoli neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Demétrio Magnoli é bacharel em Ciências Sociais e Jornalismo pela Universidade de São Paulo (USP), Doutor em Geografia Humana pelo Departamento de Geografia da FFLCH-USP e pesquisador do Grupo de Análises de Conjuntura Internacional (GACINT) da USP. Como docente no Ensino Superior, foi professor das disciplinas de Geografia Política e Geografia Urbana no Departamento de Geografia da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP). Na condição de pesquisador, especializou-se nas áreas de Relações Internacionais e Geografia Política, publicando diversos ensaios e obras, entre as quais O Corpo da Pátria: imaginação geográfica e política externa no Brasil (1808-1912), pela Editora Unesp, e Uma gota de sangue – história do pensamento racial (SP, Contexto, 2009). Também organizou História das Guerras e História da Paz, ambas pela Editora Contexto. Trabalhando para a Fundação Alexandre de Gusmão do Ministério das Relações Exteriores, produziu o manual de Relações Internacionais. (...) [Fonte]
Mais abaixo estão suas matérias recentes como colunista da Folha de S. Paulo.

Leia na Fonte: Noblat / O Globo
[03/07/14]  A narrativa ausente - por Demétrio Magnoli

Leia na Fonte: Noblat / O Globo
[19/06/14]  A lista do PT - por Demétrio Magnoli

Lula só pensa naquilo. Diante das vaias (normais no ambiente dos estádios) e dos xingamentos (deploráveis em qualquer ambiente) a Dilma Rousseff na abertura da Copa, o presidente de facto construiu uma narrativa política balizada pela disputa eleitoral.

A “elite branca” e a “mídia”, explicou, difundem “o ódio” contra a presidente-candidata. Os conteúdos dessa narrativa têm o potencial de provocar ferimentos profundos numa convivência democrática que se esgarça desde a campanha de ataques sistemáticos ao STF deflagrada pelo PT.

O partido que ocupa o governo decidiu, oficialmente, produzir uma lista de “inimigos da pátria”. É um passo típico de tiranos — e uma confissão de aversão pelo debate público inerente às democracias. Está lá, no site do PT, com a data de 16 de junho (Leia AQUI).

O artigo assinado por Alberto Cantalice, vice-presidente do partido, acusa “os setores elitistas albergados na grande mídia” de “desgastar o governo federal e a imagem do Brasil no exterior” e enumera nove “inimigos da pátria” — entre os quais, este colunista. (...)


Textos de Demétrio Magnoli:
12/07/2014
A razão do MTST
05/07/2014
Na marca do pênalti
28/06/2014
Pátria e partido
21/06/2014
O 'povo organizado'
14/06/2014
O califado de Mossul
07/06/2014
Supercorporativismo

==> Leia mais na web, neste website e na Folha de S. Paulo.


Textos de Joaquim Falcão

Joaquim Falcão é Doutor em Educação pela Université de Génève. LL.M. pela Harvard Law School. Bacharel em Direito pela Puc-RJ. Foi conselheiro do Conselho Nacional de Justiça de junho de 2005 a junho de 2009. Diretor da FGV DIREITO RIO.
Docente do Curso de Graduação. Docente do Curso de Mestrado. Docente do Programa de Capacitação em Poder Judiciário [Fonte]

Seleção de textos de Joaquim Falcão:

25/06/14
A eleitoralização da ética
"Qual o fator decisivo do voto? Qual é aquele que pode influenciar como última palavra na decisão do eleitor? Em geral, os fatores são aqueles concretos, palpáveis, que dizem respeito à situação econômica real de cada eleitor. A situação individual contando mais do que a situação do próprio país. “Se eu vou bem, pouco, ou menos, importa o país”." (...) "Em Pernambuco, o senador Jarbas Vasconcelos aparece, ainda preliminarmente nas pesquisas, como candidato mais votado para deputado federal. Jarbas vem de uma trajetória adversa, na oposição a Lula e a Eduardo Campos nos últimos anos. Uma das explicações possíveis para esta sua recuperação é o estilo de liderança que sempre assumiu, desde o antigo Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Liderança em favor da democracia e da ética na política.
Num momento em que faltam ao país lideranças com nitidez de comportamentos, Jarbas construiu país afora, como oposição a Lula, José Sarney, Renan Calheiros, uma permanente referência. Qual o fator que prevalecerá? E, sobretudo, qual o que distinguirá um candidato de outro?"


05/06/14
O que falta no Supremo
02/04/14
Ficha Modelo 14
19/03/14
Com quantos ministérios se faz um governo?
06/02/14
O impasse entre o Congresso e o Executivo
09/01/14
O coração da justiça está entupido
25/12/13
Justiça brasileira condena FIFA pela primeira vez
27/11/13
O Supremo sob pressão
06/11/13
Marco Civil: o relatório final
23/10/13
O Supremo Tribunal de Pequenas Causas

==> Leia mais na web ou no Blog do Noblat


Leia na Fonte: Noblat / O Globo
[21/06/14]  A tropa de choque digital do ministro - Editorial O Globo


A reunião do ministro-chefe da secretaria-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, com blogueiros e jornalistas chapas-brancas poderia ser contestada por partidos de oposição pelo fato de ter ocorrido no Palácio do Planalto.

O encontro, realizado quarta-feira e transmitido pela internet, tratou de estratégias de defesa do governo Dilma na rede mundial de computadores, com óbvias intenções eleitorais. Logo, um ato de campanha. Portanto, inadequado a um espaço cujo proprietário é o Estado e não o PT, ou qualquer outro partido.

Mas costumam ser tantas as transgressões à legislação eleitoral, e não apenas nesta eleição, que os transgressores parecem vencer pelo cansaço. No caso desse ilustrativo encontro, o mais importante terminou sendo as próprias características da reunião e a agenda discutida.

Talvez pela crescente preocupação com a tendência das pesquisas eleitorais, lulopetistas começam a se descuidar. Escancaram conversas sugestivas entre uma autoridade, blogueiros e jornalistas ligados ao PT, muitos dos quais atuam apoiados financeiramente por meio de anúncios de estatais. Recebem dinheiro público.

Essa reunião reforça a previsão de que a campanha deste ano tende à radicalização. E, como já aconteceu no passado, a internet será campo de uma guerra suja, espaço livre a calúnias e difamações. De lado a lado.

O tom já havia sido dado por Lula, líder máximo do partido, ao acusar a “elite branca” pela vaia e xingamentos a Dilma, no jogo de abertura da Copa, e responsabilizar pelo clima oposicionista a “mídia conservadora”.

Faltava esta: o PT racializar a disputa eleitoral. No lado oposto, o candidato Eduardo Campos (PSB) conclamara os eleitores a tirar os “ladrões” de Brasília. Enquanto Aécio Neves procurou razões para explicar a inaceitável ofensa pessoal à presidente da República.

O truque de animar a militância petista atiçando-a contra a imprensa profissional e independente não é novo. E o encontro de Carvalho com parte da tropa de choque petista no mundo digital serviu para atiçar ainda mais a militância. A que age muitas vezes sob anonimato na internet.

O ministro, setorista de “movimentos sociais” no governo e no PT, quer apoio da tropa à criação da rede de comissões instituída por decreto-lei e sob risco no Congresso, pois ficou evidente seu objetivo de ampliar o aparelhamento da máquina pública e drenar poder do Legislativo. “Temos de comprar esta briga!”, conclamou Gilberto Carvalho. É o que ele chama de “fazer o debate na mídia” (sic).

Em troca, os militantes digitais petistas pediram mais dinheiro público (da verba de publicidade oficial), a “regulação da mídia” (censura à imprensa profissional) e até o uso da TV Brasil como instrumento político. Se podem fazer reunião partidária no Planalto, por que não colocar a TV pública na campanha? Tem uma lógica.

O encontro de quarta ensinou tanto quanto a mais profunda análise da conjuntura política.


* A Lista Negra do PT
Leia na Fonte: Blog do Marcelo Madureira / Casseta & Planeta

[19/06/14]  Nós não temos medo!


Gostaria de agradecer, comovido, as milhares, é isso aí, milhares de mensagens enviadas de todos os cantos do Brasil (e algumas partes do Mundo também) prestando solidariedade a minha humílima pessoa, e aos meus companheiros da “Lista Negra do PT”. A minha mensagem em vídeo bate recordes de views no Youtube. Tudo isso me deixa confortado e mais forte. Não estamos sós, definitivamente não estamos sós. Muito menos tremendo acoelhados.

Mais uma coisa pessoal, muito importante: não vamos entrar nesse discurso lulo-petista que quer dividir o país. Dividir entre “nós contra eles”, “quem não está conosco é contra o Brasil”, “ricos contra pobres”, “pobres contra ricos”, “negros contra brancos”, “brancos contra negros”, “esquerda contra direita” (Meu Deus, esse confronto em pleno século 21!!!!) ,”educados contra iletrados”… todas as suas milhares de variantes .

Os lulo-petistas e seus aliados acreditam que com as suas políticas sociais, demagógicas e eleitoreiras viraram proprietários de todos os pobres e desamparados do Brasil. A sua tática irresponsável é, através da mentira e da difamação, atirar esta parcela de brasileiros, infelizmente ainda imensa, contra um outro conjunto de cidadãos cujo único “crime” é não concordar com um governo que aí está, já faz mais de 12 anos, e que só finge mudar para tudo ficar como sempre esteve.

Queremos o livre e democrático confronto de ideias. Que da saudável discussão possamos criar, juntos, todos nós, a Nação Brasileira, um projeto, não de poder, mas de Estado, e, assim, construirmos uma sociedade mais justa, mais solidária, com valores éticos, enraizada na Educação, com respeito às diferenças, com respeito à divisão de poder, inerente a toda democracia. Um país sem ódio e sem rancores. Uma Nação que possa olhar com confiança para o seu futuro e que enfrente com coragem e generosidade os enormes desafios que teremos que enfrentar.

Nós não temos medo. E também não temos ódio. Àqueles que querem nos amedrontar com ameaças e intimidações, continuaremos respondendo a cada dia, a cada hora, a cada minuto, com as nossas únicas e legítimas armas: as palavras, as ideias e os princípios. E se o Terror, por acaso, vier a nos derrotar, seguiremos em frente, pois a História demonstra que o Terror pode até ganhar momentaneamente, mas a Justiça espera, de tocaia, na próxima esquina da vida.

E tenho dito.


* "Posts" do Blog do Reinaldo Azevedo sobre a Lista Negra do PT:

23/06/14
Chefão petista se irrita com “Repórteres Sem Fronteiras” porque entidade defende liberdade de imprensa;

21/06/14
“Repórteres sem Fronteiras”, a mais importante entidade internacional de proteção ao trabalho de jornalistas, critica “a lista do PT” de “inimigos da pátria”. O mundo, ao menos, está atento à escalada autoritária. Ajudem a divulgar o texto.
19/06/14
Efeito Cantalice: multiplicam-se ameaças de agressão e morte depois de lista negra de jornalistas elaborada pelo PT. É o ódio no poder!;
18/06/14
BLOG FORA DO AR: A EXPLICAÇÃO, A SOLUÇÃO TEMPORÁRIA E O MEU AGRADECIMENTO AO PT POR SEU ESPÍRITO NAZIFASCISTA E SUA CAMPANHA EM FAVOR DO ÓDIO. O SR. CANTALICE NOMEOU OS ALVOS PARA AS SUA TROPA DE ASSALTO;
17/06/14
AJUDEM A ESPALHAR: CHEFÃO DO PT PEDE ABERTAMENTE A CABEÇA DE JORNALISTAS NA PÁGINA DO PARTIDO. ESTOU NA LISTA. NÃO SEI O QUE FARÃO OS OUTROS. ESTOU ANUNCIANDO AQUI QUE VOU PROCESSAR O SR. ALBERTO CANTALICE POR CALÚNIA E DIFAMAÇÃO. CABE INDAGAR SE CHEFÃO PETISTA NÃO ESTÁ DANDO UMA ORDEM PARA QUE ESSAS PESSOAS SEJAM AGREDIDAS NAS RUAS. É PRECISO CUIDADO! ELE É DO PARTIDO A QUE PERTENCIA CELSO DANIEL!;


30/05/14 - A foto do dia
Formação de Padilha

(Recorte de uma foto publicada no blog de Reinaldo Azevedo)


Revolução de 1964 - Os 31 dias de Março e os primeiros dias de Abril
  
Website do BLOCO Resistência - Transcrição dos jornais da época

15/04/13 (Último dia desta serie de "posts")
Revolução de 1964 - Os primeiros dias de Abril (15) - Seleção de manchetes dos dias 15 e 16 Abr 1964 + Leituras complementares

Nota de Helio Rosa:
Este "post" conclui a Série sobre a os acontecimentos no entorno do dia 31 de março de 1964. Neste website estão transcritas ou referenciadas as principais notícias dos jornais da época (aqueles cujos acervos estão disponíveis na web) que foram lembradas aqui durante todo o mês de março, com prosseguimento até o dia 15 de abril, para repercutir principalmente mais dois fatos importantes: o Ato Institucional (mais tarde chamado de nº 1) e a eleição do general Humberto de Alencar Castelo Branco para presidir o Brasil em substituição ao sr. Ranieri Mazzilli, empossado pelo Congresso, com o abandono do cargo pelo Sr. João Goulart. O "post" de hoje contém também notícias e manchetes do dia 16 de abril.

Algumas das páginas dos acervos estão com imagens precárias, impossíveis de reprodução pelo método de "reconhecimento de caracteres", mas sempre será possível a leitura na fonte. Este é objetivo deste esforço: convidar e estimular a leitura do que foi registrado para que cada um possa formar sua própria opinião!
A história do "movimento revolucionário de 31 de março de 1964" passa por uma tentativa de esquecimento (ou reformulação) por parte do governo e do partido dominante que lhe dá suporte. Se alguém tem dúvida do ocorrido, deve ler os jornais da época e consultar obras de historiadores isentos.

É importante, para se situar no tempo, lembrar que na época, Rússia, China e Cuba eram ditaduras sanguinárias e havia um fortíssimo esforço desses países para exportar o comunismo para todas as nações do mundo. O Partido Comunista Brasileiro (PCB), desde sua criação, em 1922, alternou longos períodos na ilegalidade. No governo João Goulart, derrubado pelo movimento de 1964, os comunistas continuavam na ilegalidade mas seus integrantes estavam muito infiltrados no governo, conforme comprovam os jornais da época.
Daí a enorme participação popular nas famosas "Marchas da Família com Deus pela Liberdade", também chamadas de "Marchas da Vitória", após o "31 de Março" (ver Cronologia das Marchas da Família em todo o Brasil em 1964).

O "movimento revolucionário de 1964" é um momento marcante da história do Brasil, com envolvimento de toda a sociedade, e deve ser glorificado. Sempre! Não será esquecido!
HR

==> Ler a íntegra do "post" e a transcrição das matérias

Matérias transcritas nesta página:
Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[16/04/64]  Rio festeja a posse de Castelo

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[15/04/64]  Vitória Democrática - Editorial de 15 de abril

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[16/04/64]  Cruzada cívica - Editorial de 16 de abril

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[16/04/64]  Discurso de posse do Presidente Castelo Branco

Leitura complementar:
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Humberto de Alencar Castelo Branco

Referências sem transcrição:
Manchetes
Acervo do Jornal do Brasil - Edição de 15 abril de 64
- Castelo toma posse e revela Ministério hoje
- Castelo Branco chega à Brasília ao meio-dia para tomar posse
- Brasília recebe seu quinto Presidente (coluna do jornalista Carlos Castello Branco)
- Castelo declara bens antes de de assumir a Presidência da República
- Ministro da Guerra diz que chegou a hora de a tropa voltar para o quartel
- Comando suspende direitos políticos de mais 67 pessoas
- Vitória democrática - Editorial
- PSD teme Ministério de tendência udenista
- Lacerda em S. Paulo adverte que a revolução não tolera pressão de interesses

Acervo do Jornal do Brasil - Edição de 16 de abril de 64
- Castelo condena radicalismo e anuncia reformas
- Castelo Branco vai estimular livre empresa com justiça social
- Posse do Presidente durou 45 minutos
- Mazzilli passa faixa a Castelo
- PSD deverá ter uma participação maior
- Mazzilli pede a Castelo que promova a recuperação econômica do Brasil

Acervo da Folha de São Paulo - Edição de 15 de abril de 64
- Castelo já Marechal assumirá às 16 horas
- Carta ao Presidente - Editorial
- Castelo - história em quatro etapas
- Adaptação do Regimento Interno ao Ato Institucional

Acervo da Folha de São Paulo - Edição de 16 de abril de 64
- Castelo pede ajuda a todos os brasileiros
- Escolhidos doze ministros; falta um
- Ministério menos político não chega a ser apolítico
- O Presidente de todos - Editorial
- Saneamento na Educação
- Castelo, o 1º Presidente a fazer declaração de bens
- Seis Ministros assumiram hoje

==> Ler a íntegra do "post" e a transcrição das matérias


Consulte a relação de todos os "posts" no Índice geral do  BLOCO Cidadania.
 


"Posts" sobre um mesmo tema colecionados em páginas especiais:

Coleção de "posts" em páginas especiais:

Destaques:
- Revolução de 1964 - Artigos e notícias de jornais da época, dia a dia, durante os 31 dias de Março e os 15 primeiros dias de Abril de 1964
- "Mensalão": registro resumido do dia a dia do julgamento - Atualizado até a seção do encerramento: 53º dia (17/12/12).
- Coleção de vídeos da Veja com debates sobre o julgamento do "mensalão

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O escândalo do "mensalão" 
"Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda brasileira 
O papel das oposições 
Revolução de 1964 - Os 31 dias de Março e os primeiros dias de Abril (transcrição dos jornais da época, dia a dia) 
Teori Zavascki, novo Ministro do STF
Xô, Dirceu! O povo não esqueceu!