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BLOCO TECNOLOGIA

Websites,  Páginas e "Posts" (Tecnologia) do WirelessBRASIL


Artigos e "posts" do jornalista Renato Cruz

Renato Cruz é jornalista, escreve uma coluna sobre tecnologia no jornal O Estado de S. Paulo.
É graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) desde 1995; na mesma instituição obteve os diplomas de Mestrado (2000) e de Doutorado (2006) em Ciências da Comunicação. Ler mais


Seleção de textos recentes:
26/10/14
Política de telecomunicações

Quando o Sistema Telebrás foi privatizado, em 1998, o modelo desenhado para o mercado previa que, após uma onda de fusões e aquisições, sobrariam quatro grandes grupos privados que atuariam em todo o País, com telefonia fixa e móvel, internet e televisão por assinatura, e que competiriam entre si. A ideia original era que os grupos se consolidariam em torno das quatro empresas que surgiram da Telebrás: a Oi, a Brasil Telecom, a Telesp (hoje Vivo) e a Embratel.

Dez anos depois, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que permitiu a compra da Brasil Telecom pela Oi, esse modelo foi modificado, mas somente na telefonia fixa. Hoje, existe um descasamento entre o mercado fixo (com três grandes operadoras) e o móvel (com quatro grandes).

“Na Europa, o modelo que surgiu, na maioria dos países, foi de três grandes operadoras”, afirmou Carlos López Blanco, diretor global de Assuntos Públicos e Regulatórios da Telefónica, que esteve no Brasil há duas semanas durante o evento Futurecom. A empresa espanhola é dona da Vivo. De um lado, existem dois grupos bem definidos, que são os espanhóis na Vivo e os mexicanos no controle da Claro, Embratel e Net. De outro, estão Oi e TIM, candidatas à consolidação.

A convergência do mercado móvel para três grandes atores já aconteceu na prática. Quando recentemente a Oi deixou de apresentar proposta para as novas licenças de telefonia celular de quarta geração (4G), o que se desenhou foi a divisão desse mercado em três grupos nacionais, no lugar de quatro. Compareceram ao leilão a Vivo, a Claro e a Embratel.

As telecomunicações necessitam urgentemente de um novo modelo, já que o vigente foi definido em meados da década de 1990. Para se ter uma ideia de como o modelo atual está defasado, sua base é a universalização do serviço fixo de telefonia, usando a rede de cobre. A explosão do celular e a chegada das redes ópticas já deixaram para trás essa concepção.

De lá para cá, o telefone móvel acabou sendo responsável pela universalização do serviço, presente em 92,5% das residências brasileiras, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em popularidade, o celular perde somente para a televisão, que está em 97,2% das casas do País.

O grande desafio do próximo governo é fazer avançar o acesso à internet, hoje em 42,4% das residências. O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado em 2010, não teve os resultados esperados. Nenhum dos candidatos tem um plano bem definido para as telecomunicações, insumo básico de todos os setores econômicos e ferramenta de educação e de inclusão social.

Também é preciso atualizar o desenho das empresas que atuam nesse mercado, o que passa pela situação da Oi.
(...) Ler mais

09/10/14
Por que o comando da Oi mudou
21/09/14 
Política de banda larga

Veja os Textos  anteriores de Renato Cruz
aqui, no Blog, no website ou nas Colunas do Estadão


Textos da jornalista Cristina de Luca, editora do IDGNow!

Cristina de Luca é jornalista e Editor at large do Grupo Now!Digital; é formada em Comunicação com Master em Marketing pela PUC do Rio de Janeiro e ganhadora do Prêmio Comunique-se na categoria Tecnologia em 2005 e 2010.

Seleção de "posts" recentes no Blog Circuito de Luca:

26/10/2014
Socialbakers e Lenovo criam índice de saúde social das marcas
É mais saudável aquela empresa que consegue crescer a sua presença social e manter o público engajado, compartilhando o seu conteúdo

16/10/2014
Asus Zenfone 5, um concorrente de peso para o Moto G
Com preço abaixo dos R$ 600, o aparelho Android dual SIM com processador Intel e tela Gorilla Glass de 5 polegadas é uma boa opção para quem deseja ter o primeiro smartphone

11/10/2014
e-Commerce brasileiro em estado de alerta
Crescimento está limitado pela baixa adesão de consumidores da classe C às compras online


O acesso gratuito a serviços internet no celular deve acabar? Entenda o que está em jogo

26/08/2014
O fim da TV analógica e o futuro incerto do Fórum de TV Digital

Veja os títulos anteriores aqui ou no Blog Circuito de Luca no Portal IDGNow!


Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas

Este website é constituído de uma Página Inicial que contém um Resumo e um Acompanhamento através do registro dos principais eventos ligados ao tema.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições.
Estão relacionados textos desde o ano 2000.

Aqui estão algumas matérias relacionadas:

Leia na Fonte: G1
[25/10/14] TSE faz teste final e aprova programa responsável pela apuração dos votos - por Fernanda Calgaro
O vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão (à esquerda); o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli; e o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino (à direita) (Foto: Fernanda Calgaro/G1)O vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão (à esquerda); o presidente do TSE, ministro Dias Toffoli; e o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino (à direita) (Foto: Fernanda Calgaro/G1)

O presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), ministro Dias Toffoli, participou na manhã deste sábado (25) da cerimônia de verificação dos softwares que farão a totalização dos votos no segundo turno das eleições.

Foram conferidos os sistemas que fazem a conexão entre todas as urnas eletrônicas, os Tribunais Regionais Eleitorais e o TSE para o envio dos resultados apurados em cada uma das seções eleitorais.

Segundo ele, “não há qualquer possibilidade de fraude”. “Isso [essa checagem] significa que há garantia de que aquilo que foi votado na urna eletrônica é o que está totalizado”, afirmou.

A verificação foi feita em um evento realizado na sede do TSE, em Brasília, na presença do vice-procurador-geral eleitoral, Eugênio Aragão, do secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinícius Furtado Coêlho, e representantes de alguns partidos, como o PDT e o PT.

No domingo (26), assim que for encerrado o período de votação, às 17h, no horário local, o sistema de cada seção enviará eletronicamente um conjunto de arquivos para os servidores dos tribunais regionais, incluindo o resultado apurado, o número de ausentes e informações técnicas referentes à votação.

O presidente do TSE explicou também que, ao término da votação, são emitidos vários boletins de urna, que são entregues aos fiscais dos partidos, o que permite conferir o dado da totalização separadamente por seção eleitoral.

Na cerimônia, também foi feita uma checagem de que os sistemas instalados nos equipamentos da Justiça são os mesmos lacrados e assinados eletronicamente em setembro pelo próprio ministro Dias Toffoli, o procurador-geral eleitoral Rodrigo Janot, e representantes dos partidos e coligações.

“É a conferência das assinaturas que estão nos sistemas e nos programas de transferência dos dados, desde a urna eletrônica para os TREs e dos TREs para a totalização no Tribunal Superior Eleitoral”, disse Toffoli.


Leia na Fonte: O Globo / Panorama Político
[04/10/14]  Hackers tentam invadir TSE - por Ilimar Franco


"O sistema tecnológico do TSE sofreu um ataque de hackers há duas semanas. Foram feitas 200 mil tentativas de acesso por segundo. A ofensiva dos piratas foi detida. Integrantes do Tribunal explicam que, se a operação tivesse êxito, poderia provocar um “entupimento da totalização” dos votos. Isso poderia retardar o anúncio do resultado amanhã e daria munição para derrotados se apresentarem como vítimas de fraudes.
O ataque e a eleição de amanhã
O bombardeio dos hackers foi detectado pelo aparato de defesa, constituído por clones do sistema verdadeiro espalhados pelo mundo. Para conter a tentativa, o sistema foi tirado do ar e o mesmo esta sendo feito nas horas que antecedem a votação. A ação orquestrada partiu do exterior e suspeita-se que se trata de uma mera competição. Ganha o hacker que entrar. Um assessor do TSE garantiu que a votação nunca esteve em risco. Explicou que as urnas eletrônicas são um sistema isolado e cada seção imprime o resultado. Os dados são criptografados em cartões “flashcard”. E a transmissão é feita por linhas exclusivas que são contratadas de empresas de telecomunicações."

Leia na Fonte: Estadão
[04/10/14]  Toffoli confirma tentativa de ataque ao sistema do TSE, mas diz que não houve invasão - por Ricardo Britto


Presidente do Tribunal Superior Eleitoral destacou que tentativas desse tipo acontecem cotidianamente; hackers tentaram entrar no sistema de comunicação

Brasília - O presidente Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Dias Toffoli, confirmou na manhã deste sábado (4) que houve uma tentativa de ataque ao sistema tecnológico da Corte. Contudo, o ministro disse que os hackers não chegaram a invadir o sistema. "Acontece cotidianamente (a tentativa de invasão), mas não chegaram a a entrar no sistema do TSE porque exatamente o nosso sistema de defesa fez a proteção", disse ele, em entrevista coletiva após a cerimônia para verificação do sistema que gerencia a totalização dos resultados das urnas eletrônicas.

Dias Toffoli destacou que a tentativa de invasão não ocorreu no sistema de totalização dos votos. A assessoria de imprensa do TSE esclareceu que a ação ocorreu no sistema de comunicação entre o TSE e os tribunais regionais eleitorais (TREs).
(...)  Ler mais

Leia na Fonte: Dia a Dia, Bit a Bit - Blog de Sílvio Meira
[01/10/14]  será que dá pra… CLONAR URNAS? - por Sílvio Meira

(...)
"a resposta à pergunta do título deste texto é… sim, dá pra clonar urnas. e também dá pra criar muitas barreiras contra as tentativas de clonar urnas, e quase todas elas exigem –especialmente do ponto de vista de credibilidade- um sistema eleitoral nacional, informatizado ou não, muito mais transparente do que o que existe hoje.
que é quase como se a gente tivesse que sair do SEIN [o sistema que existe hoje, que simplesmente existe, imposto quase como dádiva…] para um DASEIN, um sistema que seria inerentemente social e, portanto, necessariamente criado em conjunto com e compartilhado com a sociedade que o usa, inteligível e auditado por ela. quem sabe, talvez, o pessoal de informática do TSE devesse ler [mais] heidegger…"  Ler íntegra do texto

Leia na Fonte: UnB
[25/09/14]  Sobre o "Inserator", programa encontrado no sistema de votação do TSE
- Entrevista com o Prof. Pedro Antonio Dourado de Rezende do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília
25 de setembro de 2014

Leia na Fonte: G1 / Blog Segurança Digital
[23/09/14]  Análise encontra novas falhas de segurança na urna eletrônica - por Altieres Rohr
(foto)
"Uma análise de segurança realizada na urna eletrônica identificou três novos problemas em potencial na urna, um deles idêntico a outra vulnerabilidade encontrada na urna em 2012, além de um sistema de geração de mídias que possui conexão com a internet. As brechas foram divulgadas na semana passada em um seminário na Universidade Federal da Bahia, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia sido comunicado formalmente pelo PDT, partido que encomendou a análise, em uma petição no início do mês.
O blog Segurança Digital procurou o tribunal para comentar as questões levantadas, mas não recebeu uma resposta até a tarde desta terça-feira (23). Caso seja enviado, o posicionamento do TSE sobre os pontos neste post será incluído."
(...) Ler mais

Leia na Fonte: UOL
[29/08/14]  TSE admite que urna não é totalmente segura - por Bruna Borges
"A cada eleição, a confiabilidade da urna eletrônica usada no país é colocada em xeque. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) admite que os mecanismos para evitar sabotagens na urna eletrônica "nem sempre 'garantidamente' impedem uma fraude", mas defende que o sistema é aperfeiçoado à medida que é exposto a riscos e vulnerabilidades. Especialistas consultados pelo UOL afirmam que o sistema eletrônico de votação utilizado no país não é totalmente confiável e não permite auditoria." (...)

Leia na Fonte: Brasil Contra Corrupção
[26/08/14]  Jornal da Band denuncia fraude nas urnas eletrônicas (reportagem e vídeo) - com Ricardo Boechat
(foto)

Leia na Fonte: FecomercioSP
[18/07/14]  Fraude em urnas eletrônicas é preocupação nas eleições

Leia na Fonte: UOL
[29/08/14]  Urna eletrônica pode ser fraudada? Especialistas explicam - por Bruna Borges
(...)
"Até onde sei, dentre as democracias atuais, só no Brasil as votações oficiais são regulamentadas, executadas e julgadas por uma mesma instituição. Mais precisamente, por um ramo atípico do judiciário cuja cúpula congrega metade dos juízes da Corte Suprema, os quais não se constrangem em alardear, até em sentenças, a falaciosa suposta invulnerabilidade do sistema de votação que eles controlam", declarou Rezende.
Questionado a respeito da concentração de poder, o TSE não se posicionou sobre a crítica feita pelos especialistas nem respondeu sobre a possibilidade de ser criado um órgão independente para administrar as eleições.
(...)

Leia na Fonte: G1 / Coluna "Segurança Digital"
[29/07/14]  Aplicativo para fiscalizar eleição arrecada R$ 30 mil em doações - por Altieres Rohr

"
O aplicativo "Você Fiscal" conseguiu nesta segunda-feira (28), em seis dias, alcançar a meta de R$ 30 mil de financiamento coletivo pelo site "Catarse". O aplicativo faz parte de uma iniciativa liderada pelo professor Diego Aranha, da Unicamp, cujo objetivo é permitir a fiscalização da totalização de votos durante a eleição.
O app será desenvolvido inicialmente para a plataforma Android. A ideia é que pessoas instalem o software no celular para tirar fotos dos Boletins de Urna (BUs) que são impressos ao final da eleição e expostos publicamente por cada seção eleitoral e contêm o total de votos computados para cada candidato. O próprio Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ao fim da eleição, divulga os BUs eletronicamente em um site chamado BU na Web (BUWEB) com os quais os números obtidos pelo Você Fiscal poderão ser comparados, permitindo identificar diferenças nos números.
O professor Diego Aranha, responsável pelo aplicativo, liderou uma equipe que identificou um erro na urna eletrônica durante um teste de segurança público promovido pelo próprio TSE em 2012. O erro permitia reordenar os votos cadastrados pela urna a partir do Registro Digital do Voto (RDV), um arquivo que é disponibilizado aos partidos. Com essa informação mais a ordem de votação em uma seção eleitoral, seria possível descobrir quem votou em quem." (...)

Leia na Fonte: Blog Dia a Dia
[28/07/14]  Por mais transparência nas eleições - por Silvio Meira

(...)
o professor diego aranha, da unicamp, demonstrou, no teste das urnas do TSE antes das eleições de 2012, que a nossa urna eletrônica não é tão boa como querem nos convencer. este ano, o TSE resolveu que ninguém vai testar urna nenhuma e aí a gente não vai saber se corrigiram o que diego descobriu antes da última eleição e nem, como é mais do que o caso no desenvolvimento de software [e você, leitor, vê isso nos apps que usa...], se alguma nova falha foi introduzida [na urna ou em outra parte do sistema]. diego e o time dele resolveram não ficar parados e lançaram um projeto de financiamento e uso coletivo de um sistema para fiscalizar a eleição, o #vocêFISCAL. abaixo, diego aranha fala sobre o atual estado das eleições eletrônicas no país e sobre seu esforço para aumentar a transparência do processo. a entrevista foi feita por emeio e os negritos são do blog. (...)

Leia na Fonte: Alerta Total
[05/06/14]  TSE não fará testes nas urnas, apesar do MPF em SP comprovar que votação eletrônica é vulnerável - por Jorge Serrão
Leia na Fonte: G1
[02/05/14]  A biometria nas eleições vai falhar. A dúvida é como - por Altieres Rohr
Leia na Fonte: O Globo
[08/04/14]  Toffoli é eleito presidente do TSE e comandará o tribunal nas eleições - por Mariana Oliveira
[13/12/12]  não é a urna, é o sistema: hacker mostra como mudar resultado da eleição, e diz que mudou em 2012 - por Sílvio Meira
Leia na Fonte: Terra / Blog do Silvio Meira / dia a dia, bit a bit
[01/10/12]  a urna eletrônica e a falta de transparência nas eleições - por Silvio Meira
Fonte: Convergência Digital
[22/03/12]  UnB quebra o sigilo do voto da urna eletrônica - por Luís Osvaldo Grossmann

Consulte o Índice de Artigos e Notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas"


Internet no celular: fim dos planos de velocidade reduzida

Nota de Helio Rosa:
Recorto o trecho inicial da coluna da jornalista Mariana Mazza do dia 21:
"
Hoje veio à tona um projeto das operadoras de telefonia móvel que deixou milhares de clientes de cabelo em pé. Segundo matéria publicada pelo jornal O Globo, a operadora Vivo pretende alterar unilateralmente os contratos de banda larga assinados com seus clientes para acabar com o gatilho da "velocidade reduzida" após o consumo da franquia de dados contratada. De acordo com a reportagem, o novo modelo exigirá que os clientes contratem um novo plano no meio do mês caso consumam toda a franquia original e queiram continuar navegando na Internet por meio de seus smartphones. As demais operadoras teriam admitido que estudam adotar a mesma tática em breve." (...)

Aqui estão algumas  matérias sobre o tema:
Leia na Fonte: Band / Colunas
[21/10/14]  Preparem o bolso - por Mariana Mazza
Leia na Fonte: O Globo
[20/10/14]  Operadoras planejam novo tipo de cobrança de internet via celular - por Bruno Rosa
Leia na Fonte: Convergência Digital
[21/10/14]  Web no celular: Anatel cobra teles, mas diz que nova cobrança não é ilegal

Leia na Fonte: Convergência Digital
[21/10/14]  Internet no celular: PROTESTE cobra posição da Anatel e do Minicom - por Ana Paula Lobo
Leia na Fonte: Teletime
[21/10/14]  Anatel vai pedir esclarecimento sobre fim dos planos com velocidade reduzida - por Helton Posseti e Bruno do Amaral
HR


Small Cells / FemtoCells

Este website é constituído de uma Página Inicial, contendo a legislação sobre o tema, um resumo e um acompanhamento dos principais eventos. Contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

Algumas definições:
(...) Femtocells são "estações de base" celulares minúsculas e de baixa potência, semelhantes aos pontos de acesso de Wi-Fi. Podem atuar como dispositivo stand-alone ou integrar gateways domésticos; e são capazes de suportar vários standards sem fio.
A diferença em relação ao Wi-Fi é que as femtocells operam em freqüências autorizadas. (...)  Fonte: Thesis -Todo mundo de olho nas femtocells  
(...) Os Femtocells são pequenos pontos de acesso (access points) celulares, que fazem o roteamento sem fio de tráfego de voz através de conexões de banda larga existentes. Um estudo da ABI Research prevê que os femtocells ganhem popularidade entre consumidores e projetos, gerando a venda de cerca de 36 milhões de equipamentos até 2012. (...)  Fonte: Computerworld - Cisco investe na tecnologia femtocell
(...) Em poucas palavras, Femtocell é uma tecnologia emergente (também conhecida por Access Point Base Station), (…) com baixos custos de implementação que permite que as ligações móveis em ambiente doméstico sejam direcionadas para redes mais amplas (como o DSL ou cabo), a partir do mesmo equipamento 3G. Em outras palavras, a tecnologia Femtocell foi concebida para unir a telefonia celular de banda larga (3G e superiores) à Internet de alta velocidade em rede fixa residencial. (...)  Fonte: Google Discovery - Você já ouviu falar em Femtocell? 

Em 24 de outubro de 2012 o Conselho Diretor da Anatel aprovou, o regulamento da femtocell, sem necessidade de licenciamento, portanto, sem pagamento ao Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações). "A célula terá potência de 1 watt na saída do transmissor (abrangência de até 120 metros) e mobilidade restrita. Com esta decisão, a Anatel impulsiona bastante o uso dessas pequenas estações para ampliar o acesso da banda larga móvel no país. O serviço pode ser fechado ou aberto e o aparelho a ser instalado pelas operadoras na residência dos assinantes não pode ser cobrado. A conexão à internet da femtocell pode ser fornecida pela operadora ou independentemente da prestadora. Ou seja, o usuário pode contratar a sua rede fixa, que conecta o aparelho, para ser o prestadora da banda larga."

Notícia recente:
Leia na Fonte: Teletime
[15/10/14] TIM instalará small cells em postos da rede Ipiranga


Visando expandir sua estratégia de small cells, a TIM anunciou nesta quarta-feira, 15, uma parceria com a rede de postos de combustíveis Ipiranga para instalar as antenas no País. De acordo com o presidente da operadora, Rodrigo Abreu, a ideia é aumentar a capilaridade, mas há problema com regulação e licenciamento. "O acordo é interessante porque possibilita uma única negociação para o País inteiro e é uma experiência de uso real de small cells", disse ele em conversa com jornalistas após apresentação na Futurecom. Mas ele reclama: "Agora, para ser massificado, ser expandido, é absolutamente necessário tratar de licenciamento e de taxa de fiscalização".

Essa expansão da estratégia de redes heterogêneas (HetNet) da TIM continua tendo como fornecedores empresas como Alcatel-Lucent e Huawei. O processo de instalação de small cells nos postos já começou, mas ainda não foi definida a extensão do projeto. "Ainda estamos em discussão de roll-out dos acordos, então não tem um número de postos ainda, mas vai ser grande", garantiu.

Segundo Abreu, o problema regulatório é que as taxas de fiscalização das small cells (que não são beneficiadas pela desoneração do Fistel por terem potência acima de 1 W) são proibitivas. "Hoje uma small cell cobre uma área que varia de sete a dez vezes menos que uma macro, dependendo da capacidade e da configuração de potência e série de parâmetros técnicos. Se você imaginar que vai ter dez vezes mais small cells para uma determinada cobertura equivalente (a de uma macro) e ter que pagar dez vezes mais imposto que uma macrocélula, obviamente isso é um empecilho econômico", declara.

Outro problema é o licenciamento. O presidente da TIM explica que esse processo para qualquer célula, independente do tamanho, leva tempo demais. "Para cada uma small cell, que tem o tamanho de uma caixa de pizza e não tem necessidade de infraestrutura, você tem que passar por licenciamento de mais um ano, e isso inviabiliza".

Ver coleção de textos em Índice de artigos e notícias


Colunas da jornalista Mariana Mazza no Portal da Band

A jornalista Mariana Mazza, especialista em telecomunicações, traduz, explica e comenta um dos setores que mais cresce no Brasil, mas que ainda se mantém tão distante dos consumidores.  Há 10 anos acompanhando o setor de infraestrutura, Mariana Mazza, iniciou carreira na Anatel. Ler mais

Seleção de textos recentes de Mariana Mazza:

15/10/14
A gigante sangra
"Desde o fechamento do primeiro turno das eleições muita coisa aconteceu no mundo das telecomunicações. Quase todas associadas, direta ou indiretamente, à sobrevivência da maior empresa de telefonia do país, a Oi. Nesse meio tempo, a companhia perdeu seu presidente, passou de potencial compradora da TIM para alvo de negociações de grupos europeus pelo que restou de seu capital e viu sua nova parceira, a Portugal Telecom, cair de joelhos na Europa. O efeito dominó começou com um calote sofrido pelo grupo português, que apesar de chegar ao Brasil como salvador da Oi, trouxe na mala ainda mais problemas.

Em julho deste ano, a Rio Forte, sociedade de investimentos do português Grupo Espírito Santo, deixou de pagar 897 milhões de euros à Portugal Telecom. Apesar do calote, Brasil e Portugal selaram acordo no mesmo mês para unir as companhias telefônicas Oi e Portugal Telecom, confiantes de que a associação traria novo ânimo para as contas das duas empresas. Pelo visto o plano não deu certo.

Durante o maior evento de telecomunicações do país, a Futurecom, que ocorre nesta semana em São Paulo, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, voltou a mexer no caso. Chamou o calote da Rio Forte de “desfalque” no caixa da Oi e culpou a jogada pelo mau desempenho financeiro da companhia nos últimos meses. É a tentativa de transformar o problema da Portugal Telecom em bode expiatório das falhas que a megatele nacional já apresentava muito antes do malfadado acordo.

Vejamos os números. A Oi deve hoje nada mais nada menos do que R$ 46,2 bilhões. O montante é quase quatro vezes seu valor de mercado, estimado em R$ 12,26 bilhões. Por muito menos o Brasil já viu companhias pedirem recuperação judicial. Ao que parece, o que mantém a Oi viva nos últimos tempos é o fato de ela ser uma concessionária de serviços públicos e sua íntima ligação com a BNDESpar, braço de investimento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)."
(...) Ler mais

30/09/14
Mais um leilão sem surpresas
23/09/14
Serviço clandestino é mal menor?

18/09/2014
A banda larga nas eleições
09/09/2014
Tudo pelo serviço mais caro


Veja "todas" as Colunas anteriores
aqui ou no Portal da Band


Telequest - Website de Ethevaldo Siqueira

Ethevaldo Siqueira é escritor, consultor e colunista, especialista em novas tecnologias. Cobre o setor há 40 anos, entrevistando cientistas, participando de congressos e visitando exposições, laboratórios e universidades no Brasil e no mundo. Relação de podcasts na CBN.
Ver Perfil detalhado.

Seleção de textos do Telequest:

07/10/14
Microsoft lança campanha para incentivar jovens a aprender programação

A Microsoft lança hoje no Brasil a campanha #EuPossoProgramar, que tem o objetivo de estimular o aprendizado da linguagem de programação entre jovens de 12 a 25 anos. O curso preparado para incentivar crianças e adolescentes a darem os primeiros passos no universo da tecnologia está disponível no site www.eupossoprogramar.com. O conteúdo foi desenvolvido em parceria com entidades como Code.org e OIJ (Organização Ibero-Americana da Juventude), entre outras.

eu_posso2.jpgCom a campanha #EuPossoProgramar, a Microsoft reafirma seu compromisso para que o aprendizado de programação e a capacitação na área de tecnologia sejam um caminho para milhares de jovens terem acesso a melhores oportunidades no futuro. A iniciativa é parte do YouthSpark, programa global de cidadania da Microsoft com foco na juventude.

De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a taxa de desemprego entre jovens brasileiros de 16 a 24 anos foi de 13,8% em agosto deste ano ante uma taxa de 5% entre a população geral do conjunto de seis regiões metropolitanas do país. A campanha #EuPossoProgramar ocorre também nos demais países da América Latina, onde 22 milhões de jovens não estudam e nem trabalham, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho).

"Um dos principais objetivos da Microsoft é promover a programação como parte fundamental do currículo escolar e a integração da tecnologia ao processo educacional. Por essa razão, incluímos o tema na Agenda Final de Políticas para a Juventude Pós-2015, em um trabalho realizado com a OIJ", diz Hernán Rincón, presidente da Microsoft para América Latina. "Estamos confiantes de que a linguagem do código em breve será parte do currículo de muitas escolas na América Latina, tornando possível um crescimento ainda maior da região ", afirma.

Para marcar o lançamento da campanha no Brasil, a Microsoft organiza hoje um evento com jovens de escolas públicas, privadas e ONGs parceiras. O encontro será na sede da empresa no país, em São Paulo, e contará com a presença de empreendedores como Vinicius Gracia, cofundador do aplicativo Easy Taxi, e Douglas Almeida, CEO do Stayfilm, rede social brasileira que cria filmes únicos e surpreendentes. Ambos contarão suas experiências com o aprendizado de programação.

"A iniciativa YouthSpark já atingiu no Brasil mais de 10 milhões de pessoas e foi responsável por transformar a vida de alguns jovens brasileiros. Queremos que essas histórias se multipliquem e que o aprendizado da linguagem de programação seja uma via para que mais crianças e adolescentes tenham um futuro melhor no país", afirma Katia Gianone, diretora de comunicação e cidadania da Microsoft Brasil.

Qualquer jovem pode se beneficiar com o aprendizado de computação básica, independentemente da profissão que planeja seguir no futuro. A programação permeia hoje os mais diversos aspectos do dia a dia e, segundo especialistas, pode ser considerada a alfabetização do século 21. Aprender os princípios básicos de programação pode ajudar jovens a desenvolver habilidades de pensamento crítico, lógica e solução de problemas e, dessa maneira, se destacar em diversas áreas, incluindo o empreendedorismo.

Veja abaixo alguns dos principais benefícios ligados ao aprendizado de programação:

1. Desenvolver habilidades para resolver problemas lógicos; estimula a criatividade e pensamento crítico, habilidades do século 21 necessárias em qualquer setor.

2. Aumento das oportunidades de emprego. Atualmente, não há mão de obra suficiente para suprir a demanda no setor de tecnologia.

3. Aumento da capacidade de adaptação ao estilo de vida atual. O mundo depende cada vez mais de tecnologia. Para atingir seu pleno potencial, os jovens precisam ter ampla compreensão de como a tecnologia funciona e de como fazê-la funcionar para eles.

4. Faz com que o empreendedorismo se torne uma opção concreta. As grandes empresas têm surgido graças ao conhecimento da linguagem de programação. Os empreendedores são capazes de capitalizar seu conhecimento para a criação e o crescimento de seus negócios.

"Estamos muito animados com o fato de poder trabalhar com a Microsoft para derrubar os mitos sobre programação, um campo fundamental para todos os estudantes, seja qual for a carreira que desejam seguir. Sei que uma hora programando pode ser o suficiente para inspirar alunos a aprenderem mais, abrindo infinitas possibilidades para o resto de suas vidas ", disse Hadi Partovi, da Code.org. A entidade liderada por Partovi tem diversos outros cursos para quem quiser aprender mais sobre programação.


15/09/14
Dilma mente ao prometer banda larga para todos - por Ethevaldo Siqueira

22/09/14
Já pensou em se conectar à Internet através da luz?

LG G2 Lite chega ao mercado brasileiro

O lento progresso da competitividade na indústria de Meios de Pagamento

Os celulares como meios de pagamento

Estudo revela os perigos de sites que duram 24 hs

==> Ler mais em Telequest - Website de Ethevaldo Siqueira


Blog START de Lígia Aguilhar

Lígia Aguilhar é jornalista do Link. Acompanha a onda das startups desde 2010, enquanto alimenta seu vocabulário com palavras como pitch, break-even, capital semente, MVP e anjos. Contato: ligia.aguilhar@estadao.com

Seleção de "posts" do Blog START de Lígia Aguilhar:

06/10/14
Google traz evento de empreendedorismo para o Brasil


O Google vai promover pela primeira vez no Brasil o Google for Entrepreneurs Week, seu evento anual para empreendedores com palestras e workshops sobre empreendedorismo e tecnologia.

Durante cinco dias, de 20 a 25 outubro, oito cidades brasileiras vão sediar o evento. São elas: Belo Horizonte, Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Uberaba e Teresina.

Essa é a terceira edição do evento, que no ano passado reuniu 4,5 mil empreendedores em 45 cidades e 31 países. A programação da edição brasileira
já está disponível .

As inscrições vão até o dia 12 outubro e os participantes serão escolhidos por meio de um sorteio
.

07/010/14
Trampos.co recebe investimento do fundo Evolution
06/10/14
Google traz evento de empreendedorismo para o Brasil
03/10/14
500 Startups promove brasileira Bedy Yang a sócia-gerente
02/10/14
Startup cria serviço de homenagem póstuma com QR Code

02/10/14
Acelera Partners, da Microsoft, seleciona startups para segunda rodada de apoio

01/10/14
Um raio-x da Voltem, a aposta do Hotel Urbano para competir com o Airbnb

Ler mais "posts" no Blog START de Lígia Aguilhar ou nesta seleção do WirelessBRASIL


Blog "Dia a Dia, Bit a Bit" de Silvio Meira

Sobre Silvio Meira:
"Um dos nomes mais importantes do País quando o assunto é inovação e empreendedorismo, o professor Silvio Meira anunciou hoje que após 12 anos vai deixar o cargo de cientista chefe do C.E.S.A.R (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), que ajudou a criar. A instituição é uma das mais importantes dentro do polo tecnológico Porto Digital, referência em todo o Brasil no desenvolvimento de novos talentos e startups inovadoras."
A mudança vai gerar uma nova forma de Silvio colaborar com o C.E.S.A.R, pois, como assessor, ajudará de forma mais efetiva no detalhamento e implementação dos planos estratégicos da organização." [Fonte]

Últimos "posts" no Blog "Dia a Dia, Bit a Bit" de Silvio Meira (que não utiliza letras maiúsculas em seus textos...):

06/10/14
inovação é… criação coletiva

01/10/14
será que dá pra… CLONAR URNAS?

um bom número de profissionais, entre eles advogados, engenheiros e cientistas, tenta, há tempos, alertar a sociedade para os problemas do sistema eleitoral informatizado nacional, vasta maioria dos quais criada e mantida pela total falta de transparência do processo eleitoral e dos múltiplos componentes digitais [hardware e software] que tratam de sua implementação. pra entender como o sistema, como um todo, é observado de fora para dentro, invista meia hora de seu tempo numa exposição da dra. maria aparecida cortiz, num debate recente na bahia, que foi captada no vídeo a seguir. (Ver vídeo aqui)

a “cara” do vídeo é uma visão estruturada de como parece funcionar o processo eleitoral eletrônico, desde o desenvolvimento do código até a publicação dos resultados. talvez você não ache que vale a pena entender tal complexidade. pelo sim, pelo não, vamos dar razões pelas quais todos os eleitores brasileiros deveriam estar preocupados com o estado das cosias no SEIN, o sistema eleitoral informatizado nacional, e faremos isso citando trechos de uma entrevista do professor pedro a. d. rezende, da UnB, a fernando barros, no mês de setembro p.p., para uma matéria da revista info.

a entrevista [não publicada na íntegra mas que está, completa, no site do prof. rezende] tá cheia de perguntas técnicas e respostas sofisticadas que demandam, na maioria, conhecimento bem acima da média de quem não tem formação computacional e entendimento do cenário particular do SEIN. ainda assim, e como motivação para você realmente assistir o vídeo acima, é possível, lendo apenas as duas perguntas e respostas abaixo, entender o tamanho do problema e imaginar o que pode acontecer na eleição de domingo. FB, nas perguntas abaixo, é o repórter fernando barros e PR é o professor pedro rezende. e os negritos e as cores são aqui do blog.

a primeira pergunta é…

FB: Funções de data e relógio podem ser alteradas facilmente na urna eletrônica?

PR:  As configurações de data e hora do relógio interno da una podem ser alteradas por um programa da própria urna que já esteja preparada e lacrada, isto é, pronta para votação. Para esse programa rodar, entretanto, ele precisa de alguns dados externos que são instalados, durante a etapa de preparação, em mídia própria (pen drives), chamada mídia de ajuste de data e hora, ou abreviadamente ADH. Quando um tal pen drive ADH é colocado numa urna já pronta, e esta urna é ligada, essas funções podem ser alteradas facilmente, antes do verdadeira data programada para a votação.

Assim é possível fazer a urna entrar em modo de votação bem antes da hora certa, propiciando o tipo de fraude chamado de “urna clonada”, que, simplificadamente, faz uma votação antes da hora, grava e guarda os resultados, recarrega a urna para ser enviada para a seção eleitoral correspondente com a data e horário corretos, e depois troca os resultados antes da transmissão. Como esse risco é real, o TSE toma alguns cuidados para a geração dessa mídia ADH, tais como só poder ser gravada mediante senha, por programa próprio do TSE, o qual só pode ser rodado por agentes autorizados em cerimônia pública, conforme norma administrativa, e ter prazo de validade, tanto para o inicio quando para o final de sua utilidade.

e a segunda é…

FB: Quais são os momentos críticos para manipulação de resultados?

PR: Em sistemas informatizados de votação como o do TSE, classificados como de primeira geração, caracterizada por não permitirem recontagem de votos, e portanto também caracterizada pela integridade do resultado depender completamente da honestidade dos programas utilizados nas urnas e nas demais etapas do processo de votação, qualquer momento em que um tal programa é transmitido, configurado, encapsulado em software, instalado ou inicializado, é momento potencialmente crítico para manipulação dos resultados. Isso deve ter ficado claro no esforço interpretativo que precisei desenvolver para responder às duas primeiras perguntas. 

Não deve ser à toa, portanto, que todos os países onde em algum momento se adotou ou se usou sistemas de votação de primeira geração para eleições oficiais, eventualmente os abandonaram, a maioria em favor de sistemas de segunda ou terceira geração. Exceto até aqui o Brasil, onde, talvez não por acaso, talvez mais se gaste com propaganda institucional destinada a “vender” a adoção do sistema em uso. Enquanto a história dessa evolução tecnológica segue sem valor jornalístico para a mídia corporativa, que segue ganhando dinheiro com essa propaganda, conforme ressalto em recente entrevista ao portal UOL sobre o tema.

~.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*.*~

a resposta à pergunta do título deste texto é… sim, dá pra clonar urnas. e também dá pra criar muitas barreiras contra as tentativas de clonar urnas, e quase todas elas exigem –especialmente do ponto de vista de credibilidade- um sistema eleitoral nacional, informatizado ou não, muito mais transparente do que o que existe hoje.

que é quase como se a gente tivesse que sair do SEIN [o sistema que existe hoje, que simplesmente existe, imposto quase como dádiva…] para um DASEIN, um sistema que seria inerentemente social e, portanto, necessariamente criado em conjunto com e compartilhado com a sociedade que o usa, inteligível e auditado por ela. quem sabe, talvez, o pessoal de informática do TSE devesse ler [mais] heidegger

Outros "posts":

04/09/14
smartX: as oportunidades e os riscos [4]
29/08/14
smartX: as oportunidades e os riscos [3]
22/08/14
smartX: as oportunidades e os riscos [2]
18/08/14
smartX: as oportunidades e os riscos [1]
"o que é smartX, aqui? é qualquer coisa que tenha computação, comunicação e controle associada a ela. um tênis com sensores que medem a distribuição de peso ao andar é uma instância de smartX, assim como uma lata de lixo que “sabe” onde o lixo que você jogou vai cair e “se move” pra lá [e “pega” o que você jogou…]. e sobre o que é este texto? é sobre o futuro destas coisas espertas, os smartX, ao nosso redor; o texto é sobre, principalmente, as oportunidades, mas também sobre os riscos. (...) 

07/08/14
sinais dos tempos [no direito, e mais]
31/07/14
futuro: o imaginado e o real
28/07/14
por mais transparência nas eleições

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Blog "Dia a Dia" de Silvio Meira


Espectro de 700 MHz

Este website é constituído de uma Página Inicial, contendo a legislação sobre o tema, um resumo e um acompanhamento dos principais eventos. Contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

Mais abaixo: Primeiros ecos" do leilão realizado em 30/09/14

O que está acontecendo:
No final de junho de 2012 foi realizado o leilão da faixa de frequência 2,5 GHz para que ela seja usada pelas empresas vencedoras para oferta da internet 4G no Brasil, e depois disso, o governo brasileiro anunciou que realizará outro leilão em 2013, pela faixa de frequência de 700 MHz para o mesmo fim: Oferecer os serviços do 4G.
Mas qual a diferença entre as duas faixas?  Que diferença a frequência faz na hora de ofertar a internet 4G?

Uma das principais diferenças é o dinheiro gasto para implementação: O serviço na faixa de 700 MHz necessita de 5 vezes menos investimentos do que os necessários para ofertar a internet 4G na frequência 2,5 GHz, já que o número de antenas necessárias é bem menor.
Além disso, o alcance da de 700 MHz é muito maior: A faixa 2,5 GHz é ótima para regiões urbanas, mas o sinal da de 700 MHz chega a locais mais distantes, como a zona rural por exemplo. Resumindo:
- A frequência de 2,5 GHz é alta, mas sua cobertura é menor.
- A faixa de 700 MHz é um espectro baixo, mas tem a área de cobertura 5 vezes maior.
Pelo Brasil ser um país grande, quanto maior a cobertura de sinal para ofertar o 4G, melhor.

São claros os benefícios da troca da faixa 2,5 GHz para a frequência de 700 MHz na hora de distribuir o sinal do 4G. Mas, para que o cenário seja perfeito, é preciso saber o que fazer com as TVs analógicas do país, que utilizam a mesma frequência de 700 MHz que as operadoras querem utilizar para a internet 4G no Brasil. As teles não querem esperar até 2016, data limite para que todas as TVs analógicas sejam extintas no país e o Brasil só possua TVs digitais, então nos resta saber como o governo vai resolver este impasse entre a telefonia e a televisão.(...) Fonte: Internet 4G

Em 02 de maio de 2014 foram abertas duas consultas públicas, por 30 dias:
- proposta de edital de licitação para autorização de uso de radiofrequências na faixa de 700 MHz, associada à autorização para prestação do Serviço Móvel Pessoal, e
- proposta do Regulamento sobre condições de convivência entre o serviço de radiodifusão de sons e imagens do Sistema Brasileiro de Televisão Digital e os serviços telecomunicações na faixa de 698 MHz a 806 MHz.

"A Anatel aprovou em 10/07, o regulamento sobre mitigações de interferências entre o 4G e a TV Digital. Sem surpresas, a agência manteve a fé nos filtros – a serem instalados preferencialmente na saída de Estações Radio Base, mas também nas antenas receptoras dos sinais de televisão. O regulador não descarta, porém, que os celulares precisem ficar longe dos aparelhos de TV.
“Temos as bases para dar garantias aos dois setores. A interferência é uma possibilidade e diante dessa possibilidade, vemos qual o cardápio de soluções que a Anatel tem para manter a convivência dos serviços”, resumiu o relator, Marcelo Bechara. Eis o menu:
1) utilização de filtro na saída da ERB;
2) filtro na entrada do receptor de TV ou do amplificador de sinal da antena;
3) troca de posição da antena de TV;
4) troca de posição da ERB;
5) redução da potência na ERB; e
6) aumento na distância entre o terminal e o receptor de TV.
Trata-se basicamente da proposta que foi enviada à Consulta Pública e já voltou. A Anatel não aceitou, por exemplo, que a comunicação, orientação e disponibilização de filtros aos usuários fosse incluída no rol, sob o argumento de que essa será uma missão da Entidade Administradora da Digitalização da TV." [Convergência Digital]

Em 04 de agosto de 2014 o TCU determinou a suspensão do edital do leilão de 700 MHz.
Em 21 de agosto de 2014, aprovados os ajustes solicitados pelo TCU, a Anatel publicou o Edital do leilão de 700 MHz.
O leilão foi realizado em 30 de setembro de 2014.

Forme sua opinião! Aqui estão as últimas matérias registradas:


Leia na Fonte: Estadão
[04/10/14]  O preço da pressa - Editorial

(...) "Contrariando o interesse e a disposição das operadoras, o Ministério das Comunicações forçou a rápida realização do leilão, para apropriar-se dos resultados ainda este ano e, assim, evitar a deterioração mais aguda das contas públicas. Uma grande operadora desistiu de participar do leilão, não houve disputa pelos lotes leiloados (por isso o ágio foi próximo de zero) e dois lotes ficaram sem nenhuma oferta. O governo pagou por sua avidez." (...)
"Tendo forçado a realização do leilão nas atuais circunstâncias, o ministro Paulo Bernardo acabou reconhecendo que as coisas não saíram como ele esperava. "Do ponto de vista do Tesouro, é negativo que a arrecadação tenha sido menor. Do ponto de vista do Ministério (das Comunicações), não vamos desenvolver o setor como queríamos", admitiu."
(...)

Leia na Fonte: Band / Colunas
[30/09/14]  Mais um leilão sem surpresas - Mariana Mazza
Leia na Fonte: Teletime
[30/09/14]  Empresas ainda avaliam se cumprirão metas do 2,5 GHz com outras faixas
Leia na Fonte: Teletime
[30/09/14]  Ausência da Oi aumenta a distância entre o 4G e a radiodifusão

Leia na Fonte: Convergência Digital
[30/09/14]  Anatel: Sobras reduzem chance de interferência entre 4G e TV Digital - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[30/09/14]  Anatel espera que Claro, TIM e Vivo paguem mais R$ 423 milhões
Leia na Fonte: Convergência Digital
[30/09/14]  Sem disputa, Claro, TIM, Vivo e Algar Telecom levam 4G com desconto
Leia na Fonte: Convergência Digital
[30/09/14]  Leilão 4G: Faixa que seria da Oi fica deserta
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[30/09/14]  Leilão de 700 MHz arrecada R$ 5,85 bi, queda de 29% ao que esperava o governo - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[30/09/14]  Anatel vai assinar contrato de 700 em novembro e arrecadação final será entre R$ 4,9 a R$ 5,3 bi - por Miriam Aquino
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[30/09/14]  Claro e TIM pagam ágio de 1% e Telefônica Vivo e Algar o preço mínimo no leilão de 700 MHz
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[30/09/14]  Preço alto e menos uso inibiram a disputa por 700 MHz, afirmam compradores - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Teletime
[30/09/14]  Sem surpresas e sem disputa, lotes nacionais são arrematados por Claro, TIM e Vivo

Leia na Fonte: Convergência Digital
[21/08/14]   Clique aqui e veja o edital de licitação da faixa de 700 MHz (PDF - 1,3 MB)


Forme sua opinião! Leia mais matérias no Índice de artigos e notícias


DESTAQUE
Leia na Fonte: G1 / Blog Segurança Digital
[23/09/14]  Análise encontra novas falhas de segurança na urna eletrônica - por Altieres Rohr
(foto)
"Uma análise de segurança realizada na urna eletrônica identificou três novos problemas em potencial na urna, um deles idêntico a outra vulnerabilidade encontrada na urna em 2012, além de um sistema de geração de mídias que possui conexão com a internet. As brechas foram divulgadas na semana passada em um seminário na Universidade Federal da Bahia, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia sido comunicado formalmente pelo PDT, partido que encomendou a análise, em uma petição no início do mês.
O blog Segurança Digital procurou o tribunal para comentar as questões levantadas, mas não recebeu uma resposta até a tarde desta terça-feira (23). Caso seja enviado, o posicionamento do TSE sobre os pontos neste post será incluído."
(...)

São quatro problemas:
- uma fragilidade na geração de números aleatórios para fins de segurança – idêntica àquela que foi descoberta em 2012 em um teste de segurança promovido pelo TSE;
- um código chamado de "Inserator" que retorna uma chave de segurança embutida no código, o que significa que qualquer pessoa com acesso ao código da urna também tem acesso a essa chave;
- uma segunda chave embutida no código usado para proteger mídias;
- a possibilidade de conexão com a internet em um sistema que gera mídias no TSE. (Entenda as falhas em detalhes abaixo.)
(...) Ler mais

Veja mais abaixo nesta coluna:
Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas


Eleições, Telecomunicações e Banda Larga

Leia na Fonte: Convergência Digital
[23/09/14]  Candidatas não agradam nas propostas para universalizar a banda larga - por Luiz Queiroz

Leia na Fonte: Convergência Digital
[23/09/14]  Marina é dúbia sobre patentes de software e defende livre escolha por usuários - por Luiz Queiroz

Leia na Fonte: Estadão
[21/09/14]  Política de banda larga - por Renato Cruz


Leia na Fonte: Band / Colunas
[18/09/14]  A banda larga nas eleições - por Mariana Mazza

Leia na Fonte: Blog da Flávia Lefèvre
[16/09/14]  A universalização da Banda Larga proposta pela Presidente Dilma Rousseff (Entrevista) - por Flávia Lefèvre

Leia na Fonte: Telequest
[15/09/14]  Dilma mente ao prometer banda larga para todos - por Ethevaldo Siqueira

Leia na Fonte: Tele.Síntese
[12/09/14]  Novo governo tem que aproveitar revisão dos contratos para redesenhar telecom - por Lia Ribeiro Dias


Website de José Roberto Souza Pinto

José Roberto de Souza Pinto (josersp@terra.com.br) é Engenheiro de Telecomunicações e de Sistemas Elétricos e Mestre em Economia, com cursos de especialização no Brasil e no Exterior , conferencista e painelista nos principais eventos de Telecomunicações realizados no Brasil , professor em cursos de regulamentação , autor de vários artigos e trabalhos , abordando as tendências de desenvolvimento do setor , as tecnologias , os serviços as redes de Telecomunicações e a regulamentação , e pesquisas sobre as tendências de evolução da regulamentação de Telecomunicações em outros Países. Ler mais

Últimos "posts":
27/08/14
Artigo: "Prevenir ou remediar, qual a melhor política?"

"Certamente você já pensou neste tema, e até tem tomado medidas no sentido de se prevenir.

Basicamente as políticas públicas são implementadas em função da existência de recursos que são obtidos de toda a sociedade por meio de taxas e impostos de uma maneira geral, que em suma são dos contribuintes, que pagam e esperam receber em troca os benefícios em termos de serviços públicos, nas áreas como saúde, educação, segurança entre outras.

A questão é como estão sendo aplicados estes recursos, em que áreas, qual é a prioridade, são técnica e economicamente as melhores soluções, são viáveis e até que ponto representa o desejo da sociedade.

Estudos demonstram que os custos de atendimento da saúde e segurança pública e despesas com presídios são sempre mais elevados do que investimentos em prevenção, como na área de saneamento básico, educação e muitas outras atividades na linha preventiva.

Neste campo podemos também incluir as questões do consumo de água e energia em comparação com alternativas de uso de energias limpas como o vento e a energia solar e renováveis, sem desprezar o potencial de outras fontes.

Por outro lado, vemos também como crítico o nível de poluição dos rios e outras fontes que sem dúvida é provocado principalmente pela deficiência no nível educacional da população e pela falta de uma cultura de preservação e sua redução passa naturalmente pela solução destes problemas.

Certamente temos inúmeras iniciativas neste campo da prevenção e também não podemos abandonar os que já estão doentes, assim como não tomar medidas coercitivas na segurança pública entre outras, que são caracteristicamente para remediar os problemas que estão aí e tem que ser enfrentados numa política de curto prazo.

O que precisamos na realidade é de uma mudança cultural, no seio das famílias e das escolas com uma ampla campanha educativa promovida por todos os setores responsáveis da sociedade, evitando o desperdício e atuando preventivamente em todos os setores.

Talvez seja necessário incorporar em todos os currículos das escolas e universidades esta matéria e também formar profissionais altamente especializados nesse tipo de atitude e procedimento, que atuariam na multiplicação desses conhecimentos. Teríamos que ter um compromisso formal com os políticos, com os três poderes e dirigentes de grandes empresas e investidores."
(...)  Ler mais

30/05/14
Comentário sobre o artigo "Backhaul e a apropriação de recursos das concessões"
15/05/14
Notícia do Teletime e artigo de José Roberto de Souza Pinto sobre a tecnologia de "Vetorização"
23/03/14
Tarifa de Telefonia Fixa - Comentário sobre o "fator de excursão" dos contratos de Concessão - por José Roberto de Souza Pinto
09/02/14
Comentário sobre repercussão do artigo "Telecom: qualidade do serviço sob a ótica do executivo da empresa"

Ler "posts" anteriores em Website de José Roberto Souza Pinto


Blog da Flávia Lefèvre, advogada da Proteste

lávia Lefèvre Guimarães
é advogada é Conselheira da PROTESTE - Associação de Consumidores, foi representante das entidades de defesa do consumidor no Conselho Consultivo da ANATEL de fevereiro de 2006 a fevereiro de 2009 e recentemente eleita para representar o 3º Setor no Comitê Gestor da Internet no Brasil (2014 a 2017).

16/09/14
A universalização da Banda Larga proposta pela Presidente Dilma Rousseff - por Flávia Lefèvre

"A Campanha Banda Larga é um Direito Seu, da qual a PROTESTE faz parte junto com muitas outras entidades ligadas aos direitos do consumidor e à comunicação, está promovendo os Diálogos Conectados para tratar da  universalização do acesso à internet e da garantia de direitos digitais com os principais candidatos à Presidência da República. 

A primeira a aceitar o convite foi a Presidente e Candidata Dilma Rousseff. O encontro aconteceu no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo, no último dia 9 de setembro. O encontro foi gravado e o link para acessar o vídeo é o seguinte:
 http://www.interrogacaostream.net/seesp/dialogosconectados/  

A primeira parte do debate tratou da necessidade de implantação de infraestrutura para universalizar o acesso à internet, o segundo bloco tratou de direitos relativos ao Marco Civil da Internet – neutralidade e privacidade e o terceiro, tratou de programas de inclusão e cultura digital. 

Passo a comentar sobre as considerações que a Presidenta e candidata Dilma Rousseff fez sobre infraestrutura de banda larga. Ela se diz favorável à universalização da banda larga, mas entende que é necessária a edição de uma lei específica, alegando que a extensão do regime público para o serviço de comunicação de dados (=banda larga) por meio de decreto significaria um ato voluntarioso da Presidência da República e que implicaria em grande judicialização por parte das empresas que operam no setor  (51:30 min do video). 

Dilma também disse que, sendo reeleita, implantaria redes de acesso à internet de alta capacidade em 90% do país até o final do próximo mandato (3:09 do vídeo), garantindo velocidade de provimento de 25Mbps. 

Considerando que os investimentos necessários para a universalização, deverão se dar não só pela iniciativa privada, mas também pelos cofres públicos, pelas vias referidas pela candidata – Orçamento da União e financiamentos à juros subsidiados, e eu acrescento o FUST -  a primeira pergunta que se apresenta é a seguinte: Dilma pretende financiar a implantação de redes com recursos públicos mesmo sem estar em vigor a lei de universalização defendida por ela? Ou seja, pretende fazer investimento público em redes privadas? 

Vejam que a aprovação de uma lei de universalização da banda larga implicará necessariamente na revisão de todo o modelo que estruturou o setor de telecomunicações a partir das privatizações ocorridas em 1998, e que está definido na Lei Geral de Telecomunicações. Tenho certeza que uma lei que afetará grandes interesses políticos, econômicos e sociais, não levará menos de 3 anos para ser sancionada. E, certamente, Dilma Rousseff conhece bem esta realidade.  

Sendo assim, se a candidata afirma que promoverá a implantação de redes de alta capacidade em 90% do país, nos próximos quatro anos e que o regime público só pode ser imposto por lei, estaria admitindo financiar com recursos públicos redes privadas, sem as garantias de estabelecimentos de metas de universalização e de continuidade e sem a prerrogativa de estabelecer que parte da capacidade dessas redes esteja reservada prioritariamente para políticas públicas de inclusão digital? 

Concordo e defendo há muito tempo que seria muito bom que a LGT fosse revista e vejo a proposta da candidata, de mandar ao Congresso projeto de lei visando uma lei de universalização da banda larga, muito positiva. 

Mas, e até a edição da lei? Sou absolutamente contra reverter volumosos recursos públicos para a implantação de redes privadas, sem que se possa impor função social a elas e que sirvam exclusivamente às finalidades de lucro da iniciativa privada.  

E, mais do que ser contra, entendo que tal medida seria ilegal, tendo em vista o que dispõe o § 1º, do art. 65, da LGT, no sentido de que os serviços de interesse coletivo e essenciais não podem ser explorados apenas no regime privado.  (...) Ler mais

28/07/14
A ANATEL e a tunga reiterada há mais de 8 anos no modelo de custos - por Flávia Lefèvre
05/06/14
Contribuição da PROTESTE à Consulta Pública do Edital para licitação das frequências dos 700 MHz
30/05/14
Pela garantia da Neutralidade de rede no Marco Civil da Internet - por Flávia Lefèvre Guimarães
26/05/14
Backhaul e a apropriação de recursos das concessões
04/05/14
Marco Civil da Internet: conversamos com Flávia Lefèvre Guimarães, ex-integrante do conselho consultivo da ANATEL
28/04/14
Artigo de Flávia Lefèvre no IDGNow! - "Eleições 2014: Institucionalizada a intimidação"
18/03/14
Marco Civil da Internet – neutralidade, privacidade, censura e a contra-informação

Veja todos os "posts" anteriores no Blog da Flávia Lefevre


Desoneração tributária para redes de telecom (REPNBL)

Este website é constituído de uma Página Inicial, contendo a legislação sobre o tema, um resumo e um acompanhamento dos principais eventos. Contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

1. O objetivo central deste website é acompanhar as ações de "desoneração" referentes ao REPNBL. Por aderência, estão registradas algumas matérias referentes à "desoneração da folha de pagamentos das empresas do setor de TI" e "desoneração dos "smartphones".

2. No final da página inicial estão as definições e comentários sobre as siglas COFINS, PIS/Pasep, IPI e ICMS.

3. A inspiração para organizar este website veio da leitura deste editorial da Folha SP, Desoneração caótica, do qual faço este "recorte":
(...) "O problema é que os resultados demoram a aparecer. De todas as iniciativas, a mais bem-vinda é a desoneração da folha salarial, por seu impacto na geração de empregos. As outras, porém, perseguem objetivos pouco transparentes. A escolha a dedo de setores beneficiados, além disso, amplia o balcão de negócios instalado em Brasília. Muito melhor seria uma desoneração horizontal, para a economia como um todo. Por fim, a ação do governo ignora que boa parte dos percalços das empresas resulta da dificuldade de cumprir o cipoal de regras sobre impostos. Problema, aliás, agravado pela proliferação de regimes tributários especiais.
É importante e correto desonerar. Falta, contudo, demonstrar como a política até aqui executada se coaduna com o objetivo geral de reduzir os impostos que mais oneram a produção (PIS, Cofins e ICMS) e simplificar drasticamente a legislação tributária."

4.
O Regime Especial de Tributação do Programa Nacional de Banda Larga (REPNBL) tem o objetivo de estimular os investimentos no setor de telecomunicações no Brasil por meio da desoneração fiscal. Incluído na Lei nº 12.715, de 17 de setembro de 2012, e regulamentado pelo Decreto nº 7.921, de 15 de fevereiro de 2013, o REPNBL busca promover a implantação, a ampliação e a modernização da infraestrutura de redes de telecomunicações que suportem acesso à internet banda larga.

5.
O Regime Especial de Tributação da Banda Larga (REPNBL) é um "projeto" governamental extremamente polêmico e, segundo algumas opiniões, simplesmente impossível de administrar e fiscalizar.
HR

Seleção de notícias recentes:
Leia na Fonte: Teletime
[01/09/14]  REPNBL: 15,9 bilhões de investimentos e R$ 5 bilhões de renúncia fiscal - por Helton Posseti

Leia na Fonte: Tele.Síntese
[22/08/14]  Desoneração com REPNBL custa R$ 85 milhões ao governo em julho - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Convergência Digital
[18/08/14]  Minicom aprova mais R$ 217 milhões em projetos do REPNBL - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[06/08/14]  REPNBL leva o 4G para a faixa de 450 MHz

Leia na Fonte: Teletime
[05/08/14]  Claro, Embratel e Net manterão marcas independentes - por Letícia Cordeiro
Leia na Fonte: SEGS
[24/07/14]  Pequenos Provedores Fogem de Roteador Convencional

Leia na Fonte: Tele.Síntese
[18/07/14]  Teles agora querem programa de incentivo a redes, ao invés da prorrogação do REPNBL - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Convergência Digital
[27/06/14]  Teles querem, mas Fazenda resiste a prorrogar isenção para o PNBL - por Luís Osvaldo Grossmann

Ler relação completa em
Índice de artigos e notícias


Crimes Digitais, Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém uma explicação da junção destes temas, face sua origem comum e um Acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.

Marco Civil - O que está acontecendo:
Em 25 de março de 2014 o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Marco Civil da Internet (PL 2126/11, do Executivo). A matéria foi aprovada em votação simbólica e foi encaminhada para o Senado.

Em 22 de abril de 2014 foi divulgado que "o plenário do Senado aprovou a proposta do Marco Civil da Internet em alteração ao texto aprovado na Câmara, após a acalorada discussão, que quase culminou em troca de tapas entre senadores da situação e oposição. Com isso, o texto do que é considerado a “constituição da internet”, poderá ser apresentada na conferência sobre governança da web, a NETmundial, que se realiza a partir do dia 23 em São Paulo.

Em 23 de abril de 2014 o texto do Marco Civil foi sancionado pela presidenta Dilma Rousseff  na abertura do encontro global sobre a governança da rede, o NetMundial, em São Paulo. Não houve vetos, apesar dos apelos de organizações sociais no ponto sobre guarda de dados.

Em 24 de abril de 2014 o texto da nova lei foi publicado no Diário Oficial da União. Clique aqui e veja a íntegra da Lei 12.965, de 23 de abril de 2014 (PDF - 70 KB)

Os debates agora se concentram na Regulamentação da nova Lei!

Enquanto isso...
"Nos Estados Unidos, a responsável pela neutralidade é a Comissão Federal de Comunicações (FCC na sigla em inglês), histórica defensora do princípio. O enorme provedor americano Verizon contestou com sucesso as regras da FCC sobre neutralidade. O tribunal decidiu que a comissão não tinha o direito de impedir que a Verizon cobrasse uma taxa pelo tráfego realizado em sua rede, e desde então a Verizon vem cobrando da Netflix para fornecer uma pista rápida para seu conteúdo aos assinantes da Verizon."

Empresas como Amazon, Facebook, Google, Microsoft, Twitter e Yahoo se uniram em defesa da neutralidade de rede nos Estados Unidos.

A FCC fez uma consulta pública sobre o assunto "neutralidade", encerrada em 15 de julho.
A consulta teve mais de um milhão de contribuições e a FCC deverá dar uma resposta até 15 de setembro de 2014.

Abaixo estão as últimas matérias anotadas sobre Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede:
Leia na Fonte: Teletime
[20/08/14]  Netflix e Comcast continuam trocando farpas

"O debate sobre neutralidade de rede ainda está longe de um consenso nos Estados Unidos, e os principais atores na discussão continuam a colocar mais lenha na fogueira. De um lado, os provedores de Internet (ISPs) tentando reverter a imagem de que são contra as regras de neutralidade (ainda que sempre com ressalvas) e, do outro, o provedor de conteúdo over-the-top (OTT) Netflix se defendendo e atacando tudo e todos. Na quinta-feira, 19, esses dois lados colocaram suas posições ao público em uma troca de farpas que também envolveu o órgão regulador, a Federal Communications Commisssion (FCC).

Em um editorial publicado no site da revista norte-americana Wired, o CEO da Netflix, Reed Hastings, voltou a fazer duras críticas aos ISPs e à própria FCC. Na visão dele, a agência tem historicamente focado apenas nas conexões de última milha, embora o problema atual seja na infraestrutura, chamando de "ponto de estrangulamento" por conta da redução de capacidade de fluxo de tráfego. "Se a FCC não expandir seu alcance para incluir essas transações, seria melhor não ter regras do que ter as que estão sendo propostas (pela Comissão) – que simplesmente legalizam a discriminação na Internet".

Hastings justifica que é necessário pouco investimento em infraestrutura, alegando que uma fibra com diâmetro de um fio de cabelo humano consegue carregar 101,7 Tbps, o que seria "suficiente para suportar praticamente cada assinante da Netflix assistindo conteúdo em HD ao mesmo tempo". Ele diz também que, enquanto a capacidade aumenta, os custos da tecnologia continuam a cair, e que "algumas poucas prateleiras de equipamentos podem ser necessárias" nos pontos de interconexão. "Nunca vamos liberar o potencial da banda larga se grandes ISPs erguem um sistema pay-to-play que cobra tanto o remetente quanto o destinatário pelo mesmo conteúdo."" (...)


Leia na Fonte: Tele.Síntese
[18/08/14]  Com um milhão de manifetações, FCC adia resposta sobre neutralidade da rede

Leia na Fonte: SEGS
[17/08/14]  Dados confidenciais de segurados são o alvo preferido de cibercriminosos - por Márcia Alves
Leia na Fonte: Exame
[14/08/14]  Com Marco Civil, projetos buscam cobrir lacunas da Internet

Leia na Fonte: IDGNow!
[14/08/14]  Entrelinhas técnicas e jurídicas do aplicativo Secret

Leia na Fonte: Jornal Dia a Dia
[12/08/14]  Caso Wikipédia: os novos desafios do direito cibernético - por Dane Avanzi
Leia na Fonte: Convergência Digita
[12/08/14]  Privacidade: Bancos revisam termos de uso para evitar conflitos

Leia na Fonte: Convergência Digita
[12/08/14]  Marco Civil: Saúde decide que o dado pertence ao cidadão

Leia na Fonte: Convergência Digital
[11/08/14]  Big data: quem vai vigiar as ações do governo? - por Ana Paula Lobo e Luiz Queiroz
Fonte: WirelessBRASIL
[26/04/14]  Marco Civil da Internet: Íntegra da Lei 12.965 de 23 de abril de 2014 (com comentários críticos inseridos no texto)

Consulte o Índice de artigos e notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "Crimes Digitais, Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede"


MVNO (Mobile Virtual Network Operator)

Este website é constituído de uma Página Inicial que contém um Resumo e um Acompanhamento através do registro dos principais eventos ligados ao tema.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições

MVNOs são operadoras que não possuem espectro próprio e também não contam com infra-estrutura de rede, mas que por meio de acordos com operadoras móveis tradicionais adquirem pacotes de minutos de uso (MOU - Minutes of Use) no atacado para vender aos seus clientes.

Outras siglas sobre o tema:
- Uma MVNE - Mobile Virtual Network Enabler -(em tradução livre, "viabilizador de operadoras móveis virtuais") é uma empresa que desenvolve sistemas que permitem a qualquer outra empresa se tornar uma operadora móvel virtual (MVNO).
Sua solução inclui as funções de CRM, relacionamento com a operadora real, billing, mediação, cobrança etc.
A operadora virtual preocupa-se apenas com o marketing e com as vendas de aparelhos e simcards.
Toda a parte técnica e integração com a operadora real pode ser feita  e gerenciada pela MVNE.
Na prática, os sistemas da MVNE servem como uma ponte entre a MVNO e os sistemas da operadora real de quem a rede é alugada.

- Uma MVNE pode ou não evoluir para uma MVNA - Mobile Virtual Network Aggregator (em tradução livre, "agregador de operadoras moveis virtuais").
- Uma MVNA posiciona-se no mercado com um objetivo mais amplo, para evitar, por exemplo, que uma operadora móvel virtual concorra com a operadora que lhe proporciona as facilidades de operação, facilitando as negociações entre as empresas principais e outros parceiros envolvidos no negócio.

O que está acontecendo:
Em 28 de abril de 2014 foi aberta consulta pública (ler na Anatel) para alteração do regulamento de MVNO. "O foco é a padronização e de requisitos mínimos para a apresentação das Ofertas de Referência, no sítio da operadora, dos termos e condições gerais da oferta: contemplar o objeto da oferta, os dados do ofertante, inclusive os dados do responsável técnico, os serviços prestados e a área de atuação. Além de aspectos técnicos da oferta, que deve conter a forma de compartilhamento da rede, a previsão de um manual operacional entre as partes, eventuais equipamentos necessários, cronograma para a implementação da solução técnica, proposta de acordo de nível de serviço (SLA), dentre outros."

Em 20 de fevereiro de 2014 foi noticiado que "O projeto dos Correios de criar uma operadora de telefonia móvel virtual (MVNO) é uma iniciativa que vai além da prestação de serviços de telecomunicações. Uma parte importante do plano de negócios da estatal é integrar os serviços da MVNO aos do Banco Postal, hoje operado pelo Banco do Brasil. Conforme já foi anunciado, a MVNO será operada por uma subsidiária a ser constituída em sociedade com a Poste Mobile, a MVNO dos correios da Itália. A Poste Mobile terá 51% da sociedade, apesar de a estrutura de governança ser partilhada. A razão para o controle ser dos italianos é descaracterizar a empresa como uma estatal e assim dar mais agilidade em termos de contratação de pessoal e equipamentos.

Em 08 de maio de 2014 o Minicom, através de
Portaria, resolveu que  a "Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - ECT poderá firmar parceria comercial visando à exploração do Serviço Móvel Pessoal por meio de Rede Virtual (RRV-SMP), nos termos da regulamentação específica expedida pela Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel."

Relação parcial de matérias recentes (2014):
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[13/08/14]  Lançamento comercial do serviço MVNO dos Correios só em 2015 - por Fatima Fonseca

"A aprovação pelos acionistas do Grupo Poste Italiane para firmar a joint venture com a ECT para operar o serviço móvel de rede virtual (MVNO) no Brasil deve ocorrer em setembro, o que vai gerar um atraso no cronograma de constituição da empresa. Com isso, a previsão inicial, de lançar o serviço comercialmente no final deste ano não deve acontecer. “A expectativa é que esse lançamento aconteça no primeiro semestre de 2015. Estamos no fechamento de dois documentos, o acordo de acionistas e o acordo de investimentos e, como nesta época na Europa é um período de férias, devemos fechar esses acordos só em setembro. A partir daí é que vamos constituir a operadora”, informou hoje (13) Antônio Luiz Fuschino, vice-presidente de Tecnologia e Infraestrutura da ECT. “Não há mais nada de relevante sendo discutido. Após a assinatura, a joint venture (ainda sem uma marca) entrará com o pedido de licença na Anatel e a expectativa é que obtenha a autorização em seis meses”, acrescentou." (...) Ler mais

Leia na Fonte: Mobiletime
[13/08/14]  Correios aguardam italianos para formar empresa que constituirá MVNO - por Bruno do Amaral

Leia na Fonte: Teletime
[16/06/14]  Tuenti, MVNO da Telefónica, lança beta teste no México
Leia na Fonte: Convergência Digital
[28/05/14]  Virgin Mobile terá MVNO no começo de 2015 no Brasil
Leia na Fonte: Sintect Santos
[28/05/14]  Goiás terá projeto piloto dos Correios em celular - por Marcio Anselmo Farina
Leia na Fonte: Teletime
[14/05/14]  Virgin espera receber aprovações regulatórias para atuar no Brasil nas próximas semanasLeia na Fonte: Tele.Síntese
[08/05/14]  MiniCom autoriza Correios a operarem rede virtual móvel - por Lúcia Berbert (Íntegra da Portaria)
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[28/04/14]  Em consultas, a alteração das regras do MVNO e a destinação de faixas para o SeAC - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Teletime
[25/04/14]  Alterações no Regulamento de MVNO vão a consulta pública
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[24/04/14]  Anatel propõe alterações no regulamento de MVNO - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Convergência Digital
[24/04/14]  Anatel reduz restrições ao MVNO e obriga divulgação de ofertas na Internet - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Teletime
[20/02/14]  Operadora virtual dos Correios terá ênfase em serviços financeiros - por Samuel Possebon
Leia na Fonte: Convergência Digital
[18/02/14]  Porto Seguro Conecta: MVNO já decolou no Brasil - por Ana Paula LoboLeia na Fonte: G1
[14/02/14]  Correios querem faturar R$ 1,5 bilhão com negócio de telefonia celular

Ler mais em
Índice de artigos e notícias


Governança da Internet

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém uma explicação sobre o tema, entidades, "atores" e um Acompanhamento dos principais eventos ("em construção"). Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.

Para entender o noticiário:
"Multilateralismo" x "multissetorialismo"
(...) A discussão sobre a rede tem muito mais nuances do que um confronto entre o ‘multilateralismo’, identificado com o sistema de decisões no modelo ONU, onde cada país tem seu voto, e o ‘multissetorialismo’, que defende a participação de outros interessados, notadamente o setor privado e a sociedade civil em igualdade de condições com os Estados-nação.(...) [Fonte: Convergência Digital]

Leia na Fonte: Significados
[10/06/14]  Significado de Stakeholder

Leia na Fonte: CGI.br
[27/05/14]  Documento final do NETmundial


O texto a seguir é uma adaptação do original em EXAME:

"Terminou o evento NETmundial (Conferência Multissetorial Global Sobre o Futuro da Governança da Internet), que aconteceu em 23 e 24 de Abril em São Paulo, reunindo representantes de mais de 80 países para discutir o futuro da internet.
O congresso pretende estabelecer princípios básicos para que a internet permita a livre comunicação em escala global. Também pretende rediscutir a governança da rede, reduzindo o poder dos Estados Unidos nela.

A internet, como se sabe, é uma rede distribuída, sem comando centralizado. Mas o governo dos Estados Unidos “supervisiona” as entidades que cuidam da distribuição global dos endereços IP (os números que identificam os equipamentos conectados) e dos nomes de domínio (aqueles que aparecem na barra de endereço do browser).
Além disso, organizações nos Estados Unidos, como a Internet Engineering Task Force (IETF), determinam outros aspectos técnicos da rede. Outros países querem internacionalizar mais a governança, reduzindo o poder dos americanos.
Há duas entidades – IANA e ICANN – que administram endereços IP e nomes de domínio globais (os nomes e endereços locais são administrados por entidades nacionais de cada país, como a NIC.br no Brasil).
A IANA e a ICANN são supervisionadas pelo governo dos Estados Unidos. Há várias propostas para fazer com que o controle se torne mais global. Uma delas é desvincular essas entidades do governo americano e torná-las mais abertas e transparentes.
Outra proposta é dar mais poder ao Fórum de Governança da Internet (IGF) para participar da gestão da rede. Esse grupo foi criado pela ONU em 2006, mas não tem poder deliberativo.
O Departamento do Comércio americano já declarou que não pretende renovar seu contrato de “supervisão” com a IANA, que termina em 2015. Historicamente, o controle dos endereços ficou nos Estados Unidos porque a internet nasceu lá.

O evento é organizado em conjunto pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) e a /1Net, fórum que reúne entidades internacionais relacionadas com a governança da internet. O congresso principal do NETmundial aconteceu no hotel Grand Hyatt, na zona Sul de São Paulo.

A ArenaNETmundial é um evento paralelo ao NETmundial realizado no Centro Cultural São Paulo. Traz palestras, debates e shows. Participaram dele personalidades como o sociólogo espanhol Manuel Castells, o músico Gilberto Gil e Tim Bernes-Lee, considerado o pai da web."


Aqui está uma seleção de matérias recentes sobre a NetMundial
:

Leia na Fonte: Teletime
[15/08/14]  Entidades reclamam ausência de brasileiros na próxima etapa do NetMundial - por Helton Posseti

"Circulam na Internet documentos de um encontro que acontecerá na sede do Fórum Econômico Mundial na Suíça batizado de NetMundial Initiative, que seria a continuação dos debates que ocorreram em São Paulo de modo a basicamente buscar uma cooperação global para implementar os princípios que foram definidos durante o encontro de abril. A divulgação dos documentos (a lista de convidados, a agenda do evento e um briefing de atividades e objetivos) irritou alguns representantes da academia brasileira que participaram da primeira parte da discussão do Net Mundial. Pelo que foi tornado público, estes mesmos representantes não teriam sido convidados para o encontro. "É uma iniciativa da ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers) junto com o Fórum Econômico Mundial que pega o que foi construído aqui, inclusive o nome, para debater; mas ao fazer isso fica uma impressão muito ruim porque, como você vê na lista, há uma exclusão de participantes brasileiros", afirma Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro." (...)


Leia na Fonte: Band / Colunas
[11/06/14]  Se é ruim pra eles... - por Mariana Mazza
(Sobre a matéria Regulação de neutralidade na América Latina é nociva, diz Cisco)
Leia na Fonte: Observatorio da Imprensa
[10/06/14]  Para globalizar o marco da internet - por Thorsten Benner e Oliver Stuenke
Leia na Fonte: Teletime
[10/06/14]  Regulação de neutralidade na América Latina é nociva, diz Cisco - por Bruno do Amaral
Leia na Fonte: Significados
[10/06/14]  Significado de Stakeholder

Leia na Fonte: CGI.br
[27/05/14]  Documento final do NETmundial

Leia na Fonte: Convergência Digital
[26/05/14]  Painel da ICANN sustenta NetMundial e "globalização" até setembro de 2015 - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[23/05/14]  Impactos econômicos da vigilância em massa na Internet - por Por Ronaldo Ferraz
Leia na Fonte: JB
[20/05/14]  Forbes: Como o Brasil e a União Europeia estão quebrando a internet

Leia na Fonte: Observatório da Imprensa
[20/05/14]  Inconstitucionalidade do Marco da Internet - por Guilherme Magalhães Martins
Leia na Fonte: Convergência Digital
[12/05/14]  Governança da Internet: EUA se opõem ao modelo multilateral e conflitam com o Brasil - por Roberta Prescott
Leia na Fonte: Observatório da Imprensa
[06/05/14]  Cuidados com a regulamentação - Editorial Valor Econômico

Leia mais matérias no
Índice de Artigos e Notícias


Website de José Smolka

José de Ribamar Smolka Ramos (smolka@terra.com.br) é engenheiro eletricista (UFBa 1982), com especialização em gestão da qualidade (CETEAD/UFBa 1994) e MBA executivo (FGV RJ/Grupo Telefonica 2001). Trabalha na área de Informática desde 1980, tendo atuado em empresas das áreas financeira, industrial e serviços, estando desde 1989 na área de telecomunicações. Área principal de interesse: projeto, implantação e gestão operacional da infra-estrutura e serviços de comunicação baseados na arquitetura TCP/IP.

Últimos "posts":
06/08/14
Comentário sobre a notícia que informa a "oferta da Telefónica para compra da GVT"
"Como um dos profetas menores do cenário de telecom no Brasil, acho que posso me orgulhar de acertar de vez em quando. Vou lembrar dois casos, um deles justamente ligado à notícia que você pediu para comentar.

No passado, e quem quiser pode pesquisar nos arquivos do site Wireless Brasil (alô Hélio, tá faltando ali uma ferramenta de busca!) eu disse que achava a antiga redação do artigo 86 da LGT, que restringia as concessionárias a prestar um único serviço de telecom, uma besteira, e que isto devia ser mudado. Bom, ele foi mudado na direção que eu propunha (embora pelos motivos errados) pela Lei 12.485 de 12/09/2011.

Por conta desta mesma discussão em torno da versão antiga do artigo 86 da LGT eu me lembro de ter dito que eu achava que, no futuro, o Brasil teria somente três ou quatro grandes grupos na área de telecom, todos operando nacionalmente e oferecendo todos os serviços fixos e móveis aos seus assinantes.

Este movimento anunciado agora, para mim, é apenas mais um passo na consolidação deste cenário que previ. Até agora despontam como candidatos a ocupar aquelas posições a Oi/PT, o grupo America Movil, e, mais claramente ainda caso a aquisição da GVT se concretize, a Telefônica Vivo. Destes três, quem tem a infraestrutura mais equilibrada, em função da herança do antigo sistema Telebrás que incorporou, é a Oi. A América Móvil, principalmente por causa do legado de presença nacional da Embratel, e pela aquisição da Net, também tem uma certa vantagem neste cenário. A Telefônica Vivo tem um dilema: presença forte de serviços fixos em São Paulo, mas pouca presença, e nenhuma rede de acesso (exceto celular), fora de lá. A aquisição da GVT cobre exatamente esta lacuna, e posiciona a Telefônica Vivo como competidor nacional sério da Oi/PT em serviços fixos, coisa que a GVT, por falta de fôlego/disposição do seu controlador (Vivendi) ameaçou mas ficou no meio do caminho. Eu não me surpreenderia se a Telefônica Vivo também fosse às compras na área de TV a cabo, com alvo principalmente naquelas operadoras que já tenham começado a colocar PON na last mile. (...)

26/06/14
Mensagem de José Smolka: "Vale a pena continuar brigando por TUPs?"
13/02/14
Resposta de José Smolka à uma pergunta sobre "femtocell"
07/02/14
Comentário sobre o artigo "Telecom: qualidade do serviço sob a ótica do executivo da empresa"
03/02/14
Sobre uma "contribuição" da Proteste à Consulta Pública 53/2013 - Mensagem de José Smolka
03/02/14
Sugestão de leitura: "Migração para serviços all-IP"
23/01/14
"O mesmo mal-entendido de sempre com relação a roteamento de pacotes na Internet" (2) - Smolka responde a um debatedor
21/01/14
"O mesmo mal-entendido de sempre com relação a roteamento de pacotes na Internet" (1) - por José Smolka

Ler "posts" anteriores em  Website de José Smolka


Wi-Fi para desafogar tráfego de dados

Nota de Helio Rosa:
Estou reunindo material para organizar este novo website.
O conteúdo preliminar está disponível nestes locais: Página Inicial e Índice de artigos e notícias.
HR
Algumas matérias recentes já relacionadas:

Leia na Fonte: Teletime
[04/08/14]  Rede Wi-Fi da Oi alcança 800 mil pontos de acesso

(...) "A operadora conta com uma parceria com a rede FON, composta por 13 milhões de hotspots em 14 países, além de Boing, iPass e Meo Wifi, que somam 4 milhões de pontos de acesso. A Oi oferece acesso gratuito para assinantes de determinados planos de banda larga fixa e móvel, disponibilizando para eles um aplicativo para conexão automática à rede Wi-Fi, sem necessidade de login e senha a cada sessão."

Leia na Fonte: Convergência Digital
[15/07/14]  Escolas adotam o WiFi, mas compartilham velocidade baixa

Leia na Fonte: Convergência Digital
[24/06/14]  Copa 2014 registra tráfego de 32 terabyates de dados e é a mais conectada da história - Com informações da Oi
Leia na Fonte: Convergência Digital
[24/06/14]  Linktel fecha com Cablevisión e abre 700 hotspots na Argentina

Leia na Fonte: Convergência Digital
[04/06/14]  Copa 2014: Oi e Accor fecham parceria por rede WiFi

Leia na Fonte: Portal da Band / Colunas
[03/06/14]  Copa: somente metade dos estádios terá WiFi - por Mariana Mazza
Leia na Fonte: Convergência Digital
[30/05/14]  Oi bate 1 milhão de downloads de app para acesso à rede WiFi

Leia na Fonte: Convergência Digital
[12/05/14]  Em Madrid, Wi-Fi acompanha passageiros dos ônibus municipais - por Luís Osvaldo Grossmann e Luiz Queiroz
Leia na Fonte: Convergência Digital
[09/05/14]  Compartilhamento incrementa 4G e TIM planeja negociar para 2G,3G e 450Mhz

Leia na Fonte: Convergência Digital
[09/05/14]  Corporações: TIM busca fatia maior em mercado estimado em R$ 24,5 bilhões - por Ana Paula Lobo
Leia na Fonte: Convergência Digital
[07/05/14]  Copa 2014: Indústria descarta acordo para uso do Wi-Fi nos estádios - por Ana Paula Lobo
Leia na Fonte: Convergência Digital
[06/05/14]  O novo padrão 802.11ac e as redes corporativas - por Fernando Lobo
Leia na Fonte: Portal IDGNow! / Blog Circuito de Luca
[01/05/14]  Internet vai falhar em metade dos estádios da Copa. Por quê? - por Cristina de Luca

Consulte o
Índice de artigos e notícias para acessar o arquivo das matérias


Blog TELECO 24 HORAS, de Ricardo Bueno

Perfil de Ricardo F. Bueno (foto) anotado em seu Blog:
"Senior Telecommunications Engineer with over 25 years experience in the Brazilian telecommunications market. Served as an executive in reference technology and telecommunications companies: Banco Itaú, Nextel, BCP / CLARO, BSE / CLARO and Algar Telecom. He is currently head of the Department of Engineering and Project Approach in Telecommunications Service Provider.The posts on this site reflect his personal opinion, based on his experience and knowledge of the Brazilian telecommunications market and Business Administration."

"Posts" do Blog TELECO 24 HORAS

29/07/14
Estão Bisbilhotando nossa Energia Elétrica

"Acompanhando avanços tecnológicos, não me causa estranheza o fato de que nossos medidores de consumo de energia elétrica, popularmente conhecidos como “Relógio de Luz”, estarem seguindo por caminhos evolutivos que lhes garanta inteligência suficiente para bisbilhotar nossos hábitos de consumo, através da simples “observação” de nosso consumo de energia elétrica. Se tais colocações o surpreenderam, não estranhe se começar então a receber panfletos via correio ou mensagens eletrônicas com propagandas de produtos que você visualizou em sua TV durante seus momentos de lazer. Relaxe, futuramente isto será extremamente corriqueiro. Não é de hoje que provedores de acesso à internet (ISP), bisbilhotam preferências de navegação de seus clientes, através dos “cookies”, aplicativos injetados de forma silenciosa e maliciosa em seu computador, tablet ou smartphone durante sua navegação. (...) Ler mais

07/06/14
“A Voz do Brasil”, será que ainda precisamos dela?
30/05/14
O que esperar do Mercado de Trabalho após a Copa 2014
26/04/14
Porque o 4G está tão difícil de decolar por aqui…
08/04/14
Aprendendo com os Gansos Selvagens
25/03/24
Está Aberta a Temporada de Caça ao Celular “Xing Ling”
17/03/14
Os Jovens, os Veteranos e o Mercado de Trabalho
01/03/14
Para onde Caminha nossa Telefonia
14/02/14
Os Jovens e o Efeito Manada
08/02/14
Querem desligar o Telefone da Vovó
18/01/14
Taxímetro na Energia Elétrica
04/01/14
Networking e Relacionamento Estratégico Como mantê-los aquecidos e assertivos
21/11/13
Sentirei Saudades das Emissoras de ondas médias, as “AM’s”
08/11/13
A Cobrança de “roaming” nos celulares e dispositivos móveis está com os dias contados
05/11/13
Por que o Brasil passará a utilizar 9 dígitos no celular se os EUA ainda utilizam 7?

Consulte: Blog TELECO 24 HORAS, de Ricardo Bueno


Portal e-Thesis da jornalista Jana de Paula - Coleção de matérias

Jana de Paula - Foi redatora da Revista Info do Jornal do Brasil, a primeira publicação brasileira produzida e editada por meios eletrônicos. Nesta época ganhou o prêmio de Melhor Matéria Técnica do Sucesu'86, por júri composto por membros da Associação Brasileira de Imprensa (ABI).  Ler mais

15-Jul-2014
Business Intelligence (BI) pode prevenir queda de receita em negócios onde atendimento ao cliente é chave - por e-Thesis
"Pesquisa realizada pela Ovum a pedido da Amdocs, identificou grande diferença entre o que os prestadores de serviço acreditam que podem conseguir com a utilização de dados coletados e os reais benefícios que essas informações trazem. A pesquisa global destaca os benefícios inexplorados da adoção do Business Intelligence (BI) e das ferramentas de análise inteligentes, no processo de ativação de ordens (Order-to-activation ou O2A). Por exemplo, os dados recolhidos durante a ativação podem ser aproveitados para melhorar os resultados de negócios dos prestadores de serviço nas áreas de atendimento ao cliente (82%), prevenção de perda de receita (82%) e prevenção proativa de cancelamento do pedido (76%)." (...)

01-Jul-2014
O tigre digital pode ser domado pelas corporações, com benefícios - por Orange Business Services
30-Jun-2014
Ataques cibernéticos preocupam cada vez mais as organizações - por Vanson Bourne & British Telecom
16-Jun-2014
A maioria das empresas não se crê apta a evitar roubo de dados - por Instituto Ponemon & Websense
29-Mai-2014
Governos da A.Latina buscam soluções penais para uso de drogas - por Colectivo de Estudios Drogas y Derecho (CEDD) Global
24-Mai-2014
PSafe: antivírus e browser brasileiros e gratuitos - por Jana de Paula

Ver títulos anteriores colecionados
aqui ou no Portal e-Thesis


Para entender o noticiário
O que é SNOA - Sistema de Negociação de Ofertas de Atacado

O Sistema de Negociação de Ofertas de Atacado (SNOA) é uma plataforma de intermediação da negociação de produtos de atacado ofertados pelos Grupos detentores de Poder de Mercado Significativo (PMS).
Por meio do SNOA, os novos agentes poderão adquirir, de forma isonômica e não discriminatória, via internet, produtos de atacado como torres, dutos, linhas dedicadas (EILD), interconexões, acesso local e roaming - infraestruturas essenciais para agentes que estão chegando ao mercado brasileiro.
Previsto no Plano Geral de Metas de Competição da Anatel, o SNOA funcionará como uma bolsa de valores virtual, na qual serão negociados insumos de telecomunicações: os grupos econômicos com PMS ofertarão seus produtos de atacado no sistema e os interessados emitirão ordens de compra de forma livre e isonômica, remotamente pela internet. Todas as negociações de atacado serão centralizadas nessa plataforma, o que trará grande ganho de transparência nas relações comerciais de produtos de atacado do setor de telecomunicações.
Com o SNOA, novos investidores, pequenas e médias empresas, terão acesso aos insumos de atacado de forma fácil, transparente e padronizada, podendo competir mais facilmente nos mercados de varejo. Ao lançar o SNOA, a Anatel propicia melhores condições de competição e viabiliza um novo ambiente regulatório capaz de atender os anseios da sociedade por mais serviços, com preços justos e com qualidade.


Lei Geral das Antenas

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém a Legislação e um Acompanhamento dos principais eventos.
O website contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

O que está acontecendo:

Neste momento a Anatel atua para regulamentar a Lei nº 11.934, de 5 de Maio de 2009 que "dispõe sobre limites à exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos".
Enquanto isso, no Congresso, tramita o PL 5013/2013 (que deverá dar origem à chamada "Lei Geral das Antenas") que "estabelece normas gerais de política urbana e de proteção à saúde e ao meio ambiente associadas à implantação e ao compartilhamento da infraestrutura de telecomunicações".

Em 07/05/14 o PL 5013/2013 passou em caráter terminativo na Câmara dos Deputados, e "deve retornar diretamente ao Senado – a única exceção é se for apresentado recurso para levá-lo ao Plenário da Câmara, o que exige 52 assinaturas. No fundo, o que as teles já esperavam era exatamente a aprovação e a volta ao Senado onde, torcem, será recuperado o texto inicial, aquele aprovado em 2012."
Em 05/06/14 a Comissão de Constituição e Justiça aprovou a redação final. "Apesar da tentativa do PV de apresentar recurso para levar à votação no Plenário da Câmara, a Lei das Antenas volta ao Senado sem essa escala, tendo prevalecido o texto que passou na Comissão Especial sobre o projeto.

Aqui estão as últimas matérias anotadas sobre estes assuntos:
Leia na Fonte: Convergência Digital
[15/07/14]  Novo relator, Walter Pinheiro (PT-BA) quer texto original da Lei das Antenas - por Luís Osvaldo Grossmann

Leia na Fonte: Convergência Digital
[05/06/14]  Lei das Antenas: texto não é votado no plenário e volta ao Senado - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[07/05/14]  Lei das Antenas passa na Câmara, mas principal medida foi anulada - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Circuito de Luca / IDG Now!
[01/05/14]  Internet vai falhar em metade dos estádios da Copa. Por quê?

Leia na Fonte: Convergência Digital
[30/04/14]  Mais de um ano depois, Minicom volta a pedir votação da Lei das Antenas - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[09/04/14]  Sem quórum, Câmara cancela votação da Lei das Antenas - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Band / Colunas
[04/04/14]  A fábula das antenas - por Mariana Mazza

Consulte o
Índice de artigos e notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "Lei Geral das Antenas"


Telebrás e PNBL

Este website tem uma página inicial, um Índice de artigos e notícias (remetendo à uma coleção de transcrições) e um Índice geral de "posts" .

Resumo:
A Telebrás (Telecomunicações Brasileiras S.A.) foi criada pela Lei 5.792 de 1972  como uma sociedade de economia mista vinculada ao Ministério das Comunicações. A Telebrás  se transformou em operadora do Sistema Nacional de Telecomunicações (SNT), definido dez anos antes. À época havia 927 operadoras de telecomunicações no país, quase todas privadas.
De acordo com essa lei, a estatal estava autorizada a prestar serviços de telecomunicações, desde que por empresas subsidiárias, e para tanto a companhia tinha autorização para a criação de tais companhias.
Em 1973, a exploração dos serviços públicos de telecomunicações foi unificada sob o controle de uma única empresa concessionária em cada estado, que adquiriram as demais empresas.
Em 1974, a Telebrás foi designada “concessionária geral” para todo o território nacional. Na primeira década de operação, a Telebrás saiu do patamar de 1,4 milhão de telefones, em 2,2 mil localidades, para 5,8 milhões de telefones, em 6,1 mil localidades.
Em 1988, a Constituição determinou que os serviços públicos de telecomunicações somente poderiam ser explorados pela União, diretamente ou mediante concessões a empresas sob controle acionário estatal. O Sistema Telebrás era composto por uma empresa holding (a Telebrás), uma operadora para chamadas de longa distância, nacionais e internacionais (Embratel) e 27 empresas de âmbito estadual ou local.
Em 1995, o Congresso aprovou a Emenda Constitucional 8, que pôs fim ao monopólio estatal nas telecomunicações.
A Lei no 9.472, de 16 de Julho de 1997, conhecida como LGT - Lei Geral de Telecomunicações, determinou a reestruturação e desestatização das Empresas Federais de Telecomunicações, entre elas a Telebrás. A mesma lei autorizou o governo a criar a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão regulador da prestação de serviços em telecomunicações.
A Portaria de nº 196, de 20 de agosto 1988, assinada pelo então ministro das Comunicações Luiz Carlos Mendonça de Barros, dava 12 meses para que fossem adotadas as providências para a preparação de um Plano de Liquidação da estatal, que deveria ser aprovado pelo Conselho de Administração da empresa. Uma vez aprovado, o plano de liquidação seria executado por meio de uma Assembléia Geral Extraordinária de acionistas para dissolver a estatal. Mas o plano jamais chegou a ser elaborado.
Ler continuação do resumo.

Aqui está uma relação de matérias recentes:

Leia na Fonte: Teletime
[15/07/14]  Telebras quer manter atuação em transmissão de sinais para TVs - por Samuel Possebon

Leia na Fonte: Convergência Digital
[14/07/14]  Minicom: Redes de Telecom funcionaram na Copa 2014 - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[11/07/14]  Telebras negocia legado da Copa com estádios - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[27/06/14]  Telebras relata erro zero na transmissão em alta definição da Copa 2014
Leia na Fonte: Planeta Osasco
[26/06/14]  A grande farsa do avanço em Telecom para a Copa. Vamos todos fingir?

"A Copa do Mundo era uma desculpa para o Brasil resolver as questões de infraestrutura do país. Entre elas, a de telecomunicações, especialmente no que diz respeito à internet. Esse é, pelo menos, o discurso oficial. Analisando os avanços no setor, contudo, o que se percebe é que ficamos com os custos de garantir a transmissão para a FIFA, mas pouco avançamos tanto em ampliação de acesso à conexão quanto em preço e em infraestrutura.

A realidade é que, após uma queda de braço entre o governo brasileiro e a FIFA, a organizadora do evento venceu. Em outubro de 2012, durante a Futurecom, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, sustentou: "Eles [FIFA] colocam tudo como infraestrutura, mas temos que negociar. E vamos fazer isso. Não vamos ficar com a conta toda”*. Não foi o que ocorreu. Assim como em diversas outras disputas, o Governo Dilma cedeu e, por Medida Provisória, viabilizou a oferta de serviço pela Telebras. A MP 600, de 28 de dezembro de 2012, definiu que a prestação seria feita por meio da subsidiária Telebras Copa.

A Telebras tornou-se, assim, a empresa responsável pela construção da rede de fibra óptica que está sendo usada na transmissão de imagens de alta definição (HDTV – vídeo e áudio) entre as 12 arenas e o Centro Internacional de Coordenação de Transmissão (IBC), no Rio de Janeiro. De 2012 até maio de 2014, a companhia investiu R$ 89,4 milhões na implantação dessa infraestrutura para atender as demandas da Copa do Mundo de 2014. A rubrica equivale a quase todo um ano de aporte no desenvolvimento de rede para o Plano Nacional de Banda Larga (em 2013, foram investidos R$ 112,8 milhões no PNBL. Em 2012, o valor foi de R$ 104,4 milhões, conforme relatórios apresentados à Comissão de Valores Mobiliários).
(...) Ler mais

Leia na Fonte: Convergência Digital
[16/06/14]  Telebras investiu R$ 89,4 milhões para atender Copa - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Ciência em Pauta
[16/06/14]  Inclusão do Amazonas no PNBL vai reduzir custo com internet em Iranduba

Leia na Fonte: Portal Brasil
[03/06/14]  Telebrás afirma que infraestrutura para transmissão de jogos está pronta

Leia na Fonte: Tribuna na Hoje
[16/05/14]  MP quer relação de consumidores com direito a ações da Telebrás

Leia na Fonte: Teletime
[13/05/14]  Senado vai avaliar o Programa Nacional de Banda Larga

Leia mais no Índice de artigos e notícias


TV Digital: Interatividade e Ginga

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém um resumo explicando o tema, e um Acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias, desde 2008, e uma coleção de transcrições.

Opinião de Helio Rosa:
No processo escandaloso em que a TV Digital foi imposta à população sem o devido planejamento e à revelia dos estudos anteriores feitos pela Academia, a possibilidade de multiprogramação e interatividade foi utilizada intensivamente como  justificativa tendo em vista uma suposta utilidade para a "inclusão digital".
Batido o martelo, a multiprogramação foi proibida e a interatividade deu no que deu: não havia e não há canal de retorno!
Hoje a projetada interatividade está devidamente atropelada pelos
fenômenos da "segunda tela" e da "TV conectada".
Houve um grande esforço no desenvolvimento do Ginga, software que possibilita a interatividade mas, provavelmente, o produto não será utilizado para fins práticos.
HR

Abaixo está uma relação de matérias recentes:
Leia na Fonte: Convergência Digital
[11/07/14]  700 Mhz: Governo e Anatel fazem afagos à radiodifusão - por Luís Osvaldo Grossmann

Leia na Fonte: Teletime
[10/07/14]  Radiodifusão comemora estabelecimento de uma recepção mínima para o desligamento - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Convergência Digital
[10/07/14]  Anatel aprova regulamento sobre interferência entre 4G e TV Digital - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Teletime
[10/07/14]  Switch-off: pelo menos 93% dos domicílios precisam captar o sinal digital - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Convergência Digital
[10/07/14]  Ginga será obrigatório nos conversores de TV Digital para Bolsa Família (Íntegra da Port. 481 de 9 de Julho de 2014) - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Minicom
[10/07/14]  Ministério das Comunicações detalha desligamento da TV analógica
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[24/06/14]  Leilão de 4G: Conversor de TV terá acesso à internet e Ginga nacional - por Miriam Aquino
Leia na Fonte: Convergência Digital
[09/06/14]  TV digital: TOTVS e Oracle pedem Ginga nos conversores distribuídos pela Anatel - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[02/06/14]  Anatel quer Ginga nas especificações do conversor para Bolsa Família - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[24/05/14]  O fim da interatividade no celular. O Ginga tem alguma chance? - Miriam Aquino
Leia na Fonte: Convergência Digital
[22/05/14]  Sob pressão, governo aposta em celular sem Ginga para empurrar TV Digital - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[22/05/14]  Sem obrigação, Ginga terá bônus para voltar aos telefones, diz MDIC - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[19/05/14]  TV digital: Distribuição de conversores dá sobrevida ao Ginga no Brasil - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Teletime
[16/05/14]  Ministério do Desenvolvimento quer retirar exigência do Ginga no PPB dos smartphones
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[15/05/14]  Governo vai tirar exigência do Ginga no PPB dos celulares - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Teletime
[06/05/14]  Tecnologia 4G para M2M no Brasil ainda é um desafio - por Bruno do Amaral
Leia na Fonte: Conv. Midiática
[03/02/14]  Governo não abandonou o Ginga - por Kiko Machado
Leia na Fonte: Blog de Orlando Barrozo
[29/01/14]  TV digital acaba com o Ginga - por Orlando Barrozo
Leia na Fonte: Notícias da TV
[23/01/14]  Governo abandona Ginga, sistema de interatividade para TV digital - por Gustavo Gindre

Consulte o Índice de Artigos e Notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "TV Digital: Interatividade e Ginga".


VU-M (Valor de Uso Móvel) - Tarifa de interconexão da rede de telefonia móvel

Nota de Helio Rosa:
Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém um  resumo explicando o tema, e um Acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.

Destaco da "página inicial":
A título de definição do tema, permito-me transcrever alguns trechos de matérias das jornalista Mariana Mazza e Miriam Aquino:

"A interconexão é o preço pago entre as operadoras para completar as chamadas destinadas às redes concorrentes. Assim, toda vez que um cliente liga para alguém de outra companhia, a operadora está pagando um "pedágio" para completar a chamada no território inimigo. Isso vale para qualquer tipo de ligação, tanto fixa quanto móvel, embora o objeto de apuração da pretendida CPI seja apenas a taxa cobrada nas redes móveis, chamada de Valor de Uso Móvel (VU-M).

Essa tarifa é altíssima em comparação com o pedágio da rede fixa, a tarifa de Uso de Rede Local (TU-RL). Enquanto a VU-M está, em média, R$ 0,35, a TU-RL custa R$ 0,05. Essa disparidade entre as duas tarifas de interconexão tem motivos políticos. Quando a telefonia móvel ainda engatinhava, o governo criou esse desbalanceamento para incentivar as operadoras móveis. Os anos passaram, a telefonia móvel tornou-se o serviço telefônico mais usado no país e, ainda assim, as tarifas não foram equacionadas. Recentemente a Anatel fez uma redução na VU-M, mas o movimento não foi suficiente para gerar impacto real para os consumidores. Boa parte do fato de pagarmos ainda um dos mais caros serviços de telefonia móvel do mundo está no valor da interconexão." (Mariana Mazza).

"Mas, afinal, para que servem essas tarifas? A interconexão distribui os custos de investimento e manutenção de rede entre as operadoras. Este sistema de pagamento é extremamente importante em um cenário onde as companhias são obrigadas a completar as chamadas entre si. Hoje, uma companhia telefônica não pode se negar a completar uma ligação para um telefone pertencente a uma rival. Isto garante ao consumidor a continuidade do serviço, mesmo que ele seja cliente de uma empresa com poucos consumidores.

Por outro lado, operadoras com grande número de clientes acabam sendo obrigadas a fazer investimentos mais fortes em rede para manter a qualidade das chamadas. E, se a maioria dos consumidores estão em sua rede, ela acaba sendo responsável pela qualidade da maior parte das chamadas conectadas, mesmo aquelas feitas pelos consumidores de outras operadoras. Se a chamada é para a rede dela, ela é a responsável.

Assim, a interconexão tem o poder de dividir estes custos. Operadoras com maior número de clientes e, portanto, com mais chamadas recebidas também são pagas pelas rivais por meio das tarifas de rede. Mas a interconexão também tem seus efeitos nocivos.

Apesar de ser proibido por lei, há fortes indícios de que a interconexão pode gerar um subsídio cruzado entre serviços e clientes. A única confissão de que nem todo o caixa da interconexão é usado para cobrir os custos da rede partiu da TIM em 2005. O então presidente da operadora, Mario Cesar Araujo, admitiu em uma coletiva que a TIM usava os recursos da interconexão para subsidiar o custo dos aparelhos vendidos para os clientes. Esta política não é ilegal, por não usar recursos obtidos com a comercialização de outros serviços que não a telefonia móvel. Mas releva como a interconexão tem uma papel importante para o mercado e para os consumidores." (Mariana Mazza)

"Há aqueles que defendem manter a tarifa do jeito que está e mexer na forma de remuneração. Hoje a rede móvel é remunerada pelo full billing (todos pagam integralmente a taxa de terminação). A proposta inicial, de implementação do bill and keep (todos bilhetam a taxa de terminação, mas não repassam para ninguém) pleno perde força devido aos grandes riscos que pode trazer para uma base de mais de 200 milhões de celulares.

Fala-se de bill na keep parcial (nos moldes da até pouco tempo rede fixa, que só remunerava o excedente das ligações) . Estuda-se ainda implementar o bill and keep entre as empresas com PMS (poder de mercado significativo) e não PMS (as pequenas operadoras, do tipo Hoje Telecom, por exemplo?). Ou, em outras palavras, somente as pequenas não pagariam para as grandes as taxas de terminação de chamada.

Há ainda defensores da redução do valor de referência desta taxa de terminação apenas para as ligações entre as celulares. Para isso, seria necessário criar todo um arcabouço regulatório novo, que diferenciasse esta remuneração da remuneração da ligação fixa. Esta proposta, avaliam outros, pode trazer o efeito perverso de esvaziar ainda mais a telefonia fixa (cuja valor da ligação fixo/móvel continuará alta) e colocar em risco a concessão." (Miriam Aquino). HR

O que está acontecendo:
"
Em 18 de junho de 2014 o "Conselho Diretor da Anatel aprovou, em sua reunião, proposta de norma que resultará na redução dos valores máximos das tarifas de uso de rede da telefonia fixa (TU-RL), dos valores de referência de uso de rede móvel da telefonia móvel (VU-M) e de Exploração Industrial de Linha Dedicada (EILD), com reflexos nos preços pagos pelos usuários dos serviços."
"A TU-RL é a tarifa que a operadora de celular paga quando é realizada uma chamada local de um telefone celular para um telefone fixo. Já a VU-M é paga pela operadora fixa à operadora de celular numa chamada local de um fixo para celular, enquanto a EILD é a taxa usada na regulação das negociações de uso de infraestrutura." [Fonte: Web]

"Ao definir o ritmo da transição para o do modelo de custos, a Anatel indicou ao mercado os futuros valores de remuneração pelo uso das redes fixas, móveis e em EILD (Internet). Particularmente, fixou uma meta forte para a queda no serviço celular ao cravar em 1 centavo por minuto o valor da tarifa de interconexão a partir de 2018. Hoje a chamada VU-M está em 25 centavos.

O uso de um modelo de custos é perseguido desde 2003 e implica em mudar o jeito como a Anatel avalia o setor de telecomunicações. Até aqui, prevaleceu o modelo “top down”, jargão para a análise das empresas com base em “preços reais” praticados. A meta é ir para o modelo “bottom up”, que, grosso modo, analisa os custos com base em uma “empresa eficiente ideal”.

Ao fazer essa transição, a agência fez a opção por mirar as ofertas de atacado, ou seja, os custos cobrados entre as empresas pela oferta de infraestrutura. No caso da interconexão de redes móveis – quando uma chamada é para rede de outra operadora – a Anatel já iniciara a redução da VU-M ao definir valores em queda em 2013, 2014 e 2015: R$ 0,33, R$ 0,25 e R$ 0,16, respectivamente."(...)  [Fonte: Portal Convergência Digital]

Aqui estão as últimas matérias (2014) registradas:
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[04/07/14]  Zerbone: decisão sobre VU-M dá credibilidade e previsibilidade para o setor - por Miriam Aquino
Leia na Fonte: Convergência Digital
[18/06/14]  Anatel crava tarifa de interconexão a um centavo em 2018 - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Reuters
[18/06/14]  Conselho da Anatel aprova norma que poderá reduzir preços da telefonia - por Luciana Bruno
Leia na Fonte: Computerworld
[18/06/14]  Anatel aprova medida para reduzir preço dos serviços para consumidor
Leia na Fonte: Teletime
[24/02/14]  Entra em vigor nova redução do valor de referência da VU-M
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[17/02/14]  Zerbone é relator da proposta para fixação de tarifas e valores de referências baseados em custos
Leia na Fonte: Teletime
[30/01/14]  Anatel aprova nova fórmula para calcular preço da faixa de 700 MHz e da VU-M - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Teletime
[28/01/14]  Redução da VU-M é estratégia para tornar leilão de 700 MHz mais atraente - por Samuel Possebon

Consulte o
Índice de Artigos e Notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "VU-M (Valor de Uso Móvel) - Tarifa de interconexão da rede de telefonia móvel"


Bens Reversíveis

Este website é constituído de uma Página Inicial que contém um Resumo e um Acompanhamento através do registro dos principais eventos ligados ao tema.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições

Últimas matérias registradas:
Leia na Fonte: Blog da Flávia Lefèvre
[26/05/14]  Backhaul e a apropriação de recursos das concessões
Leia na Fonte: Convergência Digital
[22/05/14]  Operadoras devem R$ 1,3 bilhão em metas de universalização - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Convergência Digital
[23/05/14]  Para a Anatel, Telefônica desviou recursos da concessão - por Luís Osvaldo Grossmann
Leia na Fonte: Teletime
[23/05/14]  Procuradoria fala em possível má-fé da Telefônica ao não explorar o backhaul - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Teletime
[22/05/14]  Com quatro anos de atraso, Anatel calcula saldo da troca de metas: R$ 1,363 bilhão - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Monitor Mercantil
[15/04/14]  O terreno invadido pertence à OI ou é da União?

Leia na Fonte: Band / Colunas
[04/02/14]  No Ministério da Fazenda, a telefonia fixa ainda não morreu - por Mariana Mazza
Leia na Fonte: Teletime
[03/02/14]  Para Seae, Anatel trata de bens reversíveis de forma pouco transparente - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Portal da Band / Colunas
[19/12/13]  Anatel quer o fim da telefonia fixa - por Mariana Mazza
Leia na Fonte: Anatel
[12/12/13]  Consulta Pública nº 53 - Processo de revisão os termos dos Contratos de Concessão do STFC ("telefonia fixa")
Leia na Fonte: Teletime
[04/12/13]  Especialista defende o princípio da proporcionalidade na análise da questão dos bens reversíveis - por Samuel Possebon

Ler mais em Índice de artigos e notícias


Bloco Tecnologia do WirelessBRASIL - "Posts"  de Helio Rosa

30/07/14
Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas - Novas matérias
29/07/14
A ANATEL e a tunga reiterada há mais de 8 anos no modelo de custos - Texto de  Flávia Lefèvre
06/07/14
Espectro de 700 MHz - Matérias recentes
27/06/14
Telebras e PNBL: Mais um "Retorno"... + Coleção de matérias
15/06/14
Textos da jornalista Cristina de Luca + "700MHz: alguns brasileiros terão que escolher entre usar a TV ou o celular" + "Interatividade"
14/06/14
Website do José Smolka + "Wi-Fi para desafogar o tráfego de dados" + Mazza: "Wi-Fi na Copa" + "Dados" no jogo Brasil x Croácia
13/06/14
Artigos e "posts" do jornalista Renato Cruz + 03 textos sobre "Inovação"
12/06/14
Governança da Internet + Marco Civil + Cisco + "Mariana Mazza"
11/06/14
Colunas da jornalista Mariana Mazza no Portal da Band + "Calote bilionário" + "Copa: somente metade dos estádios terá WiFi"

Ler mais "posts":
Ano Atual: 2014
Índice dos anos anteriores: 2005 - 2006 - 2007 - 2008 - 2009 - 2010 - 2011 - 2012 - 2013


EILD - Exploração Industrial de Linha Dedicada ("Banda larga por atacado")

Este website é constituído de uma Página Inicial, contendo a legislação sobre o tema, um resumo e um acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

"EILD é a sigla para denominar a "exploração industrial de linhas dedicadas", um serviço que é ofertado no mercado de atacado e não chega como oferta ao usuário final. No entanto, ele é uma ferramenta importantíssima para que o usuário final possa ter alguma opção, embora ainda restrita, no mercado de telecomunicações, seja na área de dados, seja na telefonia fixa, pois permite que o competidor possa ter acesso a uma rede de ampla capilaridade. Nesse sentido, é elemento fundamental para a promoção da competição." [Fonte]
O EILD destina-se a empresas que possuam autorização, permissão ou concessão da Anatel, para a prestação de serviços de telecomunicações a terceiros, detentoras das licenças STFC e/ou SCM. [Fonte]

Aqui estão as últimas matérias registradas:
Leia na Fonte: Teletime
[10/03/14]  TelComp contesta visão da Anatel de que EILD não é um problema do setor - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Tele.Síntese
[10/03/14]  Linha dedicada lidera pedidos de negociação no atacado - por Lúcia Berbert
Leia na Fonte: Teletime
[07/03/14]  Sistema de oferta mostra que links, e não EILD, são problema para a competição, diz Baigorri - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Teletime
[01/11/13]  Anatel nega recursos contra regras estabelecidas no PGMC - por Helton Posseti
Leia na Fonte: Convergência Digital
[13/09/13]  PGMC: 'bolsa virtual' para oferta no atacado será ativada no dia 17
Leia na Fonte: Teletime
[14/06/13]  Anatel e TelComp divergem sobre resultados do regulamento de EILD - por Helton Posseti

Ler mais em
EILD - Exploração Industrial de Linha Dedicada ("Banda larga por atacado")


Websites e Páginas sobre Tecnologia do WirelessBRASIL (continuação)

Termos de Ajustamento de Conduta (TAC)

Rádio Digital

PGMC - Plano Geral de Metas de Competição

Espectro de 2,5 GHZ

Lei do SeAC (Serviço de Acesso Condicionado) ou "Lei da TV Paga"

SCM - Serviço de Comunicação Multimídia

PLC (Power Line Communication): "Banda larga pela rede elétrica"

Unicel: Crônica de um escândalo anunciado

Eletronet

Alguns "posts" estão colecionados em páginas especiais. Abaixo está uma relação parcial dos "posts" mais recentes.


Acima estão os "posts" mais recentes.
Consulte a relação de todos os "posts" no Índice geral do 
Bloco TECNOLOGIA.
 


"Páginas especiais":

Homenagem
Fernando "Fervil" Villela

Mensagens e Artigos

Fernando Botelho
Flávia Lefèvre
Rogério Gonçalves

Técnica e Legislação
"Loteamento" da Anatel
Portabilidade Numérica
TV Digital - Informações básicas
TV Digital - "TV no Celular - Tecnologia "One Seg"
TV Digital: Interatividade e Ginga
TV Digital - Multiprogramação
1ª Confecom
WiMAX

Colaboradores
Relação de trabalhos e artigos

Incentivo
Quadro de Currículos
Márcia Furukawa Couto

 

BLOCO RESISTÊNCIA
Blog do Coordenador

Nota de Helio Rosa: O BLOCO RESISTÊNCIA (Blog do Coordenador) é um exercício de cidadania contra os desmandos de toda ordem que assolam nosso BRASIL.
Sou Helio Rosa, coordenador da Portal, um engenheiro de telecom aposentado e um cidadão na ativa. Com 73 anos de idade, acompanhei e vivenciei a história recente do país e sou
testemunha ocular e sobrevivente do "atentado do aeroporto dos Guararapes", em 1966, praticado por integrantes da "luta armada" que pretendia implantar no país uma "ditadura do proletariado", de inspiração cubana, chinesa e soviética.

Não sou filiado a nenhum partido político mas não gosto de Dilma, de Lula e do PT, que considero "entidades" perniciosas ao país. Não sei como me livrar delas, a não ser pelo voto. No entanto, enquanto estão no poder, é preciso que governem para o Povo e não para o Partido. R
ESISTIR é preciso!
HR

BLOCO RESISTÊNCIA - Página inicial (2013)  - Índice dos anos anteriores: 2009 (2º sem) - 2010 (2º sem) - 2011 (2º sem - 1º sem) - 2012 (2º sem - 1º sem) - 2013 (2º sem - 1º sem)

Alguns "posts" estão colecionados em páginas especiais. Abaixo está uma relação parcial dos "posts" mais recentes.


TVeja - com Joice Hasselmann

Durante as eleições, a jornalista Joice Hasselmann (foto) apresentou e analisou as principais notícias da corrida eleitoral em parceria com os repórteres e colunistas da revista e do site. Terminadas as eleições, a TVeja continua no ar. [Veja].
Ler mais sobre Joice Hasselmann em A Dama das Sapatadas. Consulte também o Blog da Joice Hasselmann.

Relação parcial de vídeos recentes:

31/10/14
Gastança obriga Dilma a passar o pires no Congresso para descumprir a lei

Dilma Rousseff torrou dinheiro público e não conseguiu pela quinta vez consecutiva pagar as contas do mês. Agora vai ter que pedir ao Congresso para descumprir a lei.

31/10/14
Júlio Delgado, do PSB: Um nome que pode unir PT e PSDB na Câmara
Um terceiro candidato surge para disputar a presidência da Câmara Federal apoiado pela oposição, mas que pode arrastar votos da base aliada num esforço conjunto para impedir que Eduardo Cunha do PMDB seja eleito.

31/10/14
Lauro Jardim sobre a Operação Lava Jato: "salve-se quem puder"

O Giro VEJA desta sexta-feira apresenta o momento de turbilhão em Brasília e os desdobramentos da decisão do Banco Central de elevar a taxa básica de juros. No "Seu Voto no Radar", Lauro Jardim fala sobre as declarações de Julio Camargo, que atuava como um coordenador do cartel das empreiteiras que operavam na Petrobras. O que ele tem a revelar é potencialmente explosivo e, no mínimo, pode vai fechar o ciclo de corrupção na petroleira.

30/10/14
“Assumir o ministério da Fazenda é como ser capitão do Titanic”, diz Constantino

Economia em pauta. Para o colunista de VEJA Rodrigo Constantino, assumir o ministério da Fazenda no segundo governo Dilma é como ter nas mãos a função de capitão do Titanic. No "Aqui entre nós" com Joice Hasselmann, o economista fala sobre inflação e sobre os impostos escandinavos cobrados da população para prestação de serviços africanos. Sobre a reforma ministerial, ele aposta: "Dilma vai continuar dando as cartas na economia".

30/10/14
O caro PMDB e caríssimo PT entre tapas e beijos

Depois da dor de cabeça que o PMDB deu ao PT com derrotas consecutivas na Câmara e uma anunciada no Senado, os partidos retomam o diálogo. Quanto vai custar? Caro, muito caro.

30/10/14
Dilma presidente desmente Dilma candidata

Bastou vencer a eleição e Dilma Rousseff começou a fazer exatamente o que condenava durante a campanha. O discurso de que a inflação estava controlada e que aumentar juros era castigar os pobres foi esquecido pela petista.

30/10/14
Lauro Jardim: "Reforma ministerial será maior do que se imagina"

Segundo ministros próximos à presidente reeleita Dilma Rousseff, a reforma ministerial deve ser muito mais ampla do que se tem falado nos últimos dias. A informação é de Lauro Jardim, no "Seu Voto no Radar".

Veja mais vídeos em TVEJA nas eleições.  Ver coleção de títulos no WirelessBRASIL


Leia na Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
[26/12/13]   Júlio Delgado

A data acima é da última atualização do verbete na Wikipédia.
Informação que não consta da Wikipédia: Júlio Delgado foi eleito em 2014 (quinta vez consecutiva). HR


Júlio Delgado (Juiz de Fora, 18 de novembro de 1966) é um político brasileiro.
Exerce o cargo de deputado federal — seguindo os passos do pai, Tarcísio Delgado, que foi deputado, além de prefeito por três mandatos. Formou-se em 1990 no curso de Direito pela UFJF. Após graduado, trabalhou como Assessor Parlamentar na Câmara dos Deputados até que em 1994 concorresse pela primeira vez à Câmara Baixa, sem obter sucesso. No mesmo ano, é convidado para assumir o cargo de Secretário-Adjunto da Secretaria do Trabalho e Assistência Social do Estado de Minas Gerais. Em 1999, é chamado para exercer o mandato pela primeira vez como suplente. Em 2002, vence pela primeira vez a disputa pela Câmara Federal pelo PPS. Torna-se líder da bancada, mas, devido a divergência com a postura oposicionista então tomada por Roberto Freire, presidente do partido, migra para o PSB, seguindo o ex-deputado Ciro Gomes e outros parlamentares. Em 2006 e 2010 foi reeleito já pelo novo partido. 1

Em 2006, declarou apoio à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) no segundo turno das eleições. Já em 2010, adotou uma postura mais neutra, não declarando apoio a nenhum dos candidatos. Enquanto exercia a 4ª Secretaria da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, se lançou candidato à presidência da Casa.

Júlio foi o relator do processo que resultou na cassação do então deputado federal José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do Governo Lula, considerado o "chefe de quadrilha" pelo STF. Foi membro da CPI dos Sanguessugas e um de seus sub-relatores.

O sítio Congresso em Foco relacionou Júlio Delgado como um dos 50 parlamentares mais atuantes do Congresso Nacional por duas vezes[carece de fontes], através de pesquisa feita junto a renomados jornalistas que fazem a cobertura política em Brasília.

Casado com Luciana Moreira Borges, Júlio Delgado é pai de Mateus e de Vinícius.


 Blog do Reinaldo Azevedo

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos "posts" do Blog do Reinaldo Azevedo neste website, onde está listada uma seleção inicial referente à 2014. HR
Abaixo está uma seleção dos últimos "posts"
do Blog do Reinaldo Azevedo:

31/10/14
Mais estelionato: desligadas as urnas, ficamos sabendo que o governo produziu o pior resultado nas contas públicas desde 2001. Ou: Dilma I, a grande inimiga da Dilma II

Aécio já reconheceu vitória de Dilma; quem não reconheceu a legitimidade da oposição foi a represidenta

Mais uma denúncia grave sobre as urnas, que chega com RG, CPF, nome e sobrenome

PSDB cumpre apenas a sua obrigação; quem quer disputar terceiro turno em SP é o PT

PSDB faz bem em pedir auditoria das urnas; é crescente a desconfiança de milhões de eleitores; descrença também reflete inconformismo com a reeleição de Dilma;

Dilma, a Priscila do Deserto Moral;

Como as leis contra a corrupção nos EUA obrigaram a direção da Petrobras a se mexer; já não basta Graça Foster fechar a cara em depoimentos previamente ensaiados; agora, a coisa ficou feia!;

PSDB quer auditoria no resultado da eleição presidencial;

O Globo corrige nota que deu origem a botaria na Internet, organizada pela Al Qaeda jornalística do petismo;

30/10/14
O ministro venezuelano e a babá armada;

==> Leia mais "posts" no Blog do Reinaldo Azevedo ou nesta seleção de títulos do WirelessBRASIL

==> Textos de Reinaldo Azevedo na Folha de S. Paulo:
31/10/14
Dilma, a Priscila do Deserto Moral
24/10/14
No domingo, diga ‘sim’ e ‘não
17/10/14
Declaração de voto

==> Ver todas as Colunas de Reinaldo Azevedo na Folha de S. Paulo


Reportagens
Leia na Fonte: Estadão
[30/10/14]  TSE descarta possibilidade de vazamento de resultado da eleição

Leia na Fonte: Estadão
[30/10/14]  PSDB de Aécio Neves pede auditoria na votação


Website do Percival Puggina

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando, neste website, os links para acesso direto à uma seleção de artigos do Portal Puggina.org

Percival Puggina (foto), 68 anos, é arquiteto, empresário, escritor e titular do site www.puggina.org. Escreve, semanalmente, artigos para vários jornais do Rio Grande do Sul, entre eles Zero Hora, além de escrever o seu próprio blog e em outros websites. Sua coluna é reproduzida por mais de uma centena de jornais.
É considerado um dos mais combativos adversários do PT no Rio Grande do Sul.
É autor de "Crônicas contra o totalitarismo"; "Cuba, a tragédia da utopia" e "Pombas e Gaviões". É membro do grupo Pensar+. 
Clique aqui  para ver a relação de seus artigos. HR

Abaixo está uma seleção de matérias recentes:
30/10/14
ALÔ, TSE! QUE DIABO DE ELEIÇÃO FOI ESSA?

"Mais recentemente, após recusas em submeter o sistema a auditorias independentes, chegam às redes sociais notícias de urnas não zeradas no início da votação e de disparidade entre os resultados médios das seções com identificação digital e as seções com identificação documental em situações análogas. E por aí vai. É possível que o clima de desconfiança se nutra, também, de informações falsas. Mas as informações falsas só transitam graças à desconfiança propiciada, de um lado, pela inconfiabilidade do sistema e, de outro, pelas eloquentes insinuações de Dilma e de Lula sobre o que seriam capazes de fazer para vencer.
Não se trata de uma desprezível e deselegante inconformidade com a derrota. Eu não me prestaria para esse papel. Trata-se de algo grave, a cobrar posicionamento dos cidadãos que se sentem civicamente responsáveis. Instala-se, no país uma pesada suspeita sobre a higidez e a invulnerabilidade do sistema, conduzindo à incertezas sobre a legitimidade dos mandatos saídos das urnas dos dias 5 e 26 de outubro."
(...)

"Para bem da democracia, da respeitabilidade das instituições e da legitimidade dos mandatos, que tudo seja auditado e investigado. E que estas sejam as últimas eleições feitas segundo esse método de votação e transmissão de dados. Afinal, ao longo dos anos, quase uma centena de países vieram conhecer o modelo brasileiro. Nenhum o adota."


27/10/14
É AGORA QUE TUDO COMEÇA

24/10/14
A MISTERIOSA ORIGEM DE MUITOS VOTO

21/10/14
OS DE “PENSIERO DEBOLE” E OS DE MIOLO MOLE


==> Ler mais relação de títulos aqui e textos completos no Blog do Percival Puggina


Textos de Dora Kramer

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando textos da jornalista Dora Kramer neste website, transcritos das Colunas do Estadão e da web.
A partir de 14 de outubro de 2014 o Estadão passou a exigir a adesão à um dos seus planos de assinatura para acesso ao conteúdo online.
HR

Dora Maria Tavares de Lima Kramer (foto), começou a carreira aos 18 anos, quando ainda cursava Jornalismo, escrevendo para o extinto Diário Popular (SP). Após passagem pela Agência Folha (SP), foi repórter de O Estado de São Paulo (SP) na década de 80.
Nos anos 90, foi trabalhar na sucursal brasiliense do jornal, focando ainda mais a carreira em cobertura política. Nesse período, publicou, junto com Pedro Collor de Mello, o livro Passando a limpo – a trajetória de um farsante (Record, 1992), que se tornou um best-seller. Ler mais

Últimas Colunas de Dora Kramer:
Leia na Fonte: Gazeta do Povo
[
31/10/14]  Aprender a conviver

"O PMDB poderia perfeitamente ter esperado a virada do ano para deflagrar o processo de sucessão na presidência da Câmara, que normalmente ocorre nas últimas semanas de janeiro, pouco antes da escolha no início de fevereiro.

Mas, a exemplo do que fez Lula com a candidatura de Dilma Rousseff à reeleição, o partido resolveu antecipar o lançamento do líder da bancada, Eduardo Cunha, a fim de demarcar terreno, ocupar espaço e mandar à presidente o seguinte recado: seja qual for o perfil predominante no colegiado dos deputados eleitos, o PMDB não pretende que o comando da Câmara seja submisso às orientações do Palácio do Planalto.

Isso não deve se confundir com a pretensão do Poder Legislativo de se impor ou viver em confronto permanente com o Executivo. A ideia é justamente recuperar o conceito de equilíbrio entre os Poderes da República, aproveitando o momento em que essa paridade se refletiu no resultado das urnas e que o PT não sai da eleição com a mesma força avassaladora de antes.

A figura do deputado Eduardo Cunha talvez não seja a ideal do ponto de vista da opinião pública, mas sob a ótica dos deputados peemedebistas é quem melhor representa uma posição ao mesmo tempo de enfrentamento latente e negociação quando conveniente. O poder dele emana do apoio da bancada, não de sustentação do governo. Ao contrário. No ano passado a presidente entrou em embate direto com ele, tentou isolá-lo na Câmara e perdeu a parada."
(...) Ler mais


Leia na Fonte: Gazeta do Povo
[
30/10/14]  Confiar desconfiando
Leia na Fonte: Gazeta do Povo
[
29/10/14]   Não tem refresco
Leia na Fonte: Gazeta do Povo
[28/10/14]  Fala mansa

Leia na Fonte: Estadão
[27/10/14]  Em alto e bom som

==> Ler mais textos de Dora Kramer nas Colunas do Estadão. Ver coleção parcial neste website do WirelessBRASIL.


Jornal "O Estado de S. Paulo"

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando links para acesso direto à algumas matérias do jornal "Estadão" neste website, onde está listada uma seleção inicial referente à 2014.

A partir de 14 de outubro de 2014 o Estadão passou a exigir a adesão à um dos seus planos de assinatura para acesso ao conteúdo online. HR

Seleção de matérias da seção "Opinião"  (clique nos títulos para ler na fonte):
31/10/14
Por que a educação precisa mudar?
- por João Batista Araujo e Oliveira
(...) "A educação está mal de resultados. No plano internacional sabemos disso pelos resultados do Pisa, que nos põem entre os piores países que participam do exame." (...)
"Estamos mal de instituições. O aparelhamento que tomou conta do governo também tomou conta da educação. Passamos a viver numa época do pensamento único, em que falta debate e há temas proibidos - sobretudo os que podem desagradar a qualquer interesse corporativo."
(...)
"Estamos mal de políticas. As políticas públicas foram substituídas por programas que seguem uma sequência uniforme, previsível, inexorável e fadada ao fracasso."
(...)
"O caso do Mais Educação ilustra muitas dessas mazelas que o Brasil quer e precisa mudar. Ele constitui a epítome da descaracterização do pacto federativo. Trata-se de um programa criado para estimular a oferta de educação integral. O termo já é ambíguo: não é escola em tempo integral nem ensino em tempo integral. É algo indefinido."
(...)
'A educação está mal porque não começou a mudar. Uma reforma da educação requer um consenso mínimo da sociedade a respeito do que seja a escola. Não temos uma cultura da educação e uma cultura da escola - o pensamento hegemônico não permite que isso exista -, vide o currículo e a bibliografia das faculdades de Educação. A escola que serve para tudo não serve para nada. Não temos currículo, porque no espaço permitido para o "debate" não se podia falar em disciplinas. E por isso não temos cultura e instituições para tratar do essencial: a formação do professor e a criação de carreiras que atraiam e mantenham no magistério os jovens mais talentosos de sua geração. O Brasil ainda não deu esse passo - em nenhum nível federativo. A sociedade brasileira quer mudança. A educação precisa de mudanças. O governo federal pode ter papel importante nesse processo."

Antes das eleições, mais crédito de bancos públicos - Editorial Econômico

Enfim, novo ataque à inflação - Editorial
Passada a eleição, o Banco Central (BC) voltou a cumprir seu papel no combate à alta de preços e anunciou uma nova alta da taxa básica de juros, a Selic, de 11% para 11,25% ao ano. A inflação resistente...

Venezuela afunda na violência - Editorial
Como restam poucos veículos de comunicação independentes na Venezuela, só é possível conhecer a dimensão real das violações dos direitos humanos no país quando as entidades que corajosamente...

Decisão equivocada - Editorial
Acolhendo uma ação civil pública impetrada pela Defensoria Pública do Estado de São Paulo, o juiz Valentino de Andrade, da 10.ª Vara da Fazenda Pública da Capital, concedeu liminar proibindo a Polícia...

Nos caminhos do lixo não há atalho sem preço - por Washington Novaes
É quase inacreditável, mas, infelizmente, verdadeiro: o Senado...

==> Links para os registros anteriores (2014) aqui ou diretamente no Estadão


Textos de Ricardo Noblat em seu BLOG

O jornalista Ricardo José Delgado Noblat (Recife, 7 de agosto de 1949) é formado pela Universidade Católica de Pernambuco. Noblat foi editor-chefe do Correio Braziliense e da sucursal do Jornal do Brasil em Brasília. Atualmente, Noblat mantém um blog, o Blog do Noblat, no portal do jornal O Globo. Ler mais Perfil na Wikipédia.

Relação parcial dos últimos "textos do Noblat":

30/10/14
A se acreditar nas estatísticas, o Brasil é um dos países menos corruptos do planeta. Você acredita nisso?
28/10/14
Confusa como sempre, Dilma diz por que perdeu em São Paulo
25/10/14
Dilma: acusar os outros sem provas, vale. Acusá-la sem provas, é golpe!
24/10/14
Doleiro Yousseff promete entregar à Justiça números de contas secretas do PT em paraísos fiscais
23/10/14
VEJA: Doleiro Youssef diz à justiça que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobras
23/10/14
Outro negócio suspeito faz a Petrobras continuar sangrando

==> Veja mais textos de Noblat e "posts" diversos no Blog do Noblat.


Artigo
Leia na Fonte: O Globo
[2810/14]  Vitória de Pirro - por Rodrigo Constantino 
(Íntegra)

Após a batalha de Ásculo, o rei Pirro, ao felicitar seus generais depois de verificar as enormes baixas sofridas por seu exército, teria dito que com mais uma vitória daquelas estaria acabado. Desde então, a expressão "vitória de Pirro" é usada para expressar uma conquista cujo esforço tenha sido penoso demais. Uma vitória com ares de derrota.

Eis a sensação dessa vitória apertada de Dilma na reeleição. O Brasil está claramente dividido. A máquina estatal foi colocada a serviço do projeto de poder do partido. Houve denúncias de crime eleitoral, claro terrorismo com os dependentes dos programas assistencialistas, ameaça aos funcionários públicos. As baixarias usadas pela campanha da presidente, antes contra Marina e depois contra Aécio Neves, entrarão para a história como as mais sórdidas da nossa democracia.

Bem que Dilma tinha avisado que faria “o diabo” para vencer. Fez mesmo. E metade do país — a metade mais esclarecida e honesta — ficou estarrecida com o que viu. Nunca antes na história deste país se apelou tanto. O Brasil foi segregado. O “nós contra eles” virou o mantra daqueles que tentam monopolizar o discurso em defesa dos pobres, mas atendem, na verdade, aos interesses de uma elite corrupta e carcomida.

Os velhos caciques nordestinos celebraram, assim como Maluf e os mensaleiros presos na Papuda. O tirano Fidel Castro também deu pulos de alegria, assim como Nicolás Maduro. Kirchner, que vem destruindo a Argentina de forma acelerada, talvez com inveja da capacidade destrutiva do camarada venezuelano, foi outra que vibrou com a reeleição.

As urnas deram um resultado legal, apesar de denúncias de fraude que deveriam ser averiguadas. Mas qual a legitimidade de uma vitória tão apertada conquistada somente com base nas táticas mais pérfidas e imorais que existem? É uma vitória que colocou boa parte da classe trabalhadora de luto. Aqueles que pagam as contas do populismo petista. Aqueles que não suportam mais tantos impostos, tanta demagogia, tanta roubalheira.

A presidente Dilma falou em união em seu discurso de vitória, mas soa muito falso, não convence. Como ignorar todo o racha fomentado durante sua campanha indecente? Fingir que nada ocorreu é impossível. O país chega completamente partido ao meio por obra do próprio PT, que sempre precisou de inimigos e jamais colocou os interesses nacionais acima do seu projeto de poder.

Além disso, Dilma terá a verdadeira “herança maldita” agora pela frente. Não dará mais para culpar o governo de FHC ou a “crise internacional”, que faz os nossos pares emergentes crescerem o dobro da gente com a metade da taxa de inflação. O que vem por aí — e não será nada bonito de se ver — será colocado totalmente na conta da “presidenta”. Não haverá mais bodes expiatórios.

A economia, hoje estagnada, vai piorar ainda mais. A inflação, hoje muito elevada, vai subir ainda mais. O desemprego vai subir. A Petrobras, hoje pilhada, será finalmente destruída. E a roubalheira vai seguir seu curso, com a metade dos eleitores cúmplice, conivente. As conquistas sociais estarão em risco, e talvez a esquerda finalmente aprenda que não há dicotomia entre pobres e ricos, entre social e economia.

Nossas frágeis instituições serão testadas ao limite. Dilma herda um escândalo jamais visto, com evidências de desvios bilionários na maior estatal do país, e com o doleiro do próprio partido afirmando que ela e Lula sabiam de tudo. Se a denúncia for confirmada, um processo de impeachment não está descartado. Collor, hoje aliado do PT, caiu por muito menos.

Metade do Brasil finalmente acordou. Os anos de lulopetismo serviram ao menos para isso: despertar a indignação daqueles que são obrigados a pagar a fatura da irresponsabilidade, da incompetência e da corrupção do PT. Estamos cansados. Estamos de luto. E estamos, acima de tudo, vigilantes, atentos, de olho nos próximos passos do governo, que flerta abertamente com regimes opressores que censuram a imprensa independente.

A reação odienta e raivosa de muitos petistas, mesmo vencedores, demonstra como estão inseguros, tensos. Afinal, o Brasil ainda não é uma Venezuela. Temem ainda a punição legal por tantos anos de falcatruas, por terem permitido que uma quadrilha se instalasse dentro de nossas empresas e instituições. A oposição acordou. Está mais organizada e tem líder. E não vai assistir passivamente à pilhagem do nosso Estado.

A luta apenas começou. E a vitória deles foi com gosto de derrota, pois sabem que vem chumbo grosso por aí. Quem pariu Mateus que o embale...


• Textos de Elio Gaspari

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Elio Gaspari neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Elio Gaspari é um jornalista e escritor ítalo-brasileiro. Nascido na Itália, Gaspari chegou ao Brasil em 1949.  Começou a carreira jornalística num semanário chamado Novos Rumos, e depois foi auxiliar do colunista social Ibrahim Sued, passando a seguir por publicações de destaque, como o Diário de São Paulo, a revista Veja e o Jornal do Brasil. Em seus artigos, trata com ironia as personalidades. Para tanto, lança mão de personagens como Madame Natasha, professora de português que "condena a tortura do idioma" e vive concedendo "bolsas de estudo" àqueles que se expressam de modo empolado. Já Eremildo, o idiota, é uma sátira aos que usam indevidamente o dinheiro público. Ler mais na Wikipédia.  HR

Seleção de textos de Elio Gaspari:
29/10/14
A maneira petista de conciliar (Íntegra)

"Sempre que o PT não tem o que dizer a respeito de seja lá o que for, responde que o problema só será resolvido com uma reforma política. Foi assim em 2005, quando estourou o mensalão, e, em junho de 2013, quando o partido se assustou com o povo na rua.
Naquela ocasião, propuseram uma Constituinte exclusiva e um plebiscito. A ideia foi detonada numa simples conversa do vice-presidente Michel Temer com a doutora e não se falou mais no assunto.

O programa petista avisou que a ideia continuava no forno, e, no primeiro debate, Aécio Neves perguntou à doutora até que ponto a proposta ecoava as práticas bolivarianas.
Dilma respondeu comparando os plebiscitos que se realizam durante eleições estaduais americanas com as modalidades chavistas. Se, nessa altura da vida, a doutora não percebeu a diferença entre os dois regimes, paciência.

No discurso em que agradeceu sua reeleição, ela anunciou que pretende fazer reformas e “a primeira, a mais importante deve ser a reforma política”, uma “responsabilidade constitucional do Congresso” que “deve mobilizar a sociedade num plebiscito por meio da consulta popular”.
Desconte-se o fato de que ela estava exausta e um microfone enguiçado levou-a a se tornar a primeira governante a impacientar-se (duas vezes) com uma plateia que festejava sua vitória. Mesmo assim, o que ela disse não faz sentido.

Uma reforma política, ou qualquer outra, não é uma “responsabilidade” do Congresso. É uma atribuição. Ele pode fazê-la, ou não. É sempre bom lembrar que o atual mandato do Congresso é tão legítimo quanto o dela.

Se a doutora tem um projeto de reforma política, a primeira coisa que deve fazer é apresentá-lo. A primeira vez que o PT falou nisso oferecia um sistema de voto por lista. Nele o cidadão perde o direito de escolher o candidato em quem decide votar. (No atual, pode-se votar num candidato e acabar elegendo outro, mas é indiscutível que o eleitor escolheu em quem votou.)
Na versão original as listas seriam feitas pelas caciquias partidárias. O PT também quer o financiamento público das campanhas. (Tiririca se candidata e você paga.) Na abertura de sua fala, Dilma saudou os presidentes do PR (o partido de Tiririca), do PCdoB e do PROS.
Se o Supremo Tribunal Federal não tivesse derrubado a cláusula de desempenho, alguns deles não existiriam e, com isso, perderiam o acesso às arcas do Fundo Partidário.

A proposta de se fazer uma reforma com plebiscito obrigaria à construção de uma cédula com perguntas complexas. (Com ou sem cláusula de desempenho? Sistema proporcional? Distrital simples? Misto? Com lista fechada ou aberta? Quantos distritos por estado? Financiamento público? Quanto custará?) Isso não é coisa que se resolve por plebiscito.

É atribuição do Parlamento. Fora disso, a doutora quer conciliar atropelando o Legislativo. Há 50 anos, chamava-se “reformas de base”.
Coube a Renan Calheiros, presidente do Senado, colocar o debate nos trilhos. Deve-se discutir e aprovar o assunto no Congresso, seguindo seus ritos. Depois, se assim quiserem, o resultado pode ser submetido a um referendo, no qual a população vota “sim” ou “não”.

Fez-se assim com o artigo da lei do desarmamento, que proibia a venda de armas no Brasil, e o povo mandou-o ao lixo.


31/08/14
As Bolsas Plebiscito de Dilma e Marina
27/08/14
Uma ideia simples

==> Leia mais na web,
neste website ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


 O famigerado Decreto 8.243/2014

Nota de Helio Rosa:
01.
O acompanhamento deste tema é feito neste
website, constituído de uma Página Inicial, um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.

02.

Lembro:
"A presidente Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo. Desistiu da Assembleia Constituinte para a reforma política - ideia nascida de supetão ante as manifestações de junho passado e que felizmente nem chegou a sair do casulo - e agora tenta por decreto mudar a ordem constitucional. O Decreto 8.243, de 23 de maio de 2014, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), é um conjunto de barbaridades jurídicas, ainda que possa soar, numa leitura desatenta, como uma resposta aos difusos anseios das ruas. Na realidade é o mais puro oportunismo, aproveitando os ventos do momento para impor velhas pretensões do PT, sempre rejeitadas pela Nação, a respeito do que membros desse partido entendem que deva ser uma democracia." (Fonte: Estadão)


Leia a íntegra do Decreto nº 8243 de 23 de maio de 2014
HR

Algumas matérias registradas:
Leia na Fonte: O Globo
[29/10/14]
 Senado também derrubará conselhos populares, diz Renan

Leia na Fonte: Blog de Reinaldo Azevedo
[29/10/14]  Que o Senado entre na resistência democrática, iniciada neste blog! - por Reinaldo Azevedo

Leia na Fonte: Veja
[28/10/14]  Dois dias depois da eleição, Câmara derruba decreto bolivariano de Dilma

"A Câmara dos Deputados reagiu e, enfim, derrubou nesta terça-feira o decreto bolivariano da presidente Dilma Rousseff, destinado a criar conselhos populares em órgãos da administração pública. A matéria foi assinada no final de maio em uma canetada da presidente e foi alvo de críticas de juristas e parlamentares. O Senado ainda tem de avaliar o projeto de decreto legislativo para que a determinação do Planalto seja suspensa.
A derrubada da matéria é uma reivindicação antiga da oposição e se deu dois dias após as eleições, indicando a turbulência que Dilma encontrará no Congresso no novo mandato. “Essa derrota é para mostrar que o discurso de conversa com o Congresso não poder ficar só na teoria”, resumiu o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).
(...) Leia mais

Leia na Fonte: Blog de Reinaldo Azevedo
[28/10/14]  Dois dias depois de reeleita, “represidenta” sofre derrota histórica na Câmara, que rejeita decreto bolivariano sobre conselhos populares
Leia na Fonte: diário do Comércio
[22/07/14]  Um decreto de poder - por José Márcio Mendonça
Leia na Fonte: JusBrasil
[22/07/14]  Aspectos político-constitucionais do Decreto nº. 8.243 - por Ricardo Nogueira
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[22/07/14]  Vocação bolivariana - por Ives Gandra da Silva Martins
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[21/07/14]  Teimosia inconstitucional - Editorial
Leia na Fonte: Diário da Manhã
[18/07/14]  O Congresso é contra o Decreto 8.243 - por Edgard Gobbi
Leia na Fonte: R7
[17/07/14]  Artistas se mobilizam e engrossam coro contra conselhos populares
Leia na Fonte: Blog do Aluízio Amorim
[07/07/14]  Exclusivo! Advocacia Geral da União (AGU) entrou em ação e sites do mega-programa comunista do PT (Decreto 8.243) são "congelados"  - por Aluízio Amorim
Leia na Fonte: Blog do Aluízio Amorim
[02/07/14]  Por trás do decreto 8.243, a diabólica organização golísta do PT nos porões no Palácio do Planalto - por Aluízio Amorim
Leia na Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo / Veja
[02/07/14]  Câmara pode votar hoje Decreto Legislativo que repudia arroto autoritário da dupla Dilma-Gilberto Carvalho: o Decreto 8.243, aquele que abre a porta para o fim da propriedade privada. E não se trata de exagero. Basta ser alfabetizado e saber ler! Que não falte hombridade aos deputados para defender o Parlamento!
Leia na Fonte: Repórter Nacional
[30/06/14]  Brasil: pouco mais de 30 dias na companhia do Decreto nº 8.243 - por Thaiane Firmino
Leia na Fonte: Veja
[23/06/14]  O decreto bolivariano de Dilma e a farsa dos conselhos “populares” - por Daniel Jelin
Leia na fonte: Portal 100 Fronteiras
[21/06/14]  PT quer amordaçar sociedade civil - por Rodrigo Constantino
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[20/06/14]  O decreto e a realidade - Editorial
Leia na Fonte: O Povo Online
[19/06/14]  Dilma não vai recuar em decreto, diz Gilberto Carvalho
Leia na Fonte: Blog do Reinaldo Azevedo
[16/06/14]  De novo, o Decreto 8.243, de Dilma. É golpista e bolivariano, sim! Ou: O que não me parece bom nas seis perguntas e seis respostas da Folha - por Reinaldo Azevedo
Leia na Fonte: consultor Jurídico
[16/06/14]  Política Nacional de Participação Social é quase impossível - por Carlos Henrique Abrão

==> Leia mais: Consulte o Índice de Artigos e Notícias do tema no WirelessBRASIL


Alerta Total - Website de Jorge Serrão

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Jorge Serrão neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Jorge Serrão (foto), 43 anos, é Jornalista, Radialista e Professor de Comunicação e Marketing. HR

Seleção de textos de Jorge Serrão no Alerta Total:

31/10/14
Suíça deve entregar ao juiz da Lava Jato as contas de 25 políticos que levaram milhões de Costa e Youssef
30/10/14
No Brasil do juro mais alto do mundo, Dilma ainda não sabe quem e nem como combater a inflação
29/10/14
Dilma fica PT da vida com “aliados” pela campanha pró Eduardo Cunha e pela queda do Decreto 8243

28/10/14
Dilma tenta roubar da oposição luta contra corrupção, na jogada para salvar políticos na Lava Jato
24/10/14
Delação de doleiro, sobre Lula e Dilma saberem de tudo na Petrobras, abre espaço para impeachment


==> Ver mais textos de Jorge Serrão e de outros autores no Alerta Total


O marqueteiro João Santana
Leia na Fonte: Radar
[27/10/14]  O santo milagreiro - por Lauro Jardim


"Dilma Rousseff tende, neste segundo mandato, a ficar menos devedora do PT e de Lula. Devedora, se tivesse que ser, seria de João Santana (foto), um vitorioso incontestável desta eleição.
Santana soube desconstruir adversários – como ninguém, aliás. Mas também soube construir.
Num país com a economia estagnada, com indicadores preocupantes para 2015, com a crise energética batendo as portas, Santana conseguiu um milagre.
De acordo com o Datafolha de quarta-feira passada, o otimismo do brasileiro com a economia voltou aos índices de 2007. Esse, sim, é o santo milagreiro da campanha petista."

O marqueteiro João Santana
Leia na Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
[27/10/14]  João Santana

(A data acima é da última atualização do verbete na Wikipédia)

João Cerqueira de Santana Filho (foto) (Tucano, Bahia, 5 de janeiro de 1953)1 é um músico, jornalista, escritor e publicitário brasileiro.

Carreira e atuação
Considerado um dos mais importantes consultores políticos do Brasil - e, entre eles, o de maior projeção internacional. Comandou o marketing vitorioso de oito eleições presidenciais, o que lhe confere um local destacado no ranking mundial de sua atividade.

Coordenou o marketing vitorioso das campanhas de Lula da Silva (2006) e Dilma Roussef (2010 e 2014), no Brasil; Hugo Chávez (2012) e Nicolás Maduro (2013), na Venezuela; Mauricio Funes, em El Salvador; Danilo Medina, na República Dominicana; e José Eduardo Santos, em Angola.
Três destas vitórias foram conseguidas em um mesmo ano (2012), um feito inédito no marketing político internacional.

Além destes pleitos presidenciais, comandou dezenas de campanhas para governador, prefeito, senador e deputados no Brasil e na Argentina. Antes de se dedicar ao marketing político, foi jornalista político de sucesso, com passagens por alguns dos mais importantes veículos de comunicação do Brasil, como os jornais O Globo e Jornal do Brasil, e as revistas Veja e Istoé.

É detentor de vários prêmios jornalísticos, o mais importante deles o Prêmio Esso de 1992 , como um dos autores da reportagem "Eriberto: Testemunha Chave", decisiva para o impeachment do presidente Fernando Collor. É um dos autores da logomarca do Governo Dilma Rousseff.
Fora da atuação política, como escritor, publicou um romance, batizado Aquele Sol Negro Azulado. (...) Ler mais

 


Blog de Guilherme Fiuza

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando, neste website, os links para textos de Guilherme Fiuza, do seu Blog e outras fontes:  HR
Guilherme Fiuza (foto) é um jornalista e escritor brasileiro. Iniciou a carreira em 1987, no "Jornal do Brasil".
Entre outras redações, trabalhou também em "O Globo", do qual é hoje articulista. É colunista de política da Revista Época. Ler mais na Wikipédia.

Seleção de textos de Guilherme Fiuza, de seu blog e de outras fontes:

25/10/14
Ignorantes do bem
(...) O doleiro acaba de revelar que Dilma e Lula sabiam do esquema de saque à Petrobras. O que você fará diante disso, caro progressista do bem? Colocará para tocar um disco de Mercedes Sosa? Ou fechará os olhos e ficará repetindo para si mesmo que casos de corrupção existem em todos os governos? Não, meu caro, a nova elite vermelha não protagonizou casos de corrupção. Ela criou, sob a propaganda da bondade, um sistema de corrupção.

O mensalão foi montado dentro do Palácio do Planalto pelo principal ministro de Estado, fazendo uma transfusão de dinheiro público para o partido do presidente. O tesoureiro desse partido, condenado e preso, foi sucedido por outro tesoureiro que está no centro do escândalo do petrolão. Esse outro, João Vaccari Neto, é o homem forte da campanha de Dilma Rousseff. Será que o doleiro ainda precisa lhe dizer, prezado e orgulhoso eleitor de esquerda, que todos os seus heróis sabiam de tudo? Ou mais claramente: que eles arranjaram um jeito esperto de transformar a política em meio de vida?"

(...)

"O PT está tomando providências: some com os indicadores que fazem mal à sua propaganda — como acaba de fazer com os dados do Ipea sobre a miséria. É a mesma tecnologia da contabilidade criativa. Uma usina de versões, que faz a presidente da República atolar em sua própria fala ao vivo. Um vexame, caro eleitor do bem, um show de impostura.
Exija respeito pela sua escolha na urna. Mas procure um jeito honesto de se orgulhar dela."

24/10/14
Heróis do mensalão tentam sobreviver ao petrolão

"Luiz Inácio da Silva está de saco cheio – nas palavras dele, naturalmente. Caprichando no timbre pré-histórico que o Brasil consagrou, Lula atacou mais uma vez o denuncismo da imprensa burguesa, que fica publicando coisas desagradáveis sobre a Petrobras. O ex-presidente em exercício disse que não aguenta mais a mesma coisa em toda eleição. De fato, se não fosse essa mídia golpista a serviço da elite branca, os companheiros poderiam continuar a roubar a maior empresa brasileira de forma silenciosa e discreta, sem esse falatório todo que só atrapalha os bons negócios privados feitos dentro da estatal (abaixo da camada pré-sal).
O mais estranho de tudo é que, pelo cenário da corrida presidencial, parece que o eleitorado começou a acreditar nas manchetes da imprensa golpista – um absurdo, pois Lula já cansou de avisar aos brasileiros para não acreditar no que sai na mídia. Eles nunca acreditaram, como se viu na reeleição dele em pleno mensalão e na eleição da sucessora, em pleno escândalo Erenice Guerra. Para corrigir essa perigosa distorção, segue um retrato do segundo turno da eleição mais surpreendente da história em manchetes elaboradas especialmente para não transbordar o saco de Luiz Inácio:"
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27/09/14
Petrolão para todos
26/09/14
A “nova política” está grávida da velha

19/09/14
A “presidenta” de volta à cozinha


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Textos de Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa neste website do WirelessBRASIL.

Maria Helena Rubinato Rodrigues de Sousa
é professora e tradutora, e escreve semanalmente para o Blog do Noblat desde agosto de 2005. Ela também tem uma fanpage e um blog – Maria Helena RR de Sousa

Anotação em seu blog: "Só adianto que sou colaboradora entusiasmada do Blog do Noblat, onde tento aprender, com o mestre e amigo, duas coisas que julgava impossível aprender na tenra idade em que estou: ser mais paciente e menos rebelde". HR

Seleção de textos de Maria Helena RR de Souza:

24/10/14
'Não vamos desistir do Brasil'

(...) "Desde a metade do século 20 tivemos dois presidentes mineiros. Um protagonizou o segundo descobrimento do Brasil e o outro tirou o Brasil do estado de coma em que se encontrava.
Juscelino foi o estadista que cultivava a tolerância bem mineira, o homem que respeitava o passado mas com os olhos no futuro, o sonhador.

Itamar foi o estadista íntegro que soube escolher seus ministros e assessores, a quem dava o apoio imprescindível e a dignidade da sua palavra, o que em Minas vale ouro. Sem a força de seu caráter, o Real, que nos salvou daquele abismo, não teria nascido e vingado.

Minha esperança é que os brasileiros acordem no domingo bradando Libertas Quae Sera Tamen e corram para as urnas a fim de referendar o nome de um mineiro como ocupante do Palácio do Planalto.
Chega de divisões, ódios, mesquinharia, maldades, mentiras, ofensas, perdigotos e gritos. Que venham novamente tempos de cordialidade, mas em um patamar de integridade absoluta.
Minas nunca desistiu do Brasil, não será agora Aécio Neves, um mineiro, quem o fará."


17/10/14
Cara feia é fome
10/10/14
Vamos mudar o disco?

03/10/14
Por que vou votar em quem vou votar?

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• Textos de Ruy Fabiano

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Ruy Fabiano neste website, onde está listada uma seleção inicial, "em construção".

Ruy Fabiano é jornalista, com curso de extensão em Ciência Política. Passou por algumas das principais redações do País: TV Tupi, O Globo, Última Hora, Editora Abril, Revista Visão, Gazeta Mercantil, Correio Braziliense e Agência Estado. Há 22 anos cobre a área política em Brasília. Foi, durante oito anos, colunista político diário do Correio Braziliense e da Agência Estado. Atualmente exerce a função de consultor político. [Fonte]

Seleção de textos de Ruy Fabiano:

25/10/14
O fantasma do impeachment de Dilma está logo ali

"Não é verdade que o povo brasileiro seja insensível à corrupção. Fosse assim, Getúlio Vargas não teria se suicidado ao se ver cercado por um mar de lama (expressão que introduziu no glossário da política brasileira).
Fosse assim, não apenas Fernando Collor não teria sido deposto por um impeachment, como o PT não teria chegado aonde chegou, já que construiu sua trajetória pela via do denuncismo.

Hoje, mesmo com sua cúpula na cadeia, insiste em apontar a corrupção do próximo. Não a encontrando no presente, vai ao passado e procura desenterrar denúncias que fez ao governo FHC e que, em doze anos de exercício do poder, não cuidou de demonstrar – e providenciar a punição.

Uma coisa é o denuncismo vazio, que procura constranger o adversário e pô-lo na defensiva, como o PT sempre fez e continua fazendo. Outra coisa é a denúncia consistente, lastreada em testemunhos e documentos, como as que levaram ao impeachment de Collor e ao Mensalão – e agora ao Petrolão.
Não há exemplo mais eloquente de denúncia vazia – e, portanto, leviana - que a que fez Dilma Roussef ao falecido ex-presidente do PSDB, Sérgio Guerra, de que recebera propina da Petrobras. Para tanto, invocou o depoente Paulo Roberto Costa, que manteve na diretoria da Petrobras, e cujas acusações aos governistas rejeitara por falta de provas.
O advogado de defesa de Paulo Roberto assegura que seu cliente jamais se referiu a Paulo Roberto Costa em sua delação premiada – e que nem o conheceu.

Quanto a Sérgio Guerra, não está aí para se defender. A denúncia foi feita num dos debates, surpreendendo o oponente, já que ninguém antes mencionara – e nem fazia sentido – a participação de um oposicionista na farra do PT e seus aliados.
" (...) Ler mais


18/10/14
A ignorância ativa
11/10/14
O país “de saco cheio”
04/10/14
Urnas: o vício homenageia a virtude
27/09/14
Marina e sua paixão por Lula

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• Textos de Sandro Vaia

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Sandro Vaia neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Sandro Vaia é jornalista. Foi repórter, redator e editor do Jornal da Tarde, diretor de Redação da revista Afinal, diretor de Informação da Agência Estado e diretor de Redação de “O Estado de S.Paulo”. É autor do livro “A Ilha Roubada”, (editora Barcarolla) sobre a blogueira cubana Yoani Sanchez e "Armênio Guedes, Sereno Guerreito da Liberdade"(editora Barcarolla). E.mail: svaia@uol.com.br. HR

Seleção de textos de Sandro Vaia
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24/10/14
Dois países e uma escolha

(...) "E considere-se que quando os esquerdistas democráticos escreveram esse manifesto, Lula ainda não havia comparado o adversário aos nazistas e ao rei Herodes, em alguns de seus surtos de alucinação onde combate, como dom Quixote, os moinhos de vento que ele mesmo criou - aplicando provavelmente por instinto e não por conhecimento, o princípio leninista de “acusar os outros daquilo que você faz”.
O mais nocivo populismo caracteriza-se exatamente por interditar o debate substituindo-o, sempre que possível, por uma chuva de calúnias na cabeça do adversário, que passa a ser tratado não como um defensor de propostas diferentes, mas como um criminoso a ser eliminado.
Seja como for, o País que emergirá das urnas domingo será outro. Ou melhor, será um dos dois: ou aquele que procurará a modernidade livrando-se da canga do atraso e da mistificação ou aquele que fará das ilhas de atraso, da pobreza e do assistencialismo a reserva de mercado para garantir sua perpetuação no poder. Aos populistas e demagogos, nunca convém que os descamisados possam comprar suas próprias camisas."

17/10/14
A primeira arma da guerra é a mentira

10/10/14
A guerra selvagem nas redes sociais
03/10/14
Dilma e o voto que vem pelo Correio

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• Textos de Murillo de Aragão

Murillo de Aragão é advogado, jornalista, cientista político e presidente da Arko Advice Pesquisas e sócio da LRCA Advogados. É Formado em Direito pela Faculdade de Direito do Distrito Federal (CEUB), é mestre em Ciência Política pela Universidade de Brasília e doutor em Sociologia (estudos latino-americanos) pelo Ceppac – Universidade de Brasília. [Ler mais "Perfil" em Blog do Murillo de Aragão e Website de Murillo de Aragão]

Seleção de textos de Murilo de Aragão:

23/10/14
Os muitos desafios de uma vitória
(...) "Porém, o vencedor da campanha presidencial, seja ele quem for, encontrará um país dividido, rachado por uma campanha dura e sórdida. Os ânimos estarão exaltados no day after. O clima pode ser afetado ainda pelo comportamento dos mercados, claramente positivo em caso de vitória de Aécio Neves (PSDB), e negativo se a vitória for de Dilma Rousseff (PT).

Para piorar, temos como pano de fundo uma grave investigação sobre a relação da Petrobras com empresas e políticos. Investigação que terá desdobramentos múltiplos nas esferas judiciais tanto para políticos quanto para a estatal e seus fornecedores. Duas dezenas ou mais de políticos serão investigados no Supremo Tribunal Federal. Além das investigações judiciais, devem ocorrer investigações na Comissão de Valores Mobiliários no Brasil e na SEC, nos Estados Unidos.

Reconstruir a credibilidade fiscal e econômica brasileira, essencial para um 2015 melhor, será outro imenso desafio. Assim, no campo fiscal e econômico, a situação é tensa. Não à toa o empresariado nacional está desanimado e o governo, com dificuldades de fazer seus projetos acontecerem. Por isso muitos investimentos permanecem em compasso de espera.

Diversas questões ficaram no ar e paralisam as decisões. Será Dilma mais Lula do que Dilma em 2015? Aécio terá condições políticas de promover as reformas que preconiza? Estas são duas das questões mais importantes que começarão a ser respondidas na sequência das eleições."


16/10/14
Novo Congresso e a reforma a política
09/10/14
O inesperado e o nem tanto
04/09/14
Pesquisas eleitorais e suas mensagens
17/07/14
Campanha ainda demora um pouco

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Artigo
Leia na Fonte: Blog Gabeira

[24/10/14]  Quatro anos num domingo - por Fernando Gabeira


A campanha chega ao fim com o grande debate de hoje. Alguns temas ficaram de fora. Do Rio Piracicaba à nascente do São Francisco, na Serra da Canastra, encontrei vestígios da grande seca, talvez a maior dos últimos 50 anos no Sudeste. Ignoro o que os candidatos pretendem fazer a respeito. Não falam em recuperação de rios, fortalecimento dos comitês de bacia, nada que lembre uma política de recursos hídricos. Apenas se culpam.

Não sei se todos têm a sensação de que há uma distância entre o País dos debates e o da vida real. Creio que a distância às vezes é ampliada pelo próprio debate, que deveria encurtá-la.

Jean Piaget escreveu muito sobre inteligência infantil. Ele descrevia um tipo de linguagem que prevalece numa faixa de idade: a linguagem egocêntrica. Nela não importa necessariamente fazer sentido, muito menos comunicar-se com o outro.

Apesar dos debates sem mediação, foi impossível estabelecer um fio da meada. Dilma comportou-se como se fosse uma candidata da oposição em Minas Gerais. Após o debate no SBT sua memória falhou em alguns momentos. Depois de tropeçar na palavra inequívoca, ela capitulou em mobilidade urbana, pediu um pouco de água, sentou-se para descansar. O que se passa no cérebro de Dilma, como se articulam nela uma camada do córtex com uma região do hipocampo, criando ou embotando a memória, é uma análise que farei depois de pesquisar o tema.

Dilma está se transformando numa equilibrista que entra em cena mesmo sem ter completado o período de formação. No caso da Petrobrás, a opção do governo era negar as denúncias: são apenas vazamentos clandestinos. No campo do feminismo, Dilma projetou imagem dura ao ironizar o choro de Marina Silva, bombardeada pelas mentiras do PT: o cargo de presidente não é para coitadinhas, afirmou.

Quando soube que um ex-dirigente do PSDB, Sérgio Guerra, também foi acusado de receber propinas no escândalo da Petrobrás, Dilma passou a acreditar nas denúncias. E afirmou: houve desvios. O fluxo de denúncias não acabara. Depois de Sérgio Guerra, aparecia em cena o nome de Gleisi Hoffman, ex-chefe da Casa Civil no governo Dilma. Nesse caso, a presidente voltou a duvidar e pedir precauções. Ficou evidente que as denúncias valem quando envolvem o adversário, mas são levianas e perigosas quando envolvem o governo.

Depois do piripaco de Dilma, Lula e outros insinuaram que Aécio agride mulheres e isso pode ter influenciado a performance dela. Marina tinha de apanhar sem choro, pois a “Presidência não é para coitadinhos”.

O escândalo da Petrobrás, embora possa ter envolvido gente da oposição, é de principal responsabilidade do governo. A empresa está sendo investigada nos EUA. Lá, por exemplo, a lei é clara e responsabiliza também os dirigentes da empresa, mesmo que não tenham tocado no dinheiro.

O choro da Marina massacrada é fraqueza; a crise de Dilma, uma consequência do machismo. Eles reinventam o mundo à sua maneira. Passada a eleição, em vez de ficar remexendo a essência macunaímica do PT, talvez fosse necessária uma avaliação mais profunda de como uma experiência histórica termina na porta da delegacia.

Análises sobre a trajetória da esquerda no século passado ocuparam grandes historiadores. Tony Judt dedicou parte de seu trabalho aos intelectuais franceses e seus equívocos. No caso europeu, as hesitações diante do stalinismo conduzem um dos fios da meada. Aqui, no Brasil, não creio que o stalinismo tenha o mesmo peso. O fio da meada é a relação com a ditadura cubana, a admiração por um regime falido e o silêncio inquietante sobre seus crimes.

A trajetória da esquerda brasileira no governo mudou. Goulart foi derrubado pelos militares que alegavam combater a subversão e a corrupção. A corrupção era algo mais simbólico no seu discurso. Envoltos na guerra fria, os militares queriam, principalmente, derrotar o comunismo. Essa passagem de uma resistência à ditadura militar, o trânsito das páginas políticas para as policiais, essa mudança de ala nas penitenciárias é uma guinada na história da esquerda.

Tanto se falou em Goebbels, o homem da comunicação de Hitler, que a tática de repetir a mentira passou a ser até elogiada por alguns. O encontro da tática do PT com Goebbels não é acidental. Assim como o encontro das Farc com o tráfico de drogas também não o foi.
(...)  Ler mais


Leia na Fonte: Veja / Blog de Reinaldo Azevedo
[23/10/14]  DILMA E LULA SABIAM DA ROUBALHEIRA NA PETROBRAS, DIZ YOUSSEF. SE FOR VERDADE, É MATÉRIA DE IMPEACHMENT SE ELA FOR REELEITA. JÁ SERIA AGORA, MAS NÃO HÁ TEMPO - por Reinaldo Azevedo


Aquilo que os petistas tanto temiam desde o começo aconteceu: a operação Lava Jato bateu em Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, e em Dilma Roussef. Eles sabiam da roubalheira vigente na Petrobras. É o que o doleiro Alberto Youssef assegurou à Polícia Federal e ao Ministério Público no curso do processo de delação premiada. Está na capa da VEJA, que começa a circular daqui a pouco. Eis a imagem.


CAPA VEJA SABIA DE TUDO

Eu poderia engatar aqui aquela máxima de Carlos Lacerda sobre Getúlio Vargas, só para excitar a imaginação de Lula, trocando a personagem. Ficaria assim: “A Sra. Dilma Roussef não deve ser eleita. Eleita não deve tomar posse. Empossada, devemos recorrer à revolução para impedi-la de governar.”

Mas aqueles eram tempos em que as pessoas prezavam muito pouco as instituições, a exemplo de certos partidos que estão por aí. Eu não! Eu prezo a lei e a ordem. Eu prezo a Constituição do meu país. Eu prezo os Poderes constituídos.

Se as acusações de Youssef se confirmarem, é claro que Dilma Roussef tem de ser impedida de governar caso venha a ser reeleita, mas em razão de um processo de impeachment, regulado pela Lei 1.079, que estabelece:
(...)

"Se é como diz Youssef — e lembro que ele está sob delação premiada; logo, se mentir, pode se complicar muito — , pode-se afirmar, de saída, que Dilma cometeu, quando menos, essas três infrações, sem prejuízo de outras.

Trecho do diálogo de Youssef com o juiz:
O Planalto sabia de tudo!
Mas quem no Planalto?, perguntou o delegado.
Lula e Dilma, respondeu o doleiro.
(...)  Ler mais


10 fatos econômicos que você precisa saber antes de votar

Leia na Fonte: Coluna do Ricardo Setti / Veja
[21/10/14] TSE rejeita pedido de Dilma para censurar reportagem do site de VEJA


"O ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou nesta terça-feira ação da presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) que tentava impedir que o Google listasse nos resultados de busca a reportagemDez fatos econômicos que você precisa saber antes de votar”, publicada no site de VEJA em 3 de outubro." (...) Nem o site de VEJA nem a Editora Abril, responsável pela publicação do conteúdo eletrônico de VEJA, são partes do processo.(...)

Leia na Fonte: Veja
[03/10/14]
  10 fatos econômicos que você precisa saber antes de votar

01. Comprar carros não é mais tão simples. Por quê?
O governo protelou até onde foi possível, mas permitiu a subida dos juros a partir de 2012. Com os financiamentos mais caros, menos brasileiros se sentem seguros para assumir uma dívida tão alta como é a compra de um veículo. Além disso, diante do crescimento baixo da economia, os bancos se tornaram mais criteriosos na hora de conceder empréstimos, o que fez com que menos brasileiros tivessem acesso a crédito. O resultado é que as montadoras enfrentam um de seus piores anos, com queda de 9% nas vendas de veículos somente em 2014. Com isso, as fábricas passaram a demitir. O setor automotivo, que inclui também as fábricas de autopeças, é um dos maiores empregadores da indústria brasileira. Se o setor vai mal, o emprego é sacrificado. Segundo o IBGE, a indústria automotiva já demitiu mais de 8.000 funcionários até agosto deste ano.

02. A inflação voltou para ficar. Isso faz diferença?
A inflação tem sido o grande inimigo dos brasileiros. No acumulado de doze meses, ela bate 6,5%. Esse patamar é o teto da meta estabelecida há quase vinte anos com o objetivo de domar a alta dos preços que era tão feroz no Brasil nos anos 1980. O centro da meta é de 4,5% e é esse número que deve ser perseguido pelo Banco Central, o órgão responsável por controlar o indicador. A inflação, contudo, tem sido sentida com muito mais força pelos brasileiros do que os 6,5% indicam. Aluguéis, mensalidades escolares, compras de supermercado e preços de serviços têm sofrido reajustes mais dolorosos. Alimentos, por exemplo, subiram 8% em 2013 e 4,8% no acumulado de janeiro a agosto de 2014. Já os serviços subiram 6,64% nos primeiros oito meses nesse mesmo período. A inflação só não está mais alta porque há os chamados preços administrados, como a gasolina, energia elétrica e impostos, como o IPVA, por exemplo. São valores que precisam da chancela de governos federal, estaduais e municipais para serem reajustados. O governo dispõe de mecanismos para contribuir com o controle da inflação, como redução dos gastos públicos, por exemplo. Contudo, essa não tem sido a diretriz da atual presidente. Ela tem sacrificado o controle inflacionário em função de políticas de aumento de gastos. Outra forma de controlar a inflação é subindo os juros. Na prática, com juros mais altos, a população reduz o consumo num primeiro momento e os preços se reequilibram. O problema é que o BC não teve liberdade para subir juros quando necessário. No momento em que recebeu o aval, passou a elevá-los, mas já era tarde demais. Há três anos o Brasil não consegue trazer a inflação para o centro da meta.

03. Os ricos estão cada vez mais ricos. O que aconteceu?
Está engavetado no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) um estudo inédito que mostra uma realidade bem diferente da que vem sendo pregada pelo PT na campanha eleitoral de Dilma Rousseff. O mostra que a concentração de renda aumentou no Brasil entre 2006 e 2012. Dados do Imposto de Renda dos brasileiros coletados por pesquisadores do Instituto mostram que os 5% mais ricos do país detinham, em 2012, 44% da renda. Em 2006, esse porcentual era de 40%. Os brasileiros que fazem parte da seleta parcela do 1% mais rico também viram sua fatia aumentar: passou de 22,5% da renda em 2006 para 25% em 2012. O mesmo ocorreu para o porcentual de 0,1% da população mais rica, que se apropriava de 9% da renda total do país em 2006 e, em 2012, de 11%. Outro estudo feito pelos mesmos pesquisadores, usando dados da Pnad e do imposto de renda, mostram que houve sim crescimento da renda durante os governos petistas. Porém, diz o estudo, "os ricos se apropriaram da maior parte desse crescimento”.

04. O dólar disparou. Isso é um problema?
Quando a presidente Dilma assumiu, o dólar estava cotado a 1,68 real. Hoje, está em 2,49 reais. As razões da subida são muitas e incluem desde erros cometidos pelos governantes até uma tendência internacional de alta da moeda. No caso do Brasil, os problemas internos contaram mais que as situações vindas de fora. Quando o dólar custava menos que 1,70 real, o governo o considerava baixo demais e começou a cobrar mais impostos sobre os investimentos estrangeiros que eram feitos no país. O objetivo era limitar a entrada de dólares justamente para sua cotação subir. Num primeiro momento, não adiantou nada. Mas, conforme os investidores foram perdendo a confiança no Brasil, os dólares, de fato, começaram a minguar. Com isso, a moeda passou a subir até superar o patamar de 2 reais. O dólar mais alto encarece os produtos que o Brasil importa, como gasolina e trigo. Mas, por outro lado, beneficia os exportadores brasileiros. O dólar começou a subir tanto que o governo mudou de ideia. Descobriu que, se moeda ficasse muito cara, a inflação subiria muito — o que é ruim para o bolso da população e pode gerar um alto índice de desaprovação nas urnas. Assim, por meio do Banco Central, o governo começou a estimular a entrada de dólares. Os efeitos dessas ações, no entanto, não impediram a moeda de subir. Aliás, quanto mais as pesquisas mostram que a presidente Dilma tem chances de se reeleger, mais dólares deixam o Brasil e mais alto fica o valor da moeda americana.

05. O setor elétrico está em crise. Como isso afeta o seu bolso?
Com o intuito de reduzir a conta de luz em cerca de 20%, a presidente Dilma anunciou, em 2012, um pacote de medidas para o setor elétrico. Em suma, as geradoras e distribuidoras que levam a energia até as residências teriam de se adaptar a novas regras que, num primeiro momento, reduziria seus ganhos. Nem todas as geradoras aceitaram os novos termos e deixaram de fornecer para o mercado regulado, que é o jargão do setor para explicar o mercado residencial. Com isso, a oferta de energia se arrefeceu para as residências. Outro agravante foi a estiagem que atingiu o centro-sul do país. As distribuidoras que estavam descontratadas, ou seja, precisavam fechar novos contratos com as geradoras para oferecer energia aos brasileiros, tiveram de comprar energia a um preço cinco vezes maior no mercado de curto prazo. As distribuidoras também tiveram de arcar com o custo das termelétricas. Devido à estiagem, muitas hidrelétricas não conseguiram suprir a demanda de energia. Por isso as térmicas, que são movidas a combustível e por isso são mais caras, tiveram de assumir o fornecimento. Sem caixa para bancar esse aumento de custo, as distribuidoras tiveram de pedir ajuda ao governo e reajustar a tarifa de energia dos brasileiros. Resultado disso é que o corte na conta de luz anunciado em 2012 causou tamanho desequilíbrio no mercado que gerou um ônus de mais de 60 bilhões de reais para o país. Essa conta está sendo paga pelos consumidores, por meio do aumento da conta de luz, e pelos contribuintes, que financiam a ajuda que o governo deu às distribuidoras.

06. Contas públicas estão um desastre. E daí?
O que o governo faz do dinheiro arrecadado com impostos pagos pela população é de grande importância. Pena que os governantes não se preocupam muito em prestar esclarecimentos sobre esses gastos. Por isso muitos brasileiros nem sabem ao certo o que são as contas públicas, que nada mais é do que o fluxo de caixa do governo — ou seja, o dinheiro que recebe em impostos e como esse valor é aplicado para o bem estar da população. A forma como o governo gasta o dinheiro público é um indicador importantíssimo da saúde financeira do país, sobretudo no caso do Brasil, que tem de pagar mensalmente os juros sobre sua dívida com outros países, investidores, bancos nacionais e estrangeiros, entre outros credores. Para pagar os juros, é preciso economizar mensalmente. Ou seja, gastar menos do que se arrecada. Assim, consegue-se o superávit primário, que é o jargão econômico usado para descrever essa economia. Quando o governo não cumpre o superávit, tem de aumentar sua dívida para conseguir pagar os juros. É como se o governo recebesse dos brasileiros o valor suficiente para pagar seus compromissos mas, por má gestão, não conseguisse pagar as contas devidas. Assim, ele toma mais empréstimo em nome dos brasileiros para conseguir pagar os juros.
O governo Dilma tem deixado de lado o superávit. Somente em 2011 conseguiu cumpri-lo. Em 2014, o governo precisa economizar 80,7 bilhões de reais para o pagamento de juros. Até agora, a economia não passa de 4 bilhões de reais. O prejuízo de se ter as contas públicas no vermelho é o mesmo que se tem quando um indivíduo entra no cheque especial. Ao gastar mais do que ganha, o cliente paga juros mais caros e o banco começa a restringir seu acesso a mais crédito. Se sua renda cai, o cliente pode entrar numa bola de neve que, cedo ou tarde, pode fazer com que ele venda bens para saldar suas dívidas. Ele perde credibilidade na praça e corre o risco de ter que diminuir outros gastos com saúde e educação para pagar dívidas.

07. Arrumar trabalho não é mais tão fácil. Por quê?
Com a inflação no teto da meta, os juros começaram a subir e o emprego, consequentemente, deu sinais de esgotamento. A criação de vagas com carteira assinada em 2014 (até agosto) é a mais baixa desde 2002, início da série histórica disponibilizada pelo Ministério do Trabalho. Dados do Ministério mostram que, em 2014, alguns segmentos já registram mais demissões do que contratações. É o caso do Comércio, que fechou mais de 6.000 vagas nos oito primeiros meses deste ano. Não à toa, justamente o setor varejista, que foi o que mais cresceu durante o boom econômico dos últimos anos, é a ponta mais sensível à variação no bolso da população. Com a inflação acima do teto da meta (de 6,5% ao ano) e os juros em seu maior patamar desde 2011 (11% ao ano), a renda e o consumo diminuem. Os brasileiros estão também menos confiantes de que terão emprego no ano que vem, como mostra levantamento recente da CNI. O mercado de trabalho é o principal termômetro da economia. Se os empresários estão confiantes, investem e criam emprego. Mas, diante dos problemas econômicos que se colocam, a confiança do empresário também está no nível mais baixo da história, segundo a CNI.

08. Os brasileiros estão mais endividados. Quem discorda?
Com a inflação corroendo a renda da população e as parcelas de financiamentos abocanhando grandes pedaços do orçamento das famílias, é natural que o consumo caia. As vendas no varejo, por exemplo, cresceram apenas 4,2% no primeiro semestre — o segundo pior resultado desde 2006, diz o IBGE. Além disso, o último dado de inadimplência contabilizado pela Serasa mostrou que 57 milhões estão com contas em atraso. Um número recorde que representa mais de 40% da população adulta. Nessa dinâmica, o mercado de trabalho tem papel vital. Numa situação de pleno emprego, ainda que as dívidas assustem, tem-se a perspectiva de conseguir pagá-las. Esse já não é o caso, segundo aponta a pesquisa da CNI, que mostra que os brasileiros estão temerosos em perder o emprego e não conseguir recolocação.

09. A Petrobras foi devastada. E daí?
A Petrobras é uma empresa mista. Uma fatia minoritária pertence a investidores e a outra, majoritária, está sob o comando do governo. A Petrobras opera num setor estratégico, que é o óleo e gás, e por isso é compreensível que tenha entre seus acionistas o governo. Contudo, a empresa se transformou num centro de corrupção operado por partidos políticos. Isso significa que o governo deixa à disposição de legendas alguns cargos estratégicos da empresa. O escândalo envolvendo o doleiro Alberto Yousseff e o ex-diretor da empresa Paulo Roberto Costa trata justamente disso: as denúncias apontam que o diretor favorecia determinadas empresas prestadoras de serviços para, em troca, receber propina e repassá-la parcialmente a partidos políticos. A derrocada da empresa significa que boa parte do dinheiro público investido lá dentro, pois o governo é seu maior acionista, foi pelo ralo. Dinheiro dos contribuintes brasileiros, que não sabem ao certo como foi gasto, investido ou desviado. Mesmo com o benefício de ser a "dona" do pré-sal, a Petrobras tem 300 bilhões de reais de dívida. É a empresa de petróleo mais endividada do mundo. Mais da metade dessa dívida será paga pelo governo, ou seja, novamente pelo dinheiro dos impostos dos brasileiros.

10. O país está em recessão técnica. O que é isso?
O Produto Interno Bruto (PIB) é o resultado de todas as riquezas produzidas pelo país. É um dos principais sinais de que a economia está avançando, a população está vendo sua renda aumentar e mais empregos estão sendo gerados. Quando o PIB cai, sinaliza que essa riqueza recuou. Se cai por dois trimestres consecutivos, o país entra em recessão técnica. E isso não é bom. O PIB é importante porque sintetiza em um único número os resultados de políticas do governo, o ânimo dos empresários para investir e criar emprego e o ímpeto de consumo da população. Quando não há nenhuma crise grave no mundo e, mesmo assim, o PIB de um país mostra retração, significa que algum desses três fatores (ou todos eles) não vão nada bem. O governo tem afirmado que o PIB brasileiro, que recuou 0,6% no primeiro semestre de 2014, vai mal por causa da crise internacional. Fica difícil acreditar nisso quando apenas o Brasil está em recessão, se comparado aos Estados Unidos, à Alemanha, à França e outros países atingidos pela crise financeira de 2008. O problema de se estar em recessão é que o país se torna menos atrativo para investimentos que geram emprego. Uma empresa alemã, por exemplo, investirá mais na filial do país que mais cresce, não daquele que está em recessão. Um PIB ruim cria um círculo vicioso. E revertê-lo não é fácil, nem rápido.


Editorial
Leia na Fonte: O Estado de S. Paulo
[21/10/14]  O fecho de uma luta amarga - Editorial Estadão
(Íntegra)

A campanha pelo Planalto entrou na reta final no debate televisivo de domingo à noite - o penúltimo da série - em que Dilma Rousseff e Aécio Neves descobriram a pólvora. Deixaram de trocar golpes baixos porque as pesquisas encomendadas pelos respectivos comitês mostraram o repúdio da maioria dos entrevistados ao torneio de ofensas pessoais a que se entregaram no confronto anterior, meros três dias antes. Faz muito tempo, porém, que os candidatos a cargos executivos sabem, também a partir de levantamentos de opinião, que o eleitor se irrita quando o "bate" prevalece sobre o debate, menos por fidelidade aos valores da ética pública do que por se sentir irrelevante enquanto a pancadaria corre solta. Na clássica percepção de uma eleitora, registrada numa pesquisa qualitativa, "quando brigam, os políticos deixam de falar para nós".

A apelação às vezes compensa, mas pode enganar. Tendo acabado a caneladas com as chances de Marina Silva chegar ao segundo turno, Dilma tratou de repetir a dose com Aécio. Só que ele replicou na mesma moeda, e deu no que deu. Como breve contra a baixaria, a reprovação popular é preferível à intervenção do Estado. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) baniu trechos de nada menos de 14 peças de propaganda para evitar a degradação do horário eleitoral em "baile do risca-faca", no dizer do presidente da Corte, ministro Dias Toffoli. O problema é que as iniciativas de engenharia moral do TSE, apesar da motivação louvável, tolhem a liberdade de expressão dos candidatos e parecem ignorar a capacidade dos brasileiros de punir, eles próprios, os responsáveis por arrastar a competição eleitoral à sarjeta, como ocorre nos cada vez mais virulentos spots que permeiam a programação das emissoras.

Malgrado o tom aceitável do debate de anteontem, a cinco dias da votação o panorama é o que se poderia esperar de uma disputa amarga e polarizada. Toda eleição, como se sabe, é uma escolha entre continuidade e mudança. Também esta, mas com a incendiária peculiaridade de se travar não entre o partido no poder e os que ambicionam substituí-lo. É entre PT e anti-PT. O eleitor antipetista votará em Aécio menos, talvez, pelos atributos que tiver demonstrado possuir para conduzir o Brasil do que por encarnar afinal, ao cabo de uma campanha marcada por uma sequência de reviravoltas sem precedentes, a esperança de remover do Planalto a legenda que, tendo aspirado, ao surgir, ao monopólio da decência, é vista como a força propulsora do que a política nacional tem de mais execrável.

Com a agravante crucial de que, não bastassem o aparelhamento do Estado iniciado por Lula e a deslavada licenciosidade dos companheiros na manipulação dos bens públicos, Dilma deixou um raro legado de incompetência administrativa e retrocesso generalizado, com a inflação em alta, a economia à beira da recessão e as contas públicas na UTI. Nem "o social" escapou. Este ano, pela primeira vez desde 2003, a miséria parou de cair. A rigor, teve um ligeiro aumento, com o contingente de miseráveis subindo de 10,9 milhões para 11,1 milhões. Por último - e nem de longe menos importante - assomam os escândalos da Petrobrás. Do que se deu a conhecer das delações premiadas do seu ex-diretor Paulo Roberto Costa, o PT ficava com a parte do leão das propinas pagas por empreiteiras atrás de contratos superfaturados com a estatal.

Do pedágio de 3% sobre o valor do negócio, 2% foram para a legenda de Dilma, ajudando a irrigar a sua campanha em 2010. A presidente-candidata não se livrará desta abominação até o fechamento das urnas do domingo - pelo menos. Em desespero de causa, nos últimos dias ela tentou mudar a ladainha de que de nada sabia das lambanças na Petrobrás, mas, para variar, enredou-se nas palavras. Incerta, primeiro disse numa entrevista que "se houve desvio de dinheiro público…", para emendar, "se houve, não; houve, viu?". Achando, talvez, que teria ido longe demais, preferiu depois falar em "indícios" de desvio, ressalvando que falta saber "quanto foi e quem foi". É o pânico diante de um tema que pode custar-lhe a reeleição. A prova dos nove poderá ser antevista no debate da Globo, na sexta-feira.


Entrevista
Leia na Fonte: Blog do Noblat
[21/10/14]  Dilma Rousseff se beneficia com o uso da máquina pública - por
Gabriel Garcia

Para cientista político Marcus André Melo (foto), mobilização de recursos públicos interrompeu trajetória ascendente de Aécio.

O Brasil conhecerá no próximo domingo (26) quem será o novo presidente da República. Nesta reta final da campanha, a massificação do uso da máquina pública federal favoreceu a candidata à reeleição, a presidente Dilma Rousseff (PT).
Para o cientista político da Universidade Federal de Pernambuco, Marcus André Melo, a mobilização de tais recursos interrompeu uma trajetória ascendente do candidato Aécio Neves (PSDB), que ultrapassou a petista logo na primeira pesquisa realizada no segundo turno.
Ontem, confirmou-se o peso do uso da máquina. Dilma passou, numericamente, Aécio na pesquisa do Datafolha, o que não tinha conseguido. Continuam tecnicamente empatados, mas com vantagem para a petista: 52% dos votos válidos contra 48%.
De acordo com o especialista, haverá intensificação no discurso dos aliados do governo para desconstruir a imagem de Aécio. Marcus acredita, no entanto, que os ataques ao adversário de Dilma não surtem o mesmo efeito que teve na campanha de Marina Silva (PSB).
Ainda segundo ele, é inexplicável como Dilma, vendida em 2010 como gerente eficiente, não tenha percebido a corrupção que perfura a credibilidade e as contas da Petrobras.
(...)
Ler entrevista


Reportagem
Leia na Fonte: Veja
[19/10/14]  No auge da baixaria, Dilma e Aécio fazem terceiro debate. Embate se dá no momento em que PT protagoniza ataques mais irresponsáveis já registrados em uma campanha. Tucano recebeu munição contra Dilma

Leia na Fonte: Blog do Camarotti
[19/10/14] Aécio recebe relatório detalhado sobre delações de ex-diretor da Petrobras e doleiro


• Textos de Mary Zaidan

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Mary Zaidan neste website, onde está listada uma seleção inicial, "em construção".
 
Mary Zaidan é jornalista. Entre 1978 e 1985, foi repórter na emissora de rádio do Governo do Estado de Minas Gerais, a Inconfidência. Migrou para o jornalismo impresso, como subeditora de política no Jornal de Domingo (Belo Horizonte/MG). Também foi repórter de política dos jornais O Globo e O Estado de S.Paulo, em ambos na sucursal de Brasília/DF. Em São Paulo/SP, trabalhou como subeditora de política na Agência Estado, entre 1991 e 1993.
Após um período como assessora de imprensa do Governo do Estado de São Paulo, Mary Zaidan foi diretora da agência Casa do Texto. Desde 2004 assessora a agência Lu Fernandes e desde 2009 escreve artigos dominicais para o Blog do Noblat, blog político do jornalista Ricardo Noblat. Ver mais Perfil. HR

Seleção de textos de Mary Zaidan:

19/10/14
Debate demais, compostura de menos
(...) "Mais grave ainda é o conteúdo. Nunca antes neste país se viu tanta agressividade em debates. Nem tanta mentira e baixeza.
Vítima de Fernando Collor de Mello na campanha de 1989, o PT de Lula aprendeu a agir com semelhante vilania: mente e acusa o adversário de mentir; bate forte e alardeia que só revida; faz o diabo e se diz santo.
A tática foi usada com sucesso nas três últimas disputas presidenciais para acuar o PSDB. Na segunda-feira, no debate da Band, Dilma seguiu à risca o esquema que lhe foi ensinado e colheu vitória. Dois dias depois, no SBT, a presidente-candidata e seu staff surpreenderam-se com a reação e o contra-ataque de Aécio.
Saíram nocauteados. Mas nem de longe pensam em amenizar a sequência de golpes, que já surtiu efeito. Se não diminuiu as intenções de voto, serviu para aumentar em quatro pontos percentuais a rejeição ao tucano."
(...)

12/10/14
Dilma e o PT insistem na mentira
28/09/14
Dilma e o pacto com o diabo
21/09/14
O papel de Dilma


==> Ler mais na web, neste website, ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


O PT enlouquecido
Leia na Fonte: Veja

[18/10/14]  No ponto mais baixo da campanha, Lula comanda show de baixarias em Minas


"Em um comício realizado em Belo Horizonte neste sábado - sem a presença de Dilma Rousseff -, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ultrapassou os limites da inconsequência e comandou um show de baixarias e ofensas desmedidas contra Aécio Neves. Foi o ponto mais baixo da campanha até aqui. E não apenas desta campanha: desde 1989 o Brasil não assistia a um festival de ataques como os que o PT hoje protagoniza em uma campanha. Lula não apenas se utiliza das mesmas armas de que foi alvo na campanha contra Collor, como vai ainda mais longe. No comício, o ex-presidente citou o nome de Aécio muito mais que o de Dilma, que se tornou personagem secundário dos discursos. A ordem era atacar, sem tréguas.

Em um discurso precedido por insultos pessoais ao tucano, Lula disse que Aécio usa violência contra as mulheres, por "experiência de vida", e a tática de "partir para cima agredindo". Ao comentar a estratégia do tucano contra Dilma Rousseff, o ex-presidente insinuou que Aécio costuma bater em mulheres. "A tática dele é a seguinte: vou partir para a agressão. Meu negócio com mulher é partir para cima agredindo", afirmou Lula. O ex-presidente também classificou Aécio de "filhinho de papai" e "vingativo". E o comparou a Fernando Collor. O mesmo Fernando Collor que hoje divide palanques com Dilma, como há uma semana, em Alagoas. Lula ainda voltou a mencionar o episódio em que o adversário deixou de soprar o bafômetro em uma bliz no Rio de Janeiro.

O ato deste sábado deixou claro que a tática do PT na reta final da campanha, após o revés de Dilma Rousseff no debate do SBT, na quinta-feira, será a de expor a presidente Dilma como uma vítima das "grosserias" de Aécio. Foi o que fez Lula neste sábado. "O comportamento dele não é o comportamento de um candidato (...) . É o comportamento de um filhinho de papai que sempre acha que os outros têm de fazer tudo para ele, que olha com nariz empinado. Eu não sei se ele teria coragem de ser tão grosseiro se o adversário dele fosse um homem", disse o presidente.

O ex-presidente comparou Aécio a Fernando Collor porque, segundo ele, a eleição do ex-presidente (aliado do PT) foi fruto da pressão da mídia e de um falso discurso do "novo". "Em 1989, com medo de mim, com medo do Ulysses, do Brizola, com medo do Mário Covas, muitas vezes instigado pela imprensa, este país escolheu o Collor como presidente da República dizendo que era o novo. E vocês sabem o que aconteceu neste país.""

Confira também:
Leia na Fonte Veja
[18/10/14]  PSDB reage a baixarias de Lula e cita 'desespero' petista


Partido critica papel exercido pelo ex-presidente, que assumiu a tarefa de fazer ataques pessoais a Aécio. Surge 'Fernando Lula de Melo', diz vice tucano


Leia na Fonte: Blog do Felipe Moura Brasil
[12/10/14]  Eduardo Jorge admite o que Dilma sempre escondeu: “Éramos a favor da ditadura do proletariado”


Prefira ler na Fonte para acessar links e ver vídeos

Trecho de uma entrevista do candidato derrotado Eduardo Jorge (PV) (foto)

Uma das maiores mentiras disseminadas há décadas no Brasil pela hoje presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) e por quase todos os esquerdistas que participaram da luta armada contra a ditadura militar é a de que eles lutavam pela democracia no país. Crianças, adolescentes e jovens brasileiros aprendem até hoje nas escolas e universidades esta falsificação grotesca da história como se um bando – literalmente – de terroristas sequestradores, assaltantes e assassinos fosse mesmo um grupo de heróis aos quais devemos a nossa liberdade.

“Eu me orgulho muito de ter lutado contra a ditadura do primeiro ao último dia. Porque lutei pela democracia”, mentiu Dilma à Rolling Stone em setembro de 2010. Pior do que isso: em vídeo que já se verá abaixo, ela chegou mesmo a se declarar orgulhosa de suas ações. “Quanto à questão da militância no Brasil, eu quero dizer pra vocês que eu tenho o maior orgulho dela. Eu não renego nenhum dos atos daquele momento.” De fato, ela jamais se desculpou pela morte de Mário Kozel Filho, por exemplo, nem pelo assalto ao casarão onde morava Ana Benchimol Capriglione, amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros. “A gente achava que o golpe ia ser grande, mas não tinha noção do tamanho”, disse Dilma em entrevista publicada em 2006. A VAR-Palmares, organização comunista da qual ela era uma das mais ativas militantes, enriqueceu em US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 30 milhões em valores atuais).

No post Marco Antonio Villa no Programa do Jô: “Nenhum grupo de luta armada defendeu a democracia”, eu já havia destacado o trecho da entrevista em que o historiador afirma que não há nem um documento sequer daquela época que confirme tal coisa. Eles lutavam é por uma ditadura “no viés soviético, cubano ou chinês”. O ex-deputado Fernando Gabeira é um dos poucos que admitiram em vídeo que a sua luta e de todos os seus companheiros visava um regime assim. Agora – ou melhor, dois meses atrás, mas eu só vi agora -, o trecho de uma entrevista do candidato derrotado Eduardo Jorge (PV) ao militante “ninja” de extrema esquerda (é isso mesmo) Bruno Torturra vem se somar às parcas confissões gravadas.

Veja aí a sinceridade que Dilma nunca teve. Transcrevo abaixo. (vídeo)

“Hoje, eu continuo sendo solicialista, portanto de esquerda, mas sou uma pessoa que acredita que a democracia é uma questão essencial, coisa que nós, na época da esquerda leninista etc., nós não considerávamos. Nós éramos pela ditadura do proletariado. Nós éramos contra a ditadura militar, mas éramos a favor da ditadura do proletariado. Isso aí é preciso dizer a verdade toda. E às vezes eu ouço meias verdades. Como a ditadura militar nos oprimiu barbaramente, de forma violenta, muitas vezes as pessoas pensam que não existia no campo da esquerda coisa igual e até pior, em vários aspectos.”

Agora compare a declaração de Eduardo Jorge com o cinismo incurável da presidente (vídeo):

Dilma nunca lutou por democracia. Nem naquela época, nem agora, quando impõe o decreto 8.243, transferindo parte do poder do Congresso para conselhos compostos pela militância petista.* É por essas e outras que eu digo: a verdadeira insanidade do nosso tempo foi deixar essa gente chegar ao poder.


Editorial
Leia na Fonte: Noblat / O Globo

[17/10/14]  Economia brasileira na contramão do mundo - Editorial O Globo
(Íntegra)

Os gastos continuaram a crescer mais que a arrecadação e o PIB, fator clássico de alimentação da alta de preços.

Os mercados mundiais passam por turbulências que há algum tempo não se viam. E, como sempre ocorre nesses momentos, engrossou o fluxo de divisas em busca da segurança dos títulos do Tesouro americano, cuja rentabilidade ficou, na quarta-feira, abaixo dos 2% — quanto maior a procura, menor a taxa. Há um ano isso não acontecia.

A centelha de ignição desse movimento de fuga de aplicações de maior risco, em todo o mundo, tem sido o temor de que a Europa, ainda na fase de digestão da grande crise deflagrada em 2009, entre em deflação.

A redução de preços chega a ser tão ou mais perigosa que a elevação deles, pois os lucros das empresas são corroídos, como reflexo da retração das vendas — o consumidor adia as compras, à espera de preços cada vez mais baixos —, e as economias tendem à depressão.

O próprio Fundo Monetário Internacional alertou, no último fim de semana, para a probabilidade de a Europa voltar à recessão, um péssimo sinal a fortalecer o temor de uma deflação.

O prognóstico é reforçado pela informação de que, nos 18 países da zona do euro, a inflação anualizada, no mês passado, foi de ínfimo 0,3%, a taxa mais baixa dos últimos cinco anos. Nessa circunstância, nem a recuperação americana parece ser capaz de compensar o marasmo europeu, até porque seria afetada por ele.

Visto o mundo por este ângulo e colocado o Brasil nele, o álibi apresentado pela candidata-presidente Dilma Rousseff e seu ministro da Fazenda em aviso prévio, Guido Mantega, para os problemas da economia brasileira — o país está quase estagnado devido à conjuntura externa — fica bastante frágil.

Uma prova sólida de que grande parte da responsabilidade das panes observadas internamente é doméstica está no fato de que, no exterior, a ameaça é a deflação, enquanto no país o perigo é a inflação, entre outros.

E ela se origina de erros exclusivos do governo, cometidos na aplicação voluntariosa do tal “novo marco macroeconômico”, modelo sem qualquer preocupação com o equilíbrio fiscal. Os gastos continuaram a crescer mais que a arrecadação e o PIB, fator clássico de alimentação da alta de preços.

Se a economia internacional explicasse tudo o que ocorre no Brasil não faria qualquer sentido o mundo enfrentar riscos de deflação e o país estar com uma inflação de 6,75% — muito acima da meta de 4,5% e além do limite superior dela, de 6,5%.

Pode ser que a queda das cotações de commodities dê alguma contribuição para atenuar a alta de preços internos. A retração nos preços do petróleo deve até ajudar as finanças da Petrobras. Mas, na essência, as causas da velocidade na remarcação de preços, de fundo fiscal, continuam intocadas. Ao largo das turbulências mundiais.


Reportagem
Leia na Fonte: Veja
[16/10/14]  Corrupção e ataques pessoais marcam debate agressivo entre Dilma e Aécio


Presidente-candidata tentou resgatar episódio no qual Aécio recusou-se a fazer o teste do bafômetro, mas tucano devolveu apontando o baixo nível da campanha petista
Se até agora, a aposta de Dilma Rousseff (PT) foi na tentativa de desconstrução do gestor Aécio Neves (PSDB), no debate promovido por SBT/UOL/Jovem Pan, a presidente-candidata buscou atingir o caráter do tucano. O ápice da estratégia petista ficou claro no terceiro bloco, Dilma sacou uma pergunta sobre a Lei Seca no trânsito, cujo verdadeiro objetivo era lembrar o episódio em que Aécio recusou-se a fazer o teste do bafômetro durante uma blitz no Rio de Janeiro. O tiro saiu pela culatra: Aécio respondeu dizendo que ela "poderia ter sido direta" e ele mesmo mencionou o episódio. Na sequência, acusou Dilma de rebaixar o nível do debate.

"Tenha coragem de fazer a pergunta diretamente. A senhora tenta deturpar um assunto que deve ser lidado com maior clareza. Eu tive um episódio sim, em que me recusei a fazer o teste do bafômetro. Minha carteira estava vencida. Eu me arrependi, diferentemente da senhora que não se arrepende de nada. Vamos falar de coisa séria, de como melhorar a vida das pessoas. Não é possível que a senhora queira fazer a campanha mais suja que já se viu. Quando a senhora ofende a mim, ofende a minha família, a senhora ofende todos os brasileiros que querem mudança", disse. Contrariando as regras do debate, a plateia aplaudiu.

Na mais acirrada campanha desde a redemocratização, o duríssimo debate entre Dilma e Aécio foi pontuado por acusações de corrupção e nepotismo. A temperatura subiu quando as duas campanhas prepararam “perguntas-surpresas”, sobre temas que não haviam sido abordados nos confrontos anteriores na televisão – no caso da petista, o ataque pessoal ao tucano.

Emparedado no debate anterior, da TV Bandeirantes, sobre empregar sua irmã, Andrea Neves, para trabalhar no governo de Minas Gerais quando administrou o Estado, Aécio Neves apontou a nomeação do irmão de Dilma, Igor Rousseff, para um cargo de assessor da prefeitura de Belo Horizonte na gestão do petista Fernando Pimentel.

Os 15,2 milhões de votos de Minas Gerais também voltaram ao centro do debate. Em todos os blocos, a petista tentou apontar números desfavoráveis dos governos de Aécio ou mencionou o Estado lateralmente. O tucano reclamou: “Quem ligar a televisão desavisadamente agora vai achar que a senhora quer ser governadora de Minas Gerais ou prefeita de Belo Horizonte”. A petista reagiu dizendo que Aécio "quer falar em nome de Minas Gerais" e voltou a citar a reportagem do jornal Folha de S. Paulo, segundo a qual ele construiu um aeroporto na cidade mineira de Cláudio em terras de familiares – ele diz que a área é pública. "Querendo ou não tergiversar sobre esse assunto, é errado colocar um aeroporto na fazenda de um tio", disse Dilma, numa das sucessivas falas em que empregou tom professoral.

Aécio insistiu na linha de que a campanha petista propagandeia mentiras e citou a profusão de escândalos que assolam a Petrobras. Duas vezes, o tucano lembrou que o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, foi apontado pelo delator do esquema de propina na estatal, Paulo Roberto Costa, como um dos destinatários dos recursos desviados dos cofres da empresa. Além disso, também lembrou que Vaccari tem assento no conselho de administração de Itaipu Binacional.


Blog de Ruth de Aquino

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando, neste website, os links para acesso direto aos "posts" do Blog de Ruth de Aquino.  HR

Ruth de Aquino (foto) é jornalista com mestrado em Mídia na London School of Economics e tese sobre Ética. Trabalhou na BBC, foi correspondente em Londres e Paris, editora internacional, diretora de redação e redatora-chefe. Ler mais  Email: raquino@edglobo.com.br. Twitter: @ruthdeaquino

Seleção de textos do Blog de Ruth de Aquino:
14/10/14
O porteiro, a empregada, o cabeleireiro e a manicure

"Eles não acham que “é dando que se recebe”. O povo trabalhador, que sobrevive de salário com carteira assinada ou na informalidade, parece ser bem mais crítico do Bolsa Família que eu. É curioso. Pobre que trabalha desconfia de pobre que vive de benefício do Estado. Entre os que se esfolam para fazer o dinheiro chegar ao fim do mês e dar instrução aos filhos, há a crença de que só o trabalho, duro e honesto, enobrece. Um dos momentos de lazer sagrados, além da ida ao culto ou à missa, é o churrasco com a família. Só que o secretário de Política Econômica de Dilma sugeriu comer frango e ovo, em vez da carne, que subiu mais de 3%. É preciso dizer ao PT que mexer no churrasco de domingo tira votos." (...) Ler mais

03/04/14
É preciso mudar. Pelo voto
30/09/14
Dilma e Marina ligam para Jandira e Elizângela?

==> Leia mais aqui ou no Blog de Ruth de Aquino ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


Reportagem
Leia na Fonte: Veja
[14/10/14]  Em manifesto, 164 professores de economia de universidades brasileiras e estrangeiras, dizem que crise internacional alardeada por Dilma não existe

(...) "Acadêmicos brasileiros de centros como a Universidade de São Paulo, a Fundação Getulio Vargas, o Insper, a Universidade de Yale, a London School of Economics, a Unicamp, a Universidade de Cambridge, a PUC-SP e a PUC-Rio se reuniram para redigir o texto. Segundo eles, a presidente mente ao se dirigir ao grande público: "Ao usar de sua propaganda eleitoral e exposição na mídia para colocar a culpa pelo fraco desempenho econômico recente na conjuntura internacional, se eximindo da sua responsabilidade por escolhas equivocadas de políticas econômicas, o atual governo recorre a argumentos falaciosos", diz o texto. " (...) Ler mais


Reportagem
Leia na Fonte: Época
[10/10/14]  O que Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef revelaram à Justiça


"O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef – os dois delatores mais famosos do Brasil – começaram a entregar um dos mais vastos, ricos e poderosos esquemas de corrupção já descobertos no país. Nos últimos meses, as provas reunidas pelos investigadores da Operação Lava Jato já revelavam fortes indícios da existência de uma organização criminosa, atuando a mando de patronos políticos do Brasil, nas obras mais caras da maior empresa do país. Eram extratos bancários, anotações apreendidas, e-mails, telefonemas interceptados, contas secretas em paraísos fiscais... Agora, encaixa-se a peça que faltava à investigação: a confissão dos dois principais operadores do esquema. Paulo Roberto e Youssef não só detalharam como funcionava o esquema. Denunciaram a existência de um cartel das maiores empreiteiras do Brasil, acusado de comprar diretores da Petrobras e de pagar propina a partidos como PT, PP e PMDB." (...) Ler mais em Época


VACCARI "VAI PRO BREJO"

Lei na Fonte: O Globo

[10/10/14] João Vaccari: de bancário a dono do caixa que foi de Delúbio - por Tatiana Farah 
(Íntegra)

Um dos fundadores da CUT, o tesoureiro do PT já teve que responder à acusação de desviar recursos da Bancoop, a cooperativa habitacional dos bancários, para alimentar um caixa dois no partido

SÃO PAULO - João Vaccari Neto (foto) não costuma ser contestado. O tesoureiro do PT dá a última palavra sobre o destino do dinheiro do partido e tem grande capacidade de arrecadação, o que lhe confere muito poder nos bastidores da legenda. Só nas eleições deste ano, o PT declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter arrecadado R$ 66,4 milhões. (Veja o infográfico do 'organograma da corrupção')

A denúncia do ex-diretor Paulo Roberto Costa não é a primeira que envolve o nome do secretário petista. Em 2010, quando assumiu a secretaria de finanças do PT, Vaccari foi chamado ao Senado para explicar denúncias de que teria usado recursos da Bancoop, cooperativa habitacional dos bancários, para alimentar um caixa dois no PT. Vaccari presidiu a entidade de 2004 a 2010 e, durante sua gestão, a Bancoop também foi acusada, em inúmeros processos movidos por cooperados, de não cumprir os contratos para aquisição de imóveis. A cooperativa encerrou suas atividades.

Na ocasião, João Vaccari negou todas as denúncias, assim como agora, no caso da Petrobras. Vacinado com o escândalo do mensalão, que envolvia diretamente Delúbio Soares, o tesoureiro da legenda na época das eleições do ex-presidente Lula, o PT decidiu, em 2010, na campanha da presidente Dilma Rousseff, manter separadas as finanças do PT e da campanha. O mesmo sistema foi utilizado nas atuais eleições: Vaccari arrecada para o PT e o deputado Edinho Silva, para a campanha de Dilma.

O tesoureiro petista tem origem sindical, assim como Delúbio, e faz parte da mesma tendência de Delúbio, de Lula e dos ex-deputados José Dirceu e José Genoino, a Construindo um Novo Brasil (CNB), a maior dentro do partido. Foi indicado para dirigir as finanças petistas em 2010 pelo ex-presidente da legenda e ex-presidente da Petrobras, José Eduardo Dutra. É também muito ligado ao ministro das Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, já que os dois construíram suas carreiras como bancários, assim como o ex-ministro Luiz Gushiken, já falecido.

Vaccari foi fundador da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e presidiu o Sindicato dos Bancários nos anos 1990. É lembrado ainda hoje em um imenso painel fotográfico no auditório do sindicato, em que aparece em um carro de som comandando grevistas. Discreto, o ex-bancário evita a imprensa e as conversas de corredor durante as reuniões do diretório nacional petista. Vaccari tem 55 anos e começou a vida sindical aos 20 anos, depois de ingressar no extinto Banespa.


Leia na Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
[09/10/14] João Vaccari Neto
(transcrição parcial)

(A data acima é da última aualização da página da Wikipédia)

João Vaccari Neto é um bancário e sindicalista brasileiro. Ele é o secretário de Finanças e Planejamento do Partido dos Trabalhadores (PT) e foi presidente da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo), cooperativa conhecida pelo Caso Bancoop, por ser supostamente usada para beneficiar o caixa dois do PT.
Ele é membro do Conselho de Administração da Itaipu Binacional.
Em 2002 foi eleito 2º suplente de senador por São Paulo, na chapa encabeçada por Aloizio Mercadante.
Caso Bancoop
Vaccari é um dos réus no Caso Bancoop por crime de formação de quadrilha, estelionato e tentativa de estelionato, falsidade ideológica e crime de lavagem de dinheiro por desvios de recursos no total aproximado de R$ 70 milhões e prejuízo de aproximadamente R$ 100 milhões a cooperados que não receberam suas unidades habitacionais. (...) Ler mais


Leia na Fonte: Blog do Camarotti
Citação de Vaccari no escândalo da Petrobras gera temor no PT - Por Gerson Camarotti


No comando petista, há uma preocupação especial com a citação do tesoureiro nacional partido, João Vaccari Neto (foto), apontado pelo doleiro Alberto Youssef como operador do dinheiro de propina paga ao PT.

O temor é que assim como Delúbio Soares, no escândalo do mensalão (2005), Vaccari seja transformando num símbolo do esquema de corrupção na Petrobras. Integrantes do PT já avaliam que haverá forte desgaste da imagem do partido com a visibilidade de Vaccari neste episódio.
Além disso, o PT contabiliza outro efeito colateral com a citação de Vaccari: já há dificuldade para a arrecadação de fundos para a campanha de Dilma Rousseff, já que muitos doadores estão apreensivos com o episódio e temem uma criminalização das doações oficiais ao partido.

O tesoureiro Vaccari negou todas as acusações.


Blog do Marco Antônio Villa

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando, neste website, os links para acesso direto aos "posts" do Blog do Marco Antônio Villa.  HR

Marco Antonio Villa (foto) é Bacharel e Licenciado em História, Mestre em Sociologia e Doutor em História. Professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos (1994-2013).

Trecho de um comentário de Marco Antônio Villa:
"“O partido aparelhou o Estado”, adverte Villa. “Não só pelos seus 23 000 cargos de nomeação direta. Transformou as empresas e bancos estatais, e seus poderosos fundos de pensão, em instrumentos para o PT e sua ampla clientela. Estabeleceu uma rede de controle e privilégios nunca vista na nossa história. Em um país invertebrado, o partido desmantelou o que havia de organizado através de cooptação estatal. Foram distribuídos milhões de reais a sindicatos, associações, ONGs, intelectuais, jornalistas chapa-branca, criando assim uma rede de proteção aos desmandos do governo: são os tontons macoutes do lulopetismo, os que estão sempre prontos para a ação.”

Seleção de textos do Blog do Marco Antônio Villa e outras fontes:

07/09/14
Leia na Fonte: O Globo
[07/09/14]  Basta de PT - por Marco Antonio Villa
  (Íntegra)

Teremos o mais violento segundo turno de uma eleição presidencial. O que Marina sofreu, Aécio sofrerá em dobro.

Estamos vivendo um momento histórico. A eleição presidencial de 2014 decidirá a sorte do Brasil por 12 anos. Como é sabido, o projeto petista é se perpetuar no poder. Segundo imaginam os marginais do poder — feliz expressão cunhada pelo ministro Celso de Mello quando do julgamento do mensalão —, a vitória de Dilma Rousseff abrirá caminho para que Lula volte em 2018 e, claro, com a perspectiva de permanecer por mais 8 anos no poder.

Em um eventual segundo governo Dilma, o presidente de fato será Lula. Esperto como é, o nosso Pedro Malasartes da política vai preparar o terreno para voltar, como um Dom Sebastião do século XXI, mesmo que parecendo mais um personagem de samba-enredo ao estilo daquele imortalizado por Sérgio Porto.

Diferentemente de 2006 e 2010, o PT está fragilizado. Dilma é a candidata que segue para tentar a reeleição com a menor votação obtida no primeiro turno desde a eleição de 1994.

Seu criador foi derrotado fragorosamente em São Paulo, principal colégio eleitoral do país. Imaginou que elegeria mais um poste. Não só o eleitorado disse não, como não reelegeu o performático e inepto senador Eduardo Suplicy, e a bancada petista na Assembleia Legislativa perdeu oito deputados e seis na Câmara dos Deputados.

A resistência e a recuperação de Aécio Neves foram épicas. Em certo momento da campanha, parecia que o jogo eleitoral estava decidido. Marina Silva tinha disparado e venceria — segundo as malfadadas pesquisas. Ele manteve a calma até quando um dos seus coordenadores de campanha estava querendo saltar para o barco da ex-senadora.

E, neste instante, a ação das lideranças paulistas do PSDB foi decisiva. Geraldo Alckmin poderia ter lavado as mãos e fritado Aécio. Mas não o fez, assim como José Serra, o senador mais votado do país com 11 milhões de votos.

Foi em São Paulo que começou a reação democrática que o levou ao segundo turno com uma vitória consagradora no estado onde nasceu o PT.


Esta campanha eleitoral tem desafiado os analistas. As interpretações tradicionais foram desmoralizadas. A determinação econômica — tal qual como no marxismo — acabou não se sustentando. É recorrente a referência à campanha americana de 1992 de Bill Clinton e a expressão “é a economia, estúpido”.

Com a economia crescendo próximo a zero, como explicar que Dilma liderou a votação no primeiro turno? Se as alianças regionais são indispensáveis, como explicar a votação de Marina?

E o tal efeito bumerangue quando um candidato ataca o outro e acaba caindo nas intenções de voto? Como explicar que Dilma caluniou Marina durante três semanas, destruiu a adversária e obteve um crescimento nas pesquisas?

Se Lula é o réu oculto do mensalão, o que dizer do doleiro petista Alberto Youssef? Imagine o leitor quando o depoimento — já aceito pela Justiça Federal — for divulgado ou vazar? De acordo com o ministro Teori Zavascki, o envolvimento de altas figuras da República faz com que o processo tenha de ir para o STF.

E, basta lembrar, segundo o doleiro, que só ele lavou R$ 1 bilhão de corrupção da Refinaria Abreu e Lima. Basta supor o que foi desviado da Petrobras, de outras empresas e bancos estatais e dos ministérios para entender o significado dos 12 anos de petismo no poder. É o maior saque de recursos públicos da História do Brasil.


Nesta conjuntura, Aécio tem de estar preparado para um enorme bombardeio de calúnias que irá receber. Marina Silva aprendeu na prática o que é o PT. Em uma quinzena foi alvo de um volume nunca visto de mentiras numa campanha presidencial que acabou destruindo a sua candidatura.

Não soube responder porque, apesar de ter saído do PT, o PT ainda não tinha saído dela. Ingenuamente, imaginou que tudo aquilo poderia ser resolvido biblicamente, simplesmente virando a face para outra agressão. Constatou que o PT tem como princípio destruir reputações. E ela foi mais uma vítima desta terrível máquina.

O arsenal petista de dossiês contra Aécio já está pronto. Os aloprados não têm princípios, simplesmente cumprem ordens. Sabem que não sobrevivem longe da máquina de Estado.

Contarão com o apoio entusiástico de artistas, intelectuais e jornalistas. Todos eles fracassados e que imputam sua insignificância a uma conspiração das elites. E são milhares espalhados por todo o Brasil.

Teremos o mais violento segundo turno de uma eleição presidencial. O que Marina sofreu, Aécio sofrerá em dobro. Basta sinalizar que ameaça o projeto criminoso de poder do petismo. O senador tucano vai encontrar pelo caminho várias armadilhas. A maior delas é no campo econômico.

O governo do PT gestou uma grave crise. Dilma foi a terceira pior presidente da história do Brasil republicano em termos de crescimento econômico. Só perdeu para Floriano Peixoto — que teve no seu triênio presidencial duas guerras civis — e Fernando Collor — que recebeu a verdadeira herança maldita: uma inflação anual de quatro dígitos.

O PT deve imputar a Aécio uma agenda econômica impopular que enfrente radicalmente as mazelas criadas pelo petismo. Daí a necessidade imperiosa de o candidato oposicionista deixar claro — muito claro — que quem fala sobre como será o seu governo é ele — somente ele.

Aécio Neves tem todas as condições para vencer a eleição mais difícil da nossa história. Se Tancredo Neves foi o instrumento para que o Brasil se livrasse de 21 anos de arbítrio, o neto poderá ser aquele que livrará o país do projeto criminoso de poder representado pelo PT. E poderemos, finalmente, virar esta triste página da nossa história.


09/09/14
O silêncio de Lula
12/08/14
Os jihadistas tupiniquins
15/07/14
Montoro, pedagogo da política
08/07/14
Os desiludidos da República

03/06/14
O governo acabou
06/05/12
Adeus, PT
08/04/14
Os gigolôs da memória
28/03/14

==> Ler mais aqui ou no Blog do Marco Antônio Villa


<==  Destaques (Veja na coluna da esquerda deste Portal):

Leia na Fonte: O Globo / Panorama Político

[04/10/14]  Hackers tentam invadir TSE - por Ilimar Franco

Leia na Fonte: Estadão
[04/10/14]  Toffoli confirma tentativa de ataque ao sistema do TSE, mas diz que não houve invasão - por Ricardo Britto


<==  Destaque: Veja na coluna da esquerda deste Portal

Leia na Fonte: Dia a Dia, Bit a Bit - Blog de Sílvio Meira

[01/10/14]  Será que dá pra… CLONAR URNAS? - por Sílvio Meira
(...) "a resposta à pergunta do título deste texto é… sim, dá pra clonar urnas. e também dá pra criar muitas barreiras contra as tentativas de clonar urnas, e quase todas elas exigem –especialmente do ponto de vista de credibilidade- um sistema eleitoral nacional, informatizado ou não, muito mais transparente do que o que existe hoje.(...)


A CONSTITUIÇÃO do historiador Capistrano de Abreu

“Art. 1º:
TODO BRASILEIRO DEVE TER VERGONHA NA CARA.
PARÁGRAFO ÚNICO:
REVOGAM-SE AS DISPOSIÇÕES EM CONTRÁRIO”

João Capistrano Honório de Abreu foi um um dos primeiros grandes historiadores do Brasil e produziu ainda nos campos da etnografia e da linguística. Wikipédia
Nascimento: 23 de outubro de 1853, Maranguape, Ceará
Falecimento: 13 de agosto de 1927, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro

Comentário de Helio Rosa:
Vergonha na cara: a maioria dos políticos brasileiros não tem. Os eleitores razoavelmente informados precisam ter... e muita!
HR


POEMINHO DO CONTRA
Autor: Mário Quintana

"Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!"

Ela... Pasadena

Petróleo ou lama?

Entenda a compra da refinaria de Pasadena pela Petrobras: G1 - UOL - Folha



Nota de Helio Rosa
"Raquel na luta armada"

Em novembro de 2010, após a eleição de Dilma Rousseff, comecei a fazer uma série de "posts" sobre o passado da nova presidente e seu envolvimento na luta armada contra o regime militar.
O material está reunido na página "Dilma na luta armada", que contém uma introdução com explicação da motivação do trabalho e uma série de links e resumos, que remetem aos "posts" originais, onde estão as transcrições das matérias.
Como cidadão, estou acompanhando atentamente o noticiário sobre a atual "campanha", particularmente o truculento "vale tudo" protagonizado pela Presidente-candidata, fazendo o diabo, justificando o velho lema esquerdista de que "os fins justificam os meios". Vemos que não é uma simples campanha, mas uma verdadeira guerra. Como não lembrar da "Dilma guerrilheira"?

A leitura da matéria Raquel: PSTU se prepara para a "luta armada" era a motivação que faltava para relembrar a atuação da Dilma "Vanda" Rousseff (foto Wikipédia), guerrilheira e participante de grupos considerados terroristas.

Por oportuno, vou reformatar a página "Dilma na luta armada" e divulgar novamente o conteúdo neste espaço.
Abaixo, está a referencia sobre uma recente entrevista com a professora Raquel Dias (em foto de campanha) candidata do PSTU ao Senado. Futura guerrilheira? 
HR 17/09/14

Entrevista
Leia na Fonte: O Povo Online
[16/09/14]  Raquel: PSTU se prepara para a "luta armada"


"A candidata do PSTU ao Senado, Raquel Dias, defendeu a luta armada como método de transformação social e disse que o partido está se preparando para a revolução com armas. Raquel foi sabatinada ontem na TV O POVO. “Como a gente vive em um Estado opressor e o armamento é uma ação contra o próprio Estado, não posso dizer como estamos nos preparando”, respondeu." (...)
Lembrada sobre os atos violentos que marcaram parte das manifestações a partir de junho de 2013 e perguntada se a luta armada não estaria “fora de moda”, Raquel disse pensar o oposto: “Achamos que estamos na moda. A luta armada está na moda”. A candidata defendeu esse método revolucionário. “Achamos que não. Achamos que para que os trabalhadores tome o poder em suas mãos, o controle sobre sua própria vida, é necessário uma revolução armada”, afirmou. Perguntada se o PSTU está se preparando para essa revolução, Raquel disse que sim, mas não revelou detalhes. “Estamos nos preparando, sim, só não vou dizer como. Como a gente vive num Estado opressor, mas que se apresenta como democrático, e o armamento é uma ação contra o próprio Estado, não posso dizer como estamos nos preparando”, afirmou. Raquel foi perguntada se o PSTU estaria formando milícias, no que ela tangenciou: “Nós defendemos uma revolução e, na história da humanidade, todas as revoluções foram armadas. (...) Nossas milícias são organizadas em cursos de formação, leitura de livros, desenvolvimento da consciência de classe”, disse."
(...) Ler mais


"Esqueceram de mim"


"Esqueceram de nóis"


Operação Porto Seguro
• Rosemary Noronha & Lula da Silva: Uma vergonha!

Nota de Helio Rosa:
Em 23 de março de 2013 iniciei uma série de 11 "posts" no Bloco  Resistência sobre a Operação Porto Seguro. O registro está aqui.
Minha motivação foi esta matéria: "Faz 100 dias que Lula afronta o Brasil decente com o silêncio sobre o caso de polícia em que se meteu ao lado de Rose".
Por falta de agilidade, descontinuei os "posts" mas prossegui anotando as matérias sobre o assunto, que agora estão reunidas neste website sobre a Operação Porto Seguro, com o mesmo título dos "posts": Rosemary Noronha & Lula da Silva: Uma vergonha!

O website é constituído de uma Página Inicial com um Resumo e o Acompanhamento dos principais eventos ao longo do tempo. E um Arquivo de matérias que pode ser acessado através deste link: Índice de artigos e notícias.

Para que o tema não caia no esquecimento, passo a referenciar neste espaço, diariamente, três matérias do Arquivo sobre a Operação Porto Seguro, segundo ordem cronológica de publicação na mídia.  HR

Última matéria registrada na mídia:
Leia na Fonte: R7
[24/06/14]  MPF pede demissão de primo de Rose Noronha do Ministério dos Transportes
Matérias anteriores, do Arquivo do WirelessBRASIL:
Leia na Fonte: Estadão
[27/11/12]  Governo monta estratégia para blindar Planalto de respingos da operação da PF - por Denise Madueño
Leia na Fonte: Noblat - Origem: O Estado de S. Paulo
[27/11/12]  Tolerância continuada - por Dora Kramer
Leia na Fonte: Veja / Blog do Reinaldo Azevedo
[27/11/12]  Lula, o “homem cordial”, não concedeu passaporte diplomático apenas à sua família nuclear, não; Rose também tinha o seu. Assim, sim!- por Reinaldo Azevedo
Leia na Fonte: Noblat / O Globo
[27/11/12]  Para o PT a história sempre se repete - por Marco Antonio Villa
Leia na Fonte: Noblat
[27/11/12]  Situação delicada - por Merval Pereira
Leia na Fonte: Veja
[26/11/12]  Grampo complica situação de Rose
Leia na Fonte: Veja
[26/11/12]  Filha de Rosemary de Noronha deixa cargo na Anac

Ler mais em Rosemary Noronha & Lula da Silva: Uma vergonha!


Nos USA..."Orange is the new black".

No Brasil, na Petrobras....

 


Campanha

"Sou, mas quem não é?"


• Textos de Carlos Alberto Di Franco

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Carlos Alberto Di Franco neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Carlos Alberto Di Franco é diretor do Departamento de Comunicação do Instituto Internacional de Ciência Sociais – IICS e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco – Consultoria em Estratégia de Mídia. E-mail: difranco@iics.org.br.  HR

Seleção de textos de Carlos Alberto Di Franco:
01/09/14
Jornal determina a agenda pública (Íntegra)
Relatora de liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), a colombiana Catalina Botero agradeceu a coragem dos jornalistas que revelam tramas de corrupção e graves violações dos direitos humanos. Em discurso no último dia do 10.º Congresso Brasileiro de Jornais, realizado em São Paulo, Catalina frisou a importância do jornalismo profissional e independente para o desenvolvimento e a manutenção dos regimes democráticos e disse ter a certeza de que “a imprensa escrita não poderá ser substituída por mensagens de 140 caracteres”.

As redes sociais e o jornalismo cidadão têm contribuído de forma singular para o processo comunicativo e propiciado novas formas de participação, de construção da esfera pública, de mobilização do cidadão. Mas as notícias que realmente importam, isto é, que são capazes de alterar os rumos de um país, são fruto não de boatos ou meias-verdades disseminadas de forma irresponsável ou ingênua, e sim de um trabalho investigativo feito dentro de rígidos padrões de qualidade, algo que está na essência dos bons jornais impressos.

A confiança da população na qualidade ética dos seus jornais tem sido um inestimável apoio para o desenvolvimento de um verdadeiro jornalismo de buldogues. O combate à corrupção e o enquadramento de históricos caciques da política nacional, alguns sofrendo o ostracismo do poder e outros no ocaso do seu exercício, só são possíveis graças à força do binômio que sustenta a democracia: imprensa livre e opinião pública informada.

“Poucas coisas podem ter o mesmo impacto que o jornal tem sobre os funcionários públicos corruptos, sobre os políticos que se ligam ao crime, que abusam do seu poder, que traem os valores e os princípios democráticos”, sublinhou Catalina. Os jornais, de fato, determinam a agenda pública e fortalecem a democracia. Políticos e governantes com desvios de conduta odeiam os jornais. Mas eles são, de longe, os grandes parceiros da sociedade. A plataforma digital reverbera, amplifica. A pauta, porém, nasce nos jornais. A frivolidade digital não faz contraponto e não edifica a democracia.

Navega-se freneticamente no espaço virtual. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Fica-se refém da superficialidade e do vazio. Perde-se contexto e sensibilidade crítica. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade. Não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Penso que há uma crescente demanda de jornalismo puro, de conteúdos editados com rigor, critério e qualidade técnica e ética. Há uma nostalgia de reportagem. É preciso recuperar, num contexto muito mais transparente e interativo, as competências e o fascínio do jornalismo de sempre.

Jornalismo sem brilho e sem alma é uma doença que pode contaminar redações. O leitor não sente o pulsar da vida. As reportagens não têm cheiro do asfalto. As empresas precisam repensar os seus modelos e investir poderosamente no coração. É preciso dar novo vigor à reportagem e ao conteúdo bem editado, sério, preciso, ético.

É preciso contar boas histórias. Com transparência e sem filtros ideológicos. O bom jornalista ilumina a cena, o repórter manipulador constrói a história. Na verdade, a batalha da isenção enfrenta a sabotagem da manipulação deliberada, da preguiça profissional e da incompetência arrogante. Todos os manuais de redação consagram a necessidade de ouvir os dois lados de um mesmo assunto. Mas alguns procedimentos, próprios de opções ideológicas invencíveis, transformaram um princípio irretocável num jogo de aparência.

A apuração de mentira representa uma das mais graves agressões à ética e à qualidade informativa. Matérias previamente decididas em guetos sectários buscam a cumplicidade da imparcialidade aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é honesta, não se apoia na busca da verdade, mas num artifício que transmite um simulacro de isenção, uma ficção de imparcialidade. O assalto à verdade culmina com uma estratégia exemplar: repercussão seletiva. O pluralismo de fachada, hermético e dogmático, convoca pretensos especialistas para declarar o que o repórter quer ouvir. Mata-se a notícia. Cria-se a versão.

Sucumbe-se, frequentemente, ao politicamente correto. Certas matérias, prisioneiras de chavões inconsistentes que há muito deveriam ter sido banidos das redações, mostram o flagrante descompasso entre essas interpretações e a força eloquente dos números e dos fatos. Resultado: a credibilidade, verdadeiro capital de um veículo, esvai-se pelo ralo dos preconceitos.

A precipitação e a falta de rigor são outros vírus que ameaçam a qualidade. A incompetência foge dos bancos de dados. Na falta de pergunta inteligente, a ditadura das aspas ocupa o lugar da informação. O jornalismo de registro, burocrático e insosso, é o resultado acabado de uma perversa patologia: a falta de planejamento, o despreparo de repórteres e a obsessão de editores com o fechamento. Quando editores não formam os seus repórteres, quando a qualidade é expulsa pela ditadura do deadline, quando as pautas não nascem da vida real, mas de pauteiros anestesiados pelo clima rarefeito das redações, é preciso ter a coragem de repensar todos os processos.

A fortaleza do jornal não é dar notícia, é se adiantar e investir em análise, interpretação e se valer de sua credibilidade. Não é verdade que o público não goste de ler. Não lê o que não lhe interessa, o que não tem substância. Um bom texto, para um público que adquire a imprensa de qualidade, sempre vai ter interessados.


18/08/14
Democracia depende do jornalismo

Não há um único assunto relevante que não tenha nascido numa pauta do jornalismo de qualidade. Os temas das nossas conversas são, frequentemente, determinados pelo noticiário e pela opinião dos jornais. A imprensa é, de fato, o oxigênio da sociedade. As redes sociais reverberam, multiplicam, agitam. Mas o pontapé inicial é sempre das empresas de conteúdo independentes. Sem elas a democracia não funciona.(...)
04/08/14
Ativistas, militantes e criminosos
22/07/14
Gol de ficha suja
07/07/14
PT - a estratégia do ataque à mídia


==> Leia mais na web, neste website, ou no Blog do Noblat, nesta Coleção


• Textos de Demétrio Magnoli

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Demétrio Magnoli neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Demétrio Magnoli é bacharel em Ciências Sociais e Jornalismo pela Universidade de São Paulo (USP), Doutor em Geografia Humana pelo Departamento de Geografia da FFLCH-USP e pesquisador do Grupo de Análises de Conjuntura Internacional (GACINT) da USP. Como docente no Ensino Superior, foi professor das disciplinas de Geografia Política e Geografia Urbana no Departamento de Geografia da Pontifícia Universidade de São Paulo (PUC-SP). Na condição de pesquisador, especializou-se nas áreas de Relações Internacionais e Geografia Política, publicando diversos ensaios e obras, entre as quais O Corpo da Pátria: imaginação geográfica e política externa no Brasil (1808-1912), pela Editora Unesp, e Uma gota de sangue – história do pensamento racial (SP, Contexto, 2009). Também organizou História das Guerras e História da Paz, ambas pela Editora Contexto. Trabalhando para a Fundação Alexandre de Gusmão do Ministério das Relações Exteriores, produziu o manual de Relações Internacionais. (...) [Fonte]
Mais abaixo estão suas matérias recentes como colunista da Folha de S. Paulo e outras fontes:

30/08/2014
A terceira utopia
23/08/2014
Zé Maria na telinha
16/08/2014
Ruptura da ruptura
09/08/2014
Santa aliança
02/08/2014
O sofisma antissemita
03/07/2014 
A narrativa ausente (Blog do Noblat)
19/06/2014] 
A lista do PT (Blog do Noblat)
12/07/2014
A razão do MTST
05/07/2014
Na marca do pênalti
28/06/2014
Pátria e partido
21/06/2014
O 'povo organizado'
14/06/2014
O califado de Mossul
07/06/2014
Supercorporativismo

==> Leia mais na web, neste website ou na Folha de S. Paulo ou ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


Textos de Joaquim Falcão

Joaquim Falcão é Doutor em Educação pela Université de Génève. LL.M. pela Harvard Law School. Bacharel em Direito pela Puc-RJ. Foi conselheiro do Conselho Nacional de Justiça de junho de 2005 a junho de 2009. Diretor da FGV DIREITO RIO.
Docente do Curso de Graduação. Docente do Curso de Mestrado. Docente do Programa de Capacitação em Poder Judiciário [Fonte]

Seleção de textos de Joaquim Falcão:


17/09/14
Economia e a campanha eleitoral
06/08/14
Eleições no Brasil e o mundo
25/06/14
A eleitoralização da ética
05/06/14
O que falta no Supremo

==>
Leia mais na web ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


• Textos de Dorrit Harazim

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Dorrit Harazim neste website, onde está listada uma seleção inicial, "em construção".

Dorrit Harazim começou a carreira jornalística em 1966 como pesquisadora da revista semanal francesa Express. Ainda em Paris, foi convidada por Mino Carta a se juntar à equipe da recém-lançada revista VEJA, em 1968. Foi repórter, editora, redatora-chefe da revista ao longo das décadas seguintes e chefiou o escritório da Editora Abril em Nova York durante cinco anos. Ao longo deste percurso recebeu 11 prêmios Abril de Jornalismo. Também trabalhou no Jornal do Brasil nos anos 1970. 
Ler mais na Wikipédia. HR

Seleção de textos de Dorrit Harazim:
14/09/14
O elevador por testemunha
07/09/14
A era do terrorismo ostentação
24/08/14
Um pastelão filantrópico
10/08/14
Na roda-viva da História
17/08/14
O cidadão-inimigo
27/07/14
Sem olhos em Gaza


==> Leia mais na web, neste website ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


• Textos de Carlos Alberto Sardenberg

Nota de Helio Rosa:
Estou colecionando os links para acesso direto aos textos de Carlos Alberto Sardenberg neste website, onde está listada uma seleção inicial.

Carlos Alberto Sardenberg, jornalista, é âncora do programa CBN Brasil, veiculado de segunda a sexta, das 12 às 14 hs, pela CBN, rede nacional de radiojornalismo. É comentarista econômico dos programas noticiosos da CBN, do Jornal das Dez (da Globonews) e do Jornal da Globo, da TV Globo. Escreve uma coluna em O Estado de S.Paulo, às segundas-feiras, e outra, às quintas-feiras, no jornal O Globo. (...) Em 43 anos de jornalismo, trabalhou como repórter, redator e editor nos jornais O Estado de S.Paulo, Jornal do Brasil e Folha de S.Paulo. Nas mesmas funções, trabalhou ainda nas revistas Veja e IstoÉ. Ler mais "resumo biográfico". HR

Seleção de textos de Carlos Alberto Sardenberg:

07/08/14
Pode?
(...) "Mas, além de ser uma questão complexa em qualquer democracia, há entre nós um bloqueio político/eleitoral. O pessoal foge de escolhas concretas, fica no princípio geral que não compromete, mas também não resolve as diferentes situações.
Vamos falar francamente: excetuando as minorias que querem subverter a ordem capitalista, somos todos a favor da livre manifestação das ideias e também achamos que a ordem pública deve ser mantida. OK. Mas uma manifestação pode bloquear a entrada de um hospital ou de uma escola ou de uma repartição que atenda o público? O grevista pode tentar convencer o não grevista? E se o não grevista não quiser ouvir? A autoridade pública, democraticamente eleita, pode vetar manifestações em determinadas áreas da cidade ou em determinados horários? É livre o bloqueio do trânsito, como parecer ser por aqui? O grupo político tem que comunicar previamente data e trajeto da manifestação ou pode sair por aí? A polícia pode bloquear um grupo de mascarados que se aproxima de um banco, uma loja ou um prédio público? Pode prender por suspeita de que haverá um saque ou só pode agir depois que o saque começa? Aliás, o que caracteriza uma manifestação? (A reunião de duas ou mais pessoas, diz a Corte americana).
Resumo da ópera: a lei e as cortes, democraticamente, precisam dizer concretamente o que pode e o que não pode."


31/07/14
O dinheiro e a informação
10/07/14
Importar é a solução
26/06/14
Na balada
12/06/14
Só queremos o hexa

==> Leia mais na web, neste website ou no Blog do Noblat, nesta Coleção.


• 25 de julho de 1966:  O "atentado de Guararapes"

Nota de Helio Rosa:
Escrevi no topo desta coluna:
(...)
Com 73 anos de idade, acompanhei e vivenciei a história recente do país e sou testemunha ocular e sobrevivente do "atentado do aeroporto dos Guararapes", em 1966 (...)
Para não deixar este "25 de julho" passar em branco, transcrevo um texto de 2013 do jornalista Elio Gaspari.
HR

Leia na Fonte: Blog do Noblat
[15/12/13]  Eduardo Campos e o atentado de Guararapes - por Elio Gaspari

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, tinha 1 ano de vida quando aconteceu o primeiro atentado terrorista de vulto da década.

No dia 25 de julho de 1966, explodiu uma bomba no saguão do aeroporto de Guararapes, onde centenas de pessoas esperavam pelo marechal Arthur da Costa e Silva, que sucederia a seu colega Castello Branco na Presidência da República.

A explosão matou um almirante, um jornalista e feriu 14 pessoas, inclusive uma criança.

Durante a cerimônia em que Ricardo Zarattini foi justamente inocentado de qualquer responsabilidade pelo episódio, Campos relembrou uma velha desconfiança: o atentado teria sido “um episódio utilizado para dividir a resistência ao golpe”.

Sem o esclarecimento de que o atentado foi obra de militantes de esquerda, sobra a suspeita de que os militares tiveram algo a ver com a coisa. Lenda desonesta.


Naqueles dias, explodiram no Recife três bombas. Todas colocadas por um grupo ligado à Ação Popular, a AP. Quem montou e colocou o explosivo no aeroporto foi Raimundo Gonçalves Figueiredo, o “Raimundinho”.

Vindo para o Rio, e militando na VAR-Palmares, detonou mais duas bombas e foi assassinado em 1971.

Eduardo Campos já tinha 25 anos quando Jacob Gorender esclareceu que Zarattini nada tinha a ver com o atentado. Gorender sabia a identidade do autor.

O governador tinha 30 anos quando o “Jornal do Commercio” do Recife publicou uma reportagem definitiva sobre o assunto. Nela, havia uma entrevista do ex-padre Alípio de Freitas, que teria sido o mentor do grupo, ao repórter Gilvandro Filho.

Nas palavras de Alípio: “Morreu gente, nós lamentamos. Mas aquilo era uma guerra, tinha que haver vítimas”.


30/05/14 - A foto do dia
Formação de Padilha

(Recorte de uma foto publicada no blog de Reinaldo Azevedo)


Revolução de 1964 - Os 31 dias de Março e os primeiros dias de Abril
  
Website do BLOCO Resistência - Transcrição dos jornais da época

15/04/13 (Último dia desta serie de "posts")
Revolução de 1964 - Os primeiros dias de Abril (15) - Seleção de manchetes dos dias 15 e 16 Abr 1964 + Leituras complementares

Nota de Helio Rosa:
Este "post" conclui a Série sobre a os acontecimentos no entorno do dia 31 de março de 1964. Neste website estão transcritas ou referenciadas as principais notícias dos jornais da época (aqueles cujos acervos estão disponíveis na web) que foram lembradas aqui durante todo o mês de março, com prosseguimento até o dia 15 de abril, para repercutir principalmente mais dois fatos importantes: o Ato Institucional (mais tarde chamado de nº 1) e a eleição do general Humberto de Alencar Castelo Branco para presidir o Brasil em substituição ao sr. Ranieri Mazzilli, empossado pelo Congresso, com o abandono do cargo pelo Sr. João Goulart. O "post" de hoje contém também notícias e manchetes do dia 16 de abril.

Algumas das páginas dos acervos estão com imagens precárias, impossíveis de reprodução pelo método de "reconhecimento de caracteres", mas sempre será possível a leitura na fonte. Este é objetivo deste esforço: convidar e estimular a leitura do que foi registrado para que cada um possa formar sua própria opinião!
A história do "movimento revolucionário de 31 de março de 1964" passa por uma tentativa de esquecimento (ou reformulação) por parte do governo e do partido dominante que lhe dá suporte. Se alguém tem dúvida do ocorrido, deve ler os jornais da época e consultar obras de historiadores isentos.

É importante, para se situar no tempo, lembrar que na época, Rússia, China e Cuba eram ditaduras sanguinárias e havia um fortíssimo esforço desses países para exportar o comunismo para todas as nações do mundo. O Partido Comunista Brasileiro (PCB), desde sua criação, em 1922, alternou longos períodos na ilegalidade. No governo João Goulart, derrubado pelo movimento de 1964, os comunistas continuavam na ilegalidade mas seus integrantes estavam muito infiltrados no governo, conforme comprovam os jornais da época.
Daí a enorme participação popular nas famosas "Marchas da Família com Deus pela Liberdade", também chamadas de "Marchas da Vitória", após o "31 de Março" (ver Cronologia das Marchas da Família em todo o Brasil em 1964).

O "movimento revolucionário de 1964" é um momento marcante da história do Brasil, com envolvimento de toda a sociedade, e deve ser glorificado. Sempre! Não será esquecido!
HR

==> Ler a íntegra do "post" e a transcrição das matérias

Matérias transcritas nesta página:
Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[16/04/64]  Rio festeja a posse de Castelo

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[15/04/64]  Vitória Democrática - Editorial de 15 de abril

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[16/04/64]  Cruzada cívica - Editorial de 16 de abril

Fonte: Acervo do Jornal do Brasil
[16/04/64]  Discurso de posse do Presidente Castelo Branco

Leitura complementar:
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Humberto de Alencar Castelo Branco

Referências sem transcrição:
Manchetes
Acervo do Jornal do Brasil - Edição de 15 abril de 64
- Castelo toma posse e revela Ministério hoje
- Castelo Branco chega à Brasília ao meio-dia para tomar posse
- Brasília recebe seu quinto Presidente (coluna do jornalista Carlos Castello Branco)
- Castelo declara bens antes de de assumir a Presidência da República
- Ministro da Guerra diz que chegou a hora de a tropa voltar para o quartel
- Comando suspende direitos políticos de mais 67 pessoas
- Vitória democrática - Editorial
- PSD teme Ministério de tendência udenista
- Lacerda em S. Paulo adverte que a revolução não tolera pressão de interesses

Acervo do Jornal do Brasil - Edição de 16 de abril de 64
- Castelo condena radicalismo e anuncia reformas
- Castelo Branco vai estimular livre empresa com justiça social
- Posse do Presidente durou 45 minutos
- Mazzilli passa faixa a Castelo
- PSD deverá ter uma participação maior
- Mazzilli pede a Castelo que promova a recuperação econômica do Brasil

Acervo da Folha de São Paulo - Edição de 15 de abril de 64
- Castelo já Marechal assumirá às 16 horas
- Carta ao Presidente - Editorial
- Castelo - história em quatro etapas
- Adaptação do Regimento Interno ao Ato Institucional

Acervo da Folha de São Paulo - Edição de 16 de abril de 64
- Castelo pede ajuda a todos os brasileiros
- Escolhidos doze ministros; falta um
- Ministério menos político não chega a ser apolítico
- O Presidente de todos - Editorial
- Saneamento na Educação
- Castelo, o 1º Presidente a fazer declaração de bens
- Seis Ministros assumiram hoje

==> Ler a íntegra do "post" e a transcrição das matérias


Consulte a relação de todos os "posts" no Índice geral do  BLOCO Cidadania.
 


"Posts" sobre um mesmo tema colecionados em páginas especiais:

Coleção de "posts" em páginas especiais:

Destaques:
- Revolução de 1964 - Artigos e notícias de jornais da época, dia a dia, durante os 31 dias de Março e os 15 primeiros dias de Abril de 1964
- "Mensalão": registro resumido do dia a dia do julgamento - Atualizado até a seção do encerramento: 53º dia (17/12/12).
- Coleção de vídeos da Veja com debates sobre o julgamento do "mensalão

A Comichão da Meia-Verdade
A partilha do butim 
A tropa do BloP - Blogueiros Progressistas
A Turma da Presidenta 
Com ou sem Tiririca, o Congresso pior fica
Controle social da mídia 
Dilma na luta armada 
Discursos e promessas de Dilma 
GOLP - Governo Lula Paralelo
Herança maldita do governo Lula
Inácio, o falastrão 
Mal assessorada, Dilma acende estopim de crise militar
"O Chefe": Livro sobre o escândalo do "mensalão" 
O escândalo do "mensalão" 
"Orvil": A "Comissão da Verdade" do Exército que assombra a esquerda brasileira 
O papel das oposições 
Revolução de 1964 - Os 31 dias de Março e os primeiros dias de Abril (transcrição dos jornais da época, dia a dia) 
Teori Zavascki, novo Ministro do STF
Xô, Dirceu! O povo não esqueceu!
 


Matérias transcritas nesta, anteriormente
 


Contra o Voto Nulo
Leia na Fonte: Alerta Total
[15/08/14]  Voto nulo aliado do PT - por Helio Duque

Contra o Voto Nulo
Leia na Fonte: Blog da Ruth de Aquino
[08/08/14]  A força dos nulos, brancos e indecisos - por Ruth de Aquino

Contra o Voto Nulo
Leia na Fonte: Blog do Noblat
[08/08/14]  Vai encarar o Voto Nulo? - por Maria Helena RR de Souza 

Leia na Fonte: Coluna de Augusto Nunes
[06/10/14]  Além de derrotado na eleição presidencial, o Ibope foi desmoralizado em 17 estados - por Augusto Nunes

Leia na Fonte: Noblat
[07/10/14]  O desastre das pesquisas eleitorais - por Tânia Fusco

Editorial
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[07/10/14]  Alívio e esperança - Editorial
 

Editorial
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[09/10/14]  O que se pode esperar agora - Editorial

Gabriel Garcia entrevista Paulo José Cunha
Leia na Fonte: Blog do Noblat
[06/10/14]  Aécio Neves é o maior vencedor do primeiro turno das eleições, diz especialista

Prefira sempre ler na Fonte!
Leia na Fonte: Veja
[03/10/14]  Dez fatos econômicos que você precisa saber antes de votar

15/09/14
O 'Bolsa Voto' - Editorial
Pesquisa de intenção de voto do Ibope mostra que o eleitorado mais fiel à presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, é formado predominantemente por beneficiários do Bolsa Família. Essa relação, demonstrada pelo Estado (5/9), comprova que os mais de dez anos de distribuição de benefícios sociais criaram e consolidaram a enorme clientela do governo petista - aquela que apoia a presidente com fervor e dificilmente vai alterar seu voto nem mesmo diante das evidências de seus erros administrativos. Entre o final de agosto e o começo de setembro, a intenção de voto em Dilma entre os beneficiários do Bolsa Família cresceu de 50% para 57% na simulação de segundo turno contra Marina Silva. Já Marina caiu de 37% para 32% nessa faixa de eleitores. Em nenhum outro estrato a diferença a favor de Dilma é tão grande.(...)

Nota de Helio Rosa:
Sobre o tema "Bolsa Voto", lembro esta matéria registrada anteriormente nesta "coluna":
Reportagem
Leia na Fonte: Veja
[17/08/14]  Bolsa Família, o maior colégio eleitoral do Brasil - por Gabriel Castro e Laryssa Borges
HR


Editorial
Leia na Fonte: Estadão
[05/10/14]  A hora da razão - Editorial

Editorial
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[01/10/14]  Voto de protesto - Editorial Estadão

Artigo
Leia na Fonte: O Globo
[30/09/14]  A lista dos perigos - por Arnaldo Jabor

Artigo
Leia na Fonte: O Estado de S.Paulo
[26/09/14]  Papel de centroavante não é o de fazer gols - por Fernando Gabeira

Artigo
Leia na Fonte: Veja / Rodrigo Constantino
[20/09/14]  Papel da imprensa é investigar sim, Dilma! - por Rodrigo Constantino

Reportagem
Lei na Fonte: Veja
[20/09/14]  Dona de ONG revela esquema corrupto do PT - por Robson Bonin

Reportagem
Leia na Fonte: Veja
[12/09/14]  A eficácia e os riscos do terrorismo do PT nas eleições - por Felipe Frazão e Gabriel Castro

Entrevista: Salim Mattar
Leia na Fonte: Veja/Blogs/Geraldo Samor
[08/09/14]  Salim Mattar: “Ninguém aguenta mais” - por Geraldo Samor
[Ver perfil de Geraldo Samor]

Leia na Fonte: Noblat/ O Globo
[18/09/14]  Propaganda de Dilma ultrapassa limites - Editorial O Globo

Entrevista: Maílson da Nóbrega
Leia na Fonte: Veja
[10/09/14] 'Ninguém com credibilidade vai aceitar cargo de ministro submisso' - por Ana Clara Costa

Reportagem
Leia na Fonte: Folha de S. Paulo
[30/08/14]  Apoio dos mais pobres deixa de ser decisivo na eleição, aponta Datafolha

Reportagem (de 2011) sobre Eduardo Giannetti da Fonseca (um do "gurus" econômicos de Marina)
Leia na Fonte: Valor Econômico
[01/07/11] O valor do hoje - por Karla Spotorno

Artigo
Leia na Fonte: Coluna de Rodrigo Constantino
[29/08/14]  Giannetti critica o “imbróglio fiscal” do governo Dilma. Ou: Belluzzo e Mantega, uma dupla e tanto! - por Rodrigo Constantino

Artigo
Leia na Fonte: Folha de S. Paulo
[27/08/14]  Sou Marina (até a posse) - por Diogo Mainardi

Artigo
Leia na Fonte: Coluna de Rodrigo Constantino
[26/08/14]  Roleta-russa, mesmo com cinco balas, ainda é melhor do que tiro certo na nuca - por Rodrigo Constantino

Maria Alice "Neca" Setubal
Matéria de Junho de 2013
Leia na Fonte: O Globo
[08/06/13]  A fada madrinha de Marina Silva - por Mariana Timóteo da Costa

Fonte: Folha
[21/08/14] Entrevista de Maria Alice "Neca" Setubal à Folha de S. Paulo (Transcrição completa e vídeos)


Artigos de Maria Alice Setubal:
- O direito ao letramento
- A educação no país do futebol
- Autonomia individual e bem-estar social
- Novas formas de aprender e ensinar
- Os muros visíveis e invisíveis das escolas
- Educação pelos novos tempos
- Educação e proteção especial
- Tempos de educação, ética e participação
- O papel estratégico da educação
- Cooperação como eixo de sustentabilidade
- O professor no centro do debate educacional
- O que queremos do novo ministro da Educação?
- Para que servem as ONGs, afinal
- Até quando vamos tolerar desigualdades
- As novas formas de participação cidadã

Leia na Fonte: Website de Neca Setubal ("Sobre")

Reportagem
Leia na Fonte: Veja
[17/08/14]  Bolsa Família, o maior colégio eleitoral do Brasil - por Gabriel Castro e Laryssa Borges

Renata Campos
Leia na Fonte: Estadão

[16/08/14]  Não há impedimento legal para viúva de Campos se candidatar

Reportagem
Leia na Fonte: Estadão
[11/08/14]  Consultoria diz a clientes que Dilma é manutenção da 'mediocridade' - por Letícia Sorg e Gustavo Porto