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Portal independente de Telecomunicações e Cidadania      Coordenador Geral: Helio Rosa (rosahelio@gmail.com)    
Portal criado em 12/10/03


BLOCO TECNOLOGIA
Websites,  Páginas e "Posts" (Tecnologia) do WirelessBRASIL


Website de José Roberto Souza Pinto

José Roberto de Souza Pinto (josersp@terra.com.br) é Engenheiro de Telecomunicações e de Sistemas Elétricos e Mestre em Economia, com cursos de especialização no Brasil e no Exterior, conferencista e painelista nos principais eventos de Telecomunicações realizados no Brasil, professor em cursos de regulamentação, autor de vários artigos e trabalhos abordando as tendências de desenvolvimento do setor, as tecnologias, os serviços, as redes de Telecomunicações, a regulamentação e pesquisas sobre as tendências de evolução da regulamentação de Telecomunicações em outros Países. Ler mais


Últimos registros:

11/04/19
Relatora mostra cautela na análise do PLC 79 - Comentário de Jose Roberto de Souza Pinto

09/04/19
Aluguel de postes usados irregularmente por teles somaria R$ 1,25 bilhão, estima Aneel - Comentário de Jose Roberto de Souza Pinto

14/01/19
Desequilibrada e insustentável, dizem as teles sobre concessão de STFC - Comentário e transcrição de matéria

04/09/18
Customizar e Fidelizar o Cliente de Serviços de Telecomunicações - por Jose Roberto de Souza Pinto

04/04/18
Telemarketing ativo ou importunação do cliente - por Jose Roberto de Souza Pinto

28/06/17
Fiscalização e penalidades versus consciência - por Jose Roberto de Souza Pinto

==> Ler todos os textos anteriores no Website de José Roberto Souza Pinto


"Bens Reversíveis" e Revisão do Modelo de Prestação de Serviços de Telecomunicações (PLC 79/2016)  (Atualizado em 26 de novembro de 2018)

Este "website/arquivo" é constituído de uma Página Inicial que contém um Resumo e um Acompanhamento através do registro dos principais eventos ligados ao tema. Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições

Nota de Helio Rosa:
Este website trata de dois assuntos que se inter-relacionam: "Bens Reversíveis" e PLC 79/2016.

Sobre "Bens Reversíveis",
Recorto este trecho, a título de ambientação rápida:
"Bens Reversíveis", que são aqueles usados na prestação do serviço e que serão revertidos ao poder público ao término da concessão (em 2025), independentemente de terem sido transferidos ao concessionário ou de terem sido por ele incorporados durante a execução do contrato. Em 2013 foi divulgado e muito comentado e debatido que existiam mais de oito milhões de bens reversíveis, avaliados em R$ 105 bilhões.

Sobre o projeto PLC 79/2016.
Este projeto altera o marco legal do setor de telecomunicações. Foi apresentado na Câmara dos Deputados em 28 de outubro de 2015. Na tramitação no Senado o PL 3.453/2015 mudou de nome para PLC 79/2016.
Em 07 de novembro de 2018 a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) aprovou o projeto, que continua a tramitação no Senado.
"Existem nesse momento dois requerimentos de urgência já apresentados. Pelo menos um dele precisa ser lido e aprovado pelo Plenário para que o projeto entre em votação imediatamente, e nesse caso o Presidente do Senado designará um relator de plenário para emitir o parecer. As emendas não serão analisadas enquanto a urgência não for aprovada ou rejeitada. Se a urgência for aprovada, as emendas serão deliberadas em Plenário, não sendo necessário passar novamente pelas comissões.
Caso a urgência do PLC 79 seja rejeitada, o PLC volta para a Comissão de Ciência, Tecnologia e Comunicação (CCTCI) para a análise das emendas. Após a comissão proferir parecer sobre as emendas, o projeto estará pronto para ser incluído na Ordem do Dia do Plenário, onde entra na fila de projetos. Lembrando que caso alguma alteração de mérito ocorra, com a aprovação de alguma das emendas em Plenário, o projeto volta para a Câmara." (Teletime)


O pedido de recuperação judicial da Oi (Atualizado em 11 de julho de 2018)

Este "website/arquivo" é constituído de uma Página Inicial que contém um Resumo e um Acompanhamento através do registro dos principais eventos ligados ao tema.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições.

01. Legislação
A recuperação judicial, a extrajudicial e a falência são reguladas pela Lei nº 11.101/2005.

A lei acabou com o instrumento da "concordata" no Brasil e permitiu que a empresa endividada apresente a sua própria proposta para os credores.
A legislação fixa um prazo de seis meses para a negociação entre as partes, que é intermediada por um administrador judicial nomeado pela Justiça. No caso de não haver acordo entre credores e devedores sobre o plano de recuperação, é decretada a falência.

Como informação:
Leia na Fonte: Direito.net
[16/04/12] 
Recuperação judicial: o que é e como funciona

02. Ambientação
O Grupo Oi protocolou o pedido de recuperação judicial em 20 de junho de 2016, com base na Lei de Recuperação Judicial e Falências (Lei nº 11.101/2005), cujo processamento foi deferido em 29 de junho de 2016, pelo Juízo da 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro (Processo nº 0203711- 65.2016.8.19.0001).

A Recuperação Judicial envolve as empresas Oi S.A., Telemar Norte Leste S.A., Oi Móvel S.A., Copart 4 Participações S.A., Copart 5 Participações S.A., Portugal Telecom International Finance B.V. e Oi Brasil Holdings Coöperatief U.A.

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Referências:
Fonte: Convergência Digital:
 - Medida Provisória (Arquivo PDF - 270 KB)
 - Projeto de Lei (Arquivo PDF - 120 KB)
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==> Consulte também Bens Reversíveis" e Revisão do Modelo de Prestação de Serviços de Telecomunicações


Blog da Flávia Lefèvre  

Flávia Lefèvre Guimarães
é advogada e Conselheira da PROTESTE - Associação de Consumidores. Foi representante das entidades de defesa do consumidor no Conselho Consultivo da ANATEL de fevereiro de 2006 a fevereiro de 2009 e eleita para representar o 3º Setor no Comitê Gestor da Internet no Brasil (2014 a 2017).

Últimos "posts" no Blog da Flávia Lefèvre:

01/11/17
O STF, a Internet e as telecomunicações

Veja no YouTube
14/05/17
•  "RGC não deve ser aplicados a provedores de internet" - entrevista com Flávia Lefèvre

04/04/17
Zero-rating - A Internet dos Pobres - (Palestra na IX Escola do Sul de Governança da Internet – SSIG 2017)
:

23/03/17
Privacidade, Liberdade e Justiça Social

16/03/17
Resposta às Teles, ao Ministro Kassab e a ANATEL – PLC 79/2016 Quem está desinformando?

14/02/17
Multisetorialismo, Franquia de Dados e Ganhos Sociais

01/02/17
Renan Calheiros desrespeita mais uma vez determinação do STF - PLC 79/2016

26/01/17
Kassab garante que não haverá franquia nos planos de acesso a Internet pela rede fixa

==> Ler mais no Blog da Flávia Lefèvre

==> O Portal WirelessBRASIL mantém, desde 2008, um website especial com registro de  trabalhos, artigos e mensagens para Grupos de Debates de autoria de Flávia Lefèvre. Este website está registrando também os "posts" do novo Blog da Flávia Lefèvre.


TV Digital: Interatividade e Ginga

Este website-arquivo é constituído de uma Página Inicial, que contém um resumo explicando o tema, e um Acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias, desde 2008, e uma coleção de transcrições.

Nota de Helio Rosa:
01.
O que está acontecendo ("resumo-resumido"):
No processo em que a TV Digital foi imposta à população sem o devido planejamento e à revelia dos estudos anteriores feitos pela Academia, a possibilidade de multiprogramação e interatividade foi utilizada intensivamente como  justificativa, tendo em vista uma suposta utilidade para a "inclusão digital". Batido o martelo, a multiprogramação foi proibida e a interatividade deu no que deu: não havia e não há canal de retorno. Devido à lentidão do processo e à evolução da tecnologia, a interatividade, hoje, para a população de maior renda, é feita naturalmente por smartphones, tablets e smartTVs.

Ainda ao longo do tempo, o imbróglio da transição para a TV Digital se misturou com o leilão da faixa de 700 MHz porque esta frequência, usada pela televisão analógica, é também utilizada pela telefonia celular 4G.

No final de junho de 2012 foi realizado o leilão da faixa de frequência 2,5 GHz para que ela fosse usada pelas empresas vencedoras para oferta da internet 4G no Brasil. Depois disso, o governo anunciou que realizaria outro leilão pela faixa de frequência de 700 MHz para o mesmo fim: oferecer os serviços do 4G.
Mas qual a diferença entre as duas faixas?  Que diferença a frequência faz na hora de ofertar a internet 4G?

Uma das principais diferenças é o dinheiro gasto para implementação: O serviço na faixa de 700 MHz necessita de 5 vezes menos investimentos do que os necessários para ofertar a internet 4G na frequência 2,5 GHz, já que o número de antenas necessárias é bem menor.
Além disso, o alcance da de 700 MHz é muito maior: A faixa 2,5 GHz é ótima para regiões urbanas, mas o sinal da de 700 MHz chega a locais mais distantes, como a zona rural por exemplo. Resumindo:
- A frequência de 2,5 GHz é alta, mas sua cobertura é menor.
- A faixa de 700 MHz é um espectro baixo, mas tem a área de cobertura 5 vezes maior.
Pelo Brasil ser um país grande, quanto maior a cobertura de sinal para ofertar o 4G, melhor.


02.
Comecei a acompanhar e registrar textos sobre os "700 MHz" em outro website-arquivo, referenciado nesta coluna.
Assim, estes dois websites se completam e se complementam:
TV Digital: Interatividade e Ginga e  Espectro de 700 MHz

03.

Hoje está em curso o desligamento do sinal analógico ("switch-off") das cidades prevista num plano governamental, que tem sido e continua sendo ajustado durante o processo.
O governo está distribuindo, gratuitamente, conversores digitais para a população de baixa renda que ainda utiliza receptores analógicos.
HR


PGMC - Plano Geral de Metas de Competição

01.
Este website-arquivo possui uma Página Inicial que contém a legislação, um resumo e um acompanhamento com registro dos principais eventos ligados ao tema, e um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições como os devidos créditos.

02.
Trecho de matéria como definição e ambientação:
(...)
O
Plano Geral de Metas de Competição (PGMC), (...) é o instrumento do órgão regulador para atuar nas empresas que têm Poder de Mercado em determinadas áreas críticas de telecomunicações e que poderiam impedir a competição.

Mas a regulação é feita para o mercado de atacado. Com base nesse conceito, lançado em 2010 e aprovado em 2012 - o primeiro PGMC identificou à época seis setores do ecossistema de telecomunicações que precisariam ser vigiados.

"Naquela época foram escolhidos os setores de: 
- infraestrutura de transporte de telefonia fixa no mercado local (EILD)
- infraestrutura de transporte na longa distância,
- banda larga,
- serviço de interconexão da rede fixa,
- serviço de interconexão na rede móvel e
- TV por assinatura.
Não foram classificados como relevantes, os mercados de telefonia móvel celular e de infraestrutura de acesso fixo com velocidade inferior a 64 kbps."


A partir da definição desses segmentos, a Anatel apontou as empresas com poder de mercado e passou a aplicar os “remédios” para corrigir as falhas de mercado. (...)
Ler mais no Tele.Síntese:
PGMC: a regulação da concorrência pelo atacado

Em 24 de novembro de 2016 "o conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou  três consultas públicas:
- o novo Plano Geral de Metas de Competição (PGMC),
- a revisão do Regulamento Geral de Interconexão (RGI) e
- a proposta de Regulamento de Homologação de Ofertas de Referência de Produtos de Atacado (RHORPA).

Em 24 de janeiro de 2017 foi divulgado que o término das consultas foi adiado para 22 de março.

==> Consulte o "website-arquivo" PGMC - Plano Geral de Metas de Competição


EILD - Exploração Industrial de Linha Dedicada ("Banda larga por atacado")

Este website é constituído de uma Página Inicial, contendo a legislação sobre o tema, um resumo e um acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

"EILD é a sigla para denominar a "exploração industrial de linhas dedicadas", um serviço que é ofertado no mercado de atacado e não chega como oferta ao usuário final. No entanto, ele é uma ferramenta importantíssima para que o usuário final possa ter alguma opção, embora ainda restrita, no mercado de telecomunicações, seja na área de dados, seja na telefonia fixa, pois permite que o competidor possa ter acesso a uma rede de ampla capilaridade. Nesse sentido, é elemento fundamental para a promoção da competição." [Fonte]
O EILD destina-se a empresas que possuam autorização, permissão ou concessão da Anatel, para a prestação de serviços de telecomunicações a terceiros, detentoras das licenças STFC e/ou SCM. [Fonte]


Espectro de 700 MHz

Este website-arquivo é constituído de uma Página Inicial, contendo a legislação sobre o tema, um resumo e um acompanhamento dos principais eventos. Contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.


Desoneração tributária para redes de telecom (REPNBL)

Este website é constituído de uma Página Inicial, contendo a legislação sobre o tema, um resumo e um acompanhamento dos principais eventos. Contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

Resumo do tema:
"O REPNBL-REDES foi estabelecido pela lei 12.715/12. Em seu artigo 32, define as regras de participação, estabelecendo que as operadoras que tiveram projetos aprovados têm até 31 de dezembro de 2016 para concluir “construções, implantações, ampliações ou modernizações de redes de telecomunicações”. Se até lá não o fizerem, o governo pode suspender os incentivos e as operadoras podem ter que pagar uma multa pela não entrega da infraestrutura. As operadoras estão reivindicando a extensão do prazo."

"O REPNBL aprovou 1.163 projetos até o ano de 2015, quando os prazos de inscrição terminaram. Ao todo, previa o investimento de R$ 15 bilhões em redes. Desse total, 37% destinado a infraestrutura em fibra óptica. Desses 37%, 66% dedicado a acesso óptico, 29% ao transporte óptico e 5% ao transporte OPGW."

Em 13 de novembro de 2014 a Presidência da República sancionou a lei Lei nº 13.043 que, entre outras coisas, reabre o prazo para submissão dos projetos de redes incentivas REPNBL

Em 14 de janeiro de 2015 foi divulgado que "a primeira portaria assinada pelo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, foi publicada hoje no Diário Oficial da União. E a norma traz alguns ajustes nos percentuais obrigatórios de tecnologia nacional e fabricação local (PPB) em algumas redes de telecom, para que esses projetos tenham direito aos incentivos fiscais do REPNBL. Foram reduzidos alguns percentuais na exigência de tecnologia nacional nas redes móveis e elétrica, de maneira a acelerar os projetos. Os incentivos fiscais do REPNBL estão previstos em lei, e por isto não se submetem à tesoura do Ministério da Fazenda. Eles estão valendo até dezembro de 2016 e o prazo para a apresentação de projetos ao Minicom vai até 30 de junho".

Em 30 de junho de 2015 terminou o prazo para que empresas de telecomunicações inscrevam projetos no Regime Especial de Tributação do PNBL (REPNBL)

Em 19 de outubro de 2016 foi anotado na mídia o seguinte: "O REPNBL-REDES foi estabelecido pela lei 12.715/12. Em seu artigo 32, define as regras de participação, estabelecendo que as operadoras que tiveram projetos aprovados têm até 31 de dezembro de 2016 para concluir “construções, implantações, ampliações ou modernizações de redes de telecomunicações”. Se até lá não o fizerem, o governo pode suspender os incentivos e as operadoras podem ter que pagar uma multa pela não entrega da infraestrutura. As operadoras estão reivindicando a extensão do prazo.

O REPNBL aprovou 1.163 projetos até o ano de 2015, quando os prazos de inscrição terminaram. Ao todo, previa o investimento de R$ 15 bilhões em redes. Desse total, 37% destinado a infraestrutura em fibra óptica. Desses 37%, 66% dedicado a acesso óptico, 29% ao transporte óptico e 5% ao transporte OPGW.

HR


Lei das Agências Reguladoras

O que está acontecendo:

Em 06 de dezembro de 2016 "o Senado Federal enviou para a Câmara dos Deputados o projeto de lei que uniformiza as regras das agência reguladoras brasileira, integrante da pauta prioritária e regulatória do governo Temer. Se aprovado como está, a Anatel enfrentará duas mudanças importantes- seus dirigentes terão apenas um mandato a cumprir, não podendo mais ser reconduzidos – e irá submeter ao Cade (órgão de defesa da concorrência) todas as decisões referentes a fusão, incorporação e mudança de controle das operadoras de telecom."

Acompanhamento

Em 30 de setembro de 2015 "a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou o projeto da Lei Geral das Agências Reguladoras (PLS) 52/2013. A proposta, que faz parte da Agenda Brasil, estabelece regras relativas à gestão, organização e mecanismos de controle social das agências reguladoras federais e promove ainda ajustes nas leis específicas de criação de cada uma delas.

Em 13 de setembro de 2016 foi noticiado que "ficou para agosto a discussão do projeto da Lei Geral das Agências Reguladoras na Comissão Especial de Desenvolvimento Nacional. O projeto unifica as regras sobre gestão, poder e controle social das agências. O adiamento se deu a pedido de senadores que solicitaram vista coletiva do projeto, modificado pela relatora, senadora Simone Tebet (PMDB-MS).

Em 17 de agosto de 2016 foi divulgado que "a comissão especial criada para avaliar as propostas da Agenda Brasil no Senado aprovou nesta quarta-feira a Lei das Agências Reguladoras, que uniformiza e consolida regras para atuação das entidades e indicação de seus diretores, que passam a ter mandato de cinco anos, sem previsão de recondução, entre outras previsões. A aprovação é uma vitória do governo, que espera dar mais segurança jurídica às concessões.
O texto foi aprovado por 11 votos a favor e uma abstenção, sem nenhum voto contrário. Na próxima semana, o texto volta à pauta da mesma Comissão para um novo turno de votação, para, então, partir direto para a Câmara dos Deputados, sem ser submetido ao plenário do Senado.

Em 21 de novembro de 2016 a "Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional aprovou o projeto de lei geral das agências reguladoras. O substitutivo da relatora Simone Tebet foi aprovado em turno suplementar por 11 votos a zero. O PLS 52 segue diretamente para apreciação da Câmara dos Deputados", caso não haja recurso para levá-lo ao Plenário.

Em 06 de dezembro de 2016 "o Senado Federal enviou para a Câmara dos Deputados o projeto de lei que uniformiza as regras das agência reguladoras brasileira, integrante da pauta prioritária e regulatória do governo Temer. Se aprovado como está, a Anatel enfrentará duas mudanças importantes- seus dirigentes terão apenas um mandato a cumprir, não podendo mais ser reconduzidos – e irá submeter ao Cade (órgão de defesa da concorrência) todas as decisões referentes a fusão, incorporação e mudança de controle das operadoras de telecom."

Forme sua opinião:

Leia na Fonte: Tele.Síntese

[07/12/16] 
Íntegra do Projeto de Lei n.º 52/2013, conhecido como a “Nova Lei das Agências Reguladoras”

Leia na Fonte: Tele.Síntese
[07/12/16]  PL das agências reguladoras é aprovado no Senado e vai para a Câmara - por Miriam Aquino

Veja no Youtube (Duração: 2min 22 seg)
[25/11/16] 
Senadora Simone Tebet, relatora do projeto, explica como será nova Lei das Agências Reguladoras

Leia na Fonte: Convergência Digital
[24/11/16]  Senado aprova Lei Geral das Agências em segundo turno - por Luís Osvado Grossmann

Leia na Fonte: Tele.Síntese
[13/09/16] 
Área econômica mantém aposta na lei das agências reguladoras

Leia na Fonte: Estadão
[21/08/16]  Lei das agências reguladoras


Leia na Fonte: Teletime
[19/08/16]  O que muda com o Projeto das Agências (Resumo das principais regras) - por Samuel Possebon

Leia na Fonte: O Globo
[17/08/16]  Comissão do Senado aprova nova lei das agências reguladoras - por Danilo Fariello

==> Leia mais no website-arquivo do WirelessBRASIL: Lei das Agências Reguladoras


Forme sua opinião
"Internet.org" ou "Free Basics" - O polêmico projeto de  "internet grátis" do Facebook

Nota de Helio Rosa:
Nesta página do WirelessBRASIL está uma coleção de matérias sobre o "Internet.org".


Small Cells / FemtoCells

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Nota de Helio Rosa:
• A TV chapa branca
Permito-me transcrever mais abaixo um artigo divulgado hoje no Blog do Noblat.
Os leitores veteranos deste Portal devem lembrar-se de uma série de "posts" com este título genérico: "TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT".
Num destes "posts" - de 2008 - divulguei um Editorial do Estadão e faço um "recorte" para compor esta "Nota":
Fonte: Estadão
[08/04/
08]   A TV chapa branca

"Se havia ainda alguma dúvida com relação ao risco de instrumentalização política da TV Pública, ela foi desfeita por dois fatos recentes. O primeiro fato foi a demissão do jornalista Luiz Lobo, editor-chefe do primeiro e único programa que a TV Brasil produziu desde sua estréia, em dezembro de 2007. Ele foi afastado do cargo na sexta-feira por se recusar a interferir no noticiário, em favor do Palácio do Planalto. O segundo fato é o relato que o jornalista Eugênio Bucci faz no livro A guerra entre a chapa-branca e o direito à informação, que chega esta semana às livrarias, sobre as dificuldades que teve para manter um padrão de isenção na Radiobrás, nos quatro anos em que dirigiu a empresa, no primeiro mandato do presidente Lula.

Os dois fatos compõem uma tendência que derrota o argumento invocado pelo chefe do governo para justificar a criação da TV Pública. Para Lula, seu objetivo seria apenas divulgar programas culturais e didáticos, não podendo jamais ser convertida em instrumento de promoção. 'Eu sonho grande, não sei se a gente vai conseguir construí-la. E que não seja coisa chapa branca, porque chapa branca parece bom, mas acaba enchendo o saco. Não é coisa para falar bem do governo, é para informar. A informação tal como ela é, sem pintar de cor-de-rosa', disse Lula em 28 de março de 2007, quando deu posse ao ministro encarregado de implementar esse projeto, Franklin Martins.
 
As razões que levaram à demissão do jornalista Luiz Lobo mostram a distância existente entre a retórica do presidente e a realidade. 'Existe, sim, interferência do Planalto dentro da TV Brasil. Há um cuidado que vai além do jornalismo', disse ele ao jornal Folha de S.Paulo. Segundo Lobo, todos os textos sobre Lula, sobre política e sobre economia passam na TV Brasil pelo crivo de uma jornalista que é casada com um dos assessores de imprensa do presidente da República. 'É ela quem edita. Existe um poder dentro daquela redação. Eu era editor-chefe, mas perdi a autonomia até para fazer as manchetes do telejornal', afirma." (...)

Segue-se a íntegra do texto anotado no Blog do Noblat.
HR

Leia na Fonte: Nobat/O Globo
[06/12/14]  Da TV Lula à TV Dilma - por Nelson Hoineff
(Íntegra)

A TV Dilma não deu um passo adiante da TV Lula e não há sinais de que venha a dar.

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) está completando sete anos e é saudável examinar o que ela fez pelo país. Apelidada de TV Lula na sua gestação, a EBC se anunciava alternativa pública à TV privada. Foi assim que um modelo orgânico de televisão pública se inaugurava no Brasil, 58 anos após a chegada da TV comercial.

A EBC criou a TV Brasil, gerando de saída um duelo de informações sobre a intenção: gerar uma inédita TV pública ou mais uma TV estatal. Isso confrontou ministros como Helio Costa e Franklin Martins, até chegar a um discurso único, que assegurava a opção pela TV pública.

Com mais de R$ 400 milhões no primeiro ano, a empresa não conseguiu, de saída, atingir ao menos três requisitos: ter sua imagem presente em São Paulo; desenvolver um jornalismo isento; e construir uma programação inovadora.

Mas se o que se vê hoje na tela é ruim, o que não se vê é bem pior. A EBC tem 2.300 funcionários, 70% envolvidos na atividade-meio. Seu jornalismo dispõe de mais recursos do que muitas redes privadas: 48 equipes em três praças.

Uma de suas principais atrações atuais é “Windeck”, uma novela angolana falada em português de Angola. Seu produtor é o filho do ditador José Eduardo dos Santos, para quem a presidente Dilma vendeu bombas com efeito redobrado de gás lacrimogêneo destinadas a reprimir manifestações populares.

“O conceito de ‘Windeck’ é mostrar como se vive a atualidade luandense”, diz Coréon Dú, autor da novela. Na defesa do produto, um membro do Conselho Curador lembrou que todos os personagens são negros. “Só tem um branco, garçom. Isso quebra estereótipos.”

Uma novela assim na grade de uma rede pública brasileira infere que a emissora não está obedecendo a uma estratégia de programação, mas a um programa de governo. Outra sinalização está na TVT, emissora do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, que passou a ser reconhecida como emissora pública, com direito a repasses de R$ 2,5 milhões.

Enquanto isso, o orçamento para todo o banco de projetos de parceria com a produção independente caiu para R$ 1,8 milhão, o que, na prática, pode viabilizar de uma a três séries. A Ancine acena agora com recursos de R$ 60 milhões do FSA para a produção de conteúdo para a TV Brasil, mas, por enquanto o MinC apenas mapeia as produtoras existentes no país. Ainda assim, do orçamento de quase R$ 500 milhões de reais, 60 milhões foram devolvidos em 2013.

Entre os integrantes do Conselho Curador há uma consultora legislativa do Senado, uma secretária de comunicação da CUT, o presidente da Associação de Fabricantes de Carrocerias para Ônibus e uma agricultora familiar.

É este conselho que decide o que se vai produzir e exibir. Acompanhar suas reuniões é um bom exercício de compreensão do que é hoje a TV pública brasileira. Na reunião de 13 de agosto, o gerente de pesquisas Alberto Adler comemorou o fato que, até 11 de agosto, alguns programas ficaram acima de 0,5 ponto de audiência. Abaixo disso só o zero, traço.

A celebração foi tão inusitada que até o representante do MinC, Mario Borgneth, se insurgiu contra ela: “Dizer que temos relevância com um, dois ou três pontos de média mensal é forçar muito a barra.” Em defesa do 0,5 ponto, o conselheiro Claudio Lembo mudou o tom: “Essa TV é odiada pelas demais emissoras e é um milagre ainda estar no ar.”

Lembo foi governador de São Paulo por nove meses em 2006. É advogado e seu currículo não registra passagens pela televisão, o que acontece com 16 dos 22 conselheiros. A TV Brasil não é odiada: ela é ignorada. Não promoveu debate entre os presidenciáveis porque os candidatos se recusaram a ir até lá. Contudo, se odiada fosse, porque o seria? Não por ameaçar a Globo ou o SBT, com sua marca máxima de 0,5%.

Sobram evidências que, na TV Dilma, a televisão passa ao largo da televisão. O próprio presidente da empresa tem uma trajetória como repórter de economia e política, mas nunca passou pela televisão. Em compensação, tem credenciais relevantes: foi assessor de imprensa do ex-ministro José Dirceu e secretário de imprensa do ex-presidente Lula.

A TV Brasil não construiu um conceito, um modelo de pensamento, uma programação. A TV pública, que deveria ser a locomotiva da experimentação, ousa menos que a comercial.

Essa empresa consumiu até agora cerca de R$ 4,5 bilhões de dinheiro público. Não é pouca coisa. Sobretudo se for o custo do aparelhamento, do repique de um programa de poder que nos últimos anos conseguiu, para dizer o mínimo, acabar com a maior empresa do país.

O Brasil tem uma sólida TV comercial. Demorou para criar uma TV pública que pudesse complementá-la com inovação, ousadia, pesquisa e produção de excelência. Conseguiu condições políticas e recursos para isso. Não moveu uma palha para justificá-los. A TV Dilma não deu um passo adiante da TV Lula e não há sinais de que venha a dar. Com o que vem acontecendo, seria triste vê-la migrar dos cadernos de entretenimento para as páginas policiais.

"Posts" de 2007 e 2008:

30/11/08
"TV Digital" + "TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT"(8) + "Infra-estrutura para TVs públicas"
11/10/07
"TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" (7) - Saiu a MP 398 (texto completol)
"TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" (6) - Artigo de Gaudêncio Torquato no Estadão

09/10/07
• "TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" (5) - "Atuação da Globo nas eleições acelerou projeto da TV pública"
03/10/07
•  "TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" (4) - Deputados querem debater projeto e não MP

01/10/07
"TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" (3) - Por que usar MP?

"TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" (2) - O Decreto da TV Digital: conhece?

30/09/07
"TV Pública" ou "TV Brasil" ou "TV Lula" ou "TV do PT" (1)

 

Websites (Tecnologia) do WirelessBRASIL (ordem alfabética):

Bens Reversíveis e Revisão do Modelo de Prestação de Serviços de Telecomunicações (PLC 79/2016)

Crimes Digitais, Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede

Cristina de Luca, editora do IDGNow! - Índice do blog Circuito de Luca

Desoneração tributária para redes de telecom (REPNBL)

EILD - Exploração Industrial de Linha Dedicada ("Banda larga por atacado")

Eletronet

Espectro de 2,5 GHZ

Espectro de 700 Mhz

Fernando Botelho - Website

Flávia Lefèvre (advogada da Proteste) - Wevsite

Franquia na banda larga fixa

Governança da Internet

"Internet.org" ou "Free Basics" - O polêmico projeto de "internet grátis" do Facebook

José Roberto Souza Pinto - Website

José Smolka - Website

Lei das Agências Reguladoras

Lei do SeAC (Serviço de Acesso Condicionado) ou "Lei da TV Paga"

Lei Geral das Antenas

Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede

Mariana Mazza - Colunas no Portal da Band

MVNO (Mobile Virtual Network Operator)

Oi - Pedido de recuperação judicial

PGMC - Plano Geral de Metas de Competição

PLC (Power Line Communication): "Banda larga pela rede elétrica"

Rádio Digital

Rogério Gonçalves - Website

SCM - Serviço de Comunicação Multimídia

Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas

Small Cells / FemtoCells

Telebrás e PNBL

Termos de Ajustamento de Conduta (TAC)

TV Digital: Interatividade e Ginga

Unicel: Crônica de um escândalo anunciado

VU-M - Tarifa de interconexão da rede de telefonia móvel

"Páginas especiais":

Homenagem
Fernando "Fervil" Villela

Incentivo
Márcia Furukawa Couto

 


Estes websites estão em processo de revisão e os link estão temporariamente descontinuados:

Técnica e Legislação
"Loteamento" da Anatel
Portabilidade Numérica
TV Digital - Informações básicas
TV Digital - "TV no Celular - Tecnologia "One Seg"
TV Digital: Interatividade e Ginga
TV Digital - Multiprogramação
1ª Confecom
WiMAX

Colaboradores
Relação de trabalhos e artigos

 


RECUPERAÇÃO DO ARQUIVO DO SITE WirelessBR

EM CONSTRUÇÃO!


Nota de Helio Rosa

O site WirelessBR (não confundir com Portal WirelessBRASIL) foi criado em 01/01/2001 pelos integrantes dos Yahoo Grupos de Debates "WirelessBR" e Celld-Group (hoje Telecom Hall).

Na época, o domínio "wirelessbr" não estava disponível e o site esteve hospedado em vários lugares, iniciando pela área dos "websites pessoais do UOL", passando pelo Geocities e finalmente, no interior do domínio "wirelessbrasil.org", onde está até hoje.

O site WirelessBR passou por várias atualizações e formatações ao longo do tempo até chegar à uma estrutura cujo conteúdo estava separado por assuntos, colecionados em websites com páginas "tipo blog", que recebiam registros frequentes, originados principalmente nos debates dos citados Grupos.

Estou lentamente recuperando as antigas Seções, para fins de arquivo e como homenagem à uma infinidade de colaboradores (alguns anônimos) que participaram da criação e manutenção do WirelessBR.

Os assuntos vão e vem ao longo do tempo e o conteúdo abaixo é um registro das matérias e debates ocorridos quando os temas estavam em evidência.
 

Conteúdo (em ordem alfabética)

 3G - Terceira Geração da Telefonia Celular

 IEEE 802.11n - "Wi-Fi Turbinado"

 Acidentes com celulares

 Assinatura Básica

 CBN Tecnologia da Informação (Podcasts)

 Celulares nos Presídios

 Certificação Digital ("Assinatura Digital")

 Clonagem de Celulares

 O Dilema da VIVO: CDMA ou GSM?

 Direito Digital - Regulamentação de Telecomunicações

 Gesac - Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão

 Governança da Internet

 Governança em TI

 GPS - Global Positioning System

 IMS - IP Multimedia Sub-System

 IPTV - TV via Internet

 Blog da Jana de Paula

 Redes Mesh (Wireless MESH Networks)

 MIMO (Multiple-Input Multiple-Output)

 Mobile Banking

 Mobile Music

 Neutralidade da Internet - Net Neutrality

 "PC Conectado" (Programa governamental "Cidadão Conectado – Computador para Todos")

 Power Line Communication (PLC)

 Podcasting

 Portabilidade numérica

 Rádio Digital

 Radio Frequency Identification (RFID) [Coordenadora: Sandra Regina Matias Santana]

 Redes de sensores [Coordenadora: Thienne M. Johnson]

 Conteúdo do Thesis (atual e-Thesis)

 TV Digital [Coordenador: Tom Jones Moreira de Assis]

 TV no Celular

 UWB - Ultra Wide Band

 VoIP - Voz sobre IP

 VoWi-Fi - Voice over Wi-Fi - Voz sobre Wi-Fi

 WiBRO - Wireless Broadband Access ("WiMAX Móvel (802.16e) da Coréia")

 Rede Wi-Fi doméstica - Como fazer

 WiMax - World Interoperability for Microwave Access

 xMax (xGCM - xG Coded Modulation)

 Redes ZigBee - IEEE 802.15.4

 


BLOCO CIDADANIA
Websites,  Páginas e "Posts" (Cidadania) do WirelessBRASIL


Website de Antonio José Figueiredo Enne

Antonio José Figueiredo Enne (emottaj@terra.com.br) - Engenheiro Eletricista com especialização em Telecomunicações pela UFRJ, pós-graduação lato-sensu em Engenharia Econômica também pela UFRJ, participou de diversos cursos de extensão universitária e de cursos em empresas. Por dois anos, participou de programa de desenvolvimento de executivos de Telecomunicações nos Estados Unidos e Chile, pela International Telephone and Telegraph (ITT). Trabalhou por 30 anos na EMBRATEL, exercendo cargos de chefia, principalmente na Área de Comunicação de Dados. (...) É autor do livro FRAME RELAY: Redes, Protocolos e Serviços co-editado pela Editora Saraiva e pela EMBRATEL (1998), do livro TCP/IP sobre MPLS pela Editora Ciência Moderna (2009) e também do livro Novas Tecnologias de Redes Ethernet (em co-autoria) pela Editora Elsevier (2017). Dedica-se hoje à pesquisa e ao treinamento em novas tecnologias de redes de omunicações de Dados em alta velocidade. Ler mais

26/02/2019
Artigo 01 - Redes Modo Circuito: Visão Geral e Multiplexação  (Download arquivo .pdf)

24/03/2019
Artigo 02 - Redes Modo Circuito: Comutação  (Download arquivo .doc)

24/03/2019
Artigo 03 - Redes Modo Pacote: Visão Geral e Multiplexação Estatística  (Download arquivo .doc)

25/03/2019
Artigo 04 - Redes Modo Pacote: Exemplos de Multiplexação Estatística  (Download arquivo .doc)

25/03/2019
Artigo 05 - Aplicações Isócronas  (Download arquivo .doc)

25/03/2019
Artigo 06 - Conexões (Semi) Permanentes  (Download arquivo .doc)

25/03/2019
Tutorial 01 - Modelos para Redes Modo Pacote Comutadas Orientadas a Conexão (Download arquivo .doc)

 ==> Ler mais em  Website de Antonio José Figueiredo Enne
 


 Telebrás e PNBL  (Atualizado em 25/03/19)

Este website-arquivo possui uma Página Inicial que contém a legislação, um resumo e um acompanhamento com registro dos principais eventos ligados ao tema, e um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições (desde 2001) como os devidos créditos.



Lei Geral das Antenas 
(Atualizado em 28 de novembro de 2018)

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém a Legislação e um Acompanhamento dos principais eventos.
O website contém ainda um Índice de artigos e notícias e uma coleção de transcrições.

O que está acontecendo:

Em 22 de abril de 2015 "a presidente Dilma Rousseff sancionou e publicou no Diário Oficial da União a Lei 13.116/2015, que trata das instalações de antenas de telecomunicações, a chamada Lei das Antenas.
Houve seis vetos, inclusive no artigo que garantia a aprovação tácita do licenciamento, após os 60 dias de prazo sem a decisão do órgão competente, o que torna a legislação menos relevante em relação à agilidade para a ampliação da infraestrutura do serviço móvel. A justificativa apresentada pelo Ministério da Justiça e pela Advocacia-Geral da União é de que o dispositivo, ao estipular a transferência de competência de outro ente federativo a órgão regulador federal, delegaria decisão administrativa de assunto local a órgão federal, em violação ao pacto federativo previsto na Constituição."
Ou seja, "a Lei é federal e define regras para instalação de infraestrutura. Mas, como o uso do solo é de responsabilidade municipal, não existe obrigatoriedade de as prefeituras aderirem a ela".

Como informação: O "apelido" da "aprovação tácita" acima citada é  ‘silêncio positivo’, ou seja, a autorização automática, no caso das municipalidades não responderem aos pedidos das operadoras em menos de 60 dias.

Em 27 de novembro de 2018 Moisés Moreira, aprovado para o cargo de conselheiro da Anatel comentou: "O país é muito carente, há 90 mil antenas, mesmo número que a Itália, que tem o tamanho do Rio Grande do Sul. Com a chegada da tecnologia 5G, teremos que aumentar o número de antenas entre 10 e 15 vezes. O problema é que hoje a antena é tratada como edificação, mas na realidade é um equipamento. Há mais de 300 leis municipais ou estaduais que dificultam muito este processo."

Consta que a Anatel atua para regulamentar a Lei nº 11.934, de 5 de Maio de 2009 (conhecida como "lei da radiação não ionizante") que "estabelece limites à exposição humana a campos elétricos, magnéticos e eletromagnéticos, associados ao funcionamento de estações transmissoras de radiocomunicação, de terminais de usuário e de sistemas de energia elétrica nas faixas de frequências até 300 GHz (trezentos gigahertz), visando a garantir a proteção da saúde e do meio ambiente."

Consulte o Índice de artigos e notícias para acessar o arquivo das matérias referentes à "Lei Geral das Antenas"


Segurança do Processo Eleitoral com Urnas Eletrônicas

Este website/arquivo do WirelessBRASIL é constituído de uma Página Inicial que contém um Resumo e um Acompanhamento através do registro dos principais eventos ligados ao tema.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições. Estão relacionados textos desde o ano 2000.


VU-M (Valor de Uso Móvel) - Tarifa de interconexão da rede de telefonia móvel

Nota de Helio Rosa:
Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém um  resumo explicando o tema, e um Acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.


MVNO (Mobile Virtual Network Operator)

Este website-arquivo é constituído de uma Página Inicial que contém a legislação,   definições, e um acompanhamento com registro dos principais eventos ligados ao tema. Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias que leva à uma Coleção de Transcrições como os devidos créditos.

Nota de Helio Rosa:
01.
O que está acontecendo

Os Correios intensificaram ações no sentido de operar um serviço de telefonia móvel do tipo MVNO (ou seja, com infraestrutura "alugada" de outra operadora).
Desde 2011, os Correios falam na possibilidade de criar sua operação de telefonia.
Uma notícia de 2013 citava que os Correios criariam uma subsidiaria para tal.

Os Correios estão mergulhados em profunda e prolongada crise financeira. Esta notícia explica a situação em detalhes:
Leia na Fonte: Extra Globo
[01/03/17]  Para CGU, Correios não tomaram medidas para evitar dilapidação de seu patrimônio

"Em 06 de março de 2016 o
s Correios começaram a comercializar, um plano pré-pago de telefonia móvel, o Alô Correios. A primeira oferta da estatal sai por R$ 30 ao mês. As vendas começam em 12 agências em São Paulo. Até o final de março, 164 agências na região metropolitana também venderão o chip. Os planos de expansão preveem a venda em agências de 3,6 mil cidades até o final do ano.
A iniciativa é resultado de parceria com a EuTV, operadora móvel virtual que utiliza frequências da TIM em todo o Brasil, e que ficará com mais de 90% das receitas. A EuTV usa a marca comercial Surf Telecom." Ler mais no Tele.síntese: Correios estreiam no mercado de telefonia celular

Em 28 de março de 2017,
O ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab declarou: "a situação da empresa é resultado de "má gestão". "Má gestão é loteamento, corrupção, não encontrar receitas adicionais, não cortar para manter equilíbrio."

Ler mais em no website-arquivo
MVNO (Mobile Virtual Network Operator)


Migração das rádios AM para FM

Em 07 de novembro de 2013 foi assinado o decreto que permitiu a migração das rádios AM para a faixa FM:
"O Decreto nº 8.139 de 07 de novembro de 2013 - Dispõe sobre as condições para extinção do serviço de radiodifusão sonora em ondas médias de caráter local, sobre a adaptação das outorgas vigentes para execução deste serviço e dá outras providências."

"A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) estima que 90% das 1.784 emissoras AM passem a operar na faixa FM. “Nessa frequência, as rádios ganharão qualidade de áudio e de conteúdo, competitividade e alcance por meio de telefones celulares”, informou a associação. Segundo o presidente da Abert, Daniel Slavieiro, “a assinatura do decreto é o fato mais relevante para o rádio AM nos últimos 50 anos”. Segundo ele, o custo da migração para as rádios, na compra de equipamentos, será de aproximadamente R$ 100 milhões."
Ver mais detalhes aqui: Dilma autoriza a migração das rádios AM para a faixa FM

"Slavieiro, da Abert, explicou por que migrar para a faixa FM em vez de partir direto para a rádio digital. “Por muito tempo acreditamos que a solução seria a digitalização, mas os testes demonstraram que as dificuldades no AM digital são similares às no analógico”, disse, acrescentando ainda a importância da presença nos dispositivos móveis, cada vez mais populares entre a população. “Somente transmitindo na faixa de FM que seremos sintonizados pelos mais de 160 milhões de aparelhos celulares que têm rádio, sem custo algum para o usuário. Essa é a importância da medida.” [Fonte: Agência Brasil]

Em 03 de março de 2015 foi divulgada a opinião de Daniel Slaviero que foi um ferrenho defensor da implantação do Rádio Digital, padrão norte-americano:
(...) “Tem uma mudança brutal na maneira como as pessoas acessam o meio rádio. Mas fizemos uma pesquisa em 2014 e vimos que só cerca de 30% das emissoras tem aplicativos de celular. Há quatro anos, 25% das rádios não tinham nem site. É um setor de grande disparidade e ainda tem muitas que fazem rádio como na década de 1960”, diz o presidente da Abert, Daniel Slaviero.
Paralelamente, em nada se avançou quanto a definição de um padrão de transmissão digital para as rádios brasileiras. Ao contrário da TV, que fez uma opção tecnológica há uma década e esta no processo de transição, no rádio sequer a opção foi feita. “A digitalização do rádio foi atropelada pelo avanço da Internet. Foi uma avalanche. Não vamos desprezar o que o HD rádio faz nos Estados Unidos, mas os fatos se impõem e não adianta a gente querer insistir”.
Um razoável naco do setor já migrou para a Internet. A própria Abert estima que um quarto da audiência das rádios já se dá pela rede, com ouvintes sintonizados por meio de aplicativos móveis. Nas contas da entidade, de 4,6 mil emissoras comerciais do país, 1,3 mil tem seus próprios apps disponíveis nas lojas online da Apple ou Google.(...)  
"A Abert vai investir até R$ 1 milhão para levar todas as rádios comerciais do país aos tablets e smartphones. A entidade vai financiar os aplicativos que permitem as emissoras serem ouvidas pela Internet e já tem disponível um integrador, similar ao TuneIn, que localiza qualquer rádio brasileira cadastrada."
[Ler mais em
 
Sem padrão digital, rádios apostam na Internet]

Nota de Helio Rosa:
Em resumo, estes dois momentos marcaram o provável sepultamento das pretensões aventureiras de impor o padrão americano ("IBOC") de Rádio Digital no Brasil: o Decreto nº 8.139 de 07 de novembro de 2013 que permite a migração da maioria das rádios AM para a faixa FM e a decisão da ABERT, em 2015, de investir fortemente no uso de aplicativos para permitir o acesso às rádios via internet.

Não confundir!
A partir de janeiro de 2017 anotamos dois tipos de manchetes na mídia:
- A "migração das rádio AM para FM no Brasil" e 
- "a morte da FM na Noruega", substituída pelo padrão digital europeu DAB.

O portal WirelesBRASIL fez e faz um acompanhamento do tema Rádio Digital através do
website-arquivo Rádio Digital, com uma página inicial, contendo legislação e sequência de eventos e uma enorme coleção de artigos e noticias, com transcrições e créditos para as fontes.
Continuamos coletando matérias sobre Rádio Digital e aqui está o último registro:
Leia na Fonte: DN.pt
[23/01/17]  Portugal sem condições para acabar com a rádio FM

Consulte também o portal Teleco: Migração de rádios AM para FM


Marco Civil da Internet e Neutralidade da Rede

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém uma explicação da junção destes temas, face sua origem comum e um Acompanhamento dos principais eventos.
Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias e a correspondente coleção de transcrições.
Outra página contém um  Índice geral de "posts" contendo links para textos de discussões ocorridas em Grupos de Debates desde o ano de 2006.

Marco Civil - O que está acontecendo:
Em 23 de abril de 2014  o Marco Civil da Internet – MCI foi aprovado pela Lei nº 12.965, da mesma data, publicada no Diário Oficial da União – DOU no dia 24 do mesmo mês, e estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil.
Clique aqui e veja a íntegra da Lei 12.965, de 23 de abril de 2014 (PDF - 70 KB)

Em 11 de maio de 2016, último dia de mandato antes da suspensão gerada pela admissibilidade do Impeachment pelo Senado, a presidente Dilma Rousseff publicou no DOU (edição extra), o Decreto 8.711/2016 que regulamenta aspectos do Marco Civil da Internet.
O Decreto começa a valer em 30 dias e estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

Como informação, no Diário Oficial de 12 de maio de 2016, foram publicados os decretos que criam a Política de Dados Abertos do Poder Executivo Federal e o Programa Brasil Inteligente ("novo PNBL").


5G - A quinta geração das comunicações móveis

Leia na Fonte: Inova.jor
[09/01/17] CES 2017: O que muda com a chegada da 5G - por Renato Cruz

Leia na Fonte: Wikipédia
[19/10/16] 5G

Leia na Fonte: Wikipédia
[04/03/15] PCell

Leia na Fonte: Info - Origem: Estadão
[23/01/15] Operadoras já estudam banda larga 5G (Íntegra)

Enquanto as redes 4G ainda engatinham no Brasil, o mundo começa a definir o padrão da próxima geração para a banda larga móvel que deve começar a ser implementada a partir de 2020. O primeiro documento sobre o 5G prevê que a evolução da tecnologia permitirá velocidades de conexão de até 1 gigabits por segundo (Gbps), atualmente alcançadas só em redes fixas.

Um grupo formado pelas 24 maiores operadoras do mundo, além de 23 fabricantes de dispositivos e 20 universidades, prevê velocidades de até 1 Gbps em pontos próximos a antenas e de pelo menos 50 Mbps em toda a extensão das redes, incluindo áreas rurais. No modelo proposto, a tecnologia de 5G seria capaz de atender até 100 mil conexões por quilômetro quadrado, e permitiria o uso da internet mesmo em deslocamentos de grande rapidez, como nas viagens de avião ou de trens-bala.

Batizado de Nova Geração de Redes Móveis (NGMN, na sigla em inglês), o grupo divulgou agora a primeira versão do estudo com as diretrizes do 5G. Os dados completos serão divulgados no fim de março, para depois serem levados à União Internacional de Telecomunicações (UIT), órgão vinculado à ONU.

Com a perspectiva de que, no futuro, casas, automóveis empresas e pessoas estarão cada vez mais conectados, a quinta geração de banda larga móvel precisará de uma arquitetura de rede que consiga prover abrangência e confiabilidade de cobertura para dezenas de bilhões de dispositivos que se comunicarão em tempo real, mas preservando a segurança e a privacidade dos dados.

O NGMN projeta um mundo no qual o 5G permitirá que a chamada "internet das coisas" esteja ligada "em todo lugar, a qualquer momento". Para conseguir alcançar tais objetivos, o grupo vai propor à UIT a liberação pelos governos de frequências altas, acima de 6 gigahertz (GHz), atualmente utilizadas para a comunicação de satélites e radares. Essas faixas altíssimas seriam combinadas com frequências mais baixas - e geralmente ocupadas por outros serviços, como TV ou rádio - para permitir uma maior cobertura de rede.

Para efeitos de comparação, o 4G no Brasil é oferecido na faixa de 2,5 GHz, que em breve será combinada com a frequência de 700 megahertz (MHz) leiloada no ano passado.

Para o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude, mais importante do que a frequência escolhida para o 5G deverá ser o tamanho da banda disponível para cada empresa. "Com certeza será necessário usar diversas frequências combinadas para oferecer o serviço de acordo com as diversas possibilidades de uso do 5G, mas o tamanho da banda será fundamental. No 4G, por exemplo, as empresas adquiriram lotes de 10 MHz (download) + 10 MHz (upload). No 5G poderemos ter leilões com lotes de pelo menos 50 MHz + 50 MHz, o que torna obrigatória a liberação de mais frequências para o setor", diz

Competição

Com a necessidade de mais espaço para cada empresa em um espectro magnético limitado e já bastante ocupado por outros serviços, Tude avalia que os futuros leilões do 5G devem ter uma disputa acirrada entre as companhias, algo que não aconteceu no último leilão de 4G.

"Temos atualmente um modelo com quatro grandes teles competindo no mercado brasileiro que podem vir a se tornar apenas três dentro de um processo de consolidação que talvez aconteça. Não acredito em um futuro com menos operadoras que isso, então a disputa por banda de frequência no 5G será importante", completa o especialista.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Governança da Internet

Este website é constituído de uma Página Inicial, que contém uma explicação sobre o tema, entidades, "atores" e um Acompanhamento dos principais eventos ("em construção"). Contém ainda um Índice de Artigos e Notícias e uma coleção de transcrições.

Para entender o noticiário:
"Multilateralismo" x "multissetorialismo"
(...) A discussão sobre a rede tem muito mais nuances do que um confronto entre o ‘multilateralismo’, identificado com o sistema de decisões no modelo ONU, onde cada país tem seu voto, e o ‘multissetorialismo’, que defende a participação de outros interessados, notadamente o setor privado e a sociedade civil em igualdade de condições com os Estados-nação.(...) [Fonte:
Convergência Digital]


 Eletronet

Nota de Helio Rosa:
"Eletronet" é um "website-arquivo" contendo um imenso conteúdo sobre a Eletronet. É constituído de uma página inicial (com resumo e acompanhamento) e um uma "página-índice" de artigos e notícias, que remete às transcrições onde estão os créditos das Fontes. O primeiro registro é de maio de 1999.

 


Cidadania

BLOCO RESISTÊNCIA
Blog do Coordenador



 

 WirelessBRASIL
Portal independente de Telecomunicações e Cidadania      Coordenador Geral: Helio Rosa (rosahelio@gmail.com)    
Portal criado em 12/10/03 

Notas de Helio Rosa:

01.
Grande parte do material deste Portal, textos e fotos, é coletado na web e
está colecionado em "websites-arquivos". Se alguém ou algum órgão da mídia se sentir prejudicado, basta solicitar e o conteúdo será reformulado ou retirado.

02.
Alguns sites e portais referenciados no WirelessBRASIL fazem o controle de acesso ao seu conteúdo, visando angariar assinaturas, através da instalação não autorizada de "cookies" no computador do leitor. Creio que o procedimento correto seria a utilização de senhas para os assinantes. Quem não concordar com este tipo de invasão, poderá desativar os "cookies" do seu navegador para acessar as matérias. (Sugestão de pesquisa Google: "como desativar cookies"). HR

HR